Naquela tarde estava com uma vontade enorme de me vir.
Estava em casa sozinho com a minha irmã Filomena, que carinhosamente tratávamos por Filó, moça de corpo desenvolvido, gostoso de se ver. Olhos dum azul intenso, boquinha sensual, peitinhos pequenos, mas salientes, corpinho escultural, de onde sobressaía um rabinho empinado e apetecível. Menina aparentemente inocente e inexperiente.
Eu tinha na altura 20 anos, pouco experiente com meninas, mas cheio de tesão, com uma vontade enorme de conhecer o corpo feminino profunda e vorazmente. Das minhas actividades masculinas apenas constavam uns amassos na escola, uns beijos mais ousados numa ou noutra e umas mamadas feitas por uma vagabunda bem mais velha, numa festa uns meses antes. Por isso todos os dias me acabava em punhetas ferozes. Aquele dia não era excepção.
Filó era um ano e meio mais nova que eu e sempre foi meio reservada, tímida, pouco dada a aventuras ou liberalidades, ainda que eu achasse que poderia ser um comportamento estudado e que ela também tinha os seus segredos.
Fui pois à casa de banho, urinei e comecei a bater uma punheta. Minha tesão era enorme. Estava a ficar sem fôlego de tanto bater, quando do lado de fora ouço a voz da minha irmã:
- Mano, não demores, que preciso fazer chichi...
Ao ouvir a voz inesperada de Filó assustei-me e como que acordei do transe. Fiquei de pau na mão, a tremer de tesão, mas parei.
Agasalhei o bicho dentro das cuecas, fechei o fecho das calças, lavei as mãos e saí com a sensação de vermelhidão no rosto, tão afogueado me sentia.
A minha irmã entrou de imediato e, apenas encostou a porta do WC, percebi que baixou a cuequinha e sentou-se na sanita de imediato. Ouvi o som da urina escorrer sobre a água da sanita, fazendo aquele barulho característico.
Minha tesão voltou com mais força.
De repente apeteceu-me espreitar a intimidade da minha mana. Ver com os meus olhos como seria a sua vulva, o seu grelo, se já teria pintelheira completa ou se aparava ou depilava a frontaria do acesso ao seu tesouro carnal.
Entrei no meu quarto e saquei a piroca para fora, baixei as calças e as cuecas e deitei-me de costas sobre a cama e retomei a punheta inacabada.
Ouvi o autoclismo ser accionado e minha irmã sair do WC.
Aquele ideia de "conhecer" mais intimamente minha irmã cresceu em mim e a punheta que batia já era em sua honra.
Na minha cabeça ela já tomava conta do meu cacete, já o manuseava, já se entretinha a brincar com ele, acariciando-o e tratando de o fazer vomitar. Eu gemia e balbuciava o nome dela com tesão. Ela estava de joelhos sobre a cama, debruçada sobre o meu membro, com aquela sainha de gata apetecível, usando por baixo apenas a sua cuequinha rendada, voluptuosa, que cobria a sua pachacha de fêmea em condições de ser consolada.
A minha mão já se entretinha a massajar a sua intimidade, os seus pequenos seios, as suas nádegas, entre as pernas, por cima da peça que cobria a sua fenda húmida, que guardava o seu tesouro inexplorado.
Eu estava totalmente alucinado com aquelas imagens a tomarem conta do meu ser.
Num acto de completa loucura, despi-me totalmente e deitei-me sobre a cama. Continuei com força a punheta e quando sentia que estava para me vir, abrandava, para continuar de seguida com mais vontade.
As imagens de Filó não me saiam da cabeça, o som do xixi a cair sobre a água da sanita como que me alucinavam, a vontade de ir mais longe tomava conta de mim. Punhetava-me e o nome da minha irmã já não era dito em surdina, mas com destemor. Sem me dar conta dizia " Filó, bate punheta no mano, bate... Oh que tesão, amor! Que mãozinha quente e macia. Esfola esse caralho todo, maninha, esfola."
Assim alucinado, só me dei conta da entrada de minha irmã no quarto, quando ela gritou espantada de me ver todo nu sobre a cama, com o caralho duro, a bater aquela punheta louca e a falar aquelas frases onde ela era a protagonista.
Fiquei sem fala um instante, parei a punheta e levantei-me dum pulo. De pé o meu caralho parecia ainda mais duro e maior, totalmente teso, como um bastão. Filó olhava-me sem falar nada, aturdida, transtornada e eu aproximei-me dela e disse, com a tesão a mil:
- Vem ajudar o mano, vem maninha querida.
E peguei-lhe na mão arrastando-a até à beira da minha cama onde a fiz sentar. De frente para ela, com o caralho à altura do seu rosto de gazela sorri e disse-lhe:
- Filózinha, já viste um homem nu, concerteza. Com o peru assim duro? Que tal? Gostas?
Ela apenas abanou a cabeça dizendo que não e desceu o olhar, ainda que percebesse que continuava a fixar o bicho com visível curiosidade.
Então avancei a marca e perguntei:
- Queres ajudar o mano? Sabes que o mano gosta muito de ti e que só te quer bem. Por isso podias ajudar o mano a ficar mais calmo. Queres?
Ela pareceu estranhar o que lhe dissera e meneou a cabeça como se interrogasse: como?
Sem vacilar, pequei-lhe na mão direita e pousei-a sobre o meu cacete pulsante mantendo a minha mão em volta da mão dela e do meu caralho.
De imediato deslizei a mão no movimento de punheta fazendo-a experimentar a textura e o calor vicioso do meu membro.
- Gostas? - perguntei endoidecido por sentir a mão firme dela em volta do meu pau.
Ela meneou a cabeça num sinal quase imperceptível de sim.
Continuei sem parar e acelerei um pouco a acção, gemendo e arfando. Continuava a falar no nome dela pedindo que me punhetasse até me vir. Pedindo que me satisfizesse o desejo e me desse prazer, que eu sentia intensamente.
Senti que ela se foi libertando pouco a pouco até que lhe disse:
- Queres fazer sozinha, Filó?
Ela subiu os olhos para os meus e acenou com a cabeça que sim. Tirei a minha mão e deitei-me sobre a cama.
Puxei-a para junto de mim e entreguei-lhe o "troféu".
- Toma conta da pixota do mano, toma. Faz devagar, como estavas a fazer. Para cima e para baixo. Isso... Isso, Filó. Hummm... Que bom. Aprendes rápido . Tá a ser bom? Gostas de brincar com o pila do mano? Sabes... o mano está quase a vomitar o leitinho.
Quando falei "vomitar leitinho" ela parou e ficou em suspenso. Então expliquei-lhe que precisava me vir e que a tesão que sentia estava incontrolável e que ser ajudado por ela era um sonho realizado. Por isso ia golfar rapidamente. Ela fez um trejeito com a face e agarrou com força o caralho, apertando-o e retomou a função cada vez com mais entusiasmo e mais energia. Estava em êxtase absoluto. Senti que também ela estava a ficar alucinada de tesão.
Depois de vários minutos nesta brincadeira, intercalados com breves momentos de pausa, sob meu comando, para prolongar o esgalhanço, retirei a mão quente e sedosa dela e fiz que rodasse na cama, colocando as pernas dela voltadas para a minha cabeça. Deitei-a de lado e pedi que tirasse a peça íntima para aceder ao seu cofre do prazer. Carinhosamente, acariciei-lhe as coxas no espaço escondido da saia e ela deu um pequeno salto ao sentir-se tocada. Estava quente, febril, em êxtase. Olhou-me com um olhar interrogativo, mas aquietei-a e disse-lhe:
- O mano deu-te o meu salsichão para tu brincares. Agora também quero ver a tua pachacha, brincar, desfrutar e dar-lhe carinho e prazer. Abre as pernas minha fofura e vais ver o que é bom. Mostra-a ao mano, mostra. Tira a cueca e vais ver que vais gostar do que o mano vai fazer com ela. Tiras e mostras ao mano?
Não queres sentir prazer e viver uma experiência única?
Vamos provar a tesão um do outro. Segredo nosso!
Depois de pensar brevíssimos segundos, ela deitou-se de costas, levantou as pernas e tirou as cuecas com energia.
Deixando-se ficar assim de costas, voltei-me para ela e fui à descoberta do seu tesouro.
Quando olhei pela primeira vez aquela grutinha nem queria acreditar. Era o paraíso!
Aproximei a cabeça do túnel carnal, senti o odor intenso da fêmea e vi o brilho intenso do visco vaginal que se acumulava e disse para ela:
- Filó, vou te lamber a cona, fazer um minete. Quero provar este néctar.
Fazes um broche no meu caralho, meu amor?
Ela levantou o corpo e respondeu:
- Mano eu nunca mamei numa pila. Só estou a ver a tua agora pela primeira vez. Como se faz um broche?
Eu faço, ensina-me!