Capítulo 29: Viagem à Vista e Promessas

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1233 palavras
Data: 07/05/2026 19:02:20

O fim de semana se arrastou em um ritmo lento e exaustivo, o apartamento envolto em um ar abafado de remédios e chás quentes, o vapor de camomila e limão pairando como uma névoa reconfortante. Jhonny teve um pouco de sintoma – uma tosse seca e fadiga leve que o deixou preguiçoso no sofá, assistindo séries antigas, o corpo afundando nas almofadas enquanto episódios se sucediam na tela –, mas foi de leve, nada que o derrubasse, apenas um incômodo passageiro que o fazia bocejar mais do que o normal. Andressa, porém, ficou bem pior: febre alta oscilando como uma montanha-russa, corpo dolorido e nariz entupido, passando a maior parte do tempo na cama, enrolada em cobertores grossos, o suor perlando na pele branquinha, com Jhonny cuidando dela – trazendo sopa fumegante, medindo temperatura com o termômetro digital e massageando as costas para aliviar o desconforto, mãos firmes traçando círculos suaves na pele quente. "Amor, descansa… tô aqui," murmurava ele, beijando sua testa suada. Ela começava a melhorar apenas na manhã de segunda, a febre cedendo para uma fraqueza residual, o suficiente para ela se levantar e preparar um café simples, o aroma de pão torrado misturando-se ao cheiro de remédios. E aquela semana seria igual à anterior para Jhonny – o projeto da empresa consumindo suas horas, com chegadas tardias e pilhas de e-mails não lidos, o laptop piscando como um farol insistente.

Eles haviam conversado bastante durante os dias de repouso, botando vários pingos nos is em momentos tranquilos no sofá ou na cama, o clima já leve novamente entre eles, risadas misturadas a toques carinhosos, mãos entrelaçadas sob os lençóis. Jhonny frisava bem, voz séria mas afetuosa, enquanto segurava a mão dela: "Andi, eu te amo mais que tudo, mas não quero segredos ou qualquer coisa pelas costas – a gente já passou por isso, e honestidade é o que nos mantém fortes." Andressa concordava, olhos nos dele, apertando sua mão: "Eu sei, amor… juro que te amo e que você vai ver isso com os próprios olhos, nas minhas ações todos os dias. Mas peço o mesmo de você – nada de esconder, tá? Somos um time." Eles selavam com beijos suaves, o laço se reforçando na vulnerabilidade da gripe, lábios se tocando com ternura renovada.

Na terça-feira, Jhonny dando uma rápida relaxada no intervalo para um lanche rápido à tarde – um sanduíche apressado na copa do escritório, o celular vibrando na mesa –, ele recebeu mensagem de Cintia. Ela o zoava, como sempre, textos cheios de emojis risonhos: "Ei, careca! Não tô aguentando mais essa loira sua… ela me ignora, tô com raiva! Arranjei outra na rua, uma ruiva doida que nem eu, hahaha. Cadê você pra me consolar?" Ele retrucava, pilhando de volta: "Ah, é? Então vai nessa, ruivinha – mas cuidado pra não se apaixonar pela cópia barata. Tô ocupado salvando o mundo aqui no trabalho!" Por fim, ela revela, tom mais sério: "Brincadeira à parte, sei do seu projeto caótico… a Andi me contou, você tá sem tempo pra nada. Entendo, tô enrolada também – fazendo um projeto pra uma empresa portuguesa, design gráfico pra um app deles, e só termino na segunda quinzena de novembro. Tenho que correr bastante, prazos apertados... é foda. Força aí, careca!" Por fim, ela se despede mandando um vídeo curto: dela enrolada em uma toalha branca fofa, saindo do banho, abrindo um pouco a mesma com um sorriso malicioso – o suficiente para mostrar a curva do ombro nu e um vislumbre de pele sardenta, mas nada revelador aparecia, só o vapor do banheiro e seu riso: "Tchau, Jhonny… tô indo me arrumar!" Jhonny respondeu com uma carinha triste mas a zoou: "Aff, provocadora… toma banho direitinho, hein? Lava tudinho!" Ela encerrou: "Óbvio! Afinal, eu sempre ando limpinha e cheirosa… beijos!"

Quando estava para voltar ao trabalho, chegou outra mensagem – de Andressa. Ela dizia, animada: "Amor, a Su me convidou pra ir com ela em uma viagem rápida pra Torres, aquela cidade litorânea bem na divisa com o Rio Grande do Sul – praias lindas, falésias e um ar fresquinho. O objetivo principal é o Chris pegar um carro novo que ele tá comprando por lá, falta só uns detalhes, mas ele só vai na sexta pra buscar o carro e nos trazer de volta. A Su liberou três dias de folga na agenda dela e vai esperar por ele enquanto conhece a cidade, tipo passeando e relaxando. Como ela sabe que você tá mega atarefado com o projeto e eu ia passar esses dias sozinha em casa, resolveu me chamar pra ir junto e curtir o cidade – a gente vai na quarta de ônibus e volta na sexta com o Chris. Ele vai trabalhar na quarta e quinta, então só se junta à gente na sexta. Posso? Tô animada!" Jhonny não viu problemas, respondendo rápido: "Vai sim, amor – descansa e se diverte em Torres. Te amo, se cuida." Andressa ficou mega feliz, mandando corações: "Oba! Prometo recompensar você à noite… chega logo!"

Jhonny novamente chegou tarde, por volta das 23h30, o corpo pesado do dia, mas Andressa o aguardou acordada na sala, vestindo uma camisola curta e um sorriso manhoso, o tecido fino colando às curvas magrinhas, mamilos pequenos marcando o material. Ela fez um show sensual pra ele, rápido e provocante – girando devagar, mãos traçando o corpo, erguendo a camisola para revelar a calcinha branca de renda, boceta rosada piscando através do tecido transparente, e logo estava nua, pele branquinha reluzindo sob a luz fraca, olhos azuis flamejando de desejo. Mesmo cansado, Jhonny ficou louco vendo sua loirinha cheia de desejo por ele, o pau endurecendo instantaneamente nas calças, latejando como um chamado.

Ele banha rápido, com ela o provocando – entrando no box junto, mãos ensaboadas deslizando pelo peito forte dele, descendo para punhetar o pau grosso com movimentos ritmados, espuma escorrendo pelo eixo veioso: "Tava louca por isso… olha como você tá duro pra mim." Jhonny gemeu, mas eles saem do banho e então, partem pra cama, onde Andressa mistura poses de sexo e palavras de desejo e carinho, por seu amado que tão bem cuida dela.

Eles fazem um sexo relativamente rápido, mas gostoso, conectado e com um final intenso – começam com ela por cima em cowgirl, cavalgando devagar, boceta apertada engolindo o pau grosso centímetro por centímetro, quadris rebolando em círculos sensuais, gemendo: "Ah, amor… você cuida tão bem de mim, me faz sentir amada todos os dias… te amo tanto, meu careca forte." Jhonny respondia, mãos apertando os quadris magrinhos, metendo de baixo pra cima: "Eu também te amo, Andi… você é minha vida, minha dengosa safada… vai, rebola mais nessa rola que é toda sua." Mudam para missionário, pernas dela sobre os ombros dele, penetrando profundo e ritmado, boceta rosada esticando ao redor do eixo, clitóris roçando na base veiosa a cada estocada, ela sussurrando entre gemidos: "Me fode assim… você é o melhor marido, cuida de mim na saúde e na doença… ah, tô quase gozando!" Ele acelerava, voz rouca: "Goza pra mim, amor… você merece todo o prazer, minha loirinha linda." Gozam juntos, porra quente enchendo-a em jatos pulsantes, boceta contraindo em espasmos intensos, gemidos ecoando no quarto: "Te amo… pra sempre, tá?" murmurava ela, ofegante, beijando-o com fome residual.

Ao final, Jhonny apaga recebendo beijos intermináveis de Andressa, que apaga logo em seguida, corpos entrelaçados nos lençóis, o cansaço finalmente vencendo o tesão, mas o amor brilhando como uma âncora.

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