Boa noite amores, Deborah aqui 🙋🏻♀️
Voltando para contar o que nem eu acredito que aconteceu naquela mesma noite que paguei um boquete para o porteiro do meu prédio!
Sou eu, Deborah, a casada que o esposo curte levar uns chifres e até me incentiva a sair bem safada, com os peitos bem a mostra e mostrando a polpinha da bunda em shorts minúsculos e saias curtas...
No meu último conto falei do porteiro gentil que temos aqui no prédio, o Silas. E que ele em mais um gesto de gentileza, durante seu horário de almoço, veio até meu apartamento me trazer, carregando as bolsas. Paguei um boquete caprichado nele, deixando ele jorrar todo leitinho nos meus peitos, que por serem bem grandes, haveria bastante espaço para ele se aliviar. Meu marido chegou e contei tudo pra ele. Nenhum mal nisso já que ele curte ser corno. Aliás, despertou no corninho um tesão sem medidas fazendo-o me comer gostoso, com força... Depois de dar pro meu marido, peguei uns drinks, botei uma música lenta, daquelas românticas anos 80/90, e fiquei ainda um tempo, na sala. Vestindo uma camisolinha transparente na altura dos peitos, curta a ponto de me deixar com boa parte da bunda exposta... Thiago, meu marido, dormia no quarto. As horas foram passando e embora eu tivesse chupado até o meu querido porteiro gozar e dado pro meu esposo, eu ainda estava pensando em como seria aquele macho vigoroso me comendo. Me sentei em uma cadeira daquela de bar que temos em casa, de acrílico e quase sem costas, e bebendo um drink fiquei imaginando Silas me comendo. Os pensamentos íamos longe... Puxei a camisola para cima, e nos meus devaneios toquei minha buceta por cima da calcinha. Acariciei minha xoxotinha lentamente... Cheguei a calcinha pro lado e segui me tocando, música lenta e baixa ao fundo... Estava quase obtendo o mais puro e leve gozo quando ouvi bater na porta da cozinha bem baixo... Quase que não querendo ser ouvido... Esperei um pouco. Pensei ser impressão minha talvez. Bateu de novo, ainda em som fraco, tímido. Resolvi ir até lá. Perguntei quem era. Ao ouvir minha voz, respondeu:
_ sou eu, dona Deborah, o Silas.
Falando baixo... Abri a porta, do jeito que eu estava. Meus mamilos marrons estavam a mostra, eu sabia, mas o álcool dos drinks me fazia pouco me importar com isso. Silas olhou meus seios, minhas coxas, olhou por cima de meus ombros e perguntou sobre meu esposo. Mal acabei de falar que ele estava dormindo e ele me puxou pela cintura, ao mesmo tempo que beijava minha boca, e me empurrava pra dentro da minha cozinha. Fechava também a porta atrás de nós, sem desgrudar de mim. Não tive tempo de nada, me sentia uma marionete na mão dele... Senti que com minha permissão, ou não objeção, ele se sentiu a vontade de avançar... Que loucura! Meu esposo dormia no quarto e o porteiro ali, suado, fim de expediente, queria terminar o "serviço" que começara mais cedo...
Minha bucetinha ainda não estava saciada. Senti meu esposo me penetrar mas meu pensamento era no Silas. Aquelas mãos ásperas, grossas, pegando meus peitos, entrando na minha xoxota... Era tão gostoso e ele estava ali, me pegando firme, como eu estava imaginando enquanto o corno me comia. Vem Silas, me come, eu disse, baixinho...
Silas me pôs sobre a bancada da cozinha, pernas abertas... Chegou minha calcinha para o lado e começou a dar umas linguada deliciosas na minha bucetinha... Penetrava com a língua, saciava a sede... Eu soltando o néctar do tesão, totalmente alucinada com aquela sensação de perigo. Eu abrindo a porta e as pernas para ele enquanto o corno dormia sem sequer imaginar... Me come Silas, me come!! Meu grelinho durinho me denunciava. Eu queria rola, aquela rola dura, só aquele pau ia me satisfazer... Ainda sentada de pernas abertas, ele pôs o pauzão pra fora e antes que eu pedisse a camisinha ele meteu... Meteu com força, me arreganhou, mesmo molhadinha senti o pau bater no útero... Antes que eu pudesse esboçar reação, meu grito foi calado com a língua dele ... Aquele safado sabe como comer bem uma casada, puta que pariu...
Metendo cadenciado, sentia o pau entrar e sair, duro como pedra. Agarrei ele pela cabeça e olhando nos olhos dele gozei... Senti um mel, um jatinho de gozo sair de mim, e rebolei... Isso provocou ainda mais aquele antes gentil, agora selvagem macho...
_ não grita puta, senão o corno acorda!
_ uhum... Aaai, aaaai...
Minha xotinha se abria pra receber rola, e eu arfava, baixinho, estávamos em segredo...
_ goza logo Silaaaaas... Meu marido vai acordar...
Um tapa na cara, a mão na minha boca, e a rola entrou, rasgando... Pra minha surpresa, o filho da puta gozou, dentro! Porra escorreu, caiu no chão da minha cozinha... Antes que eu pudesse falar alguma coisa, outro tapa! Sonoro, dolorido, na cara, enquanto a pica entrava firme e dura e outro jato... Que tesão safado, que porra é essa... Senti o varão dele vibrando e esporrando dentro, me preenchendo com porra quente... Ouvimos um barulho vindo do quarto, uma tosse. Era ele, meu marido. Meu amante ali, se recompondo depois de me encher de leite ... Me beijou na boca, de língua, rapidamente, antes de sair apressado pela porta da cozinha... Logo depois meu esposo, sonolento, apareceu, perguntando o que houve. Eu com leite na buceta, escorrendo, falei:
_ nada amor, vim beber um copo de leite. Vamos voltar a dormir...
Meu privacy repleto de sexo, bucetinha arregaçada pelos machos, boquetes, vídeos solo da casadinha aqui e eu dando meu cu para outros machos é esse:
https://privacy.com.br/@Deborasapequinha
Chama lá, será um prazer ser sua puta também 🔥
