Em um dia de muito calor, por mais que ligasse o ventilador, isso nada servia para aplacar o clima que tinha.
Amanda estava passando o final de semana na casa de seu noivo, Felipe. Ele era um rapaz alto, negro, de 25 anos, enquanto sua noiva era uma mulher branquinha gordinha, bem distribuída porque amava academia, de cabelos escuros como a noite e olhos verdes que ajudavam a complementar seu charme.
Eles estavam de boa assistindo a um filme, quando o atentado começou a acariciar seus seios.
— O que você está fazendo? Se aquiete.
— Só estou fazendo carinho, amor.
— Conheço bem a intenção por trás desses teus carinhos.
Apesar disso, pouco fez para impedir os avanços dele. Aliás, ele safadamente acariciava os biquinhos. Estes, ficando cada vez mais rígidos, enviavam um arrepio que descia da nuca até sua xota, esta que já estava encharcada.
— Amor, me chupa? — disse ele.
— Só se você implorar — respondeu ela.
— Por favor — pediu ele com cara de pidão.
Ela ri. Adorava esse joguinho de poder, de comandar e ter seu macho sob seus pés. Ela aproveitava esse momento porque depois sabia bem que ele a dominaria e tomaria as rédeas.
Ela o beija de maneira devagar, deixando sentir no beijo toda sua vontade, vai fazendo uma trilha de beijos até chegar onde quer. Ela beija o corpo do pau, passa a língua até chegar à cabeça.
Maldosamente, ela dá um beijinho, rodopia a língua por essa região, chega até a fazer pressão com os dentes para arranhar de leve. Até que finalmente chupa a cabeça. Ela faz questão de babar tudo, engole até a metade, o máximo que já conseguiu, enquanto punheta as partes que não consegue colocar na boca.
— Puta que pariu, sua safada, vai devagar. Senão eu vou gozar rápido — respondeu ele de forma ofegante.
Ela pouco deu ouvidos, continuou trabalhando em sua arte, chegou a cuspir no pau para deixar tudo mais úmido e erótico.
— Você é uma puta mesmo, ama esse pau — disse Felipe.
Ele fica de pé e estoca contra a boca dela. Ele, nesse momento, está fazendo milagre, porque sente estar muito próximo de gozar.
— Deixa eu ver essa boceta — pediu ele, exasperado.
Não podia correr o risco de gozar rápido e estragar a brincadeira.
Ele desce a mão até a fenda molhada dela, ela está como um riacho. Normalmente, ele optaria por sugar o delicioso mel dela, mas, tendo em vista que ela está superexcitada, resolve pular a preliminar nela.
— Fica de quatro, puta — ordenou ele.
Ela instantaneamente obedece seu macho.
Ele pincela seu pau na entrada da buceta dela, esfrega o pau no grelinho e afunda tudo de uma vez.
— Filha da puta, está me rasgando — respondeu ela quase gritando.
Ele nem respondeu, agarrou em seus cabelos e continuou metendo. Ele sabia que ela curtia essa brutalidade.
— Vagabunda, você não tem jeito, toda molhada — falou ele.
Ele estocava mais forte.
— De quem é esse bucetão? — perguntava ele.
— É seu amor, adoro esse pauzão, meu negão — gritava ela.
Ele a enche de tapas. Adorava marcar aquele corpo branquinho, adorava como ela ficava vermelha fácil.
— É uma vagabunda mesmo — respondeu ele.
— Sua vagabunda, amor. Sou tão puta que estou dando sem tomar remédio — disse ela.
Felipe ficou louco, virou ela de frente no frango assado e agora metia feito louco enquanto enforcava Amanda.
— Sua filha da puta, está achando que eu não gozo dentro não? Te encho de leite, piranha — disse ele, apertando mais o pescoço dela.
Ela sabia que não ia aguentar muito tempo, desceu a mão até a buceta e começou a se masturbar.
— Eu ia amar você me deixando toda gozada.
Ela sentia tremores, estava mais perto do que nunca.
— Vou fazer um filho pretinho em você, vou escurecer tua família — disse ele, dando um tapa na cara dela.
Ela não aguentou, gritou alto e gozou, tremia mais que britadeira kkkkk. Ele, por sua vez, sentia as contrações da amada mordendo seu pau, socou e gozou lá no fundo. Ele urrou de tanto prazer.
Ele deitou ao lado dela, se olharam e sorriram.
— Você é maluca, Amanda — disse ele, rindo.
— E você gosta, né, meu preto? — respondeu ela, beijando ele.
E assim se encerrou a noite cheia de cumplicidade do casal.
FIM