Capítulo 27: Flagras, Hipocrisia e Segredos do Passado

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 2418 palavras
Data: 06/05/2026 22:00:48

Os dias seguiam normais, um fluxo constante de rotina e intimidade na cobertura em Florianópolis. Jhonny trabalhava muito – reuniões intermináveis no escritório de TI, onde lidava com códigos complexos, relatórios de projetos e chamadas com a equipe, das 9h às 18h, o laptop sempre aberto na mesa de jantar à noite para um último e-mail, os dedos voando no teclado sob a luz amarelada. Andressa, por sua vez, estava à procura de trabalho desde a demissão no RJ – enviando currículos para vagas de marketing digital, atualizando o LinkedIn com fotos profissionais e fazendo entrevistas remotas via Zoom, mas sem pressa, aproveitando o tempo livre para caminhadas na praia ou exibições discretas que a deixavam com os olhos brilhando de excitação, o corpo agitado ao voltar para casa, pele corada e respiração acelerada. O casal se adaptara bem à cidade menor, com rotinas simples como compras no mercado local e jantares caseiros à luz de velas, o sexo sempre intenso e variado – noites de missionário lento, com beijos profundos e gemidos abafados ecoando no quarto, ou sessões mais selvagens onde ela cavalgava ritmada, boceta apertada pulsando ao redor do pau grosso dele, suor colando os corpos em um abraço pegajoso e ofegante.

Jhonny já estava pensando no que faria no aniversário de Andressa, que logo chegaria, em 4 de dezembro – queria algo especial, romântico e talvez picante, para celebrar não só o dia dela, mas o recomeço deles após as turbulências, o coração aquecido pela ideia de surpreendê-la. Ele comentou com Suzana por mensagem, durante uma pausa no trabalho: "Ei, Su, ideias pro niver da Andi? Quero surpreender de verdade." Ela respondeu rápido, sugestões românticas fluindo em uma sequência de textos: "Um piquenique na praia ao pôr do sol, com vinho tinto, queijos e flores – ela ama esses gestos! Ou um spa a dois, com massagem relaxante e óleos essenciais. Vocês merecem um dia só de mimos, Jhonny – vai ser perfeito!".

Com Cintia, ele mandou uma mensagem similar à noite, enquanto Andressa estava fora: "Ruiva, o que acha pro aniversário da Andi? Algo criativo e que ela curta." Ela demorou pra responder, mas quando veio, foi com várias ideias sensuais, os textos cheios de emojis de fogo e piscadelas: "Ah, careca, vai no erótico total! Um jantar à luz de velas com brinquedos escondidos na mesa, tipo vibradores remotos pra você controlar durante a refeição, ou uma noite em um hotel com roleplay – ela vestida de 'aluna safada' e você de 'professor', relembrando a faculdade. Garanto que ela vai pirar!"

Cintia acabou contando, animada e detalhista, como foi o aniversário de Andressa em seu último ano na faculdade, os textos chegando em rajadas enquanto Jhonny lia no sofá, o pau dando um pulso involuntário com as imagens vívidas, endurecendo nas calças ao imaginar cada cena: "Levei ela pra um hotel à beira mar, daqueles chiques com vista pro oceano infinito, ondas batendo na janela. Comemos frutos do mar que a gente adora – ostras frescas escorregadias, camarões grelhados suculentos, regado a vinho branco gelado que deixava a gente tonta de riso, zoando o dia todo sobre ex-namorados e loucuras da faculdade. Depois, no quarto, fizemos muito sexo, regado a brincadeiras sensuais – luz baixa, lençóis de seda, corpos suados se entrelaçando. Levei mais de 10 pênis de borracha – de todos os tamanhos, texturas, uns vibravam com intensidade, outros curvos pra acertar o ponto G. Deixei a Andi provar rapidamente cada um, olhos vendados com uma echarpe de seda, sentindo o silicone frio na boca e na pele, rindo nervosa. Aí comi ela com eles, um por um, enfiando devagar na boceta rosada dela, pedindo pra adivinhar qual era enquanto ela gemia, quadris rebolando. Ela acertou todos, oh safada esperta! Por isso, ganhou o presente principal: uma massagem tântrica a quatro mãos... - ela parou. Alguns longos segundos depois, continuou: - A Su chegou de surpresa pra participar – óleos quentes escorrendo pelos seios pequenos dela, mãos deslizando pelas curvas, dedos circulando o clitóris inchado e a boceta úmida, gemidos ecoando até ela gozar esguichando.".

Jhonny piscou, excitado com a imagem mental – Andressa vendada, corpo magrinho se contorcendo sob os brinquedos, boceta rosada esticando ao redor de cada um, gemidos altos enquanto Cintia e Suzana a massageavam, mãos oleosas traçando virilhas lisas e clitóris pulsantes até o clímax, suor e óleos misturados em um brilho sensual. Mas ele percebeu algo: Cintia pareceu que revelou a participação de Suzana meio que sem querer, como se fosse segredo. "Por que esconder isso se na época eu e Andi nem namorávamos… a menos que tenha sido no último ano da faculdade dela, não da Cintia?" pensou ele, o peito apertando. Nessa época, eles já estariam juntos, bem como Suzana começando a sair com Christopher (apesar de Jhonny só vir a conhecê-lo esse ano). Ou seja, uma possível traição não especificada por Andressa – a dúvida corroía, um misto de ciúme retroativo e curiosidade ardente, pois ela confessou ter traído ele com Cintia duas vezes, sem especificar datas. E no aniversário dela, em seu primeiro ano de relacionamento, eles passaram juntos... Jhonny ficou confuso.

Até então, Jhonny e Cintia se falavam por mensagem de texto no WhatsApp, mas então ela fez uma ligação de vídeo pra ele, o telefone vibrando em suas mãos. Ele atendeu, achando que era pra discutir mais ideias, mas descobriu que ela estava nua, se masturbando deliciosamente – deitada na cama de casal desarrumada do quarto dela em Criciúma, pernas longas e pálidas abertas, boceta carnuda e ruiva reluzindo de umidade sob a luz do abajur, dedos circulando o clitóris inchado devagar, gemidos baixos ecoando: "Ei, careca… tô pensando na Andi e em você… na história que contei, me ajuda a gozar?" Jhonny estava excitadíssimo com as ideias e a história, apesar de ressabiado pela possível traição – o pau endurecendo dolorosamente nas calças ao ver os seios lindos, garndes e redondos balançando com o movimento ritmado, o vinco úmido piscando no centro da vulva, lábios inchados e rosados se abrindo como um convite. Ele tentou desligar, voz rouca: "Cintia, não… a gente combinou limites, isso é contra as regras." Mas ela colocou a câmera em cima da deliciosa boceta molhada, zoom no clitóris pulsando, dedos enfiando fundo com um squish audível: "Só olha… me diz o que faria com isso, Jhonny. Imagina sua rola grossa aqui dentro." Dessa vez Jhonny não resistiu – sacou a rola pra fora, pau grosso veioso latejando na mão, e se masturbou com ela, punhetando ritmado enquanto via os dedos dela acelerando, gemidos sincronizados: "Ah, ruiva… você é fogo puro, eu enfiaria devagar, sentindo você apertar." Eles se masturbaram juntos, Cintia dizendo ofegante: "Tô amando esse momento com você… goza comigo, careca!" Quando ela chegou ao ápice, boceta contraindo em espasmos visíveis, gozou gostoso com um grito rouco e um jorro sutil de seu melzinho, porém Andressa – que tinha ido ao mercado antes de Jhonny chegar do trabalho, carregando sacolas de frutas e pães frescos – chegou e o flagrou, porta a batendo com força: "Jhonny! O que é isso?! Você se masturbando… aqui na sala?!"

Ela gritou com ele, olhos flamejando de surpresa e raiva, e logo descobriu que se tratava de Cintia na tela, o que não foi uma grande surpresa, sendo quase um alívio misturado a decepção: "Sério? E nossas regras, Jhonny? A gente combinou nada de sexo sem o outro!" Jhonny se desculpou, pau ainda duro e exposto, guardando-o apressado: "Amor, a conversa entre a gente tomou um rumo inesperado… foi erro meu, me perdoa." Cintia confirmou pela tela, ofegante e corada: "Desculpa, Andi… não foi culpa dele, foi minha, comecei zoando e rolou, mas não era a intenção original da nossa conversa. Foi só uma bobagem… Me perdoa, você sabe como eu sou…" Eles imploraram perdão juntos, Jhonny triste, com voz baixa: "Não vai se repetir, prometo – fui fraco." Mas ele disse que queria falar com Andressa em particular depois, sem revelar o assunto da possível traição: "Mais tarde a gente conversa sobre uma coisa… importante." Jhonny desligou a ligação com Cíntia e tomou um banho, demorando sob a água quente, jatos massageando as costas tensas, se sentindo mal pelo ocorrido – nunca fizera nada do tipo antes, o peito pesado de culpa e arrependimento, sabão escorrendo enquanto refletia no erro.

Quando, por fim, ele saiu do banheiro, enrolado na toalha, não encontrou Andressa na sala ou na cozinha, o apartamento silencioso exceto pelo tique-taque do relógio. Ele estranhou, chamando: "Andi? Cadê você? Amor?" Chegando no quarto deles, ela também não estava lá. Ele achou que Andressa tinha saído, talvez pra espairecer, e foi preparar um lanche para eles, já deixar adiantado – sanduíches de queijo e presunto com tomate fresco. Como Andressa não chegava, ele decidiu arrumar o armário do quarto de hóspedes, que virara um quarto de tarefas inacabadas e bagunças a dar destino – caixas empilhadas, roupas velhas e itens aleatórios. Chegando perto da porta, ouviu um gemido – era de Andressa, baixo e ritmado, entrecortado por suspiros. Ele abriu a porta devagar, coração acelerando. Andressa estava sentada em um banquinho antigo, sem a saia florida que vestia quando fora ao mercado, calcinha vermelha de renda puxada pro lado, boceta branquinha exposta e úmida, se masturbando vagarosamente – dedos circulando o clitóris inchado com movimentos circulares lentos, lábios rosados reluzindo de excitação, gemidos suaves enquanto olhava o telefone apoiado em uma caixa. "Ah… me lembro com exatidão do meu aniversário com vocês," murmurou ela, voz rouca de tesão.

Ele ouviu então, vindo do telefone dela, as vozes de Cintia e Suzana, gemendo também em uma chamada de vídeo: "Vocês estão tão lindas… ou até mais que naquele dia," dizia Suzana, voz ofegante e carregada de desejo, provavelmente se tocando do outro lado. "Torço pra Jhonny te dar um dia super especial no próximo aniversário – ele é romântico e criativo, vai caprichar." - emendou Suzana. Cintia ria entre gemidos: "Tenho certeza que ele vai conseguir…" Andressa, ofegante e com os dedos acelerando: "Espero isso dele… meus aniversários foram sempre especiais, cheios de surpresas quentes." Ela revelou, sem notar Jhonny: "Tô chateada com ele pelo flagra, mas…" Suzana questionou, tom provocador: "Chateada por vê-lo se masturbando com a Cintia e… resolve fazer a exata mesma coisa no mesmo dia? Não seria hipocrisia, Andi? Olha pra você agora, esses dedinhos enfiados na boceta enquanto a gente goza junto." Suzana disse isso e logo gozou, voz em gemidos altos e entrecortados mexendo com Jhonny, que sentiu o pau endurecer de novo. Ele se aproximou e disse bem alto, voz firme mas com um toque de ironia: "Sim, hipocrisia pura."

Andressa deu um salto, quase virando o pé no banquinho instável, olhos arregalados de choque: "Jhonny! Meu Deus, que susto! Como você…?" Cintia riu pela tela, ofegante: "Agora vocês estão quites, hein? Flagra por flagra!" Mas Andressa negou, corada e tentando puxar a calcinha de volta: "Não… isso é diferente, eu tava só… conversando!" Suzana sugeriu, voz ainda rouca do orgasmo: "Encerramos por aqui, gente – beijos e não briguem! Vocês se amam!" E desligou. Cintia, contrariada e sem ter gozado com Andi, murmurou: "Tá certo, hora de ir… mas foi bom enquanto durou. Desculpa de novo, Andi. E foi mai aí, Careca. Vocês dois mexem comigo demais." e desligou também. Jhonny então questionou Andressa, voz firme e um pouco magoado, aproximando-se dela no quarto bagunçado: "Todo aquele papo de brigar comigo e você faz a mesma coisa, no mesmo dia, apenas uma hora depois? Eu fazer é errado, você fazer não? Explica isso, Andi – a gente combinou honestidade!"

Andressa tentou contra-argumentar, olhos baixos e mãos tremendo levemente enquanto ajustava a roupa: "Amor, foi diferente… a gente tava conversando sobre o passado e rolou, não planejei. Você com a Cintia foi… surpresa!" Mas não convenceu, gaguejando e corando mais, o rosto aquecido. Jhonny, com raiva crescendo no peito, a agarrou pelos braços, virou-a de costas contra a parede do quarto, abaixou sua calcinha e enfiou a rola dura nela – pau grosso invadindo a boceta úmida e ainda excitada, metendo fundo e ritmado, mãos apertando os quadris magrinhos com força, grunhindo: "Então toma, minha loirinha hipócrita… goza enquanto você nega que fez a exata mesma coisa que eu!" Andressa, que já estava quase gozando antes, logo chegou ao orgasmo, boceta pulsando ao redor dele em espasmos intensos, gemidos altos e entrecortados: "Ah, Jhonny… sim, me fode assim… tô gozando!" Mas logo após se recuperar, se retirou bruscamente, deixando Jhonny puto no quarto, pau latejando sem alívio e brilhando de umidade: "Andi, espera! Volta aqui, vamos conversar". Mas ela correu pro banheiro e tomou um banho. Ele o fez logo depois.

Após o banho e o lanche – sanduíches comidos em silêncio tenso na cozinha, o ar pesado com o cheiro de queijo derretido –, eles finalmente conversaram no sofá, luz baixa do abajur iluminando os rostos. Andressa pediu desculpas primeiro, voz suave e arrependida, mão no joelho dele: "Fui hipócrita mesmo… se não gostei do que você fez, não deveria fazer igual. Desculpa, amor, me perdoa?" Jhonny perguntou, ainda grilado: "É comum vocês fazerem sexo pelo telefone assim?" Ela negou, olhos sinceros: "Não… a conversa levou a isso, foi um momento impulsivo. Acho que, por ter rolado com você mais cedo, eu cedi e deixei rolar." Ele se lembrou do assunto: o aniversário das três juntas, e pensou no quanto isso as marcou, questionando a data – quando de fato foi isso? Jhonny se mostrava bem grilado, voz baixa: "Andi, isso pode ser mais que passado… me conta direito." Ela minimizou, beijando sua bochecha: "Foi algo do passado, sem importância nos dias de hoje – não muda nada entre a gente." O que Jhonny sentiu que não era bem assim… mas antes de pressionar, Andressa se abaixou e o chupou até ele gozar na boca dela – língua rodopiando na glande sensível com maestria, sugando ritmado e profundo, olhos nos dele enquanto engolia parte do sêmen quente, o resto escorrendo pelos lábios rosados em filetes brancos. Ela o beijou, gosto salgado misturado em um beijo faminto, e ele não amoleceu – tirou a roupa dela durante o beijo, mãos ansiosas despindo o corpo magrinho, corpos colando suados, e transaram gostoso mais uma vez: missionário lento virando doggy selvagem, metidas profundas na boceta apertada e molhada, ela pedindo perdão entre gemidos: "Fui idiota… desculpa, amor, me fode mais… aaahhhh" e ele se desculpando também, voz rouca no ouvido dela: "Eu errei primeiro… te amo, Andi, vamos esquecer isso." Gozaram juntos, exaustos e reconciliados em um clímax explosivo, corpos tremendo no sofá, mas a semente da dúvida plantada na mente dele, ecoando com uma pergunta não respondida.

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