A noite caiu sobre a casa de Suzana e Christopher, o ar fresco da brisa noturna entrando pelas janelas entreabertas, carregando um cheiro salgado do mar próximo. Após o jantar – uma refeição simples de salada e frango grelhado acebolado, o foco das conversas foram o trabalho de Jhonny e as novidades da cidade. Cintia, a amiga ruiva que surgira inesperadamente, demonstrava grande interesse nele, piscando com aqueles olhos verdes penetrantes enquanto perguntava: "E aí, careca, como é trabalhar nessa empresa nova? Aposto que você manda bem, hein?" Jhonny ria, contagiado pela energia dela, respondendo com piadinhas leves: "Ah, tô me virando… não é mole como ser freelance e viajar o mundo como você." Após muito bate-papo, ela bocejou e se espreguiçou, os seios redondos esticando a blusa justa de forma tentadora: "Ufa, tô exausta da viagem. Onde eu durmo?" Jhonny, ainda com a mente girando pela foto apagada de Andressa mas inesperadamente animado por aquela presença alegre que era aquela ruiva, ofereceu: "Pode ficar na cama do quarto de hóspedes. Eu vou pro sofá – é confortável o suficiente, e você tá precisando descansar mais do que eu." Cintia sorriu, agradecida, com um brilho malicioso: "Ah, valeu, Jhonny! Não queria incomodar… mas se eu roncar, não reclama, hein?" Suzana e Christopher se recolheram para o quarto deles, trocando olhares cúmplices, e Cintia seguiu para o de hóspedes, deixando Jhonny sozinho na sala escura, arrumando uma manta e um travesseiro no sofá amplo, esticando os músculos cansados com um suspiro.
Deitado ali, no silêncio quebrado apenas pelo tique-taque distante de um relógio, Jhonny pensou em Cintia – aquela ruiva alta e esguia, com seios bem redondos e firmes que eram inesperadamente tentadores, e um bumbum pequeno mas super empinado que chamava atenção em suas calças justas, balançando sensualmente ao andar. "Ela é linda, alegre, enérgica… e doidinha. Será que faz parte desse fetiche todo? Que tipo de amigas são essas três?" Mas seus pensamentos se voltaram principalmente para Andressa. Não tinha falado com ela o dia todo – nem uma ligação, só trocas rápidas de "bom dia" e "boa noite" nos dias anteriores. A foto apagada o corroía, cutucando como uma ferida fresca: "Pra quem era aquilo? E por que apagou?" O ciúme misturado à excitação o deixava inquieto, o pau dando pulos involuntários ao lembrar da boceta branquinha piscando na imagem, os lábios rosados brilhando como um convite proibido. Andressa definitivamente, mais do que Suzana ou Cintia, mexia com ele.
Então, o celular vibrou na mesinha ao lado, iluminando a sala com uma notificação. Era Andressa: "Você viu, não foi?" Jhonny pegou o aparelho, o coração acelerando – era enfim a deixa perfeita, o estômago revirando como em uma montanha-russa. A vontade era metralhar perguntas, despejar a raiva acumulada, mas ele se conteve, respondendo sucinto: "Vi. Pra quem era? Pra mim que não." E não escreveu mais nada, deixando o silêncio digital pairar, ecoando como um eco vazio. Ele sabia que tinha que agir assim, forçando-a a se explicar sem dar corda para desvios, o dedo pairando na tela enquanto esperava. Demorou uns 10 minutos agonizantes, o celular piscando de novo: "Sábado te explico, eu juro. Lembra que tô me abrindo com você, mas não contei tudo ainda, tá? Eu juro que não quero mais segredos. Falta ainda o restante do tempo da faculdade e… outras coisas. Aquela foto não era pra você realmente… mas não era pra um homem ou amante, eu juro." Jhonny retrucou rápido, o pulso acelerando: "Era pra Cintia?"
O telefone tocou quase imediatamente, o nome da Andressa na tela piscando como um alarme. Ele atendeu, e do outro lado veio um soluço abafado – Andressa já chorava, a voz trêmula e baixa, como se estivesse escondida no banheiro do hotel, já que suas coisas já estavam na transportadora e eles tinham entregue a casa alugada do RJ: "Jhonny… amor, eu não queria ligar assim, tô chorando há horas, mas não queria que você soubesse, por isso estava só na mensagem de texto. Nem sei o que quero que você sinta… só que acredite em mim, por favor! E quem sabe… volte a confiar em mim um dia." Ele ouviu o choro ecoar, o som de fungadas e respirações entrecortadas, e murmurou, voz firme mas com um toque de carinho: "Então explica, Andi. A foto… era pra ela?" Ela hesitou, soluçando mais forte: "Sim… era pra Cintia. A gente não se vê há anos – ela terminou a faculdade dois anos antes de eu te conhecer e se mudou pra longe. Os contatos eram esporádicos, tipo aniversários ou festas… mas…" Andressa parou, o silêncio pesado, como se pesasse as palavras, o choro virando um sussurro entrecortado. Jhonny a convenceu, voz firme mas calma e até mesmo amorosa: "Fala tudo, Andi. Se quer que eu entenda, não esconda mais nada…"
Ela respirou fundo, a voz embargada: "Tá bom… as conversas entre nós três – eu, Su e Cintia – sempre foram regadas a zoeira, muita zoeira e muita picância. Mesmo depois de eu namorar você, mesmo casada. A gente trocava memes safados, vídeos engraçados, vídeos pornô, contos eróticos que a gente lia e comentava… e às vezes, nudes entre nós. Tipo, fotos provocantes pra rir ou elogiar, como 'olha que gata!' ou 'delícia!'. Eu admito: beirava sim à amantes, mas não fazíamos sexo pelo telefone ou coisa do tipo – era só brincadeira entre amigas… ou talvez um pouco mais, uma forma de… sei lá, nos sentirmos livres e safadas juntas. Somos muito conectadas, nós três." Ela parou, chorando baixo: "Pensando bem, fazer isso sem você saber foi sim um tipo de traição, mas não convencional. Eu não tenho outro homem. Somos só três amigas que se zoam e se exibem… na rua e uma pras outras. Por favor, não me julgue, amor. Não jogue tudo pro ar. Vou explicar tudo no sábado, juro. Desculpa por esse segredo todo… me perdoa? Eu sei que isso é pedir muito…” - ela pausa, buscando ar - "eu sei que quase nenhum homem decente aceitaria isso, mas você é especial, é diferenciado, é o homem da minha vida…” - e volta a soluçar.
Jhonny sentiu o peito apertar, um misto de alívio (não era um homem) e raiva (mais segredos), mas a excitação cresceu com as imagens mentais, principalmente envolvendo aquelas três lindas mulheres, o pau latejando: "Três amigas se exibindo… nudes entre elas? Isso é louco, mas… caralho, isso me deixa duro." Ele respondeu, indeciso entre os sentimentos: "Tá… eu ouço no sábado. Mas isso machuca, Andi." Após desligar, como gratidão antecipada, ela mandou várias fotos pelo chat, uma sequência que iluminou a tela escura da sala: "Pra mostrar que tô sendo sincera… olha essas, de diferentes épocas." Jhonny abriu, o pau endurecendo novamente imediatamente ao ver: A primeira era de Andressa novinha, uns 18-19 anos, no primeiro ano da faculdade: ela em um banheiro público, saia jeans erguida até a cintura, calcinha branca de algodão fina, o tecido colando em sua boceta, um vinco sutil visível no centro onde a umidade começava a transparecer, os quadris magrinhos e a pele branquinha reluzindo sob a luz fluorescente, os olhos no espelho cheios de uma excitação recém-descoberta. "Primeira exibição de verdade, aquela que te contei." legendou ela.
Outra: em uma biblioteca da faculdade, sentada em uma mesa isolada, pernas descruzadas devagar, a calcinha rosa de renda exposta, o tecido rendado delineando o monte de Vênus e os lábios inchados, como se estivesse excitada, o flash capturando um brilho úmido no centro, livros ao fundo borrados, sugerindo o risco público. "Com a Su me incentivando," escreveu.
Durante o namoro com Jhonny: uma foto no espelho do banheiro de uma cafeteria, saia florida erguida, sem calcinha dessa vez – a boceta branquinha aberta levemente, os lábios rosados e úmidos, o clitóris inchado piscando no ângulo baixo, o reflexo capturando a excitação nos olhos dela, azuis e vidrados. "Lembra desse dia? Eu tava com você, mas tirei no banheiro feminino… pra mandar pras meninas depois." Jhonny lembrou imediatamente – era o aniversário de 6 meses de namoro, o dia em que ele a pedira em casamento durante um piquenique romântico no parque ao lado da cafeteria, o anel simples brilhando no dedo dela. Andressa comentou na mensagem: "Fiquei tão feliz naquele dia, amor… mas minha excitação era grande também. Queria ter namorado gostoso com você pela felicidade e pelo tesão, mas você tinha trabalhos atrasados da faculdade e não pudemos terminar na cama. Eu ia enviar apenas uma foto minha usando o anel que você me deu para as meninas, mas…" Ele recordou vividamente: naquele dia, recebeu o primeiro boquete de Andressa, no carro a caminho de casa, a boca quente e inexperiente dela sugando o pau grosso com dedicação, engolindo desajeitada mas ansiosa, os gemidos abafados ecoando no veículo. Não tinha como não lembrar… e agora, pensar que ela tirara essa foto e estava sem calcinha durante todo o passeio, a boceta exposta sob a saia enquanto eles celebravam o noivado, o deixava com um misto de fúria e tesão avassalador, o pau latejando como se quisesse reviver o momento.
Outra foto, já casada: em um shopping, no provador de roupas, vestido erguido, calcinha preta de fio dental esticada, o tecido fino quase transparente, deixando ver os contornos rosados e um filete de umidade. Outra sem calcinha: em um parque, sentada em um banco, pernas abertas o suficiente para expor a boceta rosada, lábios entreabertos, clitóris proeminente e úmido, um casal passeando ao fundo, alheio. Tinha uma foto em que ele se lembrava do evento – uma festa de aniversário de um amigo em comum, eles juntos dançando, mas a imagem era no banheiro feminino, Andressa com a saia levantada, sem calcinha, boceta branquinha reluzindo, lábios inchados como se excitada pela multidão lá fora.
Novamente, um misto de tesão e raiva invadiu Jhonny – o pau latejando dolorosamente ao imaginar as cenas, mas o peito queimando de traição... por nunca ter percebido… por ela nunca ter falado: "Ela enviava isso pras amigas… enquanto tava comigo?" Ele não conseguia se decidir, o corpo traidor reagindo enquanto a mente gritava. Andressa terminou com mensagens: "Te amo mais que tudo, mesmo se você me odiar depois de tudo isso. Não vou mais esconder nada." Ele respondeu, indeciso entre os sentimentos: "Te amo também, Andi… tô morrendo de tesão com essas fotos, mas com muita raiva também. Prometo não decidir nada precipitadamente." Andressa ligou novamente, chorando e agradecida: "Obrigada, amor… você é tudo pra mim. Vamos consertar isso no sábado." A voz dela tremia, soluços intercalados com suspiros de alívio.
Por fim, antes de dormir, ela mandou um último presente: uma foto por baixo de uma mesa, três pares de pernas femininas descruzadas, três lindas bocetas expostas – a da esquerda branquinha e rosada. Era definitivamente Andressa; a da direita carnuda e raspada, com um tom de chocolate ao leite. Certeza que era Suzana, clitóris inchado piscando; e a do meio carnuda, voluptosa e… ruiva, pêlos aparados em um triângulo perfeito, lábios inchados e reluzentes de excitação, um filete de umidade escorrendo. Jhonny congelou, o pau endurecendo completamente: "Cintia… as três juntas." Quando tudo parecia terminado, Suzana apareceu na sala, um semblante enigmático – olhos castanhos profundos, roupão longo. "Jhonny… podemos conversar?" pediu ela, voz baixa e misteriosa.