Andressa viajou com Suzana na manhã de quarta-feira, o ônibus saindo de Florianópolis rumo a Torres – uma viagem de cerca de quatro horas pela rodovia, com vistas do litoral passando pela janela, o mar azul se estendendo como um tapete infinito ao lado. Elas mandavam várias mensagens de zoeira pra Jhonny, que estava atolado no escritório de TI, tentando focar em planilhas e códigos enquanto o celular vibrava incessantemente, o som cortando o ar condicionado. "Ei, amor! Tô aqui com a Su, já sentindo falta do teu pau… ops, quer dizer, da tua companhia!" escrevia Andressa, zoando quente, seguida de uma selfie delas duas sorrindo, óculos de sol e cabelos soltos, o sol batendo nos rostos corados. Suzana adicionava: "Jhonny, salva a gente desse tédio – manda uma foto tua pra animar!" Ele respondia rindo, entre uma reunião e outra: "Vocês duas são impossíveis… tô trabalhando, mas mandem mais selfies inocentes, vai!"
Mas logo as mensagens viraram fotos provocantes, o tom escalando de brincadeira para safadeza pura, o balanço do ônibus adicionando um ritmo sutil à excitação. Elas, ainda dentro do ônibus – viajando de dia, com o veículo meio vazio e o sol filtrando pelas cortinas –, tiravam várias fotos sensuais, tentando se comportar para não chamar atenção demais dos poucos passageiros. Tentavam, pelo menos. Uma foto foi das duas, que estavam sentadas uma ao lado da outra nos bancos reclináveis: Suzana de vestido rosa leve, tecido floral colando às curvas generosas, realçando os seios médios e a barriga lisa; Andressa de blusa branca solta e saia azul marinho plissada, o material subindo levemente com o movimento. Elas levantaram o tecido, câmeras dos celulares apontadas para baixo – Andressa de calcinha rendada preta, fina e transparente o suficiente para delinear os lábios rosados, um vinco úmido piscando no centro; Suzana de calcinha branca quase invisível, o tecido úmido marcando o vinco carnudo da boceta raspada, lábios inchados reluzindo de excitação. Várias fotos das calcinhas, sempre as duas juntas, legendas safadas pipocando: "Olha o que você tá perdendo, amor… qual prefere?" de Andressa; "Jhonny, isso é pra te motivar no trabalho – pensa em nós!" de Suzana.
Até que elas se empolgaram de vez, o tesão crescendo com o balanço do ônibus, o ronco do motor vibrando nos assentos como um estímulo sutil. Começaram a enviar fotos delas massageando os seios – mãos apertando os volumes por cima da roupa, Suzana roçando os mamilos endurecidos sob o vestido rosa, dedos circulando os bicos escuros através do tecido fino; Andressa circulando os seios pequenos pela blusa branca, mamilos rosados marcando o material, gemidos abafados imaginados por Jhonny. Depois, uma massageando os seios da outra, ainda por cima da roupa: dedos de Suzana traçando os contornos dos seios de Andressa, apertando com firmeza sensual, e vice-versa, legendas como "Tá gostando do show, careca? Imagina suas mãos aqui…". E então, com os seios pra fora da roupa – elas puxando os decotes para baixo, expondo os mamilos rosados de Andressa e os escuros e firmes de Suzana, fotos em close com expressões maliciosas, peitos balançando levemente com o movimento do ônibus: "Pra você morder depois, amor!" Jhonny estava excitadíssimo vendo as fotos no celular, pau endurecendo nas calças do terno, tentando disfarçar na mesa do escritório: "Vocês vão me matar… isso é tortura! Vocês tem 2h para pararem com isso!! haha"
Então, o que o deixou mais doido: elas se filmaram tirando suas calcinhas devagar, exibindo as bocetas juntas na foto que mandaram logo em seguinda – pernas entreabertas nos bancos, boceta branquinha e rosada de Andressa piscando úmida, clitóris inchado proeminente e reluzindo; a de Suzana carnuda e raspada, lábios reluzindo de excitação, um filete de umidade escorrendo pela virilha morena. "Olha o que tá te esperando… vem buscar!" legendava Andressa. Jhonny logo pressentiu que essa viagem poderia rolar muita coisa entre elas, mas esperava que fosse sincera – e tudo indicava que sim, pois até sobre o casal voyeur vizinho do ônibus falaram, sem esconder. Elas disseram que tinha um casal olhando elas se fotografarem – um casal maduro, por volta dos 50 anos, sentados uma fileiras atrás: a mulher loira grisalha com a mão dentro da calça do cara, massageando devagar, dedos ritmados sob o tecido; ele, careca e robusto, com a mão dentro da saia dela, dedos se movendo ritmado, o ar carregado de olhares cúmplices. Mas não conversaram ou qualquer coisa do tipo – só trocaram olhares cúmplices, sorrisos discretos, o ar carregado de tesão coletivo no ônibus.
Andressa disse, em texto: "Não vejo a hora do reencontro com você, amor… tô pegando fogo!" Jhonny não aguentou – o pau dolorosamente duro, o escritório vazio no horário de almoço. Foi no banheiro, trancou a porta, sacou a rola grossa e se masturbou furiosamente, filmando com o celular: punheta ritmada, gemendo baixo "Ah, Andi… Su… isso é pra vocês!", gozando jatos quentes no vaso sanitário, o sêmen escorrendo espesso. Mandou o vídeo pra Andressa, que logo curtiu e enviou várias mensagens safadas: "Delícia, amor! Tô lambendo os dedos imaginando teu gozo… mal posso esperar pra te chupar de verdade!" A viagem mal tinha começado e já estava quente, o tesão à flor da pele.
Jhonny prosseguiu com seu trabalho corrido – reuniões virtuais e códigos para depurar –, e logo veio mais mensagem. Andressa dizendo, voz carinhosa em um áudio: "Te amo tanto, Jhonny… já tô com saudades, pensando em você o tempo todo." Por fim, elas tinham chegado na cidade e foram de Uber pro hotel – um resort simples à beira-mar, com quartos com vista para as falésias de Torres, o som das ondas ecoando ao fundo. Andressa não tirou foto do momento, mas comentou por áudio, já no hotel, rindo ofegante: "Amor, o motorista do Uber com certeza viu nossa boceta… a gente tava sem calcinha ainda, pernas abertas no banco de trás, e ele piscou no retrovisor! Tô rindo, mas excitada pra caramba... huuum Foi mal, não conseguimos evitar de nos exbir... ahhh tô tendo que me dedicar aqui com meus dedinhos, já que você não tá comigo... huuum que delícia... Eu queria tanto você aquiii..." No áudio, ela se masturbava, gemidos suaves misturados a squishes úmidos: "Ah… pensando em você… gozando gostoso agora!" Então fotografou: sua boceta melada de seu mel, lábios rosados inchados e brilhando de excitação, clitóris proeminente pulsando visivelmente, corpo molhado no box do banheiro. Ela se despediu com mais juras de amor: "Te amo, Jhonny… vou terminar meu banho agora. A Su tá lá fora, falando com o Chris pelo telefone, provavelmente fazendo o mesmo que eu – se masturbando, gemendo pra ele. Haha Beijos, saudades."
Jhonny respondeu, pau duro novamente no meio do expediente, digitando com um sorriso: "Te amo demais, Andi… louco de saudade também, doido pra chupar você bem gostoso, lamber cada gota desse mel. Se diverte, mas me atualiza tudo, tá?" Ele então seguiu com seu trabalho corrido, mente vagando para as fotos e áudios, cheio de tesão e uma pitada de expectativa pelo que viria.