Após a conversa intensa e as reconciliações da noite anterior, o grupo decidiu que era hora de voltar à rotina. Jhonny, Andressa, Suzana e Chris pegaram seus carros e voltaram para Florianópolis, a cidade que agora era o lar deles – um misto de praias ensolaradas, trabalho agitado e, ultimamente, segredos que pareciam ecoar em cada esquina. A viagem foi silenciosa no início, com olhares trocados e toques sutis entre os casais, como se todos ainda processassem as confissões, o ar pesado com as emoções recém-reveladas. - “Isso foi pesado… mas necessário. Agora é ver se aguentamos o dia a dia sem explodir de novo” - pensou Jhonny, dirigindo com uma mão no volante e a outra no joelho de Andressa, sentindo o calor da pele dela através do short jeans, o polegar traçando círculos suaves.
Suzana voltou com Christopher, no carro dele, o silêncio entre eles mais denso. Anna Letícia ficou para trás, indecisa se voltava para sua cidade no interior do RS, ficava em Criciúma com Cintia ou quem sabe tentaria a sorte em Floripa também – "Preciso pensar nisso tudo… vocês são uma bagunça, mas uma bagunça que me faz questionar minha própria vida," ela disse ao se despedir, com seu jeito grosseiro mas um brilho de curiosidade nos olhos, um sorriso torto nos lábios. Cintia, por sua vez, optou por ficar em casa, precisando de espaço: "Vou processar isso sozinha, meninas. Mas liguem se precisarem de uma doidinha pra animar."
Uma semana se passou em Florianópolis, um período de calmaria aparente que Jhonny usou para mergulhar no trabalho de engenheiro de TI, focando em projetos que o mantinham ocupado e distraído das tensões recentes. Pelo menos no escritório, as coisas são previsíveis – códigos, prazos, nada de voyeurismo surpresa, refletiu ele, enquanto Andressa, ainda procurando trabalho e fazendo uns bicos em marketing digital, finalmente recebeu uma proposta de emprego que a animou: uma vaga em uma agência local, com entrevista marcada para a tarde de uma quinta-feira ensolarada. "Amor, olha só! Pode ser o começo de algo novo," ela disse animada ao telefone, enviando uma foto para Jhonny – um close da cintura para cima, mostrando seu sorriso radiante, maquiagem impecável com batom nude e um decote sutil em um vestido preto justo. - “Ela tá linda… mas por que só metade da foto?” - pensou Jhonny, sentindo uma pontada de curiosidade misturada a excitação, o pau dando um leve pulso só de imaginar o resto.
Quando Andressa chegou em casa, por volta das 18:30h, o sol já se punha, tingindo o apartamento de tons alaranjados quentes que filtravam pelas janelas. Jhonny a esperava na sala, ansioso para ouvir sobre a entrevista, mas ela entrou como um furacão de tesão – os olhos verdes faiscando com uma intensidade que ele conhecia bem, o corpo magrinho tremendo de desejo acumulado. "Amor… eu passei! De primeira!" ela gritou, jogando a bolsa no chão e o agarrando na porta mesmo, os lábios colando nos dele em um beijo faminto, a língua dançando com urgência enquanto as mãos dela puxavam a camisa dele. Antes que Jhonny pudesse reagir plenamente, ela recuou um passo, ainda no corredor do prédio, e, com um sorriso safado e manhoso, puxou o vestido preto curto – um micro vestido justo, de tecido leve e elástico, com decote em V profundo que realçava seus seios pequenos e firmes, terminando bem acima das coxas, sem alças, deixando as pernas branquinhas e tonificadas expostas ao ar condicionado frio do hall. Sem calcinha, como ele descobriria em segundos, o vestido subindo facilmente com o movimento, revelando um flash da boceta rosada e lisa.
"Porra, Andi, aqui não! Alguém pode ver," Jhonny sussurrou, excitado apesar de grilado também, o pau endurecendo na bermuda ao ver o corpo nu dela ali, exposto por um instante no corredor público. Mas ela já estava tirando o vestido completamente, deixando-o cair aos pés, nua e vulnerável, os mamilos rosados endurecidos, a pele arrepiada. Jhonny a puxou para dentro rapidamente, fechando a porta com força, mas ouviu um assobio rápido e abafado de algum vizinho no fim do corredor – alguém tinha visto o flash de nudez, talvez o cara do 302 que sempre fumava ali.
“Isso é loucura… excitante pra caralho, mas e se virar problema?” - pensou Jhonny, o coração acelerado, uma mistura de raiva protetora e tesão fervendo nas veias. Ele a empurrou contra a parede da sala, ajoelhando-se devagar e mergulhando a boca na boceta dela, lambendo com fome o mel que escorria pelas coxas internas, o gosto doce e salgado inundando a língua enquanto ele sugava o clitóris inchado, sentindo-a tremer e gemer baixinho: "Ah, amor… sim, chupa sua loirinha safada!"
Ela estava hiper molhada, o fluido escorrendo como se tivesse passado o dia inteiro no limite, as paredes da boceta pulsando contra a língua dele. Jhonny a chupou com mais intensidade, dedos abrindo os lábios rosados para lamber fundo, até que não aguentou mais – levantou-se, colocando-a de quatro no sofá da sala e meteu com força, o pau grosso e veioso deslizando fundo na boceta apertada e encharcada, estocadas ritmadas que faziam os seios dela balançarem e ecoar tapas suaves contra a pele. "Por que você tá tão excitada assim, hein? Conta da entrevista," Jhonny grunhiu, uma mão no quadril magrinho dela, a outra puxando os cabelos loiros para trás, forçando-a a arquear as costas. Andressa gemeu alto, rebolando de volta contra ele, o corpo suado e trêmulo: "Passei, amor… meu currículo era ótimo, falei de campanhas que liderei no RJ… mas, ah, fode mais forte! Temo que minha brincadeira ajudou também." Jhonny hesitou por um segundo, as estocadas desacelerando levemente, mas o tesão nublando a mente: "Que brincadeira? Fala logo, sua safada." Ela riu manhosa, entre gemidos: "Deixei o entrevistador me ver… bem. Várias vezes. Fui sem calcinha, amor… o vestido subia 'acidentalmente'."
Jhonny alertou, a voz rouca de desejo misturado a ciúme, acelerando as metidas de novo: "Cuidado em se exibir no trabalho, Andi. Você fica mal falada… eu também, se isso vazar. Não quero isso virando bagunça no nosso casamento." Ela gemeu mais alto, o corpo convulsionando em um orgasmo intenso, as paredes da boceta apertando o pau dele como um torno: "Nunca transei com ninguém no trabalho, amor… e agora, firme com você, menos ainda! Mas… ah, sim, tô gozando! Amo me exibir lá… tô com saudade disso!"
Jhonny perguntou mais detalhes, metendo mais forte, sentindo o próprio clímax se aproximar: "Conta tudo, sua safada. Quero saber cada 'acidente'." Andressa, ofegante, começou devagar, entre gemidos: "Depois eu mostro e conto, pra você não se zangar… sei até onde ir. Mas foi insano, amor… todos devem bater uma pra mim essa noite." Jhonny não gostou muito, o ciúme crescendo como uma onda, mas o sexo estava insano – ele tirou o pau, deu um tapa na cara dela (leve, mas firme, ecoando na sala), e mandou: "Chupa, então. Mostra como você é safada." Ela obedeceu com fome, sugando a cabeça grossa, língua rodopiando nas veias salientes: "Você é um gostoso… bate mais, amor!" Jhonny deu mais uns tapas na cara dela, um misto de tesão e raiva fervendo: "Sua piranha… assim?" Andressa, que nunca pedia esse tipo de coisa, gritou: "Sim, me bate mais, sua putinha tá merecendo uns tapas!" Ele deu, e ela gozou de novo, o corpo convulsionando enquanto ele gozava na boca e no rosto dela, jatos quentes e espessos escorrendo pela pele branquinha, misturando-se às lágrimas de prazer.
Ofegantes no sofá, Jhonny limpou o rosto dela com carinho com um pano, beijando-a suavemente, mas a curiosidade – e o ciúme – não o deixavam em paz. "Todos quem que vão bater uma pra você essa noite?" perguntou, a voz ainda rouca, puxando-a para o colo. Andressa sorriu safada, lambendo os lábios e se aninhando nele: "Começando pelo Uber de ida… um cara jovem, tatuado, uns 25 anos. No carro, o vestido subiu 'acidentalmente' quando me ajeitei no banco de trás – cruzei as pernas devagar, deixando a boceta rosada aberta pra ele no retrovisor. Ele ficou vermelho, ajustou o espelho umas três vezes, e eu fingi não notar, mas sorri quando ele gaguejou 'cuidado com o vento'." Jhonny sentiu o pau pulsar de novo, imaginando a cena: "E o da volta?" Ela continuou, voz baixa e excitada: "Um mais velho, careca, uns 50. Mesma coisa – sentei no banco da frente 'por engano', cruzei as pernas devagar, o vestido subindo o suficiente pra mostrar os lábios úmidos piscando. Ele piscou e disse 'que vista linda hoje', rindo nervoso, e eu respondi 'é o sol de Floripa', mas mantive as pernas entreabertas o trajeto todo."
Jhonny grunhiu, o tesão voltando: "Safada… e?" Andressa riu, roçando o bumbum contra ele: "Na entrada da agência, um segurança grandão musculoso. O vento 'levantou' o vestido quando passei pela porta giratória – meu bumbum magrinho com certeza apareceu e acho um flash rápido da minha boceta. Só acho. Ele assobiou baixinho, olhos grudados, e murmurou 'bem-vinda, senhora', mas eu só sorri e continuei." Então, o mensageiro: "Um rapaz magrinho, uns 20, entregando papéis na sala de espera. Me curvei pra pegar o celular que 'caiu' no chão, o vestido subindo pelas coxas, mostrando tudo por trás – boceta e cuzinho expostos por um ou dois segundos. Ele ficou gaguejando 'aqui os formulários', rosto vermelho como tomate."
Mas a entrevista foi o clímax, e Jhonny insistiu: "Agora conta isso direito. O que rolou lá?" Andressa se ajeitou no colo dele, os olhos brilhando: "O entrevistador, um cara de uns 40, charmoso, terno cinza, no escritório moderno da agência – mesa de vidro, vista pro mar. Sentei na cadeira em frente, cruzei as pernas devagar – sem calcinha, o vestido subiu o suficiente pra ele ver a boceta rosada piscando pra ele, lábios úmidos brilhando na luz da janela. Ele piscou, mas perguntou 'Conte sobre sua experiência em marketing digital'. Eu respondi 'Trabalhei em campanhas remotas no RJ, lidando com redes sociais e SEO', mas me ajeitei 'inocentemente', abrindo mais as pernas por um segundo, deixando ele ver tudo. Ele gaguejou 'Interessante… e suas habilidades em equipe?', olhos descendo disfarçadamente. Fingi ajustar o vestido, mas subi mais, mostrando os lábios inchados. Ele limpou a garganta: 'Você parece… muito confiante'. Eu sorri: 'Sou, especialmente em ambientes dinâmicos'. No fim, ele disse 'Você é perfeita pro cargo, Andressa. Bem-vinda à equipe', mas os olhos ainda fixos nas minhas coxas. Acho que ajudou, amor… mas juro, só exibição!"
Jhonny sentiu o ciúme crescer, mas o tesão também – ele a puxou de novo, virando-a de bruços no sofá, lambendo o cuzinho apertado dela para lubrificar, sentindo o gosto salgado e o tremor do corpo magrinho. "Você é intensa pra caralho, Andi… isso é perigoso," murmurou, posicionando o pau grosso na entrada e metendo devagar, sentindo o aperto quente o envolver centímetro a centímetro, estocadas profundas que faziam ela gemer alto: "Ah, amor… fode meu cuzinho! Te amo tanto… nunca te traí no trabalho, juro!" Enquanto metia, Jhonny percebeu, pelas palavras dela e o tesão acumulado, que aquilo revelava mais: exibições no antigo trabalho no RJ também, possivelmente com imagens e vídeos no grupo do Telegram que ele ainda não tinha visto por completo. “Ela é mais intensa do que eu imaginava… e eu ainda não vi nada desse grupo todo. Isso pode ser só o começo” - pensou, acelerando as estocadas, o prazer misturado a uma tensão palpável, enquanto Andressa reafirmava: "Te amo, Jhonny… só você me faz gozar assim!" Ele gozou fundo no cuzinho dela, o corpo tremendo, sabendo que limites seriam testados de novo.