Há tempos não realizávamos nossas aventuras. Para ser mais preciso, desde a pandemia. Desde lá todas as incursões pelo meio liberal se passavam no campo das fantasias. Até no último fim de semana, sem nenhuma programação. Aconteceu por acaso.
Combinei de sair com uma turma de amigos meus dos tempos da nossa adolescência, por ocasião da visita de uma amiga que está morando fora do país. Cheguei mais cedo que minha esposa.
A conversa estava ótima, bebida ótima, comida ótima, clima maravilhoso. Além do nosso grupo original, só um amigo dessa amiga que não conhecíamos, gente boa, papo bom. Minha esposa chegou pouco depois, sentou-se ao meu lado, em frente à esse “estranho no ninho”, o Carlos.
Estava tudo correndo de forma natural, acabei me envolvendo com a conversa do outro lado da mesa e minha esposa conversando com o Carlos, pois eram os dois mais novos no grupo. Papo vai, papo vem, só me liguei no que estava rolando ali ao meu lado quando escuto o Carlos perguntando se ela era minha irmã e ela em resposta riu dizendo que era minha companheira. O papo foi ficando mais animado até que o bar foi caminhando para fechar, resolvemos nos despedir e fui ao banheiro. Com uma fila pequena e a urina acumulada, acabei por ficar no banheiro por um tempo razoável.
Quando voltei todos já haviam ido embora, estava só o Carlos e minha esposa me aguardando, conversando animadamente e com toques de tentativa de aproximação dele nela. Minha presença não o inibiu, que foi nos acompanhando até o carro comigo andando um pouco atrás, pois a conversa estava apenas entre os dois.
Chegando no carro ele pediu uma carona, claro. Ela olhou pra mim pra confirmar, e eu respondi que tudo bem e que iria no banco de trás, pra resolver algumas coisas que precisava pelo celular e pra ficar mais fácil ele orientar o caminho. Pra que GPS nessas horas? Me sentei atrás e já tratei de me entreter com um joguinho no celular, enquanto ele orientava o caminho com as mão buscando algum contato com ela, cada vez deixando mais evidente a intenção. Em poucos quarteirões a mão do Carlos já repousava nas pernas dela, que não mostrou problemas na aproximação e buscava aprovação por olhares ao retrovisor. Consenti com uma piscadela, meu pau já estourando minha calça.
Chegando na porta do prédio dele, nos convidou pra tomar uma no apartamento dele e claro que aceitamos. No elevador ele entrou primeiro e nós dois de mãos dadas. Ele se posicionou atrás dela segurando em sua cintura já se esfregando um pouco, Ela apertou minha mão e me puxou pra frente dela, me beijando bem gostoso, sentindo meu pau duro na frente e o dele atrás.
Entrando no apartamento dele já se agarraram na sala, nem beijo gostoso e eu a abraçando por trás beijando seu pescoço. Já fomos nos despindo, ali na sala mesmo. Ele abocanhou um dos seu seios e eu cai de boca no outro, deixando-a louca de tesão. Pouca coisa a deixa com mais tesão que ter os dois seios sugados ao mesmo tempo. Nos puxou para o sofá, sentou na minha frente, de costas pra mim, buscando aconchego enquanto o Carlos ofereceu um pau delicioso pra ela chupar. Como meu rosto estava bem ao lado dela, ela me olha convidando para experimentar junto e ali ficamos chupando juntos aquele pau gostoso. Ela morrendo de tesão chama ele pra dentro dela. Ficou roçando com no meu pau que foi abrindo espaço no seu cuzinho que já pulsava de vontade e fizemos uma dupla penetração que a levou à loucura. A sensação de sentir os dois paus roçando através de uma pele fina nos faz gozar numa explosão maravilhosa, gozando os três juntos.
Ela deitou sobre mim, até se recuperar. Nos lavamos, levantamos e fomos embora, felizes e com mais uma experiência pra aumentar nossa intimidade e nosso amor.