Capítulo 40: Voyeurismo e Ciúmes à Mesa

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1356 palavras
Data: 12/05/2026 14:08:29

Após o banho de todos – um ritual apressado para lavar o suor e as marcas do sexo intenso, a água quente escorrendo pelos corpos em um fluxo purificador – o grupo se reuniu na sala, ainda com o cheiro persistente de excitação no ar. Cinco corpos haviam se entrelaçado por horas, e o ambiente da casa de Cintia e Anna Letícia parecia impregnado: um misto de perfume, suor e algo mais primal que pairava como uma névoa invisível, densa e convidativa. Jhonny, agora de bermuda e camiseta fresca, notou os sinais de cansaço em todos – Andressa com os olhos levemente inchados de sono, Suzana bocejando disfarçadamente, Cintia com um sorriso preguiçoso, e Anna Letícia… bem, ela era um mapa vivo de marcas. As coxas e o bumbum dela exibiam impressões vermelhas de tapas, o rosto ainda vermelho, ardia com as marcas de dedos, um rubor que não desaparecia facilmente. Ela vestia um short solto e uma blusa fina, mas nada escondia completamente as evidências, o tecido leve dançando sobre a pele marcada. Jhonny pensou: - “Caralho, isso foi louco… mas agora, com o Chris chegando, vai ser um teste de fogo.”

Mal tiveram tempo de se acomodar na sala e respirar quando a campainha tocou. Andressa abriu a porta, e lá estava Christopher, o rosto cansado mas determinado, uma sacola na mão, os olhos varrendo o ambiente com desconfiança. Ele entrou, abraçando Suzana com força, o corpo dela se moldando ao dele: "Su… tô morrendo de saudades. Eu te amo tanto, me perdoa por ontem." Sua voz era sincera, mas seus olhos varreram o grupo, percebendo o ar carregado. O cheiro de sexo era inegável, e os sinais de cansaço – além das marcas visíveis em Anna – o deixaram visivelmente desconfortável. Ele franziu a testa: "O que rolou aqui? Parece que uma bomba atômica explodiu."

Christopher conhecia Anna de uma única vez, anos atrás, quando ela e Cintia visitaram o casal no primeiro ano de casamento de Suzana e ele. - "Anna? Faz tempo… você tá… diferente," - ele disse, notando as marcas inegáveis de dedos nas coxas e no rosto, mas sem ousar perguntar diretamente. Anna deu de ombros, com um sorriso forçado: - "Vida agitada, Christopher. Coisas acontecem." - Chris assentiu, mas seu desconforto era palpável – ele percebia que muita coisa fora feita ali antes de sua chegada, mas não conseguia decifrar quem com quem. - "Enfim… eu refleti durante todo o dia de ontem e a noite toda, Su. Errei feio com você, com as meninas, com o Jhonny… me perdoa? Pessoal, por favor, me desculpem por tudo." - Suzana o beijou levemente: - "Eu te amo, Chris, mas vamos devagar. Ainda tô magoada."

O clima estava tenso, mas era terça-feira à noite, e todos sentiam fome. "Que tal um jantar fora pra quebrar o gelo?" sugeriu Cintia, piscando para o grupo. - "A gente pode fazer nosso joguinho favorito… voyeurismo light, só pra descontrair." - Andressa riu: - "Boa ideia! Nada como um restaurante pra brincar um pouco." - Suzana concordou, olhando para Chris: - "Vai ser divertido, amor. Sem pressão." Anna, ainda marcada e um pouco fora do loop, perguntou: "Joguinho? Tipo o quê?" - Cintia explicou: - "Exibicionismo sutil… saias que 'acidentalmente' sobem, decotes que mostram mais. Mas consensual, né? Pra animar a noite." - Anna hesitou, mas sorriu: - "Tô dentro. Depois de hoje, preciso de algo... leve." - Chris, meio desconfortável mas querendo reconquistar Suzana, assentiu: "Tudo bem… vamos."

Eles escolheram um restaurante aconchegante no centro de Torres, com mesas ao ar livre e iluminação baixa, haviam poucas pessoas aquela hora por ser terça-feira à noite – perfeito para o jogo. Sentaram-se em uma mesa redonda: Jhonny entre Andressa e Suzana, Chris ao lado dela, Cintia e Anna completando o círculo. As meninas vestiam saias curtas e blusas leves, ideais para "acidentes". O garçom, um rapaz jovem, branco e franzino, chegou para anotar os pedidos, e o jogo começou. Andressa, manhosa como sempre, cruzou as pernas devagar, deixando a saia subir o suficiente para exibir a borda da calcinha branca, fina e rendada – um vislumbre rápido. - “Ops…” - ela murmurou, piscando para Jhonny, que sentiu o pau pulsar na bermuda. - “Porra, ela sabe me atiçar… isso é puro voyeurismo, e eu admito, é excitante mesmo” - ele pensou.

Suzana entrou na brincadeira, inclinando-se para pegar o cardápio e "acidentalmente" abrindo as pernas por um segundo, revelando a boceta morena, lisa e úmida sob a saia florida, lábios carnudos brilhando. - "Ai, que descuido" - ela riu baixinho, os olhos encontrando os de Jhonny por um instante, cheios de cumplicidade.

Chris notou, mas tentou ignorar, focando no menu, o rosto tenso. Cintia, a mais ousada, fingiu ajustar a cadeira e ergueu a saia o bastante para mostrar o triângulo ruivo de pêlos aparados, a boceta carnuda, meio avermelhada pelo de sexo de mais cedo, brilhando levemente à luz das velas, um vinco úmido piscando. - "Desculpa, gente… essas saias são traiçoeiras," - ela provocou, rindo alto. Anna observava, fascinada, e logo pegou o gosto: ao se esticar para pegar o sal, deixou a saia subir, expondo as marcas vermelhas nas coxas e no bumbum – impressões de tapas que contavam a história recente. Seu rosto ainda ruborizado pelos tapas na cara chamava atenção, mas ela sorria, radiante. O garçom estranhou, piscando ao ver as marcas, mas a cara de alegria dela o fez ignorar – aparentemente entendendo que fora consensual. - "Tudo bem por aqui?" - ele perguntou, corando levemente diante de toda aquela visão sexy. Anna piscou: "Perfeito, querido. Pode trazer mais vinho?"

Entre as sessões de voyeurismo – que continuavam sutis, com "acidentes" como decotes que revelavam mamilos endurecidos ou pernas que se abriam "por engano" –, Suzana conversava bastante com Chris, na frente de todos, mas falando baixo, a voz suave e íntima. - "Eu te amo, Chris… mas preciso de tempo pra processar tudo. Você já tinha aceitadomeu voyerismo, nos divertíamos juntos. E você sempre amou meu fogo depois das minhas exibições, fala a verdade..." - ela dizia, tocando a mão dele, os olhos marejados. No entanto, sempre olhava em direção a Jhonny, um olhar carregado de atração inexplicável – como se uma ‘fraqueza’ pelo laço com ele e Andressa a puxasse. Jhonny percebia, sentindo um misto de excitação e culpa: - “Ela tá dividida… ama o Chris, mas esses olhares me matam” - ele pensou, o pau pulsando na bermuda. Andressa também notava, apertando a coxa dele por baixo da mesa, um gesto possessivo, mas carinhoso, os olhos verdes faiscando.

Chris acabou percebendo um olhar mais demorado e se enfureceu, elevando um pouco a voz, o rosto vermelho de raiva: "Que porra é essa, Su? Você diz que me ama, mas fica olhando pro Jhonny como se quisesse pular no colo dele! Isso é ciúme idiota? Eu tô aqui lutando pra te reconquistar!" - O restaurante ficou em silêncio por um instante, olhares curiosos das poucas pessoas no local virando para a mesa, garfos parando no ar. Anna, confusa, perguntou: - "Por que tanto ciúme do Jhonny? Até onde eu sei, ele e a Su nem transaram nesses dias que tavam aqui." - Cintia confirmou, provocativa: "Exato, mana. Esse ciúme é idiota. Quem fez a Su gozar enquanto alguém bancava o babaca... fui eu." - Chris se irritou ainda mais, o rosto vermelho, punhos cerrados: "Vocês tão me zoando? Isso é pra me humilhar?"

Jhonny interveio, a voz firme mas calma, tentando apaziguar: "Ei, Chris, se acalma. Pela nossa amizade e, principalmente, pela Su. Não transforma isso num barraco. Ainda somos todos amigos aqui, você é do nosso grupo. Sabia de tudo isso antes mesmo de eu saber. Porque isso agora?" - Mas Suzana já chorava, os olhos marejados, levantando-se abruptamente: "Vocês não entendem… eu… eu amo o Chris. Muito! Mas… é complicado." - Ela se levantou e saiu correndo para o banheiro, o choro abafado. Andressa foi atrás, lançando um olhar preocupado para Jhonny: "Eu cuido dela, amor." - O clima à mesa pesou, o climax de toda essa tensão se aproximando como uma onda inevitável – Chris bufando, Anna confusa, Cintia arrependida de sua provocação, cerrando os dentes e apertando os olhos, e Jhonny sentindo o peso de talvez ser o centro involuntário de tudo. - “Merda… isso vai explodir de vez” - ele pensou, o jantar que era pra ser leve virando um campo minado onde tudo poderia ruim....

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