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Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 13

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2498 palavras
Data: 22/06/2026 06:41:40

Somos o 2° conto mais lindo do mês, com mais de 11 mil leituras.

Obrigado a todos, lembrando que ja estou escrevendo outro conto bem excitante.

Eu não esperei ela terminar de falar. Segurei a Mariana com força pelos ombros, levantei o corpo dela pro alto e a virei de costas ali mesmo no piso da sala, escorando as mãos dela contra o sofá de tecido. Ela empinou aquele rabo imensa na minha direção, arreganhando bem as coxas grossas, com o buraquinho de trás todo exposto, piscando e babado da foda de antes.

Sem nenhuma pena, mirei a ponta do meu pau na entrada do cuzinho dela e empurrei com todo o meu tesão, enfiando a pica inteira de uma vez só até encostar meu saco na buceta dela.

— Ah... caralho, seu Omar! Senta a ripa! — a Mariana soltou um gemido grosso, abafando a boca no estofado do sofá pro som não correr pro meio da rua enquanto o meu pau entrava rasgando tudo por dentro.

Comecei a quebrar ela de um jeito violento e ritmado, dando aquelas estocadas compridas que faziam o corpo dela balançar para frente e para trás. O barulho molhado da nossa safadeza ecoava pela sala abafada, misturado com o som dos tapinhas da minha virilha batendo com força contra a bunda dela. A Mariana revirava os olhos castanhos, totalmente entregue e alucinada, jogando o quadril para trás a cada batida para receber o pau ainda mais fundo.

O medo de ser pego ali na sala, a poucos metros da janela que dava pra estrada, deixava o meu sangue fervendo feito brasa. Eu puxava o pau quase todo para fora e socava de volta até o osso, machucando aquele buraquinho quente que me prendia com uma força absurda. A Mariana dava uns suspiros compridos, chorando de tanto prazer, totalmente apaixonada pela grossura do meu pau.

Quando senti a porra subindo com tudo, vindo direto da raiz do meu saco para explodir, eu não segurei o rojão. Lasquei as últimas cinco metidas com toda a força do meu lombo, enterrando o pau até o talo, e descarreguei tudo lá dentro do cuzinho dela. Senti os jatos quentes encherem o rabo da Mariana até o sêmen grosso começar a transbordar e escorrer pelas coxas. Ela deu uma travada violenta com o quadril, contraiu as paredes de trás com tanta fúria que quase esmagou o meu pau, e gozou junto comigo, desabando de bruços no sofá de tanto tesão.

Eu saí de dentro dela bem devagar, sentindo o último aperto daquele buraquinho quente enquanto o meu pau escorregava para fora, todo molhado e babado. A Mariana continuou jogada de bruços no sofá por uns minutos, com as pernas abertas e o peito subindo e descendo, tentando recuperar o fôlego depois daquela surra de tesão. O sêmen grosso e misturado com o mel dela começou a escorrer pela polpa da bunda, pingando direto no piso da sala.

Ela rolou de lado, passou os dedos na retaguarda para recolher o excesso da porra e levou a mão na boca, me olhando com aqueles olhos castanhos cheios de malícia e perversão.

— O senhor me desmonta de um jeito que eu fico até sem forças, seu Omar... — ela sussurrou com a voz totalmente rouca, limpando o canto da boca. — Se a dona Antônia desconfia que o senhor estava entalado na minha buceta enquanto ela pedia o fermento, o distrito inteiro ia ficar sabendo.

— Pois trate de levantar e sumir com essa sujeira — falei, ajeitando o meu short jeans e limpando o suor do pescoço com a manga da camisa. — A velha foi embora, mas daqui a pouco o Henrique chega da obra e eu não quero deixar pista da nossa safadeza no meio da sala.

A Mariana deu uma risadinha safada, pulou do sofá com aquela moleza gostosa no corpo e correu pro banheiro para tomar uma chuveirada e tirar o cheiro do nosso crime. Eu peguei um pano com sabão, limpei o piso e o estofado do sofá com rapidez, deixando tudo em ordem.

Quando deu umas seis horas, o barulho da moto do rapaz que da carona para meu sobrinho apontou lá na esquina. O guri entrou em casa todo quebrado do batente, jogando as ferramentas num canto, sem nem imaginar a safadeza que tinha acontecido ali na janela da sala.

— Benção, tio. Rapaz, hoje o dia foi puxado — o guri falou, rindo da própria inocência, enquanto a Mariana saía da cozinha toda cheirosa, usando um vestido limpo e com aquela cara de santa instruída.

— Deus te abençoe, meu filho — respondi sério, mantendo a minha pose de velho respeitoso.

A Mariana veio por trás do marido, deu um beijo no pescoço dele e olhou por cima do ombro dele direto para mim, mordendo o lábio inferior e me mostrando, por um segundo, que continuava sem calcinha nenhuma por baixo do vestido, pronta para repetir a safadeza na calada da noite.

O Henrique ainda estava tirando as botas de segurança na sala, resmungando do cansaço do reboco, quando ouvimos uma batida firme no portão de ferro.

— Ô de casa! Mariana! Olha o bolo que eu prometi, minha filha! — a voz esganiçada da dona Antônia ecoou lá de fora.

A Mariana travou no meio do caminho da cozinha, segurando o pano de prato com força. Ela me olhou de rabo de olho com os olhos castanhos arregalados de susto, e depois olhou pro marido. Eu continuei sentado na minha cadeira, mantendo a minha pose de velho sério, mas senti o meu pau dar um estalo dentro do short só de lembrar da velha quase espiando a nossa safadeza na janela da sala hoje cedo.

— Deixa que eu atendo, amor — a Mariana falou com aquela vozinha mansa de santa, ajeitando o vestido de chita no corpo enquanto caminhava pro portão.

O Henrique, na maior inocência do mundo, sentou no sofá — bem no lugar onde a Mariana tinha acabado de gozar com o rabo cheio de porra poucas horas antes — e ligou a televisão.

Lá no portão, deu para ouvir o falatório da velha. A Mariana abriu o cadeado e a dona Antônia entrou até o alpendre, segurando um prato fundo coberto com um pano de prato limpo, exalando aquele cheiro de bolo de fuba quentinho.

— Aqui, minha filha, fiz o bolo com o fermento que você me arrumou. Ficou bem fofinho! Mas me diz uma coisa... Você melhorou daquela falta de ar de hoje cedo? Menina, você estava vermelha e com a voz tão mastigada na janela que eu fiquei até cismada no caminho de volta.

A Mariana deu uma risadinha sonsa, daquelas bem putinhas.

— Melhorei sim, dona Antônia. Era só a canseira do fogão aceso mesmo, muito obrigada pelo bolo — ela respondeu, pegando o prato e roçando os dedos nos da velha com pressa para despachar a fuxiqueira.

O Henrique ouviu a conversa da sala e gritou pro alpendre:

— Obrigado pelo bolo, dona Antônia! A senhora salvou o café da tarde!

— De nada, Henrique! Cuida bem dessa morena que ela trabalha muito! — a velha gritou de volta, finalmente virando as costas e sumindo na estrada de terra.

A Mariana fechou o portão com o trinco, entrou na cozinha e colocou o bolo em cima da mesa de madeira — a mesma mesa onde ela tinha tomado aquela surra de pau de manhã e saído com a cara toda lambuzada de porra. Ela cortou um pedaço pro marido, serviu o café e, na hora em que o Henrique virou a caneca na boca, ela passou por trás da cadeira dele.

A Mariana me olhou fixamente, levantou a barra do vestido bem devagar até a altura das coxas grossas, me mostrando que a racha dela ainda estava brilhando com o resto do meu sêmen grosso, e mordeu o beiço com pura perversão.

— Hum, esse bolo tá bom demais, preta — o guri falou de boca cheia, sem nem desconfiar que o ingrediente principal daquela merenda tinha sido o transa gostosa que eu dei na mulher dele bem na cara da vizinha.

O Henrique limpou a boca com as costas da mão, bateu a caneca vazia na madeira da mesa e soltou um suspiro de satisfação, pegando mais um pedaço do bolo de fubá.

— Rapaz, a dona Antônia tem a mão boa pro doce, mas meu amor, tem a mão boa pra tudo nessa casa — o guri falou, puxando a Mariana pela cintura para dar um beijo na barriga dela, sem nem imaginar que aquela pele ainda guardava a sacanagem de mais cedo.

A Mariana deu uma risadinha sonsa, daquelas bem fingidas, e passou a mão pelos cabelos do marido, mantendo o olho castanho fixo em mim. Ela começou a rebolar de leve contra o ombro do Henrique, testando o perigo bem na minha frente, sabendo que o meu pau já estava endurecendo e esticando o short de novo só de ver aquela bunda imensa se mexendo.

— Deixa de conversa, Henrique, e vai logo pro banho tirar essa poeira da obra — ela disse com aquela vozinha mansa, dando um tapinha de leve no ombro dele. — O seu tio já tá cansado de ver você resmungar de cansaço.

— É, meu filho, vai lá tirar esse cimento do corpo que a noite já tá engatando — respondi grosso, pitando o meu cigarro de palha na cabeceira da mesa, mantendo a minha pose de velho sério enquanto o meu sangue fervia por dentro.

O Henrique levantou da cadeira, pegou a toalha no varal do corredor e se trancou no banheiro. No segundo em que o barulho da água batendo no piso começou a ecoar, a Mariana mudou da água pro vinho. Ela largou a faca do bolo em cima da mesa, veio na minha direção num passo rápido e meteu as duas mãos por dentro do meu short, agarrando a minha pica que já estava vermelha e pulsando de tanto tesão.

— O senhor viu a desfaçatez da velha, seu Omar? — ela sussurrou com a voz totalmente rouca, colando a boca no meu pescoço. — Falando da minha falta de ar bem na frente do guri... Meu cuzinho chegou a piscar de medo aqui na cozinha.

— Você gosta do perigo, Mariana, você é uma piranha atrevida — cochichei de volta, segurando o quadril dela com força e puxando o corpo dela para cima de mim. — A velha trouxe o bolo e você já tá querendo o recheio de novo?

— Quero... Quero que o senhor me rasgue antes dele sair do banho — ela implorou, jogando o vestido de chita para cima da cabeça e ficando totalmente nua ali no meio da cozinha.

A Mariana segurou firme nos braços da cadeira onde o Henrique tinha acabado de sentar, fincando as unhas na madeira para não desabar. Eu mudei a mira e encaixei o meu pau direto na frente, enfiando a pica inteira com toda a força do meu tesão na buceta dela. A racha dela estava tão ensopada e quente que o pau entrou de uma vez só, batendo o meu saco com força contra a polpa daquela bunda imensa.

— Ah, meu velho... No lugar dele não... Isso vai me enlouquecer! — ela soltou num gemido abafado, virando o rosto de lado com os olhos castanhos estalando de perversão enquanto o meu pau trabalhava por dentro.

Eu não dei sossego. Segurei firme na cintura da Mariana e comecei a dar aquelas estocadas brutas e ritmadas, fazendo a cadeira arrastar milímetros no piso a cada pancada. O barulho molhado daquela safadeza ecoava pela cozinha abafada, se misturando com o som do chuveiro que corria lá no banheiro. O perigo do guri sair a qualquer momento com a toalha na mão deixava a foda ainda mais gostosa, fazendo o meu sangue ferver.

A Mariana rebolava com gosto, jogando o quadril para trás para receber a pica ainda mais fundo, totalmente entregue àquela sem-vergonhice. Eu puxava quase todo para fora e socava de volta até o osso, castigando a buceta dela com toda a minha ignorância, sentindo o aperto da buceta me esmagar por completo.

Ouvir o barulho do registro do chuveiro sendo fechado lá dentro fez o coração dela disparar de pavor. A Mariana travou o corpo, mas em vez de pedir para parar, ela empurrou a bunda com mais força contra a minha virilha, desesperada pelo final. Eu dei as últimas cinco pauladas com todo o lombo, enterrando o pau até o talo, e descarreguei tudo ali dentro. A porra quente jorrou em jatos grossos, enchendo a buceta dela até começar a melar o assento da cadeira onde o guri tinha jantado. A Mariana deu um estalo, chorou abafado de tanto tesão e engoliu toda a minha gozada com os espasmos do orgasmo.

Eu tirei o meu pau de dentro dela com um estalo molhado, sentindo o resto da porra grossa escorrer pelo meu pau e pingar direto no assento da cadeira. A Mariana caiu de bruços ali mesmo, com a cara colada na madeira, bufando feito um animal cançado e com as pernas grossas tremendo que nem vara verde de tanto tesão.

— Ai, seu Omar... as minhas pernas não vão segurar o meu corpo... — ela sussurrou, com a voz mastigada, enquanto passava a mão na buceta para tentar estancar o rio de sêmen que descia pelas suas coxas.

— Levanta logo, Mariana! O guri fechou o registro! — ordenei num sussurro grosso, já puxando o meu short para cima e guardando a pica ainda meia dura para dentro.

A Mariana deu um arranco de pavor, pulou da cadeira foi no quarto e pegou uma calcinha. Na maior velocidade do mundo, ela limpou o assento da cadeira, sumindo com o grude da minha porra e do mel dela antes que o Henrique pisasse na cozinha. Depois, vestiu o vestido num puxão só e sentou na outra cadeira, pegando uma faca para fingir que estava limpando a mesa do bolo.

No segundo em que ela se ajeitou, a porta do banheiro abriu e o Henrique saiu secando o pescoço na toalha, com a pele vermelha do banho quente.

— Rapaz, que banho bom... Tirou quilos de cimento das minhas costas — o guri falou, entrando na cozinha com a cara mais limpa do mundo, sem nem sentir o cheiro de foda recente que ainda pairava.

Ele caminhou até a mesa e, para o meu sangue ferver de vez, foi direto na mesma cadeira onde a Mariana tinha acabado de ser arrombada. O Henrique sentou com tudo no assento que ainda estava quente do calor da bunda da mulher e da minha jorrada.

— Ô amor, bota mais um tiquinho daquele café aqui para mim, faz favor — o guri pediu, bocejando alto.

A Mariana levantou para pegar o bule, e quando passou por mim, deu aquela olhada de lado com os olhos castanhos pegando fogo de pura perversão. Ela sabia que o marido estava sentado em cima do calor do meu sêmen, e aquela audácia deixava a buceta dela piscando de novo por baixo do vestido. Ela serviu o Henrique com a mão trêmula, curtindo cada segundo daquela safadeza bem diante dos meus olhos.

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