Jhonny acordou abraçado a Andressa, o corpo dela quente e macio contra o seu, o cheiro de sexo da noite anterior ainda pairando no ar do quarto como um véu sutil e provocante. Ele a beijou suavemente no pescoço, sentindo-a se mexer e acordar devagar, quadris rebolando levemente contra ele em um reflexo sonolento. "Bom dia, minha loirinha," murmurou, a voz rouca de sono, lábios roçando a pele branquinha. Ela sorriu, virando-se para retribuir o beijo, línguas se tocando com languidez, mas logo ouviram risadinhas abafadas, suaves como sussurros travessos. Era Cintia e Suzana, observando-os da cama de cima, os rostos iluminados por um sorriso travesso, cabelos ruivos e cacheados bagunçados. - "Olha só os pombinhos," Cintia provocou, a voz baixa mas cheia de malícia, olhos verdes brilhando. "Vocês também tavam gemendo e brincando durante a madrugada, né? A gente ouviu tudinho."
Jhonny riu, sentando-se no colchão, o lençol escorregando pelo peito forte: "Não teve como não brincar, meninas. Vocês duas acordaram a gente, gemendo alto daquele jeito. Foi contagioso." Andressa só riu, cobrindo o rosto com as mãos, bochechas corando: "Vocês não sabem gemer baixo, né? Parecia um show particular!" Suzana retrucou, piscando, voz dengosa: "Ah, vai, Andi! Você também não tava quietinha. A gente ouviu vocês se mexendo aí em baixo." Todos riram, o clima leve e cúmplice, o quarto pequeno preenchido com o som de gargalhadas, Cintia visivelmente mais alegre e olhos menos inchados. Mas tomaram um baita susto quando Anna Letícia bateu à porta, chamando por eles de forma meio grosseira, punhos batendo na madeira: "Ei, gente! Acordem logo, o café tá pronto! Não vão ficar aí o dia todo!"
Andressa sussurrou para Jhonny: "A Leti é meio agressiva, um pouco ignorante, mas é gente boa no fundo." Jhonny só riu baixinho: "Acabei de perceber isso." Suzana e Cintia levantaram da cama, e Jhonny as viu, nuas e ainda preguiçosas do sexo da madrugada – os corpos reluzindo levemente de suor seco, curvas expostas sem pudor, seios grandes redondos de Cintia balançando e os médios de Suzana firmes, bocetas ruiva e carnuda brilhando sutilmente. Andressa puxou seu rosto, o beijou com carinho: "Ei, olha pra mim. A gente não tava diferente." Eles se levantaram também, nus, e todos se olharam por um instante, uma mistura de olhares travessos e safados no ar, o tesão residual pairando como névoa. De repente, Anna Letícia já entrou, sem esperar resposta, e viu todos nus, olhos arregalados. Ela soltou um palavrão: "Puta merda! Vocês são uns depravados!" E saiu batendo a porta, gritando: "Se vistam logo!"
Eles caíram na gargalhada, a safadeza evaporando pelo susto, risos ecoando em seguida naquele quarto com quatro amigos cúmplices. "Ela é fogo no rabo," Cintia comentou, vestindo uma camiseta folgada que mal cobria as coxas pálidas. Após todos tomarem banho rápido – Jhonny e Andressa juntos, água quente cascateando sobre corpos entrelaçados, toques leves sem escalar –, se reuniram para o café. Anna Letícia preparara tudo – simples, mas gostoso: pão fresco crocante, queijo derretido, frutas suculentas, café forte fumegando e ovos mexidos cremosos. Após isso, ela chamou Cintia para uma conversa rápida no canto da cozinha, vozes baixas e sérias. Cintia voltou meio cabisbaixa: "Preciso sair de casa, respirar um pouco e aproveitar pra ir no mercado. Andi, vem comigo?" Andressa aceitou: "Claro, amiga." Ela ia chamar Jhonny, mas Leti interrompeu: "Não, eu vou precisar dele e da Suzana aqui." Andressa olhou ressabiada para Leti, mas Cintia a tranquilizou: "Relaxa, é coisa de família. Vamos?" Elas se arrumaram e saíram, deixando o ar um pouco carregado, a porta se fechando com um clique.
Logo após a saída delas, Jhonny perguntou: "No que eu posso ser útil?" Anna Letícia revelou, a voz mais suave agora, olhos verdes fixos nos dele: "Quero a ajuda de vocês dois pra arrumar e dar destino às coisas do meu pai. Mas a Cintia não aguentaria, então convenci ela a escolher uma das amigas pra sair com ela e rodar pela cidade por umas horas." - Suzana suspirou aliviada: "Ah, graças a Deus. Eu achava que você queria agarrar a gente." - Anna não riu, o olhar sério: "Não é isso." - Suzana ficou sem graça e pediu desculpas: "Desculpa, Leti… foi mal." - Anna Letícia então relembrou, voz baixa: "Eu sei das safadezas da minha irmã com vocês. Mas eu não sou daquela forma." - Apesar de dizer isso, ela não tirava os olhos de Jhonny, fitando-o da cabeça aos pés, mas disfarçadamente, como se estivesse avaliando cada músculo, o olhar demorando nas coxas fortes e no peito largo.
Eles começaram o trabalho com afinco. Anna instruiu: "Roupas boas vão pra doação, sacola azul. Rasgadas ou manchadas, lixo no saco preto. Papéis sem importância, rasgados e pro lixo. Documentos vão pras caixas de madeira, pra revisar depois." Suzana acabou percebendo as olhadas de Anna para Jhonny – olhares que demoravam um segundo a mais nas coxas dele ou no volume sutil da bermuda, olhos verdes faiscando. Até ele percebeu, sentindo um calor subir, o pau dando um pulso involuntário. Então, uma mensagem no telefone de Jhonny.
Era de Cintia: "Cuidado com a minha irmã, Jhonny. Ela se faz de brava, mas é safada igual eu Kkkk" Suzana olhou seu celular, sorriu safadamente, mas não comentou, o ar carregando uma tensão sutil. Em dado momento, Anna quase caiu em cima de Jhonny ao pegar uma caixa alta, o corpo curvilíneo desequilibrando. Para se segurar, apoiou uma mão em um móvel, mas a outra "acidentalmente" levou diretamente entre as pernas dele, roçando o pau por um instante, dedos quentes pressionando o volume crescente. Ela deu um leve suspiro, os olhos faiscando, bochechas corando levemente. Dali pra frente, sempre que podia, ela esbarrava nele, roçando seus seios sob a blusa sem sutiã – os mamilos endurecidos visíveis, bicos rosados marcando o tecido fino – ou roçando seu bumbum generoso contra as coxas dele, curvas macias pressionando com "inocência".
Suzana estava com uma expressão enigmática, um misto de tesão e ciúmes nos olhos castanhos, o peito subindo e descendo mais rápido. Jhonny percebeu, jogou um beijo pra ela e balbuciou: "Relaxa, Su. Não vou trair a Andi." - Suzana assentiu, mas logo estava também se roçando em Jhonny quando podia, o quadril dela pressionando contra o dele "por acidente", nádegas firmes roçando o pau agora endurecido. O volume em sua bermuda logo deu sinais, crescendo visivelmente, latejando contra o tecido. Quando Anna percebeu, exclamou: "Safado!" - Mas Suzana não se aguentou: "Safada é você. E hipócrita, que tá se jogando nele!" - Por pouco elas não brigaram, as vozes subindo, olhares flamejantes trocados, com Jhonny se metendo no meio para apaziguar: "Ei, ei, calma aí! Vamos focar no trabalho." - Nesse meio tempo, separando as duas quase brigando, Jhonny acabou apalpando os seios de ambas – a mão escorregando acidentalmente no peito farto de Anna, dedos afundando na maciez, e no de Suzana, mamilos endurecidos roçando a palma. Suzana nem disfarçou: "Jhonny é um gostoso, e eu amo ser tocada por ele… mas você finge que não quer, né, Leti?" - Ela acabou falando demais: "Talvez você queira saber o que a Andi viu nele, já que vocês duas já namoraram no passado."
Jhonny ficou surpreso com a informação, os olhos arregalados: "Vocês… já namoraram?" - Mas deixou pra processar depois, apaziguando as duas, voz firme: "Meninas, parem, por favor. A gente tá aqui pra ajudar, não pra brigar, Su. Respeita o luto da Anna."
Anna Letícia tinha momentos de pura doçura, mas quando se enfezava, ficava difícil de lidar – o rosto avermelhado, os olhos faiscando como brasas. Por fim, terminaram o trabalho, e Jhonny avisou Cintia por telefone, o ar ainda carregado de tensão residual. Não demorou e elas chegaram, logo percebendo o clima pesado, olhares curiosos trocados. "O que rolou aqui?" - Cintia perguntou, franzindo a testa. Anna Letícia já soltou: "O Jhonny realmente é um gostoso, mas eu ainda prefiro a Andressa."
Andressa pediu explicações, os olhos flamejantes. Jhonny contou o que houve – os esbarrões, as olhadas, a quase briga. Então, Andressa disparou: "Você nem provou o Jhonny pra saber se ele é gostoso, Leti! E a gente ter namorado no passado não te dá liberdade pra falar assim!" - Cintia gritou com a irmã: "Ei, tem mais respeito com a Andi e com o Jhonny!"
Agora eram Andressa e Cintia que brigavam com Anna Letícia, Andressa estava furiosa, parecia que pularia no pescoço da Anna à qualquer momento. Jhonny a segurou: "Calma, amor!" - Cintia, mesmo irritada, segurou a irmã. Por fim, Anna confessou, a voz quebrando: "Cacete, eu tô magoada e com inveja. Tô separada há um ano e desde então não saio com ninguém. Quando ouvi vocês quatro gemendo no quarto, chorei de ódio. Eu sou linda, mas ninguém aguenta viver comigo muito tempo." - Ela saiu chorando pro quarto, o ar pesado como chumbo.
Das coisas do pai de Cintia, o que era lixo já havia sido colocado na caçamba do bairro próximo por Jhonny, de carro, e as doações estavam na garagem, prontas para recolhimento. Jhonny chamou Andressa: "Vem me ajudar a levar o resto pra garagem." - Suzana foi junto, e os três conversaram sobre Anna Letícia. "Ela é bruta, apesar de doce. Uma incoerência de mulher" - Andressa disse. Ela acabou revelando: "Ela é um tesão também, apesar de tudo. O sexo dela era forte… eu sempre saía marcada." - Jhonny deu um tapa leve no bumbum dela: "Você gosta, é? Não sabia..." - Andressa sorriu: "Anna batia ainda mais forte, mas não é bem a minha praia sexo agressivo." - Jhonny concordou: "Também não curto." - Andressa pegou o celular e, procurando no grupo delas no Telegram, achou um vídeo das duas. Jhonny ficou em choque: Anna, com um cintaralho, comia Andressa forte de quatro, batendo no bumbum já vermelho dela e chamando-a de "cachorra".
Andressa gemia e gritava: "Mais, sua safada!" - Andressa tentou se consertar: "Isso era na hora, amor… depois eu ficava toda doída e ardida." - Jhonny, cara de safado: "Tem mais?" - Andressa respondeu: "Só alguns. A gente transou poucas vezes, mas vídeos e fotos só tem de duas transas." - Jhonny riu, imaginando: "Como a Cintia reagiu vendo um vídeo da irmã comendo a amiga?" - Suzana riu: "A Cintia é doida… ela tocou uma siririca vendo, mas deixou claro que não tocaria na irmã se participasse." Andressa gargalhou: "Não sei se seria assim, as duas são fogo… mas a Leti, como mais velha, teve uma criação mais rígida. Mas ela é tão safada quanto a Cintia." Jhonny refletiu: "Meninas, façam as pazes com ela. Su, pra você é mais fácil, você nunca ficou com a Leti." Suzana assentiu: "Acho que ela ainda deseja a Andi… e agora quer disputar você com ela. Ou ela com você, sei lá." Andressa bufou: "Quebraria a cara dela. Ela não faz parte do grupo pra dividir o Jhonny." Mas o telefone dela tocou – era Cintia, chamando Andressa. Ela entrou na casa e demorou alguns minutos. Quando voltou, estava séria, mas corada. Tinha coisa aí.
Todos então se reuniram, as meninas prepararam o almoço – uma macarronada simples com salada – e Jhonny terminou o que faltava das bolsas. Após comerem, o clima aparentemente mais leve, Cintia chamou Suzana: "Vem deitar um pouco comigo?" Anna Letícia provocou: "Minha irmã já quer safadeza." Mas admitiu: "Entendo ela." Elas entraram pro quarto, deixando Anna, Jhonny e Andressa sozinhos. Jhonny sentiu um clima diferente no ar – um conflito, algo quase palpável, como eletricidade antes de uma tempestade.
Andressa quebrou o silêncio, os olhos fixos em Anna: "Você quer disputar o Jhonny comigo, né? Desde que ele chegou, tá olhando pra ele como se fosse um prêmio." Anna cruzou os braços, o rosto corando: "E se eu quiser? Você mesma disse que ele é gostoso. Vamos ver quem faz ele gozar primeiro."
Andressa riu, mas com fogo nos olhos: "Ah, é? Tá me desafiando? Beleza, mas se prepare pra perder." Jhonny piscou, surpreso: "Ei, meninas, o que é isso?" Mas o tesão no ar era inegável, e ele sentiu o pau endurecer só com a ideia, latejando como um chamado selvagem. A disputa era no sexo: ver quem faria Jhonny gozar primeiro, com safadezas verbais e atos para seduzi-lo.
Primeiro foi Andressa. Ela o puxou para o sofá, tirando a roupa devagar, revelando o corpo magrinho e branquinho, seios pequenos balançando levemente, boceta rosada piscando úmida: "Vem, amor… me fode como só você sabe" murmurou, montando nele e cavalgando devagar, a boceta apertada o envolvendo como um punho quente e úmido, quadris rebolando em círculos sensuais. "Sente como tô molhada pra você? Goza pra mim, vai… enche sua loirinha." Ela gemia alto, rebolando com maestria, as unhas cravadas em seus ombros, clitóris roçando na base veiosa, mas Jhonny resistiu, os dentes cerrados, controlando o prazer: "Não ainda… aguenta mais," ele provocou, mãos apertando as nádegas magrinhas.
Depois, Anna. Ela era bruta, mas com uma fome selvagem. Tirou a roupa, exibindo os seios fartos e o bumbum generoso, mamilos rosados endurecidos, boceta carnuda reluzindo: "Vem cá, seu safado… vou te mostrar o que é uma mulher de verdade" rosnou, ajoelhando e chupando o pau com voracidade, a boca quente e gulosa, língua rodopiando na glande sensível, garganta profunda engolindo todo o comprimento. Depois, virou de costas e guiou ele para dentro da boceta carnuda: "Mete forte! Goza nessa boceta que sua mulher já provou… imagina nós duas te chupando juntas?" Seus gemidos eram guturais, o corpo se chocando contra o dele com impactos fortes, nádegas tremendo, mas Jhonny resistiu novamente, suor escorrendo pelo peito, veias saltadas no pau: "Ainda não… você vai ter que se esforçar mais."
Em 10 minutos com cada, ele não gozou com nenhuma, o pau latejando dolorosamente, o autocontrole no limite. Andressa ficou feliz e saltitante, mesmo não tendo "ganho": "Viu? Ele é meu!" Anna ficou frustrada, bufando: "Isso não acaba assim." Jhonny sorriu, sugerindo: "Ei, o vencedor fui eu… que tal você como prêmio? Nós dois vamos foder você igual você fazia com a Andi." Andressa amou a ideia no ato, os olhos brilhando: "Sim! Vem cá, sua safada. Vou te comer forte igual você me comia." Correu e pegou o cintaralho de Anna, ajustando-o na cintura com um clique, o silicone grosso balançando. Eles fizeram um DP em Leti: Jhonny na boceta dela, estocando fundo e ritmado, sentindo as paredes quentes se contraírem ao redor do pau veioso; Andressa no cu, enfiando o pênis de borracha com força, o silicone deslizando com lubrificante, esticando o anel apertado.
Leti pediu para pararem no início: "Ei, devagar… isso é demais!" Mas logo estava gemendo alto, muito alto, o corpo tremendo: "Ah, seus safados… me fodem mais!" Jhonny deu um tapa na cara dela, palma ecoando, que gritou e gemeu: "Você é o cachorro tesudo da Andressa.” - “Repete!" - ele mandou e ela repetiu, ofegante: "Você é o cachorro dela! O macho da Andi!" Andressa gritou de prazer, procurando a boca de Jhonny: "Meu homem… te amo!" Jhonny deu outros tapas na cara de Leti e no bumbum de Andressa, que encheu a mão, deixando marcas vermelhas: "Isso, sua safada… pede mais!" Leti gemeu: "Vocês vão me matar… ah, tô gozando de novo!" Ela gozou pela segunda... depois terceira vez, o corpo convulsionando, boceta e cu pulsando em espasmos intensos.
Eles inverteram: Jhonny no bumbum de Leti, sentindo o anel quente e apertado, pau esticando as pregas com metidas profundas; Andressa na boceta, metendo com vigor, o cintaralho invadindo o vinco carnudo. Anna Letícia urrou quando Jhonny enfiou em seu botãozinho, mas não recuou. Sempre que Leti tentava ser grossa ou mandar em Andressa – "Me fode direito, loirinha!" –, Jhonny revidava: "Cala a boca e goza pra gente, ruiva!" Dando tapas e estocadas fortes, palma ecoando na pele avermelhada. Andressa a beijou com força: "Safada… querendo o marido dos outros!" Leti confessou, gemendo: "Quero sim… mas tô dividida entre essa boceta rosada linda da loirinha mais gostosa que já comi, ou a rola grossa do marido dela." Jhonny riu enquanto metia forte: "huuum… isso foi ideia da Cintia pra apaziguar tudo, né?" Andressa mandou: "haha foi sim. Agora, pede mais tapas na cara igual uma safada!" Leti pediu: "Me bate, por favor! Dá na minha cara!" Andressa bateu, Jhonny também, mas agora no bumbum já super vermelho, e Leti gozou forte mais uma vez, caindo fraca das pernas, corpo tremendo em êxtase.
Anna se sentou no sofá, exausta, mas logo deram seus "paus" pra ela chupar – Leti alternando entre o pau de Jhonny e o cintaralho de Andressa, sugando com gosto, boca gulosa engolindo alternadamente, gemidos abafados. Não demorou pra Leti colocar o brinquedo de lado e chupar a boceta de Andressa, que até então não fora tocada: "Vem cá, sua delícia… tô com saudade dessa bocetinha," língua invadindo o vinco rosado com fome. Jhonny foi pra trás de Andressa e a comeu gostoso, estocando fundo enquanto Leti lambia o clitóris dela, a língua ávida rodopiando no ponto sensível, o pau de Jhonny roçando ocasionalmente na boca dela. Leti admitiu: "Essa é a boceta mais deliciosa que já comi…" Mas Andressa deu outro tapa na cara dela: "Chupa mais, sua safada!" Leti se espantou mas atendeu, chupando com fome aquela boceta sendo penetrada, sugando o mel misturado ao pré-gozo. Logo Andressa gozou forte, esguichando na cara de Leti, que sorriu satisfeita, o rosto molhado e brilhante.
Jhonny parou e deu a rola pra Leti, que o chupou até ele gozar, enchendo o rosto dela de porra quente e espessa, misturando-se ao esguicho de Andressa, jatos pulsantes pintando bochechas e lábios. Andressa deu um beijo molhado nela: "Gostou, né?" E chamou Jhonny, que fez o mesmo – um beijo surpreendente, profundo, Leti gemendo durante: "Ah, seu tesudo…" Ela ficou tão surpresa, especialmente com o de Jhonny, que gemeu e fechou os olhos, o corpo tremendo em um orgasmo residual. Andressa desceu e a chupou: "Nunca te chupei antes, né… só você queria ser a ativa." Jhonny desceu e chupou junto, línguas se entrelaçando na boceta carnuda de Leti, sugando o clitóris inchado e o mel misturado vindo de mais um orgasmo. Os três estavam exaustos, suados e ofegantes, corpos colapsando no sofá em um emaranhado de membros.
Eles ouviram gemidos do quarto – Suzana e Cintia também se divertiam, vozes abafadas ecoando através da parede.
Andressa se sentiu vingada e, ao mesmo tempo, uma fortaleza com Jhonny. Ela o beijou: "Te amo muito, amor. Amei ser defendida por você." Ele retribuiu, abraçando-a: "Sempre, minha loirinha." A sala ainda cheirava a sexo, e o ar carregado de uma nova cumplicidade – mas com uma surpresa no ar, pois os gemidos do quarto ao lado continuavam, sugerindo que a noite poderia não ter acabado, vozes ecoando como um convite sutil.