Jhonny enfim chega em casa com Suzana e Andressa. A viagem de volta da casa de Chris foi tensa, com as meninas quietas no carro, cada uma perdida em seus pensamentos, o silêncio quebrado apenas pelo ronco do motor e o som distante do tráfego noturno. Mas, ao cruzar a porta do apartamento, algo mudou – o ar familiar pareceu libertá-las um pouco da nuvem pesada que pairava sobre elas, como se aquelas paredes fossem um refúgio que dissipava parte da angústia. Jhonny, ainda com o coração apertado pela cena que presenciara, quebrou o silêncio enquanto tirava os sapatos: "Eu tenho esperança que o Chris coloque a cabeça no lugar e se acerte com você, Su. Mas da maneira correta, se desculpando devidamente. Ele errou feio, mas se ele refletir, pode dar certo."
Suzana deu de ombros, fingindo indiferença, mas logo sua voz saiu fraca, sem o transbordar de confiança que normalmente possuía, os olhos castanhos baixando por um instante: "Eu também espero… mas vamos ver." - Seus olhos baixaram por um instante, revelando a vulnerabilidade por trás da fachada forte, o peito subindo e descendo em um suspiro contido.
Jhonny deixou claro, a voz firme, mas controlada, enquanto pendurava as chaves: "Chris xingar as meninas, principalmente você, Andi, não me desceu bem. Eu tive que me segurar muito pra não partir pra porrada. Mas consegui não fazer isso, e sei que se tivesse, dificilmente a amizade seria reestabelecida. Teria sido um ponto de ruptura, talvez definitivo." - Andressa franziu a testa, não gostando da ideia de violência, mas concordou com um aceno relutante, a mão tocando o braço dele: "Eu fiquei muito irritada com ele, muito magoada… mas quem foi mais impactada mesmo foi a Su." - Suzana balançou a cabeça, os olhos ainda levemente marejados, voz baixa: "Eu não quero conversar sobre isso ainda, mas… obrigada, vocês dois." - Ela os abraçou forte, dando um beijo carinhoso na bochecha de cada um, o cheiro de seu perfume misturando-se ao ar, lábios macios roçando a pele em um gesto reconfortante. Depois, entrou com Andressa, deixando Jhonny para trás por um momento, que desceu pra guardar o carro na vaga correta, os passos ecoando no estacionamento vazio.
Ele estacionou, o motor ainda quente ecoando seus pensamentos, o ar fresco da noite aliviando um pouco a tensão nos ombros. Quando subiu, encontrou as meninas arrumando o quarto de hóspedes, também conhecido como o quarto de bagunças pendentes – pilhas de caixas empilhadas, roupas velhas e itens aleatórios acumulados ao longo dos meses, poeira dançando no ar sob a luz fraca. Suzana já começava a voltar a brincar, um sorriso forçado, mas genuíno, surgindo em seu rosto: "Esse quarto vai virar meu, hein? Vou me instalar aqui e não saio mais!" - Andressa riu, entrando na onda, os cabelos loiros balançando: "É isso aí, Su! Você vira nossa concubina, a gente te ama muito, muito!" - Elas gargalharam alto, a primeira risada verdadeira desde que chegara, ecoando pelo apartamento como um alívio bem-vindo.
Jhonny, ouvindo da porta, alertou com um tom sério, mas afetuoso, aproximando-se: "Ei, meninas, foi justamente esse tipo de brincadeira que explodiu aquele barril de pólvora. Eu posso discordar veementemente das atitudes e palavras do Chris, mas vocês têm que admitir que todos temos nem que seja uma pequena parcela de culpa nisso. As situações, os eventos… tudo levou a isso, quer a gente admita ou não." - Suzana fingiu não ligar, dando de ombros novamente, mas logo admitiu, a voz baixa, olhos baixos: "É… você tem razão." - Andressa tentou retrucar, abrindo a boca para defender, mas logo confessou, suspiro escapando: "Eu sei, amor. A gente sabe." - Elas voltaram a murchar, o desânimo voltando a pairar no ar, os ombros caindo levemente.
Jhonny, percebendo o clima, se aproximou e as abraçou juntas, bem apertado, seus braços fortes envolvendo as duas, o calor dos corpos se misturando em um emaranhado reconfortante. Deu um cheiro no pescoço de cada uma, inalando o perfume delas – lavanda suave de Andressa e algo mais floral e intenso de Suzana – um gesto carinhoso e reconfortante, narizes roçando a pele macia: "Vem cá, minhas meninas. Vamos arrumar isso." - Elas coraram, as bochechas avermelhadas, não esperando o abraço tão íntimo, um arrepio sutil percorrendo os corpos. Jhonny só riu, piscando: "Vocês são fogo mesmo, hein?" - Elas riram de volta, o momento leve quebrando a tensão, risadas ecoando como um bálsamo.
Foi de muito trabalho e arrumação nas duas horas seguintes. Eles esvaziaram caixas, organizaram prateleiras e limparam poeira acumulada, mãos suadas movendo itens com eficiência, o quarto ganhando forma aos poucos. O que não teria serventia imediata foi considerado lixo, e Jhonny já descartou sacos cheios no contêiner do prédio, o som de plásticos caindo ecoando no subsolo. O que precisava ser montado – uma prateleira extra e uma mesinha – ele fez de imediato, suando um pouco, mas satisfeito, marteladas ritmadas preenchendo o ar. Antes das 23h, o quarto ficou limpo e arrumado para Suzana, com lençóis frescos e espaço para suas coisas, o cheiro de limpeza misturando-se ao ar. Andressa, feliz com o resultado, pediu: "Amor, pede comida japonesa pro jantar? A gente merece!" - Suzana pulou de alegria: "Ai, sim! Essa noite vai ser ótima!" - Andressa concordou, já mandando a letra com uma voz cheia de tesão: "Hoje a sobremesa vai ser a Su… delícia!" - Jhonny pensou que elas logo se adaptavam aos problemas, desde que juntas. E já pensavam em safadeza, um sorriso safado surgindo em seus lábios.
Ele perguntou: “Querem algum docinho, meninas?" - Elas disseram que sim - chocolate. Jhonny pediu pelo app um kit de comida japonesa – sushis variados, temakis crocantes e rolinhos primavera quentes – e saiu para comprar o chocolate num mercadinho 24h próximo, o ar noturno fresco refrescando a pele. Enquanto dirigia, se perguntou se as meninas pretendiam preparar algo enquanto ele saía. Ele já as conhecia bem o suficiente para imaginar, o tesão sutil começando a crescer.
A fila no mercado estava relativamente grande, mas ele demorou apenas umas meia hora, voltando com barras de chocolate ao leite, branco e meio amargo, o pacote farfalhando em suas mãos.
Ao chegar, se deparou com as meninas já tomadas banho, lindas e cheirosas, o aroma de sabonete floral preenchendo o ar. E para zero surpresas, as duas usavam mini vestidos que mal passavam de seus quadris – Andressa com um azul com preto, justo e provocante, realçando suas curvas magrinhas, o tecido colando aos seios pequenos e aos quadris estreitos; Suzana com um adornado por flores, que dançava levemente em seu corpo mais cheio, realçando as curvas generosas dos seios médios e das nádegas firmes. Ele riu, balançando a cabeça: "Vocês duas… sempre prontas pra arrasar." Elas sorriram, cochichando algo entre si, olhares cúmplices trocados.
Jhonny partiu pro banho, escutando a comida chegando nesse meio tempo, o interfone tocando. Ao sair do banho, refrescado e de short e camiseta, as meninas sorriam e cochichavam mais, os olhos brilhando de malícia. Ele nem começou a perguntar e Andressa já falou: "Tadinho do motoboy… vai ter sonhos molhados essa noite!" Elas gargalharam alto. Jhonny olhou com uma cara sacana: "O que vocês aprontaram?" Suzana explicou, entre risos: "Na hora de receber, a Andi deixou o cartão cair e se agachou pra pegar. Mas o cartão caiu de novo, e aí fui eu que me agachei." Elas gargalharam ainda mais, bochechas coradas. Jhonny perguntou, zoando e já imaginando: "E o que ele teria visto?" Elas se entreolharam, um clima de sensualidade e cumplicidade antiga no ar. "Logo você descobre," Andressa piscou, maliciosa.
Eles se sentaram pra jantar e ver uma série nova que tinha estreado – uma comédia leve com toques de drama, perfeita para distrair, risadas ecoando na sala enquanto cenas engraçadas se desenrolavam na tela. Divertida, mas logo outra coisa chamou a atenção de Jhonny. Ou melhor, outras duas situações. Ele se sentou no centro do sofá, e as meninas, uma de cada lado, corpos quentes roçando levemente os dele. Eles assistiam, comentavam e zoavam, tanto a própria série por ter uma ou outra cena clichê como uns aos outros. "Olha essa cena, que forçada!" Suzana ria, cutucando Jhonny no braço. Mas a zoação ia ficando cada vez mais quente, toques inocentes virando carícias. Entre risadas e comes e bebes, o vestido das meninas já tinha levantado o suficiente pra Jhonny confirmar sua teoria: estavam sem calcinha, as bocetas lisinhas e expostas de leve, um convite sutil e provocante, lábios rosados de Andressa e carnudos de Suzana reluzindo sob a luz da TV.
E mais que isso, a toda e qualquer oportunidade, tanto Suzana quanto Andressa tocavam ou acariciavam Jhonny, em qualquer parte de seu corpo – ombros, braços, joelhos, dedos traçando padrões leves na pele. Mas chegando proximo do fim do jantar, as carícias foram ficando cada vez mais concentradas nas coxas e barriga, próximas à virilha, mãos quentes subindo devagar, roçando o volume crescente no short. Jhonny tentou disfarçar, se fazendo de bobinho, mas ao levantar pra levar os pratos e pegar os chocolates, o volume em seu short logo o entregou, pau latejando visivelmente. Elas zoaram: "Olha só, não sabe fingir!" Andressa riu, e Suzana completou: "Tá animadinho, hein?"
Ele foi e voltou logo, e quando se deparou, lá estavam elas, olhando para ele como famintas que encaram sua comida favorita, olhos brilhando de desejo. Suzana perguntou, voz dengosa e maliciosa: "Quer comer chocolate ao leite e chocolate branco hoje, Jhonny?" Seu vestido na metade do quadril, boceta totalmente exposta, assim como a de Andressa, que disse: "Ele é um cara que come bem um chocolate branco, mas adora um chocolate ao leite também." Elas sorriram, risadas carregadas de sensualidade, corpos se inclinando para frente.
Jhonny voltou a se sentar no meio delas. Andressa estava com seu celular em uma mão. Ele com os chocolates. Suzana pegou uma das pequenas barras – chocolate ao leite. Abriu e mordeu um pedaço, o doce derretendo na boca: "Delicioso," ela murmurou, oferecendo para Jhonny provar. Ele aceitou, e ela o puxou para um beijo forte, o chocolate derretendo entre suas bocas, saindo pelas laterais em filetes quentes e pegajosos. Ao final, Jhonny disse, lambendo os lábios: "O chocolate estava delicioso." Ele olhou pra trás – Andressa já filmava, segurando uma barrinha de chocolate branco com a mão livre, um sorriso malicioso nos lábios.
Ela entregou o celular pra Suzana, que continuou filmando. Andressa colocou o chocolate branco na boca e, sem oferecer, puxou Jhonny para um beijo delicioso, o doce se misturando ao calor de suas línguas, derretendo em uma bagunça doce e quente. Mal terminou e Suzana voltou, beijando mais intensamente ainda, línguas dançando com o resíduo de chocolate. E cada uma foi puxando e dividindo seu chocolate com ele, os beijos ficando mais quentes, mãos explorando corpos, dedos traçando virilhas e seios, gemidos suaves escapando. Enquanto ele beijava pela sabe-se lá qual vez Andressa, ao voltar para beijar Suzana, ela puxou sua cabeça pra baixo. Ela se deitou no sofá, abriu suas pernas, colocou um pedaço de chocolate na entrada de sua boceta e disse, dengosa: "Aproveitem." Andressa murmurou: "Olha que delícia." Jhonny concordou, e os dois caíram de boca, revezando aquela boceta e espalhando o chocolate que derretia por sua boceta e virilha, depois lambendo todo o doce com lambidas lentas e famintas, línguas traçando os lábios carnudos, sugando o clitóris inchado misturado ao sabor doce e salgado do mel dela. Às vezes suas bocas se encontravam e eles se beijavam deliciosamente, línguas dançando com o gosto de chocolate e mel. Andressa dizia, entre lambidas: "Eu te amo muito, Jhonny." Ele correspondia, a voz rouca: "Eu também, minha loirinha."
Suzana não aguentou muito tempo e logo gozou gostoso com aquela doce brincadeira, o corpo convulsionando, boceta pulsando em espasmos intensos, gemidos altos: "Ah, sim… tô gozando!" "Foi uma pena que não recebi esse carinho duplo da última vez, de vocês dois," ela comentou, ofegante, suor perlando na pele morena. Andressa perguntou, maliciosa: "Você queria?" Jhonny complementou: "Por que não pediu?" Suzana, com uma voz bem manhosa, respondeu: "Fiquei com vergonha de pedir uma chupada bem dada de meus dois amigos na frente do Chris… isso… e outras coisas." Andressa ficou mais corada, voz manhosa: "Ah, sua safadinha, que delícia. Tem ainda mais desejos comigo e com meu Jhonny?" Ela só balançou a cabeça afirmativamente, olhos brilhando de tesão. Jhonny, com o rosto ainda sujo de chocolate e de mel de Suzana, apenas lhe deu um grande beijo chupado em sua boceta, língua invadindo o vinco úmido. Suzana deu um grito leve, e finalizando, ele disse: "Você é uma delícia, Su. Nosso chocolate ao leite delicioso, né, Andi?" Andressa concordou, fazendo o mesmo, sugando com fome: "Com certeza!" Suzana novamente deu uma gemida gostosa, gozando mais uma vez e disse: "Agora é a vez da Andi."
Naquele momento, Jhonny percebeu que Andressa tinha colocado o celular em um suporte, preso na mesa. Elas realmente não queriam perder tempo em se preocupar com o celular e a gravação. “Esse momento vai ser um filminho para outros dias, né? E outras duas pessoas também, imagino." Jhonny disse, se referindo a Cintia e Christopher, sorrindo maliciosamente. Andressa só confirmou, sorrindo dengosa: "É claro, amor."
Agora Andressa abriu suas pernas. Ambas ainda de vestido. Colocou um pedaço generoso de chocolate branco, não sobre, mas dentro de sua bocetinha, enfiando devagar com um dedo, o doce derretendo no calor úmido, e disse, bem dengosa: "Se deliciem." E eles o fizeram. Jhonny e Suzana a chuparam e espalharam o chocolate com gosto, cada chupada arrancando uma gemida forte e dengosa, línguas sugando o clitóris rosado misturado ao doce derretido, dedos auxiliando a espalhar o chocolate, o sabor doce se misturando ao mel salgado dela. Suas línguas se encontrando, beijos rolando e Andressa delirando de prazer, quadris rebolando contra as bocas. Mal o chocolate acabou e Andressa também deu sua primeira gozada, boceta pulsando em espasmos, gemidos altos: "Ah, tô gozando… delícia!"
Elas se levantaram. Andressa brincou: "Vamos ter que limpar tudo antes de dormir pra não dar formiga." Todos riram, o ar leve apesar da intensidade. Suzana, talvez movida por sua consciência, olhou pra câmera pela primeira vez desde o início da gravação e enfim disse, voz suave mas firme: "Chris, eu ainda te amo muito. Espero que saiba disso. Se você também me ama, vem me buscar amanhã à noite." Ela hesitou, mas completou, sincera: "Eu realmente espero que você venha. Você, Chris, ainda é tudo pra mim." Sua expressão e voz eram genuínas, olhos marejados. Mas ela lembrou do que Chris dissera enquanto filmava o sexo entre elas: "Você aproveitou bem a Andressa aquele dia e essa bocetinha branquinha linda dela. Hoje, é a minha vez de aproveitar essa rola deliciosa do Jhonny. Sem ciúmes, hein? E sem segredos." E sorriu, maliciosamente, mas zoando também. Ela não queria um muro de gelo entre eles, mas sinceridade e cumplicidade.
Ela se agachou, começou a beijar a rola de Jhonny, lábios macios roçando a glande sensível, e falou: "Olha que gostosura, mas o seu é maior, amor, fica tranquilo," e chupou vorazmente, boca quente engolindo o comprimento veioso. Ela então sentiu Andressa começar a lhe chupar, língua traçando o vinco úmido. Andressa estava de quatro no meio da sala, chupando Suzana, também de quatro enquanto chupava Jhonny. Sua boceta branquinha virada para a direção e próxima do celular. Andressa pausou, olhou pra câmera e disse: "Eu sei que você ama essa minha bocetinha, Chris. Branquinha e apertadinha. Mas hoje você vai só assistir a Su e eu dando um trato no meu Jhonny. Esse foi o acordo, né?" E sorriu, voltando a chupar sua amiga, língua invadindo com fome.
E eles foram transando gostoso os três, horas com Suzana e Andressa fazendo um 69 gostoso enquanto Jhonny observava ou penetrava uma delas, alternando entre bocetas quentes e úmidas, pausando para beijos triplos, gemidos enchendo o ar, corpos suados colidindo em ritmos variados – doggy com uma enquanto a outra lambia por baixo, cowgirl dupla com elas se revezando no pau e no rosto dele. Ficaram se divertindo deliciosamente até por fim elas pedirem pra ele gozar em seus rostos, ajoelhadas no sofá, bocas abertas e línguas esticadas. Jhonny, já exausto, aceitou, gozando forte nelas, jatos quentes pintando bochechas e lábios, que então se beijaram, misturando porra e saliva em um beijo pegajoso e faminto.
Por fim, exaustos, Andressa desligou a gravação, o celular piscando com o arquivo salvo. Ela enviou os vídeos para Chris e Cintia, mas só amanhã veriam suas respostas, o ar carregado de expectativa. Suzana estava ressabiada, sabia que tinha dito algumas coisas que poderiam até piorar a situação entre ela e Chris, mas também sabia que tentou ser a mais sincera e clara possível com ele, o peito apertando com a dúvida. Então tomaram um banho, com um lavando o outro – mãos suaves ensaboando corpos, um banho lento, demorado e apaixonado, água quente cascateando sobre peles reluzentes, toques carinhosos traçando curvas e músculos. Andressa disse: "Eu amo você mais que tudo, Jhonny, muito mesmo… mas também amo a Su. Eu só não falei isso na viagem pra não encrencar com Chris.” Suzana a beijou de volta, lábios macios se unindo: "Eu senti suas palavras não ditas. Eu amo o Chris sim, ele é meu marido lindo e pauzudo apesar dos defeitos, mas também amo você, Andi… e," puxando Jhonny pra outro beijo de língua mais molhado que a água, diz: "amo você também, careca." Mas, pela primeira vez, Jhonny sentiu um sentimento genuíno naquelas palavras, não apenas palavras ditas pelo momento, o peito aquecendo com a intensidade. Foram tão fortes que até Andressa brincou: "Ei, amiga, não me rouba o marido!" Suzana só sorriu: "Jamais faria isso." Jhonny então puxou Andressa e Suzana juntas e disse: "Eu amo vocês também. Minha esposa amada," e a beijou forte, línguas dançando com paixão, "e minha amiga chocolate ao leite," e a beijou forte também, o beijo se aprofundando. E eles se deram um beijo triplo, por fim terminando o banho, sem mais sexo, mas carregado de sentimentos, corpos entrelaçados sob o jato quente.
Elas, devidamente satisfeitas, chegando a assumir: "A gente ficaria furiosa se esse pagamento não fosse feito" - e Jhonny apenas gargalhou: "Nunca imaginaria isso um ano atrás." - Andressa sorriu e o beijou: "Nós dois só faremos e iremos até onde decidirmos juntos. Sem segredos ou mentiras entre nós, tá bom, meu amor?"