ROSA FLOR 2 - Capítulo 36 – UMA SURUBA DELICIOSA

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 13722 palavras
Data: 12/05/2026 18:19:05

Depois de terminada a semana na qual o tio Carvalho esteve em férias passando todo o tempo próximo da minha esposa, usando e abusando dela todos os dias, várias vezes ao dia, como se ela fosse esposa dele, amanheceu o sábado. Acordei cedo com o barulho do chuveiro e percebi que a Rosinha estava se banhando. Para provocá-la, fui mijar de pau duro, mas fiquei enrolando, me olhando no espelho e exibindo a pica pra ela.

Rosinha (dentro do box, sorrindo) – Fer, nem adianta me provocar exibindo esse seu pau duro, pois vou ao ginecologista agora pela manhã e não quero chegar lá com a xota cremosa com o seu caldinho dentro dela!

Eu (vendo ela de cócoras lavando caprichosamente o cuzinho) – Você tá caprichando demais na lavagem do seu cuzinho! Vai mostrar ele pro médico também?

Rosinha (rindo) – Não vou mostrar, amor, não vou escancarar a bunda pra ele, mas nós mulheres quando vamos ao ginecologista e deitamos naquela cadeira com as pernas abertas, o médico vê tudo, não somente os peitos e a xota, mas o cuzinho também!

Eu (provocando) – O médico é jovem ou velho, bonito ou feio?

Rosinha (sorrindo da minha demonstração de ciúme) – Ele é um coroa gostoso, amor!

Eu (sorrindo e me sentando no vaso pra mijar, pois o meu pau estava duro e eu não consigo mijar em pé quando está assim) – Safada!

Tomamos café da manhã junto com o tio Carvalho que se sentou à mesa apenas com uma toalha enrolada na cintura onde se via marcado o pau mole, mas volumoso. Após terminarmos a Rosinha se vestiu adequadamente, inclusive usando calcinha e se foi para a consulta de rotina com o ginecologista. Eu e o tio saímos pra fazer compras e, ao voltarmos, iniciamos os preparativos pro almoço.

Quando a Rosinha chegou, veio direto a mim, me abraçou e me beijou apaixonadamente na presença do tio Carvalho:

Eu (sem entender todo aquele fogo) – O que houve pra você estar tão tarada assim?

Rosinha (me beijando de língua) – Oh, amor, tô pegando fogo aqui entre as pernas, ir ao ginecologista, deitar pelada naquela cadeira com as pernas arreganhadas e mostrar minha xota raspada e meu cuzinho me deixaram molhadinha na frente do médico, passei a maior vergonha!

Eu e o tio rimos ao ouvir aquilo e a Rosinha ficou brava:

Rosinha (nos dando bronca) – Estão rindo, né! Só eu sei a vergonha que passei quando senti minha xota babando e o melzinho escorrendo até molhar o cuzinho. Já fui ao ginecologista várias vezes, mas desta vez não sei explicar o motivo de tanta excitação, senti um puta tesão deitada de pernas abertas naquela maca e me molhei toda aqui na xaninha. O médico até perguntou se a minha vida sexual estava bem, se eu sentia algum incômodo ou dor nas relações. (rindo) – Eu quase disse que minha vida sexual é incrivelmente ativa e quase não tô dando conta dos dois machos que me comem todos os dias, mas achei melhor não dizer nada!

Rimos outra vez e ela continuou contando:

Rosinha (tirando a roupa em nossa presença, exibindo os seios lindos e de bicos eriçados, mas mantendo a calcinha) – Eu também pensei em dizer que sinto dores quando os meus machos me enrabam, quando eles enfiam as picas duras no meu cu, mas também desisti de contar isso ao doutor!

A Rosinha, aproveitando que eu e o tio estávamos próximos um do outro cortando verduras e legumes sobre a mesa, se aproximou por trás, abraçou um e outro pela cintura e perguntou com cara de safada:

Rosinha – Meus amores, estou queimando de tesão e com a xota molhadinha, tô precisando de um bombeiro pra apagar o meu fogo; quem de vocês dois vai me dar o que eu tô precisando?

Eu e o tio trocamos olhares, mas ele nada disse naquele momento.

Eu (favorecendo o tio, pois ele iria viajar na segunda-feira perdendo os carinhos da minha mulher enquanto eu a teria todinha só pra mim na semana seguinte) – Vai você, tio, cê vai viajar na segunda-feira e então aproveite bem da minha esposinha safada enquanto pode!

O sorrisão do tio Carvalho se abriu tamanha foi a alegria dele em poder desfrutar da minha mulher logo pela manhã.

Rosinha (vindo até mim e me beijando ao mesmo tempo em que alisava meu pinto por sobre o short) – Amor, vou com o tio pro quarto dele pra ele apagar meu fogo, mas logo, logo voltarei pra ajudar com o almoço, tá! Tudo bem pra você?

Acenei afirmativamente e vi minha mulher sorrir feliz pra mim.

Rosinha (se virando pro tio, tirando a faca e as verduras da mão dele e também o beijando ao mesmo tempo em que o provocava esfregando nele os peitos de bicos duros, além de enfiar a mão dentro do short pegando e apertando a pica que em breve comeria) – Vamos tio, vamos aproveitar que o meu... maridinho deixou você me comer, vamos pro seu quarto que tô precisando dessa sua mangueira grossa pra apagar esse fogo que tá me queimando aqui entre as pernas!

Antes de ir com minha esposa pro quarto, o tio pediu que ela pegasse uma garrafa de água pra levar e, aproveitando que ela se afastou, falou pra mim:

Carvalho (sussurrando) – Fernando, vem espiar eu e a Rosinha, mas não deixe que ela saiba que você estará nos vendo, venha que você vai adorar assistir.

Eu nada respondi, mas senti meu coração acelerar. Ao ver os dois safados indo pra casa do tio, larguei o que estava fazendo e silenciosamente fui espiar a putaria dos dois safados. A princípio esperei que entrassem na casa e só depois segui em direção ao quarto do tio. Ver os dois era bem fácil, pois além da porta estar aberta, era possível vê-los através dos espelhos espalhados pelas paredes e armários do quarto. Caros leitores, confesso que eu estava receoso de ver ou ouvir algo que me despertasse ciúmes, pois os dois estavam sozinhos, mas mesmo assim não consegui me afastar dali. Não demorou muito pra eu sentir que a minha esposa, estando longe de mim e sozinha com o tio, parecia mais solta, mais à vontade, tanto quanto ficava quando estava somente comigo.

Rosinha (em pé próxima da cama, agarrando o tio, empurrando o short dele pra baixo, beijando ele na boca e agarrando com tara o cacetão quase totalmente duro) – Ai, tio, tô precisando ser comida, quero que você meta bem gostoso em mim, seja bem macho comigo, quero ser a sua puta e gozar muito na sua picona de cavalo!

Carvalho (chupando os peitos da minha mulher, enfiando as mãos dentro da calcinha, uma acariciando a xota e outra, a bunda) – Pode ter certeza, minha linda, que eu vou te foder até te deixar mole, vou meter em todos os seus buraquinhos até você não querer mais pau!

Senti um arrepio ao ouvir o tio dizendo aquilo; meu pau duro pulsava e tive que pôr ele pra fora do short. Os dois tarados arrancaram o pouco de roupa que ainda vestiam e se jogaram pelados na cama, se beijando e chupando, se agarrando e se acariciando com tara em seus sexos. A Rosinha estava muito tesuda!

Rosinha (montando o tio em posição de 69, sentando na cara dele, agarrando a picona, puxando a pele e cheirando a cabeça) – Ufff, ufff, ufffff , ai, tio, você é muito pauzudo, o cheiro do seu cacete me alucina, adoro esse seu caralhão, ele me deixa louca!

Carvalho (enfiando a cabeça entre as coxas da minha mulher e esfregando a cara na buceta e no cu dela) – Puta, você é muito puta, Rosinha! Vou te foder muito!

O tesão da minha esposa, que era enorme, cresceu ainda mais quando o tio enfiou um dedo no seu rabo. Cheia de tara, ela empurrou a bunda pra trás comendo com o cu o dedo invasor. Vendo minha mulher tarada daquela forma cheguei a pensar se tamanha excitação era por apenas ter se consultado com o ginecologista, ter ficado pelada e se exibido ao médico, ou se houve algo mais naquela consulta. Ela e o tio se chuparam por pouco tempo e o prazer maior chegou rápido pra minha mulher:

Rosinha (sentando, esfregando a buceta na cara do tio) – Ai, tio, que delícia esse seu dedo no meu cu, tô ficando louca, ai que tesão, vou gozar, tá vindo meu gozo, enfie a língua na minha buceta que vou gozar, aiii, tô gozandooooo!

Vi minha esposa se arrepiar toda, fechar os olhos, abrir a boca pra respirar fundo e gozar com o rosto virado pro teto O tio parou de lamber a rachinha dela e ficou acariciando o belo corpo da minha fêmea que continuava sentada sobre o peito dele exibindo o cuzinho piscante. Que cena linda! Segundos depois assisti minha esposa montar o pau do tio, de costas pra ele e exibindo a bunda linda cujo reguinho de pele mais escura era adornado pelo cuzinho. Eu, que a tudo assistia, me punhetava devagar tomando cuidado pra que a Rosinha não percebesse que eu a estava espiando. Foram poucas cavalgadas naquela posição até que ela se virou ficando de frente pra ele.

Rosinha (esfregando a buceta no púbis do tio, encarando ele e falando com voz de tarada, exatamente como fazia comigo) – Ohhh, tio, é muito bom sentar nessa sua pica grossa, sinto minha buceta cheia com esse seu cacetão todo enfiado nela!

Carvalho (sorrindo, massageando os peitos e beliscando os mamilos do jeito que a Rosinha gosta) – Você tá muito tesuda, muito puta! Me diga, gostaria que o Fernando estivesse assistindo nós dois trepando desse jeito?

Rosinha (gemendo) – Eu adoraria, tio, sinto o maior tesão quando trepo com você na frente do Fer, mas eu fico um pouco tímida quando ele está olhando.

Carvalho (pegando a Rosinha pela cintura e a pressionando pra baixo contra o pau) – Então aproveite, minha linda, rebole gostoso no meu pau, imagine que o Fernando está nos vendo e goze o quanto quiser; seja também comigo a putinha que você sempre é quando trepa com o seu marido!

Rosinha (sorrindo e gemendo ao mesmo tempo) – Aiiiii, tio, você é muito pauzudo! (pressionando o dedo indicador na altura do umbigo) – Seu cacete é tão comprido que dói aqui em cima, no meu útero, quando você mete fundo!

Carvalho (sorrindo) – Quer que eu pare de meter meu cacetão em você?

Rosinha (sorrindo) – Naaaão, tio! Sentir seu pau no meu útero é uma dor gostosa!

Carvalho (voltando ao assunto da possibilidade de eu estar assistindo) – Diga pra mim, Rosinha, porque você sente tesão quando o Fernando olha você trepando comigo.

Rosinha (diminuindo o ritmo da cavalgada e apoiando as mãos no peito do tio) – Me dá tesão mostrar ao meu maridinho o quando eu sou putinha, o quanto eu gosto de macho e uma rola dura dentro de mim, gosto quando ele me vê chupando sua pica, gosto quando ele vê minha bucetinha esticada com seu pauzão dentro dela, gosto quando ele me vê gemendo de dor e prazer sendo enrabada por você, gosto de tudo! (voltando a rebolar na pica) – Soca, soca essa picona na minha buceta e me enche de porra quentinha; ai, tio, se o Fer tivesse aqui ele iria sentir tesão me vendo bem puta com outro macho, gemendo e gozando gostoso em outra pica!

Carvalho (provocando) – Continue, fale o que mais te dá tesão.

Rosinha (sorrindo, parecendo meio tímida) – Ah, tio, gosto quando o Fer me pega logo depois de você ter me comido e gozando dentro de mim, me dá muito tesão quando ele lambe minha xota gozada, me dá tanto tesão sentar na cara dele com a xota melada que eu gozo rapidinho!

Carvalho (desfazendo o engate entre eles, a colocando na posição papai e mamãe e metendo forte e fundo na buceta apertada e acolhedora) – Ohhh, minha linda, ouvir você falar assim me dá muito tesão e me faz lembrar da Carmem, eu adorava lamber a buceta dela gozada por outro macho; sei o quanto isso dá tesão.

Apesar da enorme excitação, senti vergonha quando a Rosinha contou aquele nosso segredinho pro tio, mas a fala dele, admitindo que também gostava de lamber a xota gozada da tia Carmem, me confortou. Caros leitores, adoro assistir pessoas trepando naquela posição em que os dois estavam, a Rosinha deitada de costas, pernas pra cima e arreganhadas e o tio metendo nela, forte e fundo como um tarado. Ver um pau daquele tamanho entrando e saindo na bucetinha da minha esposa e logo abaixo o cuzinho pressionado pelo enorme volume que alargava a xota, piscando incessantemente, me fez pegar e apertar meu pau de tanto tesão. Que cena!

Os dois tarados aumentaram o ritmo da trepada e das obscenidades:

Rosinha (esfregando a buceta no púbis do tio) – Ai, tio, me fode com força, soca essa pirocona na minha xota, me dá esse seu pauzão, isso, mete, arregaça minha buceta que eu gosto, aiii que delícia de pica!

Carvalho (metendo e alternando, ora com metidas rápidas e fortes, ora com enfiadas profundas e parando com o pau empurrando o útero da minha mulher fazendo ela gemer de dor) – Aguente, minha putinha, aguente meu pau inteiro na sua buceta que eu sei que você gosta, tô sentindo a cabeça da minha pica empurrando seu útero, ai, que delícia, vou acabar gozando dentro dessa sua buceta gostosa!

Rosinha (gemendo tarada) – Ai, tio, tarado do cacete grande, adoro sua picona socada bem fundo na minha buceta, isso, empurra meu útero que eu gosto, dói mas eu gosto, ai, isso vai me fazer gozar, aiii, vou gozar, tá vindo! (empurrando a buceta contra o pau em busca de mais pica) – Esporrra, tio, enche minha buceta com sua porra quente, soca, me dá cacete, arregaça minha buceta que eu tô gozandooooo!

Carvalho (metendo fundo e gozando no útero da minha mulher) – Goze, puta, goze no meu cacete que eu também vou gozar na sua buceta! (colocando a mão por baixo da bunda da Rosinha e enfiando o dedo no cu dela) – Ai, putinha, você é muito gostosa, vou gozar, vou gozar, ai, que coisa boa esporrar dentro de você, minha putinha!

Rosinha (com o corpo todo arrepiado e gemendo) – Ai, tio, é muito bom sentir seu pau esguichando porra quente dentro de mim, que delícia!

O tio Carvalho, exausto, continuou em cima da Rosinha e com o pau metido na buceta por algum tempinho, mas ela logo sentiu o peso dele incomodar:

Rosinha (arranhando as costas do tio para tirá-lo da sonolência em se que ele encontrava) – Tio, cê tá pesado, sai de cima de mim pra eu descansar, deite-se de costas que eu vou me deitar sobre você.

Eu pensei que minha esposa queria somente rolar na cama e continuar deitada sobre o tio, mas ela, assim que o viu relaxado deitado de costas, foi pra cima dele em posição invertida, de 69, e se acomodou com a xota pingando creme. Vi quando ele arregalou os olhos ao perceber que ela se deitava em posição de 69 e, ao ver um enorme pingo de porra caindo da buceta que tinha diante dos olhos, colou seus lábios aos dela e iniciou movimentos de língua e sucção. Segundos depois a Rosinha ergueu o corpo e contraiu a musculatura da região expulsando o resto de porra que ainda tinha dentro das suas entranhas. E assim ficaram os dois safados, o tio lambendo a lambança que havia feito na xota da minha mulher até que ela, por vontade própria, ergueu o corpo tirando da boca dele a rachinha que ele tanto adorava.

Rosinha (sentando na cama e olhando pro tio, sorrindo) – Chega de lamber minha xota, tio, ela já está limpinha, você comeu todo o seu creminho que havia nela!

Os dois beberam água e ameaçaram cochilar. Eu, pensando que a putaria havia terminado, botei meu pau pra dentro da roupa e me preparava pra sair dali quando o tio despertou, olhou e sorriu pra mim gesticulando pra que eu permanecesse próximo, pois ele iria comer minha esposa novamente. Ele deu mais água a ela para despertá-la e iniciou carinhos por todo o corpo da minha mulher reascendendo novamente o desejo dela.

Rosinha (sorrindo, abrindo as pernas facilitando as carícias que o tio fazia na sua preciosa e agarrando e massageando a pica grande dele, apesar de mole) – Tio, você é muito tarado, tô achando que você quer me comer outra vez!

Carvalho (colocando minha mulher de bruços e sentando sobre as coxas dela apoiando o pau que crescia sobre o rego da bunda) – Agora, minha linda, vou entrar em você pela porta dos fundos.

Rosinha (rindo) – Pela porta dos fundos nem pensar, tio, apesar de eu estar “vazia por dentro”, a higiene que fiz pela manhã não foi completa, não me lavei por dentro, pois não imaginava receber visitas pela porta de trás!

Carvalho (não dando atenção à negativa da minha esposa e passando lubrificante gel no cuzinho dela) – Não tem problema, Rosinha, não é necessário fazer lavagem interna pra dar a bunda! Basta que você tenha “sentado no trono” e se aliviado, e isso você disse que fez, então é só relaxar e deixar entrar!

Rosinha (me surpreendendo ao mudar sua negativa anterior e sinalizando que daria a bunda) – Mas tio, não fiz lavagem, não tô completamente limpinha por dentro! (sorrindo dengosa e arrebitando a bunda facilitando a entrada do dedo do tio melado com gel no seu cuzinho) – Promete que será carinhoso comigo, promete que não vai meter com força esse seu pauzão na minha bundinha e que vai enfiar só a metade?

Carvalho (sem que a Rosinha visse, pois estava de costas pra ele, pegando seu pau duro pela base e batendo na bunda dela ao mesmo tempo em que o exibia pra mim parecendo dizer: “veja o cacetão que vou meter no rabo da sua mulher!”) – Prometo, minha linda, prometo tudo que você quiser pra eu meter nesse seu cuzinho apertado, mas depois que meu pau estiver todo dentro voltaremos a conversar, tá!

Rosinha (rindo e arrebitando a bunda ao sentir a cabeça do pau se esfregando na portinha do cu) – Tiiiiio, não seja safado! Você prometeu que não vai enfiar tudo!

A manifestação seguinte da minha esposa foi um longo e doloroso gemido, pois o tio pressionou o pau fazendo a cabeça começar a abrir as preguinhas delicadas do cuzinho miúdo da minha mulher:

Rosinha (recuando, fugindo com a bunda, escapando do pauzão que tentava invadir o seu tunelzinho estreito entre as nádegas) – Uau, tio, que picona grossa, devagar que eu não aguento tudo isso se você meter muito rápido!

Carvalho (olhando pra mim e sorrindo) – Rosinha, me diga, te daria mais tesão se o Fernando estivesse nos assistindo agora?

Rosinha (gemendo) – Oh, tio, eu adoro trepar na presença do Fer e, apesar de sentir um pouco de vergonha quando ele está olhando, eu adoraria que o ele estivesse nos vendo agora.

Carvalho (provocando nós dois) – Será que ele gostaria de ver você com a bunda empinada como está agora, doidinha pra sentir meu pau no seu cu, será que ele gostaria de ver meu cacete entrando no seu rabo?

Rosinha (com voz de tarada e empinando a bunda procurando com o cu o pau que o tio provocantemente apenas esfregava no cuzinho dela) – Ufffff, o Fer fica muito excitado quando me vê tarada por outra pica, o pau dela baba de tanto tesão!

Carvalho (fazendo a pergunta olhando pra mim, mas fazendo a Rosinha pensar que perguntava a ela) – Posso meter, então, o meu pauzão nesse cuzinho apertadinho?

Caros leitores, tive naquele momento a certeza de que seria muita cornoagem da minha parte responder positivamente ao tio Carvalho que ele poderia meter seu cacetão no cuzinho da minha esposa, mas o meu tesão me obrigou outra vez a pôr meu pau duro pra fora do short e acenar positivamente confirmando que ele poderia enrabar a minha amada com aquela piroca descomunal.

Rosinha (respondendo por achar que a pergunta do tio havia sido dirigida a ela) – Pode, tio, mas vem devagar na minha bunda pra não me machucar, o meu cuzinho é muito apertadinho!

Carvalho (puxando o quadril da minha esposa pra cima fazendo ela ficar de quatro) – Fique de quatro, minha flor, quero sua bunda bem elevada pro meu pau entrar todinho no seu rabo!

Ver minha esposa com o traseiro erguido esperando pau e o tio balançando a picona dura atrás dela se exibindo pra mim, me fez lembrar do cavalo Mandingo e da égua Kiara. Que cena tesuda! Em seguida o tio iniciou a pressão da cabeça brilhante da pica no furinho apertado da minha esposa.

Rosinha (olhando nos espelhos em busca daquela imagem tesuda que fazia meu pau babar) – Vire um pouco de lado, tio, quero ver seu pau entrando no meu cuzinho!

No movimento seguinte a cabeça do pau foi lentamente desaparecendo entre as pregas anais da minha amada provocando nela gemidos de dor:

Rosinha (apertando os dentes e fechando os olhos demonstrando a dor que sentia) – Aiiiiii, tio, que cacete grosso você tem, tá rasgando as pregas do meu cuzinho!

Carvalho (sorrindo pra mim e provocando o ego da Rosinha) – Aguente firme, minha linda, você é muito mulher, muito fêmea e vai aguentar todo meu cacete enfiado no seu cu, você vai sentir dor agora, vai sofrer um pouco, mas ao final, vai gozar como uma puta depravada!

Rosinha (empurrando a bunda pra trás e, apesar da dor, comeu com bom humor metade da pica do tio com o seu cuzinho) – Ai, como nós mulheres sofremos; pra gozar temos que suportar a dor de uma pirocona grossa entrando no rabo!

Carvalho (empurrando e fazendo desaparecer no cu da minha esposa a outra metade da pica que ainda sobrava pra fora do seu rabo) – Tome piroca, minha putinha, aguente meu pau inteiro no seu cu, coma ele todinho!

Rosinha (gemendo num misto de dor e prazer) – Ai, tio, dói, mas é muito bom ser enrabada por você, é muito bom sentir seu cacete todo enfiado no meu cu, mete, pode meter agora que a dor tá passando!

A partir daquele momento, após a minha esposa ter pedido pra ser enrabada, o tio esqueceu qualquer sentimento de piedade e iniciou um castigo profundo no cu da minha mulher, ele metia aquela estrovenga gigante que transformava o buraquinho apertado da bunda dela num buracão enorme capaz de agasalhar todo aquele volume. O tio, exibicionista como era, fazia questão de se posicionar meio de lado e também ajeitar o corpo da Rosinha de forma que eu tivesse visão plena do que acontecia e, assim, eu assistia o vai e vem daquele caralho grosso arrombando o cu da minha esposa. Que cena tesuda, leitores! Às vezes ele tirava completamente o pau do cuzinho dela exibindo a mim o enorme buraco aberto, e eu via aquele furinho, antes delicado, ir se fechando devagar. Pra me provocar e também causar leve dor na minha esposa, antes que o furinho se fechasse totalmente, ele socava outra vez a pica abrindo as preguinhas e arrancando gemidos da minha mulher:

Rosinha (gemendo à beira do gozo) – Ai, tio, cê tá castigando meu cuzinho, tô sentindo ele aberto, largo e arrombado!

Carvalho (sorrindo pra mim e tirando o pau do cu da Rosinha pra que ela visse nos espelhos o tamanho do buraquinho) – Veja no espelho, minha linda, o tamanho do seu cuzinho, veja como tô arregaçando ele com meu pau grosso! (metendo tudo pra dentro outra vez) – Tome pau no cu, Rosinha, come meu cacete com seu cuzinho!

Rosinha (procurando nos espelhos a imagem do que acontecia atrás dela, na sua bunda) – Puta que pariu, tio, cê tá arregaçando meu cu, tô sentindo meu buraquinho todo arrombado, ai, que delícia sentir esse seu caralhão fodendo meu rabo, mete, tio, me esfola as pregas do cu, me fode com força e me faz gozar antes que meu cu comece a arder, vem, meu cavalão, soca essa pica de cavalo na minha bunda! (após ficar em silêncio por alguns segundos sentindo os arrepios que anunciavam o seu prazer maior) – Ai, tio, vou gozar, vou gozar pelo cu, vou gozar na sua picona grossa, ai, que delícia, mete, tio, goze dentro do meu rabo, mije porra no meu cu, aiiiii, tô gozandooooo!

Carvalho (não mais segurando o gozo, atolando o pau e gozando nas entranhas da minha esposa) – Ohhh, minha putinha gostosa, enrabar você é muito bom, eu também vou gozar, oh, coisa boa, vou gozar, vou gozar! (enfiando bem fundo o pau no cu da minha mulher e parando os movimentos fazendo ela sentir a esporrada nas suas entranhas) - Ai, que delícia esporrar nesse cuzinho gostoso!

Enquanto o tio gozava nas profundezas do rabo da minha esposa, ele pressionou tanto o pau pra esguichar o mais profundo possível que ela se deitou de bunda pra cima e, submissa, abriu as pernas permitindo que o macho comedor e dominador terminasse de expelir o seu caldo do prazer.

Rosinha (gemendo e sorrindo) – Ohhh, tio, que delícia fazer você gozar assim, é muito gostoso saber que todo esse tesão que você sente é por minha causa! Delícia!

Carvalho (falando no ouvido da Rosinha) – Gostaria que o Fernando tivesse visto eu enrabando você? Gostaria que ele entrasse no quarto agora e também gozasse no seu cuzinho arrombado e gozado?

Rosinha (sorrindo de olhos fechados, curtindo as delícias de gozar dando a bunda) – Eu adoraria, tio, que o meu amorzinho tivesse visto eu dando a bunda pra você, e gostaria mais ainda se ele entrasse aqui agora e me enrabasse também, metesse o pau no meu cuzinho todo arrombado e melado da sua porra! (virando o rosto pra trás e encarando o tio Carvalho) – Que tal você ir lá na varanda e chamar o meu maridinho pra comer minha bunda também, tio?

Carvalho (sorrindo pra ela e gesticulando pra que eu entrasse no quarto) – Não preciso ir até lá, não, minha linda, pois ele esteve o tempo todo aqui assistindo você! (tirando o pau de dentro da Rosinha e cedendo o lugar que ocupava no cuzinho dela pra mim) – Vem, Fernando, venha tomar posse do que é seu!

Rosinha (sorrindo feliz ao me ver) – Aiii, Fer, que vergonha saber que você viu e ouviu tudo que fizemos, por outro lado eu adorei saber que você nos assistiu o tempo todo! (empinando a bunda pra mim) – Venha, amor, venha comer o que sempre foi e sempre será seu, vem me enrabar, vem me dar seu pau, enfie ele no meu cuzinho!

Eu (arrancando o short e subindo na cama procurando com meu cacete duro o buraquinho traseiro da minha esposa) – Você já deu pro tio e agora terá que dar pra mim também, tô quase gozando de tanto tesão!

Rosinha (gemendo quando eu meti meu pau no seu cu numa só estocada) – Ai, que delícia sentir o cacete do meu amorzinho no meu cuzinho! (rebolando na minha pica) - Mete, Fer, mije a sua porra dentro do meu cu também, misture o seu creminho com o do tio! Ai, Fer, eu ainda tô tesuda, mete gostoso, me faz gozar de novo!

Eu (sentindo que poderia provocar outro orgasmo na minha amada, “abri o meu dicionário de obscenidades” enquanto metia fundo e forte em busca do meu prazer há muito reprimido) – Tome, puta, tome cacete nesse seu cu arrombado! Tá sentindo meu pau no seu rabo ou ele tá tão arrombado que nem sente?

Rosinha (empurrando sua bunda contra mim) – Tô sentindo, sim, amor, adoro o seu pau no meu cu, me fode, me enraba!

Eu (tentando apressar o gozo dela e não me importando que o tio, ao nosso lado, me ouvisse falar aquelas cornitudes) – Tô sentindo meu pau nadando no seu cu aberto e arrombado, minha putinha, tô sentindo seu rabo largo e melado de porra de outro macho, mas tá muito gostoso, eu adoro te pegar depois que outro macho te fodeu e gozou dentro de você!

Rosinha (se arrepiando) – Ai, amor, falando assim você vai me fazer gozar outra vez, ai, ai, ai, tá vindo, vou gozar de novo, eu não acredito que vou gozar outra vez, puuutz, que delícia gozar no pau do meu maridinho... gostoso!

Eu (não mais resistindo e gozando dentro da bunda da minha esposa) – Vou gozar, vou gozar dentro de você, putinha gostosa! (enfiando bem fundo e esporrando lá dentro do cu quente da minha mulher) – Que delíciaaa! Tô gozandooo!

Depois de gozar enrabando minha Rosinha, exausto, deixei meu corpo cair pro lado e descansamos por algum tempo. Ao despertarmos percebi que dormimos por mais de meia hora. O tio não estava mais no quarto. A Rosinha se lavou no bidê, pois estava toda melada entre as nádegas e saímos rumo ao quintal. O tio já havia adiantado bastante o almoço. Eu e minha mulher tomamos banho na ducha da piscina e almoçamos todos juntos. Naquela tarde de sábado o tio, bastante satisfeito por ter comido minha mulher antes do almoço, não fez provocações, ele parecia bem tranquilo. Minha esposa também passou toda a tarde sossegada, mas foi após o jantar, antes de irmos cada um pra sua casa, que ela ofereceu “suas habilidades” ao tio outra vez:

Rosinha (vendo o tio sair da ducha após se banhar) – Tio, se você quiser uma rapidinha de boca antes de ir dormir, eu dou, mas será só isso que vou te oferecer hoje, pois estou um pouco sensível nos meus parquinhos de diversão!

Caros leitores, não contarei detalhes, pois, como dito pela Rosinha, seria apenas uma rapidinha. O tio, após sorrir pra mim devido à safadeza da minha mulher, se sentou numa cadeira de preguiça que havia ali na varanda e, com a bunda na beirada, ofereceu aquela pica mole pra minha mulher que, sem demora, se ajoelhou sobre os chinelos entre as pernas dele e agarrou a pica que crescia.

Rosinha (puxando a pele do pau botando a cabeça pra fora e cheirando) – Ufff, ufff, ufff! (encarando o tio enquanto beijava o pau) – Ele tá limpinho, tio, não tem mais o cheirinho natural que tanto gosto, mas mesmo assim tá gostoso!

Ela se pôs a lamber, punhetar e chupar a pica do tio e, para apressar o gozo dele, deu uma lambida molhada no cuzinho abaixo do saco enfiando um dedo no rabo também disponível para carícias.

Rosinha (encarando o tio, punhetando a pica e metendo o dedo no cu dele) – Goze na minha boca, tio, quero sentir o gostinho gostoso do seu creminho de macho!

Não foi preciso mais que três minutos de chupadas e punhetas na pica do tio pra fazê-lo gozar mais um tanto de porra na boca da minha mulher. Ela sorria e, imitando uma atriz pornô, abriu a boca mostrando pra ele e pra mim o caldo grosso e branco antes de engolir. Que esposa puta que eu tenho! Bastou o tio virar as costas indo rumo à casa dele que a minha vadia veio me beijar e me fazer sentir na sua boca o sabor da porra de outro macho. Vendo minha esposa puta tesuda daquele jeito, aceitei o beijo e logo descobri que ela havia guardado um tanto de caldo na boca. Sentindo meu pau doendo de tão duro, aceitei a sacanagem que ela me fazia e dividi com ela aquela meleca.

Naquela noite, antes de dormirmos, ainda comi minha esposa com muito carinho, meti na xaninha, pois o cuzinho, segundo ela, estava “interditado para manutenção”. Foi apenas uma rapidinha, mas muito gostosa onde trocamos carícias, carinhos e demonstrações do grande amor que sentimos um pelo outro.

Rosinha (falando preguiçosamente, se ajeitando de conchinha comigo pra dormirmos) – Fer, antes eu sentia um pouco de vergonha quando eu dava pro tio na sua presença, mas hoje eu adorei saber que você assistiu eu sendo enrabada por ele. (suspirando, se acomodando e adormecendo) – Amo muito você, Fer!

No domingo acordei de pau duro e fui até o banheiro mijar. Ao voltar pra cama vi que estava cedo e voltei a dormir. Minutos mais tarde despertei escutando o barulho da Rosinha também mijando, pois o jato forte e farto fazia barulho ao ser esguichado com força na água do vaso. Meu pau estava mole, mas estranhamente senti tesão ao imaginar minha amada mijando. Levantei, fui até ela fingindo sonolência e, com o olhos fechados me aproximei e apontei o pau como se fosse mijar em pé. Minha Rosinha pegou meu pinto ainda mole, porém crescendo, e o colocou na boca iniciando uma chupada gostosa. Adoro quando ela faz meu pinto endurecer na sua boca!

Rosinha (mordendo meu pau me fazendo sentir seus dentes que, apesar da pequena dor, me causava tesão) – Fer, você é muito safado, não me dá sossego nem quando estou fazendo xixi!

Eu acariciava os cabelos desalinhados da minha esposa enquanto sentia meu pinto endurecendo com as chupadas que ganhava. Quando ela terminou de mijar, meu pau já estava duro e então peguei em sua mão e a puxei novamente pra cama, eu estava com muita vontade de meter naquela manhã!

Rosinha (reclamando porque eu não deixei que ela se enxugasse) – Ohhh, amor, não seja tão apressado, espere eu enxugar a xota!

Eu (não me importando em atender ao seu pedido) – Venha logo pro quarto, quero meter meu pau na sua xota molhadinha!

Rosinha (rindo e me acompanhando) – Amor, seria melhor você me excitar pra que a minha xaninha ficasse molhadinha de melzinho, e não de xixi!

Eu (deitando-me na cama com o pau duro apontando pro teto e puxando a Rosinha pra cima de mim) – Senta no meu pau, quero sentir sua buceta molhadinha.

Rosinha (sorrindo pra mim, me obedecendo, sentando e comendo meu cacete duro com a sua rachinha molhada) – Tarado! Acordou com tesão hoje, é? (se deitando sobre meu corpo e falando próximo ao meu ouvido) – Me conte o motivo de você estar tão tarado assim!

Eu (sentindo as delícias da buceta aconchegante agasalhando meu pau) – Acho que foi espiar você transando com o tio Carvalho ontem que me deixou excitado.

Rosinha (erguendo o corpo, sorrindo) – Então me conte, fale do seu tesão quando nos espiou e me viu gemendo e gozando na picona do tio. (dando uma reboladinha no meu pau) – Conte pra mim do tesão que você sentiu quando viu o tio Carvalho me comendo com aquele pintão de cavalo!

Eu (meio tímido, sorrindo e admitindo o motivo da minha excitação) – Acho que é tesão de corno o que senti. Eu fantasiava espiar você e o tio pra saber se você trepava diferente quando eu não estivesse olhando, e vi que você se soltou mais quando ficou sozinha com ele, gemeu, gritou e parece ter gozado mais intensamente.

Rosinha (dando uma reboladinha e parando) – Quando você tá olhando eu me sinto meio tímida, acho que tenho medo de você me achar muito devassa, de pensar que grito e gozo mais com ele do que com você. (sorrindo) – Mas depois de ontem, isso vai passar e acho que da próxima vez, mesmo com você olhando, vou estar mais solta e curtir a transa com o tio como se eu estivesse sozinha com ele. (sorrindo desconfiada) – Fer, me diga, durante o tempo em que estive com o tio, falei algo que você não gostou?

Eu (sorrindo amorosamente acariciando os seios dela) – Quando eu comecei a espiar vocês dois, tive medo de ver ou ouvir algo que não gostasse, mas nada disso aconteceu. Adorei espiar você transando com o tio e sinto que o seu sentimento por ele é só tesão.

Rosinha (rindo e dando uma reboladinha) – Fer, gosto do tio como amigo, sinto um carinho muito grande por ele, mas é só tesão de pica! (pressionando a bunda pra baixo buscando uma penetração mais profunda) – Fique sabendo que o meu amorzinho é você, só você e mais ninguém, tá! (sorrindo e me provocando) – Apesar de eu ter vontade de experimentar todos os pintos do mundo, você é o meu grande amor, é o seu pau que eu mais gosto, pois é nele que gozo todos os dias!

Eu (sorrindo) – Gosta tanto do meu pau mesmo ele sendo bem menor que o do tio?

Rosinha (me dando uma bronca) – Feeer, deixe de ser bobo! Pra mim o tamanho do pau não importa! O importante é o homem inteiro e seu caráter, gosto de você por inúmeros motivos e são tantos que nem vou enumerar agora. (sorrindo provocantemente) – Eu já comi muitos pintos e vários deles eram menores que o seu, e nunca deixei de gozar por serem pequenos. (maliciosa) – Todo pinto é gostoso, não importa o tamanho ou a cor; pinto é tudo de bom!

Eu (me erguendo, abraçando minha amada, prensando os peitos dela no meu peito) – Você é muito safada, Rosinha, é muito putinha!

Rosinha (rindo) – E acho que é exatamente por eu ser putinha que você gosta tanto de mim!

Eu (roçando meus lábios nos dela) – Amo muito você, minha putinha safada!

Rosinha (sorrindo maliciosa) – Então vou continuar safada e putinha, ou melhor, vou ser cada dia mais safada e putinha pra você me amar ainda mais!

Naquela manhã metemos em outras posições e, sem qualquer pressa, nos amamos por um bom tempo até que não mais foi possível adiar o prazer maior. Que delícia amar e transar com a minha Rosinha!

Depois do gozo gostoso, preparamos o café e chamamos o tio Carvalho pra nos acompanhar.

Carvalho (sorrindo malicioso ao entrar com uma toalha amarrada na cintura, marcada pelo pau mole, após ter se banhado na ducha do quintal) – Hoje vocês estão atrasados para o café. O que houve, acordaram mais tarde?

Rosinha (provocando inveja no tio) – Nada disso, tio, o que realmente aconteceu é que o meu amorzinho Fer acordou com muito tesão e estávamos transando, comi e fui comida logo cedo, uma delícia! Não viu isso no meu rosto de mulher feliz?

Carvalho (sério) – Fico feliz por ver vocês juntos e felizes, mas acho que a minha situação de homem solteiro poderá mudar para melhor. Tenho conversado por telefone com a Carmem e sinto que ela já me perdoou. (sorrindo) – Acho que em breve vou tirar os meus dias de folga que venho acumulando no trabalho e viajar pra ver a minha amada, sinto muito falta dela. (sério) – Sempre sonhamos envelhecer juntos e fazendo muita sacanagem, mas por enquanto estamos envelhecendo separados. Não quero que isso continue assim!

O tio, percebendo ter aguçado nossa curiosidade e que iríamos fazer perguntas, se apressou e disse:

Carvalho - Prometo contar tudo a vocês durante a tarde de hoje, pois agora tenho que sair e resolver uns assuntos.

Como de costume, preparamos o almoço e comemos juntos a comida simples, porém regada com boa prosa e cerveja gelada. Eu e a Rosinha, embora curiosos sobre o que o tio diria a respeito das conversas dele com a esposa, a tia Carmem, esperamos que ele iniciasse o assunto. E foi após a refeição e uma ducha pra refrescar o calor que, sentados ao redor da grande mesa de madeira, que o ele começou a contar.

Carvalho – Fernando e Rosinha, como eu havia adiantado hoje pela manhã, tenho conversado muito com a Carmem e também com meu irmão Júlio e minha cunhada Júlia. As conversas com minha esposa evoluíram muito nos últimos tempos e sinto que ela me perdoou e está disposta a reatar nossa união. Meu irmão também está terminando o trabalho dele e, em breve, ele e a Júlia voltarão pra casa deles. (nos olhando sério) – Quando isso acontecer, quando a Carmem também voltar, as brincadeiras, ou melhor, as safadezas que nós três fazemos provavelmente irão acabar. Não contei e nem pensei em contar para a Carmem o que acontece entre nós, aliás, prefiro não contar, pois tenho receio dela ter não entender, principalmente considerando as diferenças de idade entre nós. (sorrindo) - E também porque não haveria possibilidade de juntar todos nós seis, eu e a Carmem, o Júlio e a Júlia e vocês dois, principalmente porque o Fernando, embora sendo adotivo, é filho deles.

Rosinha (sorrindo) – Oh, tio, sinto que você parece preocupado prevendo o fim das nossas brincadeiras, mas, relaxe, sempre soubemos que um dia tudo acabaria e, então, aproveitamos bastante. Tio, digo de todo o meu coração, torço pra que você e a tia se entendam e voltem a ser o casal safado que sempre foram, que continuem a trocar parceiros, meter muito, fazer muita putaria, pois vocês são ainda jovens e têm muita safadeza pra fazer!

Eu (feliz pelo tio) – Tio, eu sempre torci pra que você e a tia Carmem reatassem e voltassem a ser o casal feliz que sempre foram. Eu sabia que um dia a tia voltaria e vocês, com meu pai e minha mãe, o Júlio e a Júlia, voltariam a fazer as safadezas que sempre fizeram. Eu e a Rosinha vamos sentir sua falta nas nossas brincadeiras, mas estou na torcida pra que tudo volte ao normal entre todos vocês o mais breve possível.

Carvalho (após tomar um gole de cerveja) – Penso que um casal fogoso como vocês, mesmo apaixonados como são, sentirão muita falta de variar o sexo com outras pessoas. Vocês estão acostumados comigo e com as nossas sacanagens e penso que depois que não haver mais brincadeiras entre nós, sentirão falta de mais alguém pra dividir a cama. Vou ser indiscreto e perguntar: vocês já pensaram em conhecer outras pessoas que também gostem de sexo liberal pra fazer amizade e curtir umas safadezas de vez em quando?

Eu ( me adiantando e respondendo antes da Rosinha) – Não temos ninguém em vista, tio, mas penso que se realmente quisermos conhecer alguém, basta procurar. Diz o ditado que quem procura, acha!

Rosinha (com uma expressão de safada no rosto) – Tem, sim, tio! Conhecemos pessoas que certamente topariam dividir a cama com a gente, mas o Fer sempre evitou falar do assunto, pois confia somente em você pra comer a esposinha dele!

Me senti um pouco tímido, mas relaxei. O tio nos olhou, sorriu e perguntou quem eram essas pessoas.

Rosinha (após beber um gole de cerveja) – Tio, tenho uma amiga, a Ritinha, que é bem safadinha e não tenho dúvidas de que ela aceitaria brincar comigo e o Fer, aliás, há tempos atrás, durante uma ligação telefônica, fantasiamos e falamos muita sacanagem. Além dela, também conhecemos, há alguns meses, um casal numa lanchonete, o Paulo e a Ana. Eles se insinuaram para nós e naquela noite, quando foram embora, além da calcinha dela, nos deixaram um cartão com o contato deles, mas o Fer nunca quis tentar fazer amizade com eles.

Carvalho (sorrindo pra mim) – O casal deixou a calcinha dela pra você, Fernando?

Rosinha (maliciosa) – Siiiiim, tio! Além de se exibirem pra nós, ela mostrando a xaninha sem calcinha debaixo da saia, deixaram a calcinha pra nós. Tio, você teria dúvidas de que eles adorariam fazer uma troca de casais e uma suruba deliciosa comigo e o Fer?

O tio sorriu olhando pra mim, mas nada disse.

Rosinha (me olhando) – E tem também um outro casal, o Bruno e a Maria, que conhecemos numa loja numa tarde em que eu e o Fer fazíamos fotos sensuais, ou melhor, exibicionistas. Tenho certeza de que eles também topariam uma sacanagem comigo e o Fer. (olhando pra mim) - Naquele dia fomos fazer mais fotos dentro do carro deles e quase transamos; só não aconteceu de concretizar a sacanagem porque o lugar era muito apertado e principalmente porque o meu amorzinho não quis! (sorrindo maliciosa) – Tio, o Bruno e a Maria não negros, e desde aquele dia minha curiosidade com relação aos pretos, aumentou, pois apesar de ter conhecido muitos pintos antes de conhecer o Fer, nunca comi um pau preto. Além disso me excita a fantasia de ver o Fer com uma pretinha, vai me dar muito tesão ver ele lambendo e metendo o pau branco numa xaninha preta! E você e a tia Carmem, já transaram com pessoas negras, tio?

Carvalho (rindo) – Pelo que percebo, não haverá problemas pra vocês encontrarem outras pessoas pra curtirem uma sacanagem quando eu não mais participar das brincadeiras com vocês. E respondendo sua pergunta, Rosinha, sim, eu e a Carmem já fizemos troca de casais com pessoas de cor, e digo que o tesão maior é o contraste das cores, o preto na branca e o branco na preta! Uma delícia! (fazendo uma pausa, parecendo vasculhar suas memórias) – Me lembrei de que naquele dia teve preta na branca e branca na preta, também!

Rosinha (curiosa) – A tia Carmem e a mulher negra acabaram se “enroscando”, tio?

Carvalho (sorrindo) – Siiiiim!

Rosinha (sorrindo pra mim, sabendo que estava falando mais do que eu desejava) – Eu já disse ao Fer que no dia em que surgir uma oportunidade, eu também quero experimentar outra mulher, acho que de tanto ele falar o quanto é delicioso o cheiro da “fruta”, fiquei curiosa e também quero sentir o cheirinho de outra rachinha, pois só conheço o meu!

Todos rimos.

Eu (sorrindo envergonhado) – Tio, a Rosinha é muito safada e fantasia demais, se fôssemos realizar tudo o que ela sonha, não sobraria tempo pra trabalhar!

Carvalho (olhando pra mim) – A sua esposa, Fernando, é muito fogosa e penso que partilhar a cama com outras pessoas fará muito bem a vocês dois!

Eu (envergonhado) – Vamos pensar no assunto, tio, vamos pensar!

O tempo foi passando e, conversando, soubemos que o tio Carvalho planejava viajar em breve pra se encontrar com a tia Carmem. Houve um momento em que ele foi ao banheiro dar uma mijada e a Rosinha comentou comigo:

Rosinha – Amor, pelo que percebi, o tio Carvalho não demorará muito tempo pra viajar e, então, penso que devemos aproveitar ao máximo dele.

Eu (sorrindo) – Rosinha, você é muito safada, tá doidinha pra abrir as pernas pra ele outra vez, né?

Rosinha (me provocando) – Amor, enquanto o tio estiver por perto e solteiro, quero abrir tudo pra ele, vou abrir a boca, as pernas e até a bunda, quero dar tudo que eu puder antes dele viajar, pois depois não vou mais gozar na pirocona dele!

Logo que o tio voltou pra mesa a Rosinha provocou:

Rosinha (sorrindo maliciosa) – Tio, o Fer é tarado por cheiro de mulher, quando ele me cheira entre as coxas, o pinto dele endurece rapidinho. Tempos atrás você também disse que gosta do cheiro da “fruta”. Me diga, tio, você fica excitado quando sente o cheirinho de uma frutinha, o seu pinto endurece só de sentir o aroma de uma pepeca?

Carvalho (rindo) – Claro, minha linda, vocês mulheres têm entre as pernas um perfume que, pra mim e muitos homens, é afrodisíaco! O aroma dessa coisinha gostosa que vocês têm entre as coxas é muito bom. Quando cheiro a florzinha de uma mulher, o aroma dela entra pelas minhas narinas e parece ir direto pro cérebro que ordena pro pinto: “Fique duro que tem coisinha gostosa pra comer!” (sorrindo provocantemente) – Meu pinto fica durão rapidinho quando eu sinto o cheiro de uma xoxota!

Rosinha (apoiando o queixo na mão e provocando) – Duvido!

Carvalho (olhando pra mim, como a justificar o que ia dizer pra minha esposa) – Quer testar, minha linda? Mas tem que ser rapidinho, pois só de imaginar você de pernas abertas e eu cheirando sua frutinha tá fazendo o meu pinto pular aqui dentro do short.

Rosinha (olhando pra mim como a pedir permissão pro que ia fazer, mas já levantando a vestidinho curto e exibindo, entre as pernas generosamente abertas, a xaninha raspadinha e lindinha) – Então vem cheirar minha frutinha, tio, mas antes ponha o pinto pra fora do short pra eu ver ele crescer.

Carvalho (se ajoelhando rapidamente entre as pernas da minha esposa ao mesmo tempo em que baixava e tirava completamente o short exibindo o cacete ainda mole, mas bem grande, meia bomba) – É pra já, minha linda!

Rosinha (rindo, fingindo reclamar) – Ahhh, tio, assim não vale! Seu pinto já tá grande, eu queria ele bem mole e ver ele crescendo quando você sentisse o cheirinho da minha perseguida!

Carvalho (cheirando a buceta da minha mulher) – Ufff, ufff, ufffff, ohhh, que delícia esse cheiro de buceta, pra mim esse cheiro é o melhor dos perfumes!

Em seguida, após cheirar bastante a buceta da minha esposa, o tio Carvalho enfiou a cabeça entre as coxas da Rosinha e, após colar seus lábios nos dela, mergulhou a língua atrevida na fenda fazendo minha esposa gemer de prazer. Que cena linda ver minha amada se arreganhando toda pra outro macho!

Rosinha (sorrindo pra mim enquanto apertava, com os pés, o pau do tio Carvalho já totalmente duro) – Veja, Fer, o tio é tão tarado pelo cheiro da minha xota quanto você, o pau dele já tá durão, prontinho pra entrar em mim!

Eu (tesudo com a cena, botei meu pau duro pra fora do short e o exibi pra minha mulher) – O meu pau também tá duro de tesão de ver minha putinha abrindo as pernas pra outro macho!

Rosinha (me puxando pra perto e falando com voz de tarada antes de abocanhar meu cacete) – Que delícia saber que o meu... maridinho gosta de me ver com outro macho!

Eu (assistindo o tio Carvalho lambendo minha mulher entre as coxas e curtindo o prazer proporcionado pela boca quente e molhada no meu pau) – Que tal irmos todos pra cama do tio?

Rosinha (sorrindo provocativamente e falando pra que o tio também ouvisse) – Safado! Tá doidinho pra ver a sua esposinha abrindo as pernas e dando pra outro macho de pau grande, né!

Eu (doido de tesão, não me importando com a presença do tio Carvalho que lambia a xota da Rosinha e admitindo abertamente o meu tesão de corno enquanto metia meu cacete na boca da minha mulher) – Quero ver o tio te comendo e te comer junto com ele, quero te prensar entre nós dois fazendo um sanduíche onde você será o recheio!

Rosinha (empurrando e afastando delicadamente a cabeça do tio do seu entre coxas) – Ufffff, assim eu não resisto! Vocês dois, me deem um tempinho que vou até lá em casa fazer algo importante e voltarei logo.

Estranhei o fato da Rosinha fugir de nós daquela forma e então, aproveitando que o tio foi buscar outra cerveja, também fui até minha casinha e encontrei ela indo pro banheiro.

Eu (curioso) – Rosinha, tá tudo bem? Eu achei que já iríamos transar com o tio, mas você nos deixou! O que você veio fazer aqui?

Rosinha (vindo até mim, sorrindo e apalpando provocantemente meu pau por sobre a roupa) – Amor, eu vou fazer uma higiene intima, ou melhor, uma lavagem interna.

Eu (surpreso, pois ela só fazia lavagem interna quando estava a fim de dar a bunda pro tio) – Tá a fim de dar o cuzinho pro tio, safada?

Rosinha (sentando no trono e sorrindo maliciosa pra mim) – Não sei, amor, o que vai acontecer hoje, mas quero estar preparada pra tudo! (fingindo cara de brava, porém sorrindo) – Agora vá embora daqui e me deixe sozinha, pois não gosto de ninguém por perto quando faço minha higiene interna!

Saí dali e fui pro quintal. Eu e o tio dividimos mais uma cerveja e ficamos batendo papo até que minha esposinha, quase uma hora depois, voltou para a varanda.

Rosinha (rebolando seu quadril de forma sensual e sorrindo maliciosa pra mim) – Agora estou prontinha para os meus dois amores. Vamos todos pra cama do tio? Quero dar pros dois juntos, quero ser o recheiro de um sanduíche entre vocês!

Nós levantamos e seguimos rumo ao quarto do tio Carvalho. A Rosinha, cheia de tesão, caminhava sorridente entre ele e eu, ia agarrando nossas picas e nos puxando. Antes de irmos pro quarto, o tio parou na cozinha pra pegar uma garrafa de água e, exibicionista como era, mostrava o pauzão duro balançando na posição horizontal.

Rosinha (me provocando, apontando o cacetão do tio enquanto massageava minha pica dura) – Veja, amor, o tamanho do pauzão do tio; imagine que daqui a pouco ele estará todinho dentro da sua esposinha safada! (apertando meu pau) - Ufffff, Vou comer tudo aquilo!

Ligamos o ar condicionado do quarto, tiramos apressadamente a pouca roupa que usávamos e nos jogamos na cama com a Rosinha entre eu e o tio.

Rosinha (tarada, se deitou de costas e pediu) – Ai, que delícia, hoje vou dar pra dois machos ao mesmo tempo, vou comer dois pintos. (agarrando nossas picas) - Venham pra perto de mim, quero chupar os dois cacetes juntos!

Eu e o tio nos ajoelhamos no colchão ao lado da cabeça da minha mulher oferecendo a ela as nossas picas duras.

Rosinha (agarrando e puxando as duas pirocas pra sua boca, lambendo e chupando, ora uma, ora outra já que não conseguia enfiar as duas juntas na boca) – Ai, que delícia ter dois paus pra chupar!

Eu e o tio acariciávamos o corpo da minha mulher, nossas mãos deslizavam pelos peitos, barriga e xota e, às vezes, se encontravam entre as pernas que ela descaradamente abria nos oferecendo sua gruta raspadinha, quente e molhada. Naquela tarde eu estava muito excitado e o meu tesão era de marido que gosta de ver a esposa com outro macho, ou seja, tesão de corno. Estranhamente eu não sentia necessidade de esconder do tio o meu prazer e o tesão de ser corno.

Eu (deslizando um dedo pra dentro no túnel vaginal da minha esposa) – E aí, putinha, vamos meter nessa buceta gostosa! Qual pau você quer primeiro, o meu ou o do tio?

Rosinha (gemendo e esfregando nossas picas em seus lábios) –Vem você primeiro, amor, aproveite enquanto minha bucetinha tá apertadinha, porque depois que o tio meter, ela ficará toda larga!

Meu tesão aumentou ao ouvir aquilo e então me acomodei entre as pernas abertas da mulher, pincelei a cabeça da pica entre os lábios da xota e, por tesão e também pra castigá-la por estar me corneando, meti de uma só enfiada todo meu cacete na fenda apertada:

Eu (sentindo as delícias das carnes quentes da minha mulher agasalharem todo o meu cacete duro) – Tome pau, putinha!

Rosinha (gemendo) – Ufffff, dói, safado, seu pau tá muito duro, assim você rasga minha bucetinha!

Carvalho (me incentivando) – Isso, Fernando, mete o pau nessa putinha, dê o que ela tá precisando, mete fundo e faz ela gemer!

Eu metia fundo tentando tocar o útero da Rosinha com a cabeça do meu pau, mas naquela posição não estava conseguindo; então meti por mais algum tempo curtindo minha mulher deliciosa e cedi o lugar ao tio:

Eu (tirando o pau de dentro da minha esposa) – Vem você agora, tio, vem meter que minha putinha gosta de variar os paus, mete seu cacetão que ela gosta, adora sentir sua piroca enterrada bem fundo empurrando o útero dela!

Carvalho (se acomodando entre as pernas arreganhadas da minha mulher e socando o pau na buceta numa só metida) – Tome pau, minha putinha, come minha rola com essa buceta gostosa!

Rosinha (gemendo e cravando as unhas no peito dele) – Aiiiii, tio, que rolona grande você tem! Além de grossa é muito comprida, ai, tá socando meu útero!

Eu (pegando a mão da Rosinha e pondo na sua barriga ao mesmo tempo em que enfiava o pau na sua boca) – É grande o pau do tio, putinha? Você gosta do pau dele empurrando seu útero? Então aponte com o dedo na sua barriga pra eu saber até onde tá chegando o pau dele dentro de você

Rosinha (apontando o dedo na altura do umbigo enquanto gemia de dor, mas também de prazer) – Tá aqui, amor, o pauzão do tio é tão comprido que tô sentindo ele aqui no meu umbigo, tá empurrando meu útero! (pegando minha mão e me fazendo tocar seu umbigo) – Aperte aqui, amor, sinta a rolona do tio aqui dentro de mim! Tá sentindo, Fer, você gosta de me ver aguentando um cacetão grande assim, te dá tesão?

Meu tesão era tal que tive que me controlar pra não gozar após ouvir aquilo. Então imaginei uma posição na qual eu poderia resistir um tempo maior e que também satisfizesse o meu tesão de corno.

Eu – Tio, tire o pau da buceta da minha mulher, eu e ela vamos fazer um 69 e depois você poderá meter outra vez!

Rosinha (taradinha, se deitando sobre mim e me dando a xota pra lamber) – Lambe minha xota, amor, sinta nela o gosto de outra pica, lambe o melzinho de outro pau!

Logo que comecei a lamber a racha melada da minha mulher, o tio Carvalho veio por trás e meteu a caceta no mesmo buraquinho que eu lambia. Sentir a boca da Rosinha no meu pau e a xota esticada por outra pica aumentou o meu tesão. O tio metia forte e fundo, gemendo, mas também se controlando pra não gozar enquanto eu lambia o grelinho duro e saliente fora da casinha.

Carvalho – Fernando, vamos inverter, pois tô quase gozando na buceta gostosa da sua mulher!

Trocamos de posição, o tio veio pra debaixo da Rosinha lamber a buceta e eu fui por trás e meti a pica na racha macia que ele lambia! Trepamos assim por um tempo e eu estava quase gozando, já pensando em sair de dentro dela e dar um tempo quando ela sugeriu:

Rosinha (saindo de cima do tio, tirando sua buceta da boca dele e da minha pica) – Eu quero dar pros dois juntos, vamos fazer um sanduíche, quero ser o recheio e sentir os dois cacetes dentro de mim, um na buceta e outro no cu!

Eu (bebendo água pra me acalmar ao mesmo tempo em que pegava o gel lubrificante) – Quem vai ser o primeiro a foder esse seu cuzinho apertadinho, minha putinha?

Rosinha (sorrindo e também bebendo água) – Você, meu amorzinho, quero que aproveite enquanto meu cuzinho está fechado e apertadinho, pois você sabe como ele ficará depois que o tio meter a pirocona dele, né!

O tio, doido pra pegar minha mulher, se adiantou e se deitou de costas com o pauzão apontado pra cima esperando a Rosinha. Ela, sorridente, montou nele prensando o pau com a xota, porém sem encaixar o cacete na sua fenda molhada. Fui por trás dos dois com o tubo de lubrificante e senti a delícia que é enfiar no rabinho apertado da minha esposa o meu dedo melado. Que buraquinho apertado!

Eu (melando também meu pau com gel, pronto pra meter no cuzinho da minha esposa) – Rosinha, você não vai comer o pau do tio com a sua xaninha? Eu já tô pronto pra enrabar você!

Rosinha (rebolando a linda bunda pra mim) – Amor, minha xota não enxerga e não consegue achar o pauzão do tio, preciso que você me ajude!

Eu (sorrindo da safadeza da minha putinha e, doido pra continuarmos a putaria, peguei o cacetão do tio e o apontei pra buceta gulosa que babava de tesão) – Safada!

Rosinha (sentando e engolindo o pau do tio com a sua bucetinha gulosa) – Ufffff, delícia de piroca, tio!

Eu me aproximei e, antes de pressionar a cabeça da minha pica nas preguinhas do cuzinho melado de gel, apreciei a beleza daquele lindo orifício apertadinho. Não mais resistindo, me abaixei e dei um beijinho suave, porém com a língua de fora pra provocar minha esposa.

Rosinha (olhando pra trás, sorrindo) – Ufffff, Fer, que delícia de língua no meu cuzinho, mas agora eu quero o seu pau bem duro e grosso dentro dele, vem, me enraba que eu quero ter dois machos me comendo, quero duas picas dentro de mim!

Pressionei a cabeça do cacete no centro daquele furinho até sentir as preguinhas se abrindo e o meu pinto começar a entrar naquele túnel apertado.

Rosinha (gemendo, montada no tio Carvalho comendo o pauzão dele com a sua bucetinha) – Ai, amor, no cuzinho dói, seu cacetão tá muito duro e grosso, devagar!

Afastei meu pau daquela bunda divina, apreciei por alguns segundos o quanto era lindinho aquele buraquinho e logo voltei a pressionar a entradinha. Forcei devagar, mas firme, até que as pregas se abriram e a cabeça da minha pica entrou. A Rosinha gemeu, mas não pediu pra eu tirar. Dei um tempinho e empurrei devagar até que o último anel muscular, guardião da portinha daquele túnel apertado, cedeu permitindo que o meu cacete deslizasse lentamente pra dentro das entranhas da minha putinha.

Rosinha (gemendo) – Ai, amor, que dor deliciosa que é sentir seu pau no meu cuzinho e o do tio na minha bucetinha! Delícia!

Eu e o tio iniciamos movimentos lentos e carinhosos de enfiar e tirar nos buraquinhos da minha esposa e, conforme percebíamos que a dor que ela sentia era substituída pelo prazer, fomos aumentando a velocidade e a profundidade das investidas das nossas picas naqueles buraquinhos deliciosos. O cuzinho da minha Rosinha, que sempre foi muito apertado, ficava ainda mais justo com o pica do tio metida na buceta logo abaixo. Caros leitores, comer o cuzinho da minha esposa sempre foi muito bom, mas comer ele com a pica de outro macho socada na buceta faz ele ficar mais apertado e muito mais gostoso!

Rosinha (prensada entre eu e o tio delirando de tesão) – Ai, que delícia, é muito bom ser a fêmea de dois machos! Ai, meus amores, tô sentindo que logo vou gozar, aproveitem de mim, me comam bem gostoso. (suspirando e iniciando um rebolado empurrando a bunda e a xota contra nossos pintos) – Ai, que delícia, me façam gozar, gozem dentro de mim, quero as porras dos dois dentro dos meus buraquinhos!

Depois de algum tempo penetrando duplamente minha esposa, o tesão foi aumentando e nosso gozo se aproximando. Vez ou outra eu ou o tio diminuía o ritmo pra adiar o prazer maior, mas o tesão era tanto que não conseguimos mais segurar quando a Rosinha começou a gozar:

Rosinha (se arrepiando toda, gemendo e gritando de prazer) – Ai, vou, gozar, vou gozar pelo cu e pela buceta, ai, que delícia, vou gozaaaaar, tô gozandooooo!

Carvalho (metendo forte de baixo pra cima e também gozando) – Puta que pariu, vou esporrar dentro de você minha putinha, vou encher sua buceta com minha porra, tô gozando, tome porra na buceta, putinha!

Eu (indo na onda dos dois e também sendo presenteado com o prazer maior) – Eu também vou gozar, vou gozar no seu rabo, minha putinha vadia! (metendo forte, socando sem dó meu cacete duro no cu da minha esposa e sentindo o buraco apertado pelo pau do tio que, inchado, também despejava seu creme de macho nas entranhas da minha mulher. Aiiiii, é muito bom gozar no seu cu, minha vadia!

Depois que o furacão de sensações e prazeres foi diminuindo, lentamente desfizemos o amontoado de pessoas e cada um se deixou cair pra um lado ficando a minha Rosinha semi desfalecida entre eu e o tio, tão ofegante quanto eu e ele. Adormecemos e só acordamos minutos mais tarde com a Rosinha nos acordando:

Rosinha (ajoelhada entre eu e o tio, acariciando nossos sacos e pintos moles) – Acordem, meus preguiçosos, vamos tomar banho que tenho mais trabalho pra vocês!

Rosinha (diante do meu olhar de interrogação) – Amor, eu quero mais! (apertando meu pinto mole) – Quero mais sexo, quero mais pau na xotinha e no cuzinho outra vez, hoje estou muito tarada, doidinha pra levar pau nos meus buraquinhos!

Rosinha (sorrindo safada pra mim) – Fer, posso ir tomar banho com o tio Carvalho?

Eu (fingindo ciúme) – Você quer tomar banho com ele! E eu?

Rosinha (rindo) – Quero ir com o tio primeiro, lavar ele e depois lavarei você também.

Diante do meu sorriso de aprovação, os dois safados foram pro chuveiro enquanto eu fiquei descansando e pensando nas delícias que era dividir minha esposa com outro macho. Pensei também em como seria quando o tio não mais participasse das nossas brincadeiras e imaginei que, talvez, caso eu quisesse compartilhar minha esposa com outras pessoas, teria que pensar em fazer novas amizades. Quando lembrei que minha esposa estava tomando banho com o meu tio dotado, fui até o banheiro. Chegando lá flagrei os dois metendo, o tio com as pernas semi flexionadas pra que o pinto ficasse na altura certa e a minha esposa, com um pé apoiado na torneira, mexia o quadril pra frente e pra trás comendo a picona do tio Carvalho.

Rosinha (sorrindo safada ao me ver entrar) – Fer, estou aproveitando ao máximo do tio e da rolona dele, pois amanhã ele vai viajar.

Eu (sorrindo e apreciando a piroca grossa entrando e saindo da buceta da minha mulher) – Você é muito safada!

Rosinha (depois de meter mais um tempinho com o tio e desfazer a conexão entre eles) – Chega, tio, vá se enxugar lá fora que agora vou lavar o meu amorzinho Fer!

Entrei no box, nos abraçamos, beijamos e trocamos carícias ousadas sob a água morna enquanto a Rosinha lavava meu corpo, especialmente o pau que até minutos atrás estava enterrado no seu cuzinho. De tantas provocações, ela conseguiu endurecer minha pica poucos minutos após gozar. Ao ver um sorriso malicioso no rosto da minha mulher, deduzi que ela planejava uma safadeza.

Rosinha (apoiando um dos pés na torneira e se abrindo pra mim) – Quer meter um pouquinho pra sentir como o pauzão do tio deixou minha buceta larga?

Eu (metendo meu pau de uma só metida na racha macia da minha mulher) – Safada!

Rosinha (fazendo comigo igual fez com o tio, empurrando e recuando o quadril e comendo minha pica com a buceta acolhedora) – Sinta, amor, a minha buceta arrombada pelo cacetão grosso de outro macho! Tá sentindo ela larga? (me olhando com cara de tarada) – Ufffff, imagine que daqui a pouco o cacetão que arrombou minha buceta também vai entrar no meu cuzinho e deixar ele todo aberto, largo. Você vai sentir tesão quando um pauzão grande e grosso, maior que o seu, entrar e arrombar meu cuzinho?

Eu (desfazendo nosso engate, tarado e cheio de vontade de dividir outra vez minha esposa com outro macho) – Melhor pararmos de meter aqui e irmos pro quarto, o tio deve estar te esperando pra endurecer o cacetão dele!

Rosinha (sorrindo após olhar para a porta do banheiro e se certificar de que estávamos sozinhos) – Fer, você é muito safado, tá doidinho pra me ver gemendo de dor quando o pirocão do tio começar a arregaçar meu cuzinho, né! (me beijando) – Amo muito você, meu corninho! (apertando minha pica) – Vamos pro quarto, vou dar a bunda pro tio, plantar um belo par de chifres na sua testa e fazer você de corno outra vez!

Eu (rindo e fazendo um carinho no cuzinho dela) – Ser “corno de buceta” já é muito bom, mas ser “corno de cu” é melhor!

Formos pro quarto e o tio nos esperava deitado de costas na cama, peladão e o pinto mole descansando pesadamente sobre as bolas do saco. Tomamos água pra nos hidratar e subimos no colchão junto a ele.

Rosinha (sorrindo, ajoelhada entre eu e o tio, segurando meu pau duro e massageando o pau mole dele) – Tio, eu quero mais sexo, quero mais pinto, aliás, quero dois pintos ao mesmo tempo. (sorrindo descaradamente) – Tio, você acha que sou muito gulosa, muito putinha?

Carvalho (sorrindo pra minha mulher) – Rosinha, você é, sim, gulosa, putinha, vadia, vagabunda e tudo mais que uma mulher pode ser! Homens adoram mulheres putas!

Rosinha (maliciosa olhando o pau que endurecia) – Você vai me comer outra vez, tio?

Carvalho (brincando) – Oh, minha linda, já gozei agora há pouco e acho que meu pau não vai mais levantar!

Rosinha (com carinha de sapeca) – Será que ele não endurece mais hoje, tio? (sorrindo) – E se eu contar pra ele que vou dar a minha bunda pra você, e se ele souber que vou deixar ele entrar no meu cuzinho, será que ele endurece?

Carvalho (sorrindo, acariciando a bucetinha dela, enfiando o dedo) – Vamos começar logo com a nossa putaria, Rosinha, cê tá me deixando tarado outra vez!

Eu me deitei de costas exibindo e oferecendo meu cacete duro pra Rosinha. Peguei o gel no criado mudo ao lado e dei pro tio sugerindo claramente que ele preparasse a bunda da minha esposa e o seu pau com lubrificante. A Rosinha, taradinha, montou em meu corpo sem encaixar a buceta no pau, empinou a bunda e pediu:

Rosinha (sorrindo pra mim, pois sabia que aquilo me deixaria feliz) – Tiiio, ajude o pau do Fer a entrar no meu tesouro!

O tio, que lubrificava seu cacete apressadamente, doido pra foder a bunda da minha mulher, nem pensou e logo agarrou meu pau duro e o direcionou pra fenda da minha esposa que sentou comendo minha pica com seu sexo quente e molhado.

Rosinha (olhando pra mim) – Já comi um pau, mas este primeiro foi fácil! (sorrindo sapeca) – Comer o segundo será beeem difícil!

Eu (provocando) – Você vai gostar, você sempre gostou de dar a bunda e agora, que sabe o quando é bom dar pra dois, vai gozar muito com duas picas te comendo!

Rosinha (sorrindo ao sentir o dedo do tio se enfiando no seu cuzinho colocando lubrificante no túnel) – Você vai gostar, amor, de sentir seu pau apertado na minha bucetinha quando o pauzão do tio entrar no meu cuzinho?

Eu (agarrando e abrindo as nádegas da minha esposa ao perceber que o tio se posicionava pra enrabá-la, oferecendo a ele o furinho apertadinho que por muito tempo foi só meu) - Vou adorar ver no seu rosto as expressões de dor quando o cacetão do tio começar a arrombar seu cuzinho!

Caros leitores, naquela tarde eu estava muito excitado e não sentia nenhuma inibição em admitir o meu tesão de corno. Eu falava tudo que pensava e sentia sem me preocupar se o tio Carvalho estivesse ouvindo, aliás, acho que me dava ainda mais tesão ao expressar a minha cornitude.

Rosinha (de olhos fechados, sentindo o tio esfregando a cabeça da pica nas preguinhas do seu cu) – Ai, Fer, o tio tá muito tarado, ele tá esfregando a cabeça do pauzão na portinha do meu cuzinho! Você vai deixar ele me enrabar, vai deixar ele meter o cacetão grosso em mim até meu cuzinho ficar bem largo e aberto?

Eu (enfiando fundo meu pau na buceta da Rosinha, encarando ela e abrindo sua bunda oferecendo ao tio o cuzinho que durante muito tempo foi só meu, mas que agora sentia um enorme prazer em deixar que outra pica maior que a minha entrasse nele) – Sim, vou deixar que outro macho de pau grande coma seu cu, vou deixar porque sei que você gosta de dar a bunda, que goza muito com uma pica enfiada no cu!

Caros leitores, a partir daquele momento a Rosinha, sem qualquer inibição, passou a falar tudo que acontecia lá atrás, na sua bunda, e eu percebia que isso dava muito tesão a ela. E eu, por minha vez, também estava tesudo acima do normal dividindo minha amada com outro macho, principalmente ao ouvi-la falando putarias.

Rosinha (me encarando, concentrada no que o tio fazia no seu rabo) – Ai, Fer, o tio tá forçando a cabeça da pica nas preguinhas do meu cu, ufffff, ai, dói! (sorrindo pra mim) – O pauzão dele é grosso demais!

Eu (sorrindo pra ela) – Relaxe, você gosta de dar o cuzinho, force as pregas pra fora e deixe o pau dele entrar na sua bunda, você vai gostar e eu também!

Rosinha (sorrindo, mas fazendo algumas expressões de dor) – Fer, você é muito safado, não se importa se eu vou sentir dor sofrendo com o cacetão do tio no meu rabo, né! O que você tá querendo é que o pauzão dele entre todo na minha bunda pra que a minha bucetinha fique bem apertada pra você, né, meu tarado!

Eu (acariciando os peitos dela vendo as expressões de dor no seu rosto) – Relaxe, Rosinha, deixe o cu bem relaxado pra que o pau do tio entre na sua bunda! Vai doer no começo, mas depois você vai adorar!

Rosinha (fechando os olhos, apertando os dentes devido à dor que sentia, mas sem perder o bom humor) – Você fala assim porque é no meu cu que tá entrando uma pirocona grossa, e não no seu, safado! (olhando pra trás) – Aiiiii, tio, tire, tire, esse pauzão do meu cu que tá doendo demais!

Quando o tio recuou aliviando a pressão que fazia com a pau no cu da Rosinha, aproveitei a trégua dada por ele, peguei o lubrificante que estava ao lado e melei um pouco mais a entradinha anal da minha mulher. Caros leitores, lubrificar o cuzinho da esposa pra que outro macho possa meter a pica seria um ato de cornitude (risos)?

Rosinha (sorrindo pra mim e movimentando os lábios sem emitir qualquer som ao sentir meu dedo molhando seu cuzinho) – Corno, você é corno!

Nada falei, pois concordava plenamente com minha esposa, pois o marido que lubrifica o cu da mulher pra que outro macho a enrabe, é corno, muito corno!

Rosinha (apertando os dentes e me encarando) – Ai, Fer, o tio tá tentando outra vez meter a rolona no meu cu! Ai, tá entrando! (exibindo um sorriso de dor no rosto) - Depois que você lubrificou, acho que vou aguentar o pau dele me enrabando. Posso, amor, deixar ele me enrabar, posso deixar ele meter todo o cacete no meu cu!

Eu (delicadamente empurrando a bunda da Rosinha de encontro ao pau do tio Carvalho) – Você é muito mulher, muito fêmea, você vai aguentar e gostar de ter a pica do tio no seu rabo junto com a minha enfiada na sua buceta! Relaxe, deixe entrar!

Olhei de lado e o tio sorriu pra mim ao fazer mais pressão com o pau no cu da minha mulher. Sorri pra ele consentindo que continuasse, porém atento às expressões da minha esposa que, apertando os dentes e fechando os olhos numa clara demonstração de dor, se deixou enrabar pelo nosso tio de pau grande.

Rosinha (gemendo de dor) – Aiiiii, puta que pariu, que cacete grosso você tem, tio! Tá me rasgando o cuzinho com essa sua piroca dura! Tire, tio, lubrifique um pouco mais!

Tomei a iniciativa e outra vez enfiei lubrificante no cu da minha mulher e, em seguida, abri as nádegas oferecendo descaradamente o rabo dela para outro macho bem dotado.

Eu (incentivando) – Vai, tio, mete outra vez, o buraquinho tá abrindo e tá bem lubrificado, acho que agora ela vai aguentar. Enrabe a minha putinha que ela gosta!

Rosinha (arregalando os olhos e abrindo a boca numa clara demonstração de surpresa ao ouvir o que falei) – Que maridinho mais safado que eu tenho, tá doidinho pra me ver espetada na bunda por outro macho!

Não houve tempo pra que ela dissesse algo mais, pois o pau do tio outra vez invadia seu buraquinho traseiro:

Carvalho (empurrando lenta, mas firmemente o cacete pra dentro do rabo da minha mulher, enfiando tudo fazendo eu sentir a buceta muito mais apertada) – Tome pau no cu, minha linda, tome pica grossa no rabo, eu sei que você gosta de uma rola na bunda!

Rosinha (expressando no rosto um misto de dor, surpresa e contentamento ao se sentir completamente invadida na bunda pelo pau do tio) – Aiiiii, tio, tarado! Puta que pariu, acho que nunca vou me acostumar com esse seu pauzão de cavalo, principalmente na minha bunda! (rebolando, se certificando que não havia sobrado nem um centímetro de pica pra fora do seu cu e da buceta) – Aiii, que delícia que é ser mulher e poder desfrutar da dor e do prazer de ter dois machos me comendo, um na buceta e outro no cu!

Eu e o tio, lenta e carinhosamente, iniciamos movimentos de vai e vem, de entra e sai com nossos paus nos buracos da minha esposa e fomos aumentando a força das metidas à medida que ela demonstrava mais prazer do que dor.

Carvalho (tirando a pica até sobrar somente a cabeça dentro do rabo dela e voltando a meter) – Tome cacetão no cu, minha linda, coma todo meu pau com o rabo, eu sei que você gosta!

Eu (tentando sincronizar meus movimentos de meteção com os do tio, tentando meter fundo quando ele quase tirava o pau e tirando o meu quando ele metia o dele) – Tome pica, Rosinha, você sempre gostou de duas picas ao mesmo tempo, aproveite!

Logo eu e o tio aprendemos a sincronizar nossos movimentos, um entrando e outro saindo, mas não demorou muito pra percebermos que o prazer maior sentido pela minha esposa era quando nós dois metíamos juntos, os dois entrando, abrindo e rasgando ao mesmo tempo os seus buraquinhos.

Rosinha (gemendo) – Aiiiii, seos tarados, vocês estão me arrombando, estão arregaçando meu cu e minha buceta, aiiii, tô sentido meus furinhos ficando largos, enormes, aiiiii, que delíciaaaaa!

Eu (incentivando o tio a enrabá-la ao mesmo tempo em que eu também aumentava a força das metidas na buceta apertada) – Vai, tio, soca esse pau de cavalo no cu da minha mulher, fode ela no rabo que ela gosta!

O ritmo das metidas foi aumentando e o som de corpos se chocando turbinava ainda mais o tesão de todos. A Rosinha, louca de prazer, parecia sentir somente prazer e nenhuma dor e, então, eu e o tio passamos a “castigar” severamente os buraquinhos da minha mulher. Ora um pau entrava enquanto outro saia, ora os dois entravam juntos nos dando um prazer dobrado, pois sentíamos os túneis apertando nossas picas no interior da minha mulher. A Rosinha também sentia mais prazer quando os dois pintos entravam juntos e apertados em seu orifícios, pois ela gemia como um puta.

Rosinha (gemendo, gritando e rebolando seu rabo aumentando o atrito dos nossos cacetes nos seu buraquinhos) – Ai, que delícia dar pra dois machos, ai, isso é bom demais, puta que pariu, vocês estão me arrombando, tô me sentindo toda arregaçada no cu e na buceta!

Eu (tentando segurar o gozo e incentivando a Rosinha) – Vai, puta, rebola esse rabo gostoso, mexe essa bunda pra sentir duas picas dentro de você, vagabunda! Tá gostando, vadia, de dar a buceta e o cu ao mesmo tempo pra dois machos?

Rosinha (de olhos fechados, rebolando, esfregando as entradas do cu e da buceta em mim e no tio) – Aiiiii, tô adorando ser a puta de dois machos, ai, é muito bom ter dois cacetes dentro de mim! Delícia!

Eu (expressado toda a minha cornitude e incentivando o tio) – Vai, tio, dá pica grossa pra minha mulher, soca essa piroca dura no cuzinho dela que ela tá adorando, fode, tio, arregaça o cu da minha esposa!

Carvalho (não mais resistindo a tanto tesão, se arrepiando todo, atolando até o último centímetro da sua pica no cu da minha Rosinha) – Puta que pariu, vocês estão me deixando doido de tesão, não vou aguentar mais, vou gozar, ai, que coisa boa, tô gozando no cu dessa vagabunda, ahhhh, isso é bom demais! (dando estocadas fortes e profundas no rabo da minha mulher) – Tome, puta, tome pau no cu, tô mijando toda a minha porra nesse seu rabo guloso, vou deixar seu rabo todo arrombado e arregaçado!

Rosinha (também gozando) – Ai, vocês estão me matando de tesão, nunca senti algo tão gostoso, vou gozar, ai, me dá pau, ai, como é bom ter dois cacetes me fodendo, um no cu e outro na buceta, não tô aguentando mais de tesão, vou gozar, vou gozaaaaar, ahhh, que delíciaaaaa!

Eu (também não conseguindo mais segurar o meu prazer maior, metendo de baixo pra cima e atolando o pau quando senti meus jatos de porra saindo e molhando as entranhas da minha mulher) – Eu também vou gozar, vou esporrar dentro da sua buceta, minha putinha gostosa, ohhh, como é bom gozar nessa buceta apertada por outro pau no seu rabo, que delíiicia!

Atingidos por um furacão de sensações, com nossos corpos arrepiados, as respirações ofegantes e os corações acelerados, ainda ficamos prensando a Rosinha por mais algum tempo até que ela “reclamou”:

Rosinha (se mexendo, tentando escapar do aperto entre eu e o tio) – Chega, tio, chega, Fer, deixem eu sair daqui, já gozei como nunca e agora quero descansar! (rebolando) – Tirem essas picas duras de dentro da minha bunda e da minha xota, tô satisfeita!

Nos esparramamos na cama, longe uns dos outros, eu pra um lado, o tio pro outro e a Rosinha, folgada, no meio com as pernas abertas exibindo a xota e o cuzinho vazando porra no lençol. Bebi água, ofereci aos demais e me deitei adormecendo por alguns minutos. Acordei com o barulho do chuveiro, o tio tomava banho. Despertei a Rosinha e passamos pelo banheiro para nos despedir do tio, desejar a ele boa viagem na manhã seguinte.

Rosinha (me provocando ao sair da casa do tio rumo à nossa casinha) – Fer, vamos tomar banho e depois quero que você passe creme no meu rabinho, tô muito dolorida no meu buraquinho, acho que terei dificuldades pra me sentar amanhã!

Eu (abraçando minha mulher carinhosamente pela cintura e fazendo uma pergunta pra a qual eu sabia a resposta) – Apesar de você estar com o buraquinho traseiro dolorido, quero que você me diga se valeu a pena. Você faria de novo o que fez hoje?

Rosinha (parando, me abraçando, encostando seu corpo nu e quente no meu) – Claro, amor, adoro dar pra você e o tio juntos. (me beijando) – Mas apesar de gostar de experimentar outros pintos, é você quem eu amo muito, você é o meu maridinho amado e corninho que eu tanto adoro!

Eu (pegando ela pela mão e seguindo pra nossa casinha) - E você é a minha putinha, a putinha mais gostosa do mundo!

Em nossa casinha tomamos banho e ela, após se enxugar, subiu na cama de forma provocante e se posicionando de quatro, com a bunda empinada e exibindo os seus tesouros, pediu pra eu passar creme hidratante no seu furinho traseiro.

Rosinha (dengosa) – Amor, preciso que você passe creme no meu cuzinho, pois além de dolorido, ele tá ardendo! (sorrindo safada me provocando enquanto eu passava o creme com carinho) – Todo maridinho corno, depois que a esposa putinha trepa com outro, tem que cuidar bem dela pra que ela continue dando pra outros machos!

Eu (rindo e dando uma rápida enfiadinha de dedo no rabo dela) – Safada!

Lambuzei o furinho traseiro da minha esposa com bastante carinho e dormimos felizes.

EXCLUSIVIDADE DA CASA DOS CONTOS ERÓTICOS. DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS. PROIBIDO COPIAR, REPRODUZIR E REPUBLICAR EM QUALQUER OUTRO SITE, PÁGINA OU BLOG.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Armando Pinto a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários