A virgindade da minha amiga.

Um conto erótico de Bil
Categoria: Heterossexual
Contém 4184 palavras
Data: 08/05/2026 19:44:09

Logo após Zilda (conto: Minha professora de sexo.) sair do escritório, por causa dos ciúmes de João, no lugar dela entrou Lana, uma moça recém chegada do Ceará. Ela também não era bonita. Era muito magra, seios bem pequenos. Os cabelos eram cacheados e longos, eram cachos muito finos e bem cuidados. O sorriso era bonito, mas era sua única beleza aparente. Ela era alegre e muto gente boa. Sempre estava de calça jeans com cós baixíssimo, suas camisetas eram curtas e com a barriga chapada de fora (na época não existia este termo), na verdade ela era aparentemente desprovida de gordura.

Parece que peguei pesado com ela né, mas não, até porque eu a adorava. Ela era gente muito boa. Eu estava saindo de um relacionamento que me deixou bem para baixo. Eu amava minha namorada, que era modelo, mas a infeliz da mãe dela não via futuro em mim. Nesta época, toda vez que Lana me via triste, fazia questão de me adular. Quando estávamos sozinhos a tarde, ela me divertia com o seu jeito cearense de falar, e ria do meu mineres. Éramos bons amigos. Nunca tive o mínimo de interesse nela. Com o passar dos meses ela me disse que sua irmã estava vindo para BH. Num belo dia sua irmã vai ao escritório.

Lana: Mana, este é o cara mais legal de Minas.

Bil: Está é minha irmã Lúcia. Toda a beleza da família foi para ela. Puxou minha mãe.

Que isso, a moça era linda, como podiam ser irmãs. Era uma índia. Cabelos pretos na altura da bunda. Morena, corpo lindo, uma bunda que parecia ser muto gostosa. As únicas coisas que eram iguais, era o sorriso e o tamanho, pequenas.

Estava esquecendo de falar que Lana adorava falar sacanagem. Era virgem, dizia estar guardando sua virgindade para um primo que ela deixou no Ceará.

Lana: Mana, cuidado com ele, mesmo você sendo noiva ele não vai te perdoar. Pode olhar que o negócio dele já deve estar duro.

A irmã olhou e realmente estava.

Ela: Boa informação que você me deu, vou guardar para quando precisar.

Deram uma gargalhada e eu fiquei sem graça.

Lana: Galinha!

Passado uns dias a irmã voltou lá, desta vez estava com a mãe. A mãe também era bonita. Uma senhora de uns 45 anos, bem parecida com Lúcia. Fui apresentado e fiquei quieto na minha mesa.

Quando a mãe estava saindo ela disse: Que rapaz educado minha filha. Bom para você namorar e esquecer aquele traste de seu primo.

A fdp da Lana: Ele está quietinho assim porque deve estar com o negócio duro atrás desta mesa. Com a senhora e Lúcia aqui, duvido que não esteja.

A mãe: Que isso Lana, por isso não arruma namorado. Que coisa feia.

Despediu de mim e foram embora.

Eu: Lana, vai queimar meu filme com toda a sua família?

Ela: Não, as mulheres são só essas. Agora falta 2 irmãos e meu pai que estão no Ceará. A não ser que goste de homem.

Eu: Ou doida, respeita, está senhora que saiu daqui é sua mãe.

Ela: Mainha é muito gostosa não achou?

Eu: Para Lana, vou reparar na sua mãe? Respeito vocês. Lana, por que você gosta de falar tanta sacanagem. Não namora, fica se guardando para um primo que numa hora dessa pode estar namorando lá.

Ela: Fico brincando com você porque fica vermelho. Acho bonitinho. Prometi para ele que o esperaria virgem. Também quem vai me querer, sou feinha. No seu aniversário fiquei deslocada, só tinha mulher bonita. Sua ex-namorada é modelo, suas amigas são bonitas.

Eu: Deixa de bobagem. Não tem nada disso.

Passado uns dias fomos convidados para uma festa perto de minha casa. A amiga dela que nos chamou era amiga da minha ex-namorada, corria risco de encontra-la na festa. Falei isso para Lana.

- Na verdade deu, minha ex desmaiou foi um tumulto. Mas deixa isto para lá. O foco aqui é minha amiga Lana -

Ela: Vamos como namorados, estou sentindo falta de uns beijos. Agora, se ela chegar lá tem que manter, senão te mato.

Eu: Combinado.

A festa era numa sexta. Ela trouxe roupa e foi para minha casa, tomou banho lá e fomos os dois. Minha mãe disse para ela dormir lá em casa, porque ela morava muito longe e na época os ônibus paravam de circular meia noite.

Fomos para a festa. Quando começou as músicas lentas para dançarmos juntos ela me chamou para dançar.

Ela levou a história de namorar a sério. Na primeira música ela já me beijou. Assustei. Ela me beijava como se namorássemos a muito tempo. Ela era magrinha e pela primeira vez estava usando minissaia. Ela começou a se esfregar em mim. Logo estávamos mais parados do que dançando. Ela passava a língua no meu pescoço, passava suas unhas na minha nuca. Fomos para fora da festa e começamos a sarrar.

Eu: Quer mesmo continuar?

Ela: Falei que hoje ia ser sua namorada. Você sempre fica com este negócio duro assim?

Eu: Dançando assim como estávamos, acho que sim.

Ela: Senti falta de sua namorada?

Eu: Sim.

Ela: O que ela faria agora com você?

Eu: No mínimo ia bater uma para mim.

Ela: Quer que eu bata?

Eu: Lana, Lana, claro que quero.

Ela: vamos descendo para sua casa e se a gente achar um lugar escuro eu bato.

- Nesta hora se deu o tumulto com minha ex-namorada desmaiando e as amigas dela querendo bater na Lana. -

Lana ficou feliz por eu manter nosso combinado e ficar do lado dela.

Saímos andando e perguntei a ela se já havia batido para o primo. Ela disse que sim. Ela viu uma carcaça de caminhão numa rua bem escura. Fomos para lá. Ela me encostou no caminhão e ficou roçando em mim. Ela pegou minha mão e colocou na sua bundinha. Era bem pequena mesmo. Fiquei acariciando e ela rebolando. Levei minha mão até sua xoxota e ela não me deixou tocar nela, tinha medo deu tirar a virgindade dela com os dedos. Deixou ou pegar nos seus peitinhos, eram bem pequenos, durinhos e os biquinhos pareciam mínimos, ela não me deixou ver. Ela abriu o zíper da calça e tirou meu pau para fora. Ela assustou com o tamanho. Disse que o do primo devia ser a metade. Ela começou a bater a punheta para mim. Estava uma delicia. Quando eu falei que ia gozar, ela fez algo que minha namorada nunca fez. Rapidamente ela ajoelhou e continuou a bater e quando gozei ela tomou tudo.

Lambeu ele, deixou ele sem uma gota de porra, levantou sua saia, colocou ele entre suas coxinhas, apertou ele até ele murchar.

Me beijou com sua boquinha com gosto de minha porra.

Daquele dia em diante combinamos de namorar até o primo aparecer ou eu arrumar uma namorada. Combinamos que não haveria mágoas. Ela disse que tinha dó de me ver com o pau duro. Fdp, era ela que deixava ele assim. Fomos para minha casa, ela me pediu para deixar a porta aberta, porque se minha irmã tivesse dormindo profundamente ela ia lá me dar um beijo. Era uma coisa que eu estava descobrindo, ela era muito quente. Dormi, era umas 3hs da manhã e acordei com ela passando a mão no meu pau. Ela me deu um beijo e tirou meu pau para fora. Bateu punheta até eu dizer que ia gozar. Ela tomou minha porra e limpou ele. Me deu um beijo e foi ao banheiro. Disse que ia mijar. Dormi.

No escritorio na outra semana não mudamos nada nosso comportamento. Teve um dia que nosso chefe saiu e disse que não voltaria, que poderíamos sair uma hora mais sedo e fechar o escritório. Assim que ele saiu ela pulou nos meus braços, me beijou muito. Disse que estava com a xoxota molhada.

Ela: Estou molhada, vou te mostrar como tocar siririca para mim sem por o dedo lá dentro. Ela desceu a calça e sentou no braço do sofá. Arredou a calcinha e eu vi sua linda xoxotinha, era cabeludinha e tinha uma rachinha pequena com um grelinho. Era uma delícia. Ela com sua voz linda, era cantora, sua voz parecia sair de outra pessoa, pegou o meu dedo e passou ele no seu grelinho. Eu que já era craque por causa das aulas de Nilza, fiz ela gozar. Ela gozou muito. Ela me deitou no sofá e me chupou até eu gozar e ela tomar tudo. Era a terceira vez e ela ainda não tinha deixado cair uma gota. Ela deitou em cima de mim, pegou o meu pau, colocou entre suas coxas e ficou deitada. Depois que ele murchou ela quase dormiu. Levantamos e fomos embora.

Ela: Na próxima chance, vou querer outra coisa.

Riu e fomos embora.

No sábado fui até a casa dela. A mãe e a irmã foram para a igreja. Ela foi tomar banho e saiu enrolada numa toalha. Me levou no quarto dela, deitou na beirada da cama, tirou meu pau para fora e começou a passar a cabeça dele no seu clitóris. Ela gozou com a cabeça do meu pau. Molhou o lençol. Eu quis tirar sua toalha para mamar nos peitinhos e ela não deixou. Disse que era para outra oportunidade. Me fez gozar na sua boca. Me beijou, me colocou para fora do quarto, trocou de roupa e foi escovar os dentes. Sua mãe e irmã chegaram e nós estávamos na sala vendo TV.

No outro sábado ela tinha bolado algo, mas a irmã não quis ir à missa. Ela foi tomar banho e eu fiquei conversando com Lúcia.

Lúcia: Está perdendo seu tempo com Lana, ela nunca vai te dar o xibiu, prometeu para aquele traste.

Eu: Na verdade não tenho compromisso com ela e nem ela comigo.

Lúcia: Assim tá bom, ficam só no sarro. Deixa-me ver seu pinto?

Antes de eu entender o que ela falou, já estava abrindo o zíper da minha calça.

Eu: Você é louca, sua irmã vai sair do banho.

Ela: Hoje vai lavar o cabelo, são 40 minutos, por que acha que eu fiquei.

Ela tirou o meu pau, disse que ele era lindo e grande. Bateu punheta para mim, tirou o sutiã e pôs seus lindos peitos na minha boca.

Eu estava com medo da irmã sair do banheiro.

Ela: Relaxa Bil. Agora vai ser assim, um sábado deixo vocês brincarem e no outro vai me comer. Levantou a saia e sentou no meu pau. Sua buceta era um forno. Ela estava de saia sem calcinha e sem blusa. Ela rebolou até gozar e ficar com a cabeça nos meus ombros. Escutou o chuveiro desligar.

Ela: Desculpa, mas ela vai ter que te fazer gozar. Desligou o chuveiro, daqui a 5 minutos sai. Se ela não fizer da outra vez te recompenso. Agora, bem que você poderia arrebentar o cabacinho dela. Outra coisa, não deixe minha mãe te ver com este pintão duro. Ela vai querer, não vê meu pai a seis meses. Aí amigo, se meu pai sonhar, ele atravessa uma peixeira na sua barriga e corta o seu pinto.

Se vestiu e foi para o quarto dela.

Eu estava atônito com tanta informação.

Lana sai enrolada na toalha vem até mim e me da um beijo e disse: Infelizmente a piranha está aqui. Durante a semana brincamos lá no serviço.

Dito e feito. No serviço no dia que ficamos sozinhos, ela foi ao banheiro, deve ter levado a xoxota e voltou sem calça e de camiseta. Desceu minha calça, chupou meu pau, colocou ele entre suas pernas e ficou fazendo um movimento de vai e vem. Senti o calor e a umidade se sua xoxotinha. Ela e eu aceleramos o movimento.

Ela: quando for gozar me avisa.

Depois de um tempo quando vi que ia gozar falei com ela. Lana me fez gozar na sua boca, mais uma vez deixou ele limpinho.

Eu: Nunca vai deixar eu beijar seus peitinhos.

Ela: Vou, sábado, minha mãe e a piranha vai para casa do meu tio onde morei quando vim para cá. Vim primeiro, depois mainha e depois a piranha. Meu pai e irmãos vão vir depois. Vamos brincar na minha cama, aí deixo você mamar meus peitinhos, mas não vai colocar ele na minha xoxota. Mas vai gostar da surpresa.

Como a porra do sábado custou a chegar.

- Neste ínterim minha ex-namorada já tinha feito escândalo na porta de minha casa, meu pai teve que levá-la embora. -

Quando cheguei ela estava sozinha, ela me beijou e disse que eu estava cheiroso. Foi tomar o seu banho. Antes ela me fez deitar na sua cama nu. Ela me chupou e lambeu meus bagos. Desta vez saiu do banheiro com os cabelos molhados e de camisolinha. Pela primeira vez eu a achei bonita. Colocou algo em cima de seu criado mudo e deitou ao meu lado. Era mais ou menos umas 17hs.

Ela: Temos tempo Bil. Você é bonito, tem um pinto bonito, se eu não tivesse prometido meu cabaço para o meu primo eu te daria.

Eu: Nunca transou com ele?

Ela: Fazia o que faço com você, mais um pouquinho, que hoje faremos.

Tirei sua camisolinha e vi seus peitinhos pela primeira vez. Eu os achei lindos. Eram dois montes pequenos que se destacavam no seu corpo magro. As aureolas eram escuras, e os biquinhos eram muito pequenos. Chupa-los foi muito bom. Descobri que ela tinha muita sensibilidade neles. Agora sim, chupei ela toda. Ela gozou na minha boca. Ela esfregava a cabeça do meu pau na sua bucetinha melada até gozar novamente.

Depois de se recuperar ela: Agora vai gozar como merece, mas preciso aguentar, tenha calma.

Ela pegou o frasco que estava no criado, era vaselina (o que usava na época) passou no seu cuzinho, deitou de lado, esfregou a cabeça do meu pau no seu buraquinho e pediu para eu empurrar bem devagar. Assim foi, ela reclamava um pouco. Mas queria me presentear, demorou muito até a cabeça entrar toda, senti umas pregas se rompendo. Ela segurou meu corpo por um tempo e depois tirou a mão, era sinal para eu empurrar mais. Foi um ato sexual muito demorado. Depois de um tempo por incrível que pareça meu pau estava quase todo dentro, como cabia naquela bundinha pequena? Não demorou e ela começou a rebolar. Gozei pela primeira vez naquele cu apertado. Quando tirei saiu muita porra e resquícios de sangue. Ela adorou. Disse que agora me daria o cuzinho toda vez que ficássemos sozinhos. Mas disse que não abriria mão de tomar minha porra. Por um bom tempo eu comia o cu de Lana e em alguns sábados a buceta de sua irmã. Parece que elas sabiam uma da outra, quando eu comia a irmã ela nunca me procurava. Passávamos o tempo até eu ir embora só sarrando. Não demoraria chegar o dia que daria problema com a mãe. Não foi uma nem duas vezes que ela abaixava na minha frente para catar cisco. Ela tinha a bunda linda. Eu me sentia o cara. Até elas receberem uma carta do pai delas. Eram duas notícias trágicas para elas. Uma terrível para todas e outra ruim para a Lana.

Não me foi bem explicado as situações. O pai ou o irmão mais velho teria cometido um crime, estavam indo para o interior de outro estado. E no rodapé da carta tinha um recado para Lana. O primo para quem ela estava se guardando tinha engravidado uma vizinha e tinha casado as pressas. Foi uma loucura. Quem me contou o resumo desta história foi Lúcia que foi até nosso serviço avisar sobre as faltas de Lana. Fui até a casa dela, até a pedido do nosso chefe. Lá a encontrei muito mal. Primeiro não queria deixar eu falar com ela. Quando eu ia embora, ela mandou a mãe me chamar, entrei em seu quarto, as luzes estavam apagadas e a janela fechada. A mãe saiu e fechou a porta. Ela coberta e de costas para mim me mandou deitar com ela. Foi só lamentação choro e promessa de se vingar. Dizia que se o irmão não matasse o cara ela iria lá matar. Por umas duas horas escutei isso. Depois coloquei ela deitada no meu peito por um tempo. Se ela era magra, só tinha pele, não comia a uns três dias. Consegui fazê-la ir tomar um banho e jantar. Seus olhos estavam muito inchados e a mãe com muito carinho arrumava seus cabelos.

Quando ela foi esbravejar novamente, eu a interrompi com uma autoridade que não sabia que tinha. Coloquei um dedo em seus lábios e disse que não queira mais escutar aquela história. Na confusão não fiquei sabendo o que o pai e o irmão fizeram. Levei ela para minha casa, ela dormia no quarto de minha irmã, a minha mãe que sempre foi generosa, cuidou dela, já que sua irmã e mãe trabalhavam. Meu pai conversou com nosso patrão, que era amigo dele e foi dado a ela uma antecipação de férias. Depois de uns dias ela voltou a trabalhar, já ria e cantava, meu pai adorava a voz dela. Um amigo meu que era músico começou a dar espaço para ela ensaiar com uma banda.

Incrivelmente nós nos afastamos fisicamente, até um dia que ela tomou a decisão de começar a se dedicar a banda. Ia começar a viajar. No dia que me comunicou isso ela voltou a me beijar. Voltou a tocar no meu pau, e eu a senti voltar a ter tesão. Era como tivesse se curando. As coisas foram esquentando entre nós.

Ela pela primeira vez não me chamou de Bil.

Ela: Amor, vou embora. Você tem Lúcia (a irmã que também terminara o noivado) para cuidar de você, sei que ela transava com você. Não me traiu, a culpa era minha. Você é a melhor coisa que poderia acontecer na minha vida. Cuidou de mim, me deu carinho e me levou para sua casa. Seus pais são meus pais. Sua irmã, minha irmã. Agora preciso te deixar viver e eu quero viver de outra forma. Minha mãe e Lúcia vão para a casa de meu tio na sexta e ficarão por lá até domingo. Conversei com elas que precisávamos destes dias. Elas entenderam. Fui na sua casa e disse a sua mãe que você iria comigo num show no interior. Então na sexta, após o serviço vá a sua casa e faça uma pequena mala como se fosse viajar e vai para minha casa. Teremos duas noites e dois dias para nós. Será nossa última vez juntos, vou voltar para o nordeste e fazer parte de uma banda que seu amigo arrumou para mim.

Porra, chorei abraçado com ela.

Assim fizemos.

Na sexta era o último dia de trabalho dela. Saímos de lá direto para sua casa. Era uma vila em Contagem que hoje não existe mais. Entramos os dois na casa. Sua mãe e irmã tinham deixado tudo muito cheiroso e limpo. Tinha uma carta para ela sobre a mesinha da sala. Na carta a mãe lhe deseja muita felicidade na sua tão aguardada "Lua de mel", dizia que éramos para usar a sua cama, que havia deixado o meu prato predileto dentro da geladeira. Também havia feito salgados para nós. A irmã havia colocado laços na porta do quarto da mãe com um recadinho safado, - Aproveita que o trem é bão - rimos e fomos para o quarto. Lençóis novos e lindos na cama. Um coração feito com pétalas de rosas que Lana adorava. Elas capricharam. Havia uma camisolinha branca dobrada dentro do coração. Do nada Lana começou a chorar e me abraçar.

Ela: Talvez depois destes dias nunca mais irá me ver, mas até meu último dia lembrarei de você. Por isso quero muito te dar algo que guardei tanto. Te amo meu amigo e amante.

Ela me deu um longo e delicioso beijo. Tomei meu banho e fui para o quarto. Ela saiu do banho cheirosa e vestindo a camisola branca. Preciso confessar, eu gostava tanto dela como pessoa que já a achava linda. Descobri que beleza não pode ser determinante. Eu a peguei no colo. Senti seu corpinho magro e agora para mim lindo, junto a mim. Deitei ela na cama e disse a ela que eu estava muito feliz. Ela disse que Deus havia me colocado em seu caminho.

Ela: Amigo, amor, com você não sei separar estas duas coisas. Ela apagou as luzes e me abraçou. Começou a me beijar suavemente. Aos poucos fomos nos entregando ao tesão. Chupei sua xoxotinha, que agora tinha os cabelos aparadinhos, fiz ela gozar. Subi até os pequenos seios e os beijei com carinho, pareciam frágeis, mas eram deliciosos. Ela estremeceu seu corpinho. Passei a mão na xoxota molhadinha dela e subi em cima daquele corpinho, ela pegou o meu pau e passou ele no seu grelinho como sempre fazia. Fechou os olhos e gemeu. Posicionou a cabeça do meu pau na sua xoxota.

Ela: Agora vou ser 100% sua.

Fui empurrando e ela com suas pernas abertas acariciando minhas costas. Senti como tivesse uma pressão na cabeça do meu pau e algo muito fino se rompeu. Um pequeno "aiiii" saiu dos lábios dela. Estranhamente um sorriso lindo tomou conta de seu rosto. Começou a morder meu queixo. Suas longas unhas cravaram em minhas costas. Ela começava um rebolado tímido que ia aumentando a cada estocada minha. Suas unhas começaram a percorrer minhas costas com vigor. Suas perninhas começaram a cruzar sobre as minhas. Seus quadris já rebolavam com mais rapides. Seu rosto era de uma mulher feliz. Gozou, foi seu primeiro gozo como mulher. Não parou, queria mais, queria sentir meu pau gozar dentro dela. Quase ao mesmo tempo gozamos. Ela travou suas pernas sobre mim. Tinha um sorriso no rosto. Da sua boquinha saia um gemido de vitória, não de dor.

O quarto se encheu com sua voz linda e potente: Sou sua mulher amigo. Sou sua mulher amor. Ninguém mais vai ter o que teve. Obrigado amigo, obrigado amor. Te amo!

Ela não mais chorou, não mais lamentou. Quis gozar e gozamos. Foi uma noite longa. Gozamos muito. Fizemos juras de amor. Não o amor de sexo, o amor de amigos e confidentes. Gozei na sua boca, gozei no seu cuzinho, nem sei quantas vezes gozei na sua xoxota naqueles dois dias. Domingo a noite foi muito triste. Choramos abraçados por muito tempo. Era nosso último encontro.

Ela: Nunca vou te esquecer, vai no meu coração para todo lugar, só sairá dele quando ele parar.

Eu: O mesmo sinto por você. Se agora quiser voltar atrás eu te assumo como mulher.

Ela: Não, precisamos voar. Não te afastaria de sua família. Quero ir sozinha. Lúcia adora fazer amor com você, ela me disse. Continue com ela até achar seu novo amor. Lúcia não vai te amar, ela gosta do sexo não de você. Minha mãe com meu pai preso pode te querer. Não caia nessa. Mandarei notícias por carta. Nelas não terão endereços.

Nos despedimos e nunca mais a vi pessoalmente. Por dois ou três meses eu transei com Lúcia, era apenas sexo. Lúcia era muito gostosa, mas nem de perto transava como a Lana. Por algumas vezes me fiz de bobo com a mãe delas. Conheci uma moça que até hoje é minha mulher. Lúcia e a mãe voltaram para o Ceará e nunca mais as vi.

Um ano e pouco depois da última vez que vi Lana, chegou um envelope na casa da minha mãe. Só tinha o nosso endereço e o remetente era: 'Sua melhor amiga'

Eu estava com minha namorada na casa de minha mãe quando este envelope chegou. Minha mãe só me entregou quando minha namorada já tinha ido embora.

Dentro do envelope tinha uma foto. Era de Lana sorrindo amamentando um bebê, ao fundo uma cachoeira. Atrás da foto tinha uma cartinha escrita.

Oi amor.

Estamos bem. Estou vivendo com uns hippies, cada mês em um lugar, livre como sempre quis ser. Vamos para outros países, queremos chegar a América. Não vai nos encontrar. Hoje tenho um companheiro que me trata muito bem. Esta é sua filha. Linda como sua irmã. Não se preocupe, ela sempre saberá do cara incrível que você é. Me perdoe por não te entregar este presente. Te amo! Ficaremos bem.

Esta carta vai ser postada 3 meses após eu sair do país. Eu estou livre e bem, sua filha está bem e espero que as forças da natureza cuidem sempre de você.

Te amamos eternamente!

Paz e muito amor!

Foi um baque. Minha mãe tentou localizar a mãe dela. Um primo localizou Lúcia no Ceara que me ligou. Ela disse que a mãe recebeu a mesma carta. Apresentando a neta. E não tiveram mais notícias. A mãe não entrou em contato comigo por não ter meu endereço. Ela acha que Lana trocou de nome em algum país.

Torcemos para algum dia ela aparecer.

Nunca mais soube notícias. Tentamos muito. Até minha mulher ajudou a procurar.

Espero que estejam bem e felizes.

Fim!

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