ROSA FLOR 2 - Capítulo 35 – SEMANA DO CORNO, DA PUTA E DO COMEDOR

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 9260 palavras
Data: 08/05/2026 17:49:11

Na manhã seguinte, segunda-feira, acordei de pinto duro com vontade de mijar. Ao pegar e apertar o meu amigo sentindo a dureza e lembrando o quanto ele me dava prazer, senti orgulho da minha ferramenta de comer mulher. Fui ao banheiro mijar e fazer minha higiene matinal e, quando estava terminando de fazer a barba, em frente ao espelho, lembrei que naquela semana que se iniciava o tio Carvalho estaria de férias, ou seja, ficaria próximo da Rosinha durante todo o tempo em que eu estivesse trabalhando. Senti meu pau pulsar e começar a endurecer. Caros leitores, seria isso tesão de corno (risos)? Ao passar pelo quarto rumo à cozinha, apreciei minha amada esposa que dormia nuazinha, como de costume e, de bunda pra cima com uma perna dobrada e outra esticada, vi a xaninha e o cuzinhos lindos que, durante os próximos dias, certamente seriam usados e abusados pelo meu tio dotado. Outra vez meu pau ameaçou endurecer. Na cozinha, comecei a preparar o café, mas interrompi e fui espiar pela janela da sala; e lá estava o tio Carvalho se exercitando no quintal e balançando sua jiboia pesada durante os movimentos. Imaginando aquilo duro dentro da minha mulher, meu pinto pulsou novamente. Eu havia acordado com um tesão enorme, pois a toda hora pensava na minha amada nos braços e na pica do meu tio pintudo. Ao terminar o café, acordei a Rosinha e chamei o tio pra tomarmos café juntos.

Rosinha (se surpreendendo e rindo ao ver o tio Carvalho entrando pela porta vestindo uma bermuda de ciclismo) – Uau, tio, você vai sair pedalando por aí vestindo essa bermuda?

Carvalho (se posicionando imóvel pra que a Rosinha olhasse o volume que ele descaradamente exibia) – Claro, eu vou pedalar e é essa a bermuda que costumo usar!

Rosinha (rindo) – Tio, cuidado pra não ser preso pela polícia, pois esse seu volume aí é um verdadeiro atentado ao pudor!

O tio se sentou depois de deixar que minha esposa apreciasse o seu pacote e tomamos café regado com a boa prosa bem humorada dele. Ele foi o primeiro a terminar e se levantar, dizia que estava com pressa e se foi. Logo em seguida vimos quando ele saiu com a bicicleta pelo portão.

Eu (provocando minha mulher ao ver ela olhando o tio saindo e empurrando um pãozinho pra perto dela) – Vendo como você olhava o pacotão do tio, percebi que você está com fome, acho melhor comer um pouco mais.

Rosinha (sorrindo, se levantando e sentando de lado em minhas pernas me fazendo sentir “algo” quente e úmido em minha coxa; ela não usava calcinha) – Oh, amor, eu tô com fome, sim, mas não é de pão, não! (sorrindo provocantemente e me dando um beijinho) – Minha fome é de pau!

Eu (admitindo estar conformado por saber que seria corno durante toda a semana) – É, considerando que o tio estará de férias, acho que você comerá muito pau esta semana, né, safada!

Rosinha (abrindo um pouco as pernas, pegando minha mão e colocando entre suas coxas) – Vou, amor, esta semana vou comer muito e ser muito comida, durante o dia pelo tio e, à noite, pelo meu maridinho corninho. (sorrindo enquanto eu deslizava meu dedo entre os lábios da sua rachinha) – Mas prometo que quando você voltar pra casa, eu serei todinha sua... suada, melada, gozada e com cheiro de outro macho, mas ainda muito tarada e doidinha pra dar pra você, sentir seu pau dentro de mim até gozar e me encher de creminho quente!

Eu (rindo da safadeza dela e sentindo meu pau endurecer dentro da roupa) – Ufa, ainda bem que você pensou em mim, achei que eu iria passar fome esta semana!

Rosinha (se ajoelhando à minha frente, tirando meu pau pra fora da bermuda e abocanhando ele meio mole, meio duro) – Fer, eu adoro pau e você sabe disso, eu poderia dar pra muitos homens, mas é você que eu amo de paixão!

Vendo no relógio que eu tinha alguns minutos antes de ir trabalhar, deixei que ela mamasse meu pau por um tempinho. Depois de endurecer meu pinto, ela levantou o vestidinho que usava e veio por cima de mim pra sentar no meu cacete duro.

Eu (impedindo que ela sentasse no meu pau) – Ah, não, Rosinha, já estou vestido pra ir trabalhar e se você sentar aí vai molhar minha roupa. Melhor deixarmos pra meter quando eu voltar à noite.

Rosinha (fingindo decepção, mas sentando no tampo da mesa, abrindo as pernas e exibindo a xaninha raspada e linda) – Então me dê um cheirinho na xota antes de ir pra você se lembrar de mim durante todo o dia.

Sentado em frente a ela, que se exibia de pernas abertas, enfiei a cara entre as coxas, cheirei o perfume suave de fêmea que emanava daquelas carnes íntimas, dei-lhe uns beijinhos e umas lambidas.

Eu (me erguendo e guardando minha pica dura dentro da roupa) – Preciso ir, Rosinha!

Conformada de que não teria sexo comigo antes que eu fosse trabalhar, ela abaixou o vestido curto e arrumamos tudo por ali. Ela perguntou porque eu iria trabalhar de bermuda, e não com calça, como fazia antes. Expliquei que eu começaria a trabalhar no escritório dos fundos, sem atendimento ao público, e também na rua, levando interessados pra ver imóveis e, portanto, poderia ir mais à vontade.

Rosinha (fazendo carinha de carente) – Se tiver um tempinho, volte pra casa durante a tarde pra me ver! (sorrindo safada) – Mas não venha de surpresa, ligue antes ou correrá o risco de me pegar de pernas abertas com outro macho entre elas!

Caros leitores, não vou contar em detalhes tudo que aconteceu na semana em que o tio Carvalho esteve de férias, pois a narrativa ficaria muito longa; vou resumir os fatos tentando não me esquecer do mais importante e excitante:

Na segunda-feira, cerca de duas horas após eu ter saído pra trabalhar, recebi uma mensagem no zap da minha mulher em que ela perguntava: “Quer ver uma foto?” Eu estava na imobiliária, sozinho no escritório que destinaram a mim e então respondi afirmativamente. Em seguida chegou uma mensagem dizendo: “Estou indo ao supermercado com o tio, veja o que ele mostrou pra mim logo que entrei no carro!” Rolei a página e foram aparecendo fotos diversas. A primeira mostrava a bermuda do tio aberta exibindo o pau mole com a cabeça coberta. Em seguida a minha esposa pegando naquilo, enchendo sua mão delicada e mostrando a cabeça da pica. Ela adora brincar com um pau natural, puxar a pele cobrindo e descobrindo a cabeça. Outras fotos vieram na sequência até que a última mostrava a pica do tio Carvalho totalmente dura, com a cabeça reluzente e a mão da minha esposa tentando abraçar aquilo enquanto passava o dedão na uretra, certamente se deliciando com a baba de pica que brotava de tanto tesão que ela causava nele. Quando eu pensei que haviam acabado as fotos, veio mais uma em que aparecia somente os cabelos da minha amada no momento em que ela estava inclinada sobre o tio, certamente chupando a picona grossa. Senti um calor esquentando meu corpo e meu pinto endurecendo. Tentei me acalmar e fui ao banheiro dar uma mijada; tive que me esforçar pra liberar a urina de pau duro. Ao ouvir um colega fora do banheiro me chamando e dizendo que havia uma ligação telefônica pra mim, voltei pra sala e consegui me acalmar e esquecer a provocação da minha esposa. Antes do almoço, voltando de uma visita a um imóvel, recebi outra mensagem da Rosinha com o dizeres: “Voltando do supermercado”. A seguir havia fotos dela sentada no banco do carona se exibindo com as pernas abertas, sem calcinha, com os pés apoiados no painel da caminhonete e tendo entre suas coxas a mão experiente do meu tio dotado que acariciava a rachinha da minha amada esposa. Outra vez fiquei de pau duro, e outra vez fui salvo por uma ligação dizendo que eu teria outra visita. Próximo das seis horas da tarde escutei o sinal de nova mensagem no zap: “Fer, o tio Carvalho tá muito tarado hoje; ele me comeu pela primeira vez antes do almoço, depois eu “tive” que dar às três horas da tarde e agora ele está aqui em casa outra vez e quer me pegar de novo. O que eu faço, amor?”

Eu, curioso, perguntei se o tio havia gozado duas vezes, ao que ela respondeu: “Não, ele está fazendo como fez aquela vez em que estivemos no rancho, quando perdi a virgindade para o pauzão dele; ele me come, mete, mete e não goza, e assim o safado tem energia o dia todo!” Perguntei onde eles estavam e o que faziam. Ela respondeu: “Eu estava trabalhando no computador quando o tio se aproximou por trás, veio pelado e colocou o pau duro sobre meu ombro cutucando meu rosto; ele é muito safado, amor!” Perguntei o que ela havia feito, e ela respondeu: “Fer, não tive outra alternativa a não ser dar uns beijinhos e abrir a boca e chupar o cacetão!” Escrevi que eu tinha uma esposa muito safada e logo recebi uma pergunta: “Amor, posso dar pro tio na nossa cama? Ele quer me comer lá e diz que você vai adorar me pegar quando voltar, ele tá dizendo que vai me deixar bem usada pra você! Posso, Fer, deixar o tio me comer na nossa cama?” Outra vez o telefone da minha sala tocou, mas tive tempo de enviar uma mensagem dizendo que ela poderia fazer o que quisesse, mas que guardasse um pouco de energia pra quando eu voltasse pra casa. Meu pau doía de duro. Terminado o expediente, voltei rápido pra casa, estava ansioso pra ver minha amada. Entrei pelo portão fazendo barulho pra alertar os dois safados que eu estava chegando, caso ainda estivessem juntos. Quando cheguei na minha casa, encontrei o tio saindo pela porta, ainda pelado e o pau mole balançando pesado e molhado de porra e dos sucos vaginais da minha esposa. Pelo jeito os dois tinham acabado de trepar. Nos olhamos, eu estava um pouco envergonhado e ouvi do tio: “Fernando, sua mulher é muito gostosa, muito tarada, comi ela bem gostoso, mas a deixei inteirinha pra você, usada e gozada, mas inteira; vá lá e aproveite, você vai adorar pegar sua esposa do jeito que deixei pra você!” Achei muita cara de pau o tio me dizer aquilo, mas meu tesão fazia meu pau endurecer e segui em direção ao meu quarto. Ao entrar vi minha esposa deitada de lado, com as pernas fechadas, como costuma fazer quando quer segurar a porra dentro de si. Ela parecia dormir, mas bastou eu me sentar na cama e ela falou:

Rosinha (sorridente, demonstrado a felicidade de uma mulher bem comida e me provocando) – Oi, amor! O tio acabou de sair do nosso quarto e de dentro de mim, mas me deixou bem gostosinha pra você! (se virando, se deitando de costas e mantendo as pernas fechadas e apertadas) – Quero ser comida por você agora! Tire a roupa e se deite comigo, vem!

Tirei rapidamente a roupa e meu pau pulou como se tivesse uma mola quando baixei a cueca. Exibi orgulhoso o meu cacete e me deitei abraçando minha esposa ainda suada.

Eu (cheirando o rosto e dando beijinhos na boca da Rosinha) – Sua boca tá com cheiro de pica!

Rosinha (sorrindo) – Ela tá com cheiro de pica porque chupei muito o pauzão do tio! (puxando meu rosto e me beijando de língua) – Me beije, sinta o gosto do cacete do tio na boca da sua esposa putinha!

Eu (após o longo beijo de língua) – Ele gozou na sua boca, né, safada?

Rosinha (sorrindo) – Gozou, fizemos 69 até gozarmos um na boca do outro e engoli muita porra, uma delícia! (esfregando seus lábios nos meus) – Gostou, meu corninho, de me beijar e sentir o gosto da porra de outro macho na minha boca?

Minha resposta foi um outro longo beijo no qual chupei muito a língua da minha putinha.

Rosinha (me puxando pra cima dela) – Vem meter na minha bucetinha, Fer, ela ainda tá cheia da porra do tio, você vai adorar!

Eu (me acomodando entre as pernas que a minha mulher abria exibindo a xota raspadinha, inchada e melada de porra que começava a vazar rumo ao cuzinho) – Sua xota tá inchada, putinha!

Rosinha (me agarrando, puxando meu corpo de encontro ao dela ao mesmo tempo em que projetava o quadril pra frente comendo meu pau com sua buceta cheia de porra) – Mete, meu corninho, sinta seu cacete na minha buceta aberta e gozada de tanto levar pau do tio, sinta como ela tá larga, sinta seu pau nadando na porra que outro macho esguichou dentro de mim!

Eu (cheio de tesão, com o pau duríssimo e sensível entrando na buceta folgada) – Ufffff, é muito gostoso te pegar assim, minha putinha, adoro meter meu cacete em você quando sua buceta tá larga e gozada, ai, que delícia de buceta!

Metemos naquela posição por algum tempo até que a Rosinha quis vir por cima de mim. Rolamos na cama e ela começou a cavalgada na minha pica, movia o quadril pros lados, pra frente e pra trás me causando uma enxurrada de sensações deliciosas. Meu tesão crescia rapidamente e percebi que não demoraria pra gozar. Tirei ela de cima de mim, a coloquei de quatro e meti com força fazendo meu pau desaparecer no túnel da buceta.

Eu (metendo forte) – Putinha, gostosa, adoro te pegar usada por outro macho!

Rosinha (gemendo) – Mete meu cachorro, me fode, faça de mim a sua cadela, porque hoje durante todo o dia eu fui a égua do tio e comi várias vezes aquele pauzão de cavalo. Pro tio, eu sou égua, pra você, cadela; me fode, aproveite da sua cadelinha!

Eu (quase gozando) – Ahhh, então pra mim você é cadela, mas pro tio você é égua? (fazendo uma pergunta sabendo qual seria a resposta) – Porque essa diferença, vadia?

Rosinha (se arrepiando, sinalizando que iria gozar) – Porque o tio tem pau de cavalo; então pra ele eu sou égua!

Eu (não resistindo àquela provocação e gozando dentro da minha mulher) – Vadia, cachorra, vou gozar, vou encher sua buceta de porra quente, tome porra, puta!

Rosinha (rebolando a buceta no meu pau) – Ai, vou gozar, aiii, como é bom gozar na sua pica, amor! (se deixando cair na cama e gemendo com um lindo sorriso no rosto) – Adoro seu pau, Fer, ele me faz gozar muito gostoso!

A Rosinha me provocou dizendo que estava cansada de tanto levar pau naquele dia, mas que pra mim ela daria mais uma vez. Iniciamos outra trepada e foi uma transa calma, suave, com muito carinho na qual demonstramos todo o amor que sentimos um pelo outro.

Na terça-feira fui surpreendido logo cedo quando senti movimentos na cama e em seguida a Rosinha sentando em meu rosto:

Rosinha (esfregando delicadamente os lábios da rachinha raspadinha, quente e úmida em meu nariz) – Acorde, amorzinho, acorde pra dar um cheirinho na minha ratinha que ela amanheceu querendo carinho!

Era a primeira vez que ela chamava a sua xota de ratinha, mas nem tive tempo pra perguntar o motivo, pois ela logo pressionou aquela delícia na minha boca e iniciou um rebolado lento e cadenciado. Não tive alternativa a não ser esticar a língua e aproveitar daquela fruta deliciosa. Brincamos por um tempinho, ela queria ver meu pau endurecendo e, assim que o viu empinado, se abaixou e fizemos um 69 por alguns minutos. Nos levantamos juntos e brincamos um pouco no banheiro antes de irmos os dois preparar o café. Aproveitei que ela estava sentada no vaso, mijando, e me ofereci pra enxugar a xaninha dela.

Eu (dando meu pinto que amolecia pra ela massagear) – Quer que eu enxugue a sua ratinha?

Rosinha (sorrindo maliciosa e abrindo as pernas exibindo a sua fenda e um jato de mijo saindo entre os lábios) – Safado! Espere eu terminar que eu deixo você me enxugar!

Quando ela se virou pra pegar o papel higiênico, aproveitei e a peguei de surpresa enfiando a mão entre suas coxas sentindo aquele líquido quentinho nos meus dedos.

Rosinha (se assustando com meus dedos na sua xaninha e cortando o jato, mas nada fazendo pra que eu tirasse minha mão dali) – Fer, seo, tarado, espere eu terminar de fazer xixi! (sorrindo e reiniciando a mijada) – Você é maluco!

Eu (rindo e mexendo os dedos na portinha do paraíso enquanto sentia o mijo quentinho na minha mão) – Não resisti; acho linda sua xaninha mijando!

Esperei ela terminar de mijar e enxuguei aquela frutinha com carinho; terminamos nossa higiene matinal e fomos preparar o café da manhã.

Eu (curioso) – Rosinha, apesar de ter dado muito ontem, pro tio e pra mim, você amanheceu taradinha. O que houve?

Rosinha – Hoje cedo acordei pra fazer xixi e ouvi barulho no quintal, então fui primeiro espiar pela cortina da sala; o tio Carvalho estava pelado fazendo exercícios e ver o pintão dele balançando me fez imaginar que ele vai me comer várias vezes hoje enquanto você estiver trabalhando. (sorrindo sapeca) – Ai fiquei tesuda e fui sentar na sua cara pra te acordar com o meu cheirinho e ganhar um carinho na pepeca! (rindo) – Gosta do cheirinho da minha ratinha?

Eu (sorrindo da safadeza da minha esposa) – Safada!

O tio Carvalho tomou café conosco e, após terminar, disse, olhando pra minha esposa,que levaria o carro na oficina, mas que voltaria antes do almoço.

Rosinha (provocando) – Já entendi, tio! Você tá querendo comer comida quente quando voltar, né! Vou dar um jeito de encontrar um corrimão de escada e descer escorregando sentada nele várias vezes até esquentar o sua “comidinha”!

Rimos da brincadeira da minha mulher e saímos juntos, o tio me deu carona até o meu trabalho.

Carvalho (ao me deixar na porta da imobiliária) – Fernando, tá tudo bem pra você o que tá acontecendo nesta semana em que estou de férias?

Eu (sorrindo) – Tô tranquilo, tio! Já me acostumei com a cornoagem da minha esposa!

Carvalho (rindo) – Você é um sujeito de sorte por ter a Rosinha sempre ao seu lado! Eu daria tudo pra que a minha Carmem estivesse comigo e me desse o prazer de dar pra mim depois de trepar com outro!

Eu (rindo) – Tenha paciência, tio; a tia vai voltar pra você, tenho certeza!

O tio sorriu e se foi. Entrei no prédio da imobiliária e fui pra minha sala, trabalhar, ganhar dinheiro pra encher a geladeira (risos). Naquela manhã a Rosinha não enviou nenhuma mensagem no zap e fiquei curioso quanto ao que os dois sem vergonhas estavam fazendo. Depois que almocei e voltei pra minha sala, enviei uma pergunta no zap antes de sair pra uma visita com um cliente a um imóvel: “E aí, tudo bem com vocês?” Somente uma hora mais tarde veio a resposta, em áudio, após uma caretinha com chifres sorrindo: “Amor, não pude responder naquela hora em que você perguntou porque eu estava ocupada... estava com a boca cheia e não pude interromper o que estava fazendo, me desculpe!” Perguntei brincando: “Você estava comendo algo?” Ela respondeu: “Comendo, não; eu estava chupando, mas eu contarei tudo quando você chegar porque agora estou ocupada outra vez!” Imaginando a cena, senti meu pinto endurecendo e perguntei: “Tá ocupada, fazendo o quê?” Ela respondeu: “Estou fazendo exercícios físicos e alongamentos, já fiz deitada de costas e de bruços, mas também fiquei de quatro, de frango assado e até em pé apoiada na pia da cozinha!” Senti meu pinto endurecer numa velocidade espantosa ao imaginar o que estava acontecendo entre os dois safados. Apenas respondi: “Aproveite, e quando eu voltar, você me contará tudo em detalhes!” A última mensagem dela foi assim: “No momento estou em posição de cavalgada e tá difícil continuar respondendo, mas contarei tudo quando você voltar e, além dos detalhes, você terá também aromas e sabores que irão comprovar o quanto estou me exercitando hoje. Beijos!” Saí da sala e fui ao banheiro dar uma mijada e depois fui na copa beber água pra tentar acalmar o estado de excitação no qual minha esposa putinha havia me colocado. O restante da tarde passou rápido, pois tive muito trabalho. Ao terminar o meu expediente, voltei ansioso pra casa querendo ver minha amada e saber em detalhes como foi o dia dela. Ao entrar no quarto, a Rosinha estava deitada na cama, de costas e pernas fechadas, porém em posição inversa àquela que dormimos, ou seja, com os pés na cabeceira e a cabeça nos pés da cama.

Rosinha (abrindo os olhos e sorrindo ao me ver tirando a roupa apressadamente) – Amor, venha pra cama, quero fazer 69 com você!

Caros leitores, o tesão enorme que eu sentia e meu pau duro impediram que eu pensasse racionalmente, pois estava óbvio que a minha esposa, ainda suada, havia trepado há poucos minutos atrás e, certamente, estava com a xota gozada. Não me importei, subi na cama pelado e deitei-me sobre ela em posição invertida. Quando meti meu pau na boca dela e minha cabeça entre as coxas que ela abriu pra mim, ela forçou pra que rolássemos na cama até que eu ficasse por baixo dela. Não vou entrar em detalhes, pois todos vocês já devem ter imaginado a surpresa que ela me reservou. Não me importei, pois eu estava tesudo demais e, sem qualquer pudor, colei meus lábios nos lábios daquela buceta inchada e muito melada. Lambi, enfiei a língua o mais profundo que pude e suguei aquela fruta deliciosa até que, minutos depois, gozamos juntos, um na boca do outro. Que loucura, caros leitores! Depois do jantar fomos pro quintal, tomar uma cerveja gelada e conversar. Notamos que a luz da sala do tio estava acesa, mas ele não apareceu no quintal; certamente preferiu me deixar a sós com minha esposa. Antes de irmos pro quarto, nos banhamos na ducha do quintal. Ao me deitar pensando em dormir, vi que as intenções da minha esposa eram outras:

Rosinha (sorrindo) – Fer, quer saber o que aconteceu entre eu e o tio hoje? Quer saber também o que muito provavelmente irá acontecer amanhã?

Olhando o sorriso safado da minha esposa querendo me contar as safadezas que ela e o tio fizeram e que iriam fazer no dia seguinte, tive certeza de que ela queria me excitar e transar outra vez. Pedi, então, que me contasse as estripulias sexuais entre ela e o meu tio dotado. Ela me contou que pouco trabalhou naquele dia, pois o tio não deu sossego querendo trepar a toda hora. Contou que transaram várias vezes, mas ele segurou o gozo até final da tarde e só descarregou sua carga de esperma dentro dela quando eu estava perto de retornar do trabalho. Os detalhes da narrativa foram me excitando e fazendo meu pinto crescer e, de meio mole, meio duro, ele endureceu de vez quando ela provocou:

Rosinha (sorrindo sapeca) – Amor, hoje o tio tentou comer minha bunda, mas eu não dei porque não estava preparada, não havia feito a lavagem interna, mas prometi pra ele que amanhã eu daria. Tudo bem pra você?

Eu (rindo e massageando meu pau duro) – Pra mim tá tudo bem, pois não serei eu que vou aguentar aquela jiboia na bunda, o cuzinho é seu e, se você quiser dar pra ele, aproveite!

Rosinha (montando em mim e comendo meu cacete com a buceta) – Fer, você é o melhor marido corninho do mundo, amo muito você!

Naquele final de noite demos nossa última trepada antes de dormir, fizemos um sexo tranquilo e carinhoso e dormimos felizes depois de gozarmos juntos.

Rosinha (sonolenta e fazendo a última provocação antes de adormecer) – Fer, o tio disse que amanhã, quando ele estiver comendo o meu cuzinho, ele irá usar em mim um brinquedo que me dará muito prazer. O que será, amor?

Na quarta-feira acordei cedo, fiz minha higiene matinal e, ao passar pelo quarto rumo à cozinha, apreciei minha bela esposa dormindo nua. Que coisa mais linda! Preparei o café, acordei ela e chamei o tio que havia terminado seus exercícios. Depois de comermos o tio me deu uma carona até meu trabalho e foi resolver algumas pendências. Era próximo do almoço quando ouvi o sinal de mensagem chegando no zap. Era a Rosinha provocando com uma mensagem escrita: “Fer, o tio me mandou um zap dizendo que comprou o brinquedinho que usaremos hoje quando ele for comer minha bunda. Tá tudo bem pra você, posso dar a bunda pra ele?” Eu estava indo pra uma reunião de trabalho, mas ainda tive tempo de escrever e mandar: “Safada! Você tá doidinha pra dar o cuzinho pro tio e ganhar uma enrabada, né?” A Rosinha respondeu: “Oh, amor, dói no começo, mas depois fica muito gostoso e o resultado final compensa toda a dor inicial! Posso, amor, deixar o tio me enrabar com aquele pauzão grosso?” Eu mandei uma caretinha com chifrinhos e a mensagem: “Vou entrar numa reunião agora. Aproveite aí com o tio e, quando eu voltar, à noite, quero que você me conte tudo, tá!” Rosinha, mandando outra caretinha com chifres: “Vou tentar filmar pra você ver! Beijos nesse seu pinto lindo e gostoso! Vou comer muito ele quando você voltar!”

O assunto da reunião me fez esquecer o que estava por acontecer entre minha esposa e o tio Carvalho. Após o almoço, eu escovava os dentes no banheiro da empresa quando ouvi o som no zap. Era a Rosinha enviando mensagem de áudio: “Fer, você já ouviu falar em camisinha feminina? Pois foi isso que o tio comprou pra nós brincarmos hoje!” Respondi também com mensagem de áudio: “Já ouvi falar, mas nunca vi! Como é isso, como funciona?” Rosinha: “Tô aprendendo aqui na internet como se usa, parece que tem que enfiar na xota antes do homem meter!” Eu perguntei: “Vocês vão começar a safadeza agora?” Rosinha: “Ainda não, amor! Eu e o tio brincamos algumas vezes hoje, mas foi só pegação, umas dedadas na frente e atrás, chupadas e lambidas, mas ainda não fui enrabada! Aliás, logo, logo vou fazer a higiene interna, pois você sabe que o tio, dotadão daquele jeito, ocupa muito espaço dentro de mim e, então, tenho que estar bem vazia por dentro!” Senti meu pau endurecer, pensei em ligar pra minha safada, mas aquele local onde eu estava era o meu ganha-pão e não seria correto usar o meu tempo pra safadezas. Respondi em áudio: “Rosinha, daqui a pouco vou sair pra mostrar um imóvel pra um cliente, se você conseguir, deixe a câmera ligada pra eu ver a gravação quando voltar pra casa. Beijos!”

Por sorte eu consegui me concentrar no trabalho e esquecer as provocações da minha esposa putinha. Levei o cliente no imóvel, me esforcei pra agradá-lo e fiquei super feliz, pois a venda estava praticamente fechada. Voltei quase no final do expediente e fui pra minha sala. Abri o zap e vi a mensagem escrita da Rosinha: “Amor, vou dar!” Embora não fosse a primeira vez que ela dava a bunda pro tio Carvalho, senti um frio na barriga e uma pulsação no pinto. Acho que o fato dela estar sozinha com ele e longe de mim me causou umas sensações estranhas. Em seguida havia mais mensagens: “Amor, eu e o tio vamos transar agora, vou dar minha bunda pra ele. Estou usando a camisinha feminina, ele enfiou ela na minha xota e disse que assim ele poderá meter nos meus dois buraquinhos, poderá alternar as metidas no meu cuzinho e também na xota, estou muito tesuda pra experimentar. Vamos tentar filmar pra você ver! Venha pra casa, o tio disse que terminaremos antes de você chegar. Estarei esperando você na nossa cama... deitada de bunda pra cima... pode aproveitar de mim!”

Caros leitores, a vontade que tive foi de ir ao banheiro, bater uma punheta e aliviar o tesão que eu sentia naquele momento ao imaginar que minha esposa estaria sendo enrabada no nosso quarto e na nossa cama. Mas eu ainda tinha alguns minutos pra trabalhar e então fui ao banheiro mijar. Precisei fazer algum esforço, pois o pau insistia em continuar duro. Voltei pra sala e me concentrei no trabalho conseguindo amolecer meu pinto. Ao fim do expediente saí às pressas e fui pra casa. Quando passei pelo quintal da casa do tio, ainda tive tempo de vê-lo entrando em sua casa. Ele não me viu, mas eu imaginei que ele acabara de sair do meu quarto... e de dentro da minha esposa, pois ele andava pelado balançando o pau mole. Fui pro quarto sentindo meu pinto endurecer e, conforme prometido, minha mulher me esperava deitada com a bunda pra cima. Ao notar minha presença, me olhou e, vendo eu tirar a roupa exibindo a pica dura, abriu as pernas mostrando o seu entre coxas. Vi que dentro da xota havia algo parecendo uma camisinha, sendo que parte daquilo ainda estava enfiado nela e sobrando pra fora apenas uma argola para entrar o pau. Não pensei em mais nada, subi na cama e, como um tarado doido pra comer uma vagabunda, montei minha mulher e soquei numa só metida meu cacete duro pra dentro do cuzinho fazendo ela gemer.

Rosinha (cravando as unhas nas minhas coxas) – Aiiiii, amor, doeu! O tio me enrabou muito e disse que deixaria meu cuzinho todo arrombado pra você, mas mesmo assim doeu quando você meteu seu cacete todo de uma vez!

Eu (metendo como um cachorro tarado no cu da minha mulher) – Eu tô muito tarado!

Rosinha (com o rosto virado pro lado, sorrindo) – Vai devagar, amor, aproveite bem de mim, quero que você enfie seu pau na minha bucetinha também! Viu que ainda tem uma camisinha dentro dela? Pode meter no meu cu e também na buceta, pode variar os buraquinhos! (arrebitando a bunda e rebolando) – Vem mete na minha xota também!

Eu (metendo mais devagar) – Seu cuzinho tá gostoso, tá macio e cheio da porra do tio!

Rosinha (rebolando) – Você gosta, meu safado, de comer meu cuzinho arrombado e cheio da porra do tio?

Eu (enfiando fundo e entortando o pau pros lados) – Adoro!

Rosinha (falando com voz de tarada) – Então mete, Fer, me enraba bem gostoso, mas não se esqueça de meter na minha bucetinha também, quero que você coma ela com a camisinha!

Tirei meu cacete do cu da minha mulher que começava a vazar a porra do tio e soquei na xota sentindo meu pau entrar naquele túnel macio, aliás, largo, deliciosamente arrombado! Meti por algum tempo na xota e voltei a meter no cuzinho. Gostei de variar os buraquinhos e então comecei a alternar, metia um pouco no cu e um pouco na buceta, no cu e na buceta. E assim ficamos por um bom tempo sem mudar de posição de tão bom estava aquela putaria.

Rosinha (gemendo) – Ai, amor, sentir você metendo nos meus dois buraquinhos tá me enchendo de tesão, se continuar me comendo assim vou acabar gozando outra vez!

Eu (sentindo meu gozo se aproximando, metendo forte em busca do prazer maior) – Rosinha, você é minha putinha gostosa, esta semana tá dando todos os dias pro tio; você não se cansa?

Rosinha (sorrindo) – Não me canso, não, amor, eu sou muito fêmea, sou a mulher mais feliz do mundo, tenho dois machos tesudos pra me comer e duas picas gostosas que me fazem gozar muito gostoso! (rebolando, empurrando a bunda contra mim) – Ai, amor, vou gozar outra vez, sua pica é muito gostosa e vai me fazer gozar de novo, mete, mete que eu vou gozar!

Não resisti a tanto tesão e despejei no rabo da minha mulher toda a porra que eu tinha guardada no meu saco. Gozamos juntos! Que delícia gozar com a minha amada! Após o jantar fomos pro quintal tomar uma cerveja e comentei com a Rosinha que o tio Carvalho, naquela semana, após comê-la, permanecia na casa dele. Ela disse que ele queria nos deixar a sós pra curtirmos os nossos prazeres, pois ele já havia “usado e abusado” dela e estava satisfeito. Achei bastante justo da parte dele, pois eu queria aproveitar da minha mulher, tê-la somente pra mim, mesmo após ser “usada e abusada” por ele. Após a cerveja, nos banhamos na ducha do quintal e fomos pro nosso quarto. Eu ainda escovava os dentes quando vi sobre o criado mudo, ao lado da cama, a filmadora me fazendo lembrar de que a Rosinha havia dito que tentaria filmar a sacanagem entre ela e o tio.

Rosinha (sorrindo ao ver que eu olhava para a filmadora e provocando) – Fer, quer ver o vídeo da sua esposa putinha fazendo putarias com o tio Cavalo?

Caros leitores, devido às provocações da minha esposa, meu pau pulsou outra vez antes mesmo de eu começar a ver o vídeo. Nos acomodamos na cama e começamos a assistir, ambos pelados e de pernas abertas exibindo nossos sexos, provocando um ao outro. Ver minha amada tarada pelo pauzão do tio Carvalho, se oferecendo, querendo e pedindo pica e se transformando em puta fez meu cacete crescer e babar de tesão. Na filmadora havia vários vídeos, uns curtos, outros longos, mas sempre mostrando as safadezas que fizeram durante todo o dia. Ao ver os dois safados se pegando, se beijando, se apalpando, se chupando, enfiando dedos em buraquinhos, punhetando pica e metendo muito, meu pau endureceu como se não tivesse gozado a minutos atrás. Admito que senti algum ciúme quando a Rosinha elogiava ou valorizava o pintão do tio Carvalho. Não foram poucas as vezes que ela, pegando, massageando ou chupando o cacete do tio, falava obscenidades do tipo: “Uau, tio, adoro seu pauzão, você é muito pintudo, olho pra esse cacetão e lembro do cavalo Mandingo! Não sei como eu aguento toda essa piroca dentro de mim!” E o tio também aproveitava pra excitar ainda mais minha mulher com as putarias que falava: “Você gosta de qualquer pau, Rosinha, você é muito putinha e adora abrir as pernas e dar a bucetinha e o cuzinho!” Rosinha provocava de volta: “Esse seu caralhão me enfeitiça, tio, toda vez que eu vejo ele fico molhadinha de vontade de dar pra você!” E o tio rebatia: “Você gosta do meu pauzão porque você é muito fêmea, você é muito putinha!”

Caros leitores, penso que sexo oral não é apenas uma boca na xota, no cu ou no pau; penso que as obscenidades, as putarias faladas antes ou durante a trepada também são uma espécie de sexo oral e, naquele vídeo, o auge do sexo oral falado entre a minha esposa e o tio aconteceu durante a enrabada que ele deu nela. A Rosinha, quando sentia a dor do pau entrando no seu cuzinho, gemia frases do tipo: “Ai, tio, você é muito caralhudo, tá rasgando meu cuzinho com esse pau grosso!” E o tio provocava: “Você vai aguentar, minha linda, vou rasgar as suas pregas e você vai gostar tanto que no final vai gozar pelo cu na minha piroca igual a uma puta!” A Rosinha, próxima do gozo, provocava: “Mete, tio, mete meu macho caralhudo, soca esse caralhão enorme no cu da sua putinha, soca que eu gosto... aiiiii, como é bom ser enrabada por você, meu macho caralhudo!”

Vendo as imagens da enrabada que o tio dava na minha mulher, até tentei comer outra vez o cuzinho dela, mas ela disse que estava bastante castigada no furinho traseiro e então nos acomodamos de lado na cama e enfiei meu pau na xota. Metendo e assistindo as putarias, vendo minha mulher de quatro se oferecendo pro tio Carvalho, ou melhor, pro tio Cavalo, que exibia a vara dura e grossa pra câmera. Ver ele enfiando uma camisinha feminina na bucetinha dela e depois meter, encher a xota dela com aquele poste, fez meu pau pulsar dentro da Rosinha. Na sequência ele colocou minha esposa de frango assado e provocou: “Vou foder seu cuzinho, minha linda, vou meter meu pau na sua bunda e te enrabar bem gostoso!” A Rosinha gemeu: “Devagar, tio, seu cacete é muito grande pra mim, seja carinhoso e enfie bem devagar!” Com os olhos fixos no vídeo vi o tio, lenta e carinhosamente, empurrando pra dentro do cuzinho toda aquela estrovenga que minha mulher valentemente aguentou até o talo. Reclamou um pouco, gemeu muito e pediu pra ele tirar várias vezes, mas conseguiu engolir com o cuzinho todo aquele feixe de nervos que abriu, rasgou e arregaçou o seu túnel anal. Eu e ela metíamos lentamente enquanto assistíamos os vídeos e, na hora de gozar, vimos outra vez o mais excitante, aquele em que a Rosinha gemia e sofria no início da penetração do cacetão no seu cuzinho. Caros leitores, não sou sádico, mas ver minha mulher gemendo de dor ao aguentar uma pica daquele tamanho na bunda me enchia de tesão. E foi assim, assistindo o filme e metendo lentamente, segurando o gozo até não aguentar mais, que demos a última gozada da noite. Saciados, nos banhos e nos deitamos pra dormir.

Rosinha (sonolenta antes de adormecer) – Boa noite, meu corninho querido!

Eu – (abraçando ela em posição de conchinha, pressionando meu pau mole nas nádegas e enfiando minha mão entre as coxas) - Boa noite, minha putinha deliciosa!

Na quinta-feira despertei mais cedo sentindo meu pau duro com vontade de mijar. Fui ao banheiro e tive que sentar no vaso, pois eu não conseguiria me aliviar em pé com o pau duro daquele jeito. Após fazer minha higiene, fui espiar pela janela da sala e vi o tio Carvalho pelado limpando a piscina e, vendo o pinto balançando pesado, me lembrei que naquela semana ele e a minha amada esposa haviam transado todos os dias, e mais de uma vez ao dia. Pensei na enorme necessidade de sexo da minha esposa e me perguntei se eu conseguiria satisfazer as suas necessidades sexuais caso eu não tivesse o tio Carvalho com “sócio”. Me senti muito corno ao pensar naquilo e ri sozinho. Preparei o café e fui acordar minha amada que ainda dormia e, como de costume, estava peladinha. Vendo ela de pernas levemente abertas exibindo a rachinha linda, na qual os pelinhos já haviam brotado e estavam com quase meio centímetro, dando ao meu “parque de diversões” um aspecto de jardim bem cuidado, me aproximei devagar tentando não balançar o colchão. Me deitei entre as pernas abertas, aproximei meu nariz daquela fruta e aspirei o aroma natural de buceta, porém muito suave e me senti apaixonado por aquela mulher que tantos prazeres me proporcionava. Caros leitores, o entre coxas da minha mulher é muito quente e basta aproximar o rosto pra sentir o calor que brota daquelas carnes íntimas. Que delícia!

Rosinha (percebendo minha presença entre suas pernas e falando com voz preguiçosa) – Que delícia acordar com você entre minhas pernas, amor! Depois de cheirar minha xaninha, pode beijar que ela vai adorar ganhar o seu carinho logo cedo!

Eu (beijando suavemente as laterais daquela fruta, dando atenção especial a cada um dos lábios antes de deslizar carinhosamente a língua entre eles) – Adoro cheirar a sua bucetinha, o cheiro dela faz meu pau pular!

Rosinha (abrindo com os dedos os lábios da perseguida) – Então, vem, amor, me dê o seu pau, mete ele na minha xotinha que eu vou adorar!

Olhei o relógio e, vendo que eu tinha bastante tempo, me acomodei entre as pernas abertas da minha Rosinha e lentamente enfiei meu cacete no túnel quente, úmido e aconchegante que agasalhou toda a minha pica. Eu metia devagar pra que ela pudesse beber a água da garrafa que estava no criado mudo e lavar a boca.

Rosinha (gemendo ao terminar de beber a água) – Ai, Fer, adoro o seu pauzão, se eu pudesse ficaria com ele dentro de mim durante vinte e quatro horas por dia!

Eu (recebendo aquelas palavras como uma declaração de amor) – Você é muito safada!

Rosinha (sorrindo) – Safada... e apaixonada! (envolvendo meu corpo com seus braços e pernas) – Amo muito você, Fer!

Metemos por algum tempo curtindo nossos corpos e exercitando nosso amor, mas, olhando o relógio, achei melhor interrompermos nossa trepadinha matinal.

Eu (desfazendo nossa conexão para guardar energias pro final do dia) – Melhor tomarmos café, pois daqui a pouco terei que ir trabalhar.

Minha esposa me presenteou com um sorriso carinhoso e se foi pro banheiro. Naquela manhã tomamos café junto com o tio Carvalho, como vinha acontecendo todas as manhãs daquela semana em que ele estava de férias.

Rosinha (provocando ao me dar um beijo antes de eu sair pra trabalhar) – Fer, se o tio Carvalho quiser me comer hoje, você vai se incomodar se eu der pra ele?

Eu (rindo, passando a mão na xotinha dela debaixo do vestido curto sem calcinha e saindo) – Só vou me incomodar se você não me contar em detalhes o que fizeram!

Naquela quinta feira a safadeza dos dois deve ter sido mais tranquila, pois a Rosinha não me passou mensagem nenhuma durante o dia. No final da tarde, já próximo do fim do meu expediente, fiquei um pouco curioso e digitei uma pergunta via zap: “Tá tudo bem aí, minha florzinha? Ao que ela respondeu via mensagem de áudio: “Tá, amor... nesse momento tá tudo bem... bem dentro, aliás, todinho dentro de mim! Eu e o tio estamos transando neste exato momento, eu tô deitada de bruços na cama e ele tá me pegando por trás, eu adoraria que você estivesse aqui assistindo nós dois!” Me assustei ao ouvir a mensagem e olhei ao redor pra me certificar de que ninguém mais havia ouvido. Fechei a porta da sala e, sentindo meu pinto endurecendo dentro da cueca, provoquei: “Eu adoraria estar aí vendo vocês dois metendo, já tô ficando de pau duro só de imaginar a cena de você dando pro tio!” Rosinha logo enviou outro áudio: “Oh, Fer, tô aqui deitada de bunda pra cima e com o tio entre minhas pernas metendo o cacetão dele todinho na minha xaninha, tá uma delícia! Ouça ele metendo, Fer, ele tá socando fundo e batendo o quadril na minha bunda, enfiando tudinho dentro da minha xotinha... tá muito bom!” Ouvir o som de batidas de corpos se chocando e imaginando o tio socando o cacetão na minha mulher, fez meu pau endurecer completamente dentro da roupa. Olhei o relógio e vi que em alguns minutos eu poderia voltar pra casa e comer a minha esposa, usada e abusada pelo meu tio dotado. Enviei outra mensagem: “Daqui a pouco estarei aí com você... e vou te comer bem gostoso!” Rosinha respondeu: “Vem logo, estarei esperando por você toda gozadinha, com a xota cheia de porra quentinha pra te agradar, venha logo, amor!”

Uau! Fui ao banheiro e quase não consegui mijar de tão duro estava meu cacete! Ao terminar meu horário de trabalho fui pra casa caminhando rápido e doido pra pegar minha esposa metida e gozada por outro macho. Imaginar a bucetinha dela folgada e escorregadia de gozo fez meu pau endurecer enquanto andava de volta pra casa. Sim, caros leitores, aquela excitação que eu sentia era, sim, tesão de corno (risos)! Ao chegar em casa fui direto pro quarto e lá estava minha esposa, nua, deitada na cama com a bunda pra cima e as pernas fechadas, segurando dentro da xana a porra do tio Carvalho. Tirei rapidamente minha roupa, subi na cama, me deitei sobre minha mulher e meti o cacete entre as coxas sentindo meu pau deslizar gostoso pra dentro das carnes quentes e acolhedoras da sua buceta.

Rosinha (gemendo) – Ufffff, que delícia de cacete você tem, amor! Mete, mete bem gostoso, me dá seu pau, me fode que eu gosto!

Metemos por algum tempo naquela posição, com minha esposa deitada de bruços e eu por trás, estava delicioso, mas eu quis meter olhando pro rosto dela e mudamos de posição. Coloquei ela de frango assado e pude, então, ver as expressões de prazer no rosto da Rosinha, além da minha pica entrando e saindo naquela fenda macia e toda melada pela porra do tio e pelos lubrificantes íntimos daquela bucetinha deliciosa. Caros leitores, só quem já pegou a esposa metida, arrombada e gozada por outro macho saberá do que estou falando. É uma sensação de cornitude inexplicável, deliciosamente tesuda e prazerosa! Metemos por algum tempo na posição de frango assado, falando e ouvindo obscenidades até que a Rosinha anunciou que iria gozar outra vez apressando também o meu prazer maior.

Rosinha (gemendo) – Vou gozar outra vez, amor, não acredito que vou gozar de novo, ai, que delícia, tá vindo, vou gozar, vou gozar, ai, que delíciaaaaa!

Apreciando a cena altamente tesuda da minha amada gozando, não mais consegui segurar o meu gozo e, junto com ela, também atingi o clímax esguichando em suas entranhas todo o meu creme de macho. Corno, mas macho (risos)!

Na sexta-feira acordei sentindo a boca da Rosinha envolvendo meu pinto duro. Quando ela viu que eu acordei, pegou minhas bolas e puxou pra baixo rumo ao cuzinho e, mesmo estando com a boca cheia, me presenteou com o seu lindo sorriso; pude ver em seus olhos!

Rosinha (beijando a cabeça do meu pau) – Oh, amor, eu acordei pra fazer xixi e vendo seu pinto duro, não resisti. (com cara de safada montando em mim e comendo minha pica com a xotinha acolhedora) – Que tal brincarmos um pouquinho antes do café?

Metemos por alguns minutos e logo desfizemos nosso engate, pois era preciso fazer o café da manhã. Como sempre o tio nos acompanhou e, enquanto comíamos a nossa primeira refeição do dia, a Rosinha provocou:

Rosinha (sorrindo pra mim e pro tio) – Tio, amanhã, sábado, irei cedo ao ginecologista para a consulta de rotina anual; eu gostaria, se possível, que você raspasse minha xotinha pra eu não ir peluda ao médico.

Carvalho (rindo da safadeza da minha mulher) – Mas sua xotinha nem esta peluda, minha linda, ela tá lindinha, parece um gramado bem aparado!

Rosinha (sorrindo sapeca) – Eu sei, tio, mas eu gosto de estar bem lisinha quando vou ao ginecologista!

Eu (fingindo dar uma bronca nela) – Vai ao médico com a xota raspada só pra provocar o coitado, né! Corre o risco dele ficar de pau duro e passar vergonha na sua presença e da secretária que o auxilia!

Rosinha (rindo) – Certamente vocês já ouviram dizer que nenhum profissional deve pensar no trabalho quando termina o expediente, mas o ginecologista é uma exceção, pois se ele voltar pra casa pensando nas xotas que viu durante o dia, terá muito tesão pra comer a esposa!

Rimos da piada bem humorada da minha esposa e logo ela voltou ao assunto.

Rosinha (com sorriso provocante) – Tio, você poderá raspar meus pelinhos hoje?

Carvalho (rindo pra mim) – Claro, minha linda, farei tudo que você mandar!

Terminamos o café, arrumamos tudo e outra vez o tio me deu carona, pois ele tinha pendências a resolver. Foi somente no fim da tarde que ouvi o sinal de mensagem chegando no zap. Discretamente abri e me surpreendi com a foto da Rosinha totalmente nua e a mensagem bem humorada: “Fer, o tio vai começar a raspar os pelinhos entre minhas coxas pra que a minha bonitinha fique lindinha!”. Certamente foi o tio quem fez a foto, pois minha esposa aparecia deitada sobre a mesa da varanda, com os pés apoiados no tampo e as pernas abertas, ou melhor arreganhadas, exibindo o meu parque de diversões. Na próxima foto já se via a xaninha coberta de espuma, sendo que as demais imagens mostravam o processo de raspagem daquela linda xota até ficar totalmente lisinha. Em seguida vieram outras imagens mostrando minha mulher de quatro, bunda empinada e com espuma no reguinho traseiro, pois o tio iria deslizar, também naquele furinho, o barbeador, mesmo ela não tendo pelos naquele lugar. Lembrei-me de que eu já havia raspado a Rosinha naquela mesa e, como mostravam as fotos, era naquele ambiente que o tio Carvalho também estava raspando a xaninha da minha esposa safada. Ao final veio mais uma mensagem da Rosinha: “Fer, agora que os meus pelinhos foram raspados deixando minha xota lisinha, eu e o tio vamos pra casinha onde moro com você, pro quarto onde durmo com você e, na cama onde você me come, vamos experimentar o resultado da raspagem. O tio já tá tarado me mostrando o pau durão me deixando doidinha de vontade. Amo muito você, Fer!” Senti meu pinto endurecer e tive que ir ao banheiro mijar pra tentar acalmar o bicho. Voltei pra casa no início da noite e fui surpreendido quando, ao entrar no quarto, vi que o tio Carvalho e a minha esposa ainda estavam na sacanagem. Os dois faziam 69, ele por baixo lambendo e se deliciando na buceta e no cuzinho da minha mulher enquanto ela, parecendo estar com fome de pica, lambia desde as bolas do saco, todo o pau, abocanhava e chupava a cabeça brilhante do cacetão que agarrava com as duas mãos. Não pensei duas vezes, arranquei minha roupa, subi na cama e meti meu pau extremamente duro na xota da minha mulher sem me importar com o tio que estava lambendo aquela região. Ele também não se importou com a minha presença e, depois de se ajeitar melhor pra que eu pudesse ocupar o meu espaço naquela putaria, continuou lambendo a bucetinha da minha mulher, mesmo com o meu pau dentro dela, entrando e saindo, e meu saco se arrastando na testa dele.

Rosinha (tirando o pau da boca e gemendo) – Oh, amor, que bom que você chegou, eu estava sentindo sua falta aqui em nossa cama! Eu tava doidinha de vontade de ganhar dois pintos!

Eu (me deitando sobre as costas dela, beijando e lambendo sua orelha e vendo bem de perto ela chupando o cacetão do tio Carvalho) – Você gosta de dois paus, né, safada!

Rosinha (gemendo) – Adoro, amor, me sinto muito mulher, muito fêmea quando tenho dois machos me comendo!

Além de beijar a Rosinha na orelha, eu também lhe dava chupadas no pescoço, pois sei que ela gosta e fica toda arrepiada. Ela, vendo que meu rosto estava próximo da sua boca cheia com o pau do tio, parou de chupar aquela coisa, apontou pro meu rosto e provocou:

Rosinha (com um sorriso safado) – Fer, quer me ajudar a chupar esse pauzão gostoso?

Eu (rindo, distanciando meu rosto daquele cacete e erguendo o corpo) – Não, muito obrigado, vou continuar metendo na sua buceta que tá uma delícia!

Rimos da brincadeira e continuamos naquela safadeza por mais algum tempo até que ela quis mudar de posição.

Rosinha (se pondo de quatro e nos provocando ao balançar a bunda pra um lado e outro) – Quero um pau na xota e outro na boca!

O desejo da minha mulher era uma ordem pra nós e então me ajoelhei em frente a ela oferecendo minha pica pra ser chupada enquanto o tio, indo por trás, empurrou pra dentro da buceta a sua estrovenga fazendo ela gemer:

Rosinha (gemendo) – Putz, tio, devagar que seu pau é muito comprido e tá empurrando meu útero!

O tio não deu ouvidos à Rosinha e continuou metendo em busca do seu prazer maior, pois os dois já estavam transando antes de eu chegar e ele devia estar muito tesudo. A Rosinha, com meu pau na boca, não mais reclamou do pau comprido do tio e continuamos aquela safadeza por mais algum tempo até ela pedir pra revezarmos:

Rosinha (tirando meu pau da boca, visivelmente tesuda, parecendo próxima do gozo) – Agora quero chupar o pau do tio e sentir o do Fer na minha buceta!

Trocamos e o tesão aumentava pra nós três até que eu, cheio de excitação, anunciei que iria gozar:

Eu (agarrando minha mulher pela cintura e socando meu pau com força na buceta dela) – Não aguento mais segurar, é muito tesão, vou gozar, vou gozaaaarrr!

Rosinha (tirando o pau do tio da sua boca e provocando) – Goze, amor, encha minha buceta com sua porra quente que depois de você será o tio quem me comerá com a xota gozada!

Meti com força e, sentindo os espasmos do gozo, esguichei dentro da buceta da minha mulher o meu caldo de macho. Sentindo meu corpo arrepiado e as golfadas que saiam nas entranhas dela, curti o êxtase do prazer maior que só o sexo pode nos proporcionar. Que delícia! Percebendo que o tio havia paralisado seus movimentos esperando que eu tirasse meu pinto da buceta da Rosinha, saí de dentro dela e logo meu lugar foi ocupado pelo pauzão gigante dele que, chegando por trás, meteu todo o cacete numa só socada, me fazendo lembrar do cavalo Mandingo quando comeu a égua Kiara. Deitado ao lado deles, assisti a umas poucas bombadas do cacete que entrava e saia tirando minha porra da buceta e me fazendo lembrar que um dia a Rosinha disse que o pau é ciumento, e que o formato da cabeça é adequado pra entrar pelo túnel da buceta e, na saída, retirar o porra do macho anterior. O tio, vendo minha porra saindo, deu mais umas metidas e logo se arrepiou denunciando que gozaria dentro da minha mulher. Igual a um cavalo reprodutor, socou fundo o cacete e anunciou seu gozo:

Carvalho (enfiando o cacete até o talo na minha mulher e esporrando bem lá no fundo) – Aiiiii, que delícia gozar dentro dessa sua buceta gostosa, Rosinha!

Rosinha (gemendo) – Goze, tio, goze dentro da minha buceta, me enche com a sua porra quente, ai, que delícia!

Após gozar, o tio se deixou cair na cama ao lado da minha esposa que também se deitou de frente pra mim. Foi somente naquele momento, vendo minha mulher relaxada com as pernas abertas, exibindo a xota vazando porra, que me dei conta de que a buceta dela estava raspada, lindamente lisa sem nenhum pelinho. Que coisa linda!

Rosinha (com brilho nos olhos) – Meus amores, eu ainda não gozei, quem ainda tem disposição pra me lamber a xota e me fazer gozar?

Eu já havia chupado a xota da minha mulher gozada, não só por mim, mas também pelo tio e poderia fazer isso outra vez, mas a presença dele me deixou inibido e não me ofereci pra fazer a minha amada gozar. Mas o tio...

Carvalho (se deitando entre as pernas dela) – Deixe comigo, minha flor, vou te lamber bem gostoso até você gozar na minha boca!

Vi meu tio dotado ajeitando o seu pau grande sob o corpo e cair de boca na xota gozada da minha esposa sem se importar que, de dentro dela vazava, além da porra dele, a minha também. Não foi necessário muito tempo de chupadas e lambidas e a Rosinha anunciou:

Rosinha (gemendo, agarrando a cabeça do tio e a puxando contra sua buceta) – Ohhh, tio, sua língua é muito gostosa, adoro ela lambendo minha buceta gozada, vou gozar, vou gozar, tá vindo, aiiiii, que delícia, tô gozaaaaandoo!

Naquela noite de sexta-feira jantamos todos juntos saboreando pizza e vinho. Após o jantar nos banhamos na ducha do quintal aproveitando o clima agradável e logo o tio se foi pra sua casa deixando eu e a Rosinha sozinhos. Eu e a minha amada esposa fomos pra nossa casinha e demos mais uma trepadinha, uma rapidinha, pois eu ainda tinha energias e gozamos juntos. Que coisa boa que é transar e gozar com a minha Rosinha. Adormecemos pelados e satisfeitos!

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