Irmãs Médicas – IX

Da série Irmãs Médicas
Um conto erótico de Cialis
Categoria: Grupal
Contém 5175 palavras
Data: 04/05/2026 20:56:10

A semana nova trouxe uma agenda intensa para dois dos três irmãos. Ronaldo, uma vez mais estaria fora no final de semana, emendando três semanas trabalhando na cidade do principal cliente da firma, para poder livrar o final de semana na chácara da família, no encontro de amigos que eles estavam organizando. Susan, por sua vez, tinha ido participar de uma visita guiada no Hospital das Clínicas de Porto Alegre, referência em Genética Médica, área de especialidade da ruiva.

Desse modo, quem estava reinando absoluta na casa era a Sônia, mais do que nunca, centro das atenções dos pais. Entretanto, as ideias dela iam muito além de desfrutar dos mimos dentro de casa. No seu carro, com a amiga Adriana sentada a seu lado, um frio no seu estômago ia se formando, enquanto ela dirigia para a casa do felizardo, escolhido por ela para essa aventura.

- “Ai, amiga...”, a Adriana falou, olhando para a frente. – “Na real? Estou super nervosa com essa sua ideia maluquinha, viu.”

- “Ahhh, para...”, a Sônia respondeu com pouco caso. – “Nada diferente do que nós duas já fizemos, váááárias vezes, inclusive.”, ela disse, provocando a amiga.

- “Para você, sua doida...”, a Adriana respondeu, rápida. – “Nem vem... Você deve estar falando de outra amiga, então. Alguma italiana, provavelmente...”, cutucou, trazendo a recente aventura da morena em terreno europeu.

- “Vai se fuder...”, a motorista retrucou, parando o carro em frente ao prédio do rapaz. – “Você já ficou com um homem, certo? CERTO!!! Você já ficou comigo, certo? CERTO DE NOVO!!!”, ela falou, didática e com pouca paciência como sempre, colocando os pontos nos ‘Is’. – “Só estamos juntando essas duas coisas em uma só... Simples assim.”, disse, se aproximando da amiga e sussurrando no ouvido dela: - “Ou vai dizer que parou de gostar de uma putaria?”

A Adriana respondeu da forma mais direta possível... Segurando o pescoço da amiga, grudou sua boca na dela, em um beijo aflito e molhado, muito mais para aliviar a sua tensão do que por prazer. Sim, era verdade que ela e a Sônia já haviam ficado, inclusive mais de uma vez... Isso fora incrível, realmente excitante, porque acontecera de uma maneira nada planejada... Primeiro depois de um show gigante ao qual haviam ido juntas, depois ao final de uma balada muito louca, e finalmente em uma tarde de muito estudo, em que a tensão pré-prova as havia unido novamente. Sempre fora uma coisa natural, não pensada, e sem consequências futuras.

Mas agora, a amiga estava entrando em um terreno diferente, e isso tirava a Adriana da sua zona de conforto. A amiga havia ‘marcado’ um encontro com o rapaz, e ela mal sabai como cumprimentar ele, assim, de cara lavada, com todos já sabendo de antemão o quê iria rolar. Era muito diferente para ela, muito fora da curva. Não que ela não gostasse de sexo... Muuuuito pelo contrário. Só não sabia como iria se portar entrando nessa aventura assim, de cara lavada.

Fato é, que chegaram à portaria do prédio do rapaz, que era tão importante para a amiga, que à parte de qualquer padrão moral ou convenção social, estava prestes a ser presenteado com o maior sonho de todo homem: Duas mulheres, gatas, para satisfazer seus desejos mais íntimos. Ela definitivamente gostava demais dele, concluiu a Adriana. E saiu do carro, pronta para impressionar o rapaz.

Assim que bateram na porta, a Adriana teve certeza de que o rapaz não havia sido, afinal, informado assim, tão detalhadamente, dos planos da morena. A cara de surpresa dele a aliviou um pouco... Talvez, enfim, houvesse uma componente de surpresa ali, que ela estava ignorando. O rapaz beijou a Sônia e ficou olhando, curioso e (muito) interessado, para ela, como se medisse cada centímetro do corpo da garota, quase um raio-X, desnudando cada segredo dela. Um calor conhecido esquentou o meio das suas pernas, e ela se sentiu mais à vontade.

- “E aí, gatinho... O quê achou da surpresa que eu prometi trazer para você?”, a Sônia perguntou, sentando-se no sofá.

- “Porra... quando você falou que tinha uma surpresa, e que eu iria gostar muito, pensei muita coisa, menos que a ‘surpresa’ seria tão bonita assim...”, ele falou, tentando parecer galanteador, o quê definitivamente não combinava com ele. – “Apesar que que, em se falando de beleza... Puta que pariu, morena... Você está gata demais.”, concluiu.

As meninas se olharam, mas na sequência sorriram para ele, como que apreciando o elogio. Os três sentaram-se na sala doa apartamento. De um jeito meio natural, ele quis saber mais sobre a Adriana. Ela explicou que estudava na sala da Sônia, na Faculdade. Respondeu à pergunta de sempre, sobre a área em que ela pretendia se especializar ( - “Pediatria... Adoro crianças!”), ao que a Sônia respondeu com um muxoxo:

- “Eu, hein... aquelas pestinhas, gritando, chutando e com o nariz escorrendo... Tô fora!”, falou, provocando a amiga.

- “Falou a ginecologista...”, respondeu a Adriana, retrucando a amiga.

- “Nossa... Aí não é trabalho, é só prazer!”, disse o rapaz, interessado no ritmo que a conversa tomava.

- “Nada disso... Não misturo trabalho com prazer.”, a Sônia respondeu, sabendo que abria uma porta que ele não iria deixar passar em branco. – “Meu negócio é dermatologia, gente... não confundam!”

- “Prazer, é?”, disse ele, mordendo a isca. – “Então mexer com pepeka é prazer para você, é?”

- “’Mexer’, não, gatinho... Mas ‘brincar’ com uma...”, ela respondeu, se recostando no sofá, a camisa com os botões de cima abertos revelando o colo entre seus seios, a provocação começando a escalar.

- “Caralho, morena... Eu não sabia desse seu lado!”, ele falou, sem se conter e alisando descaradamente o pau, por cima da bermuda que usava. – “Que delícia...”, concluiu, a imaginação a mil, e agora entendendo por completo aquela visita... Pelo menos, na mente dele.

- “Ahhhhh... tem muita coisa que você não sabe, gatinho...”, ela respondeu, alisando a perna da Adriana, ao seu lado. – “Mas se você se comportar direitinho, pode até descobrir hoje.”, falou, e puxou a amiga para junto de si, começando um beijo safado e provocativo, as línguas se tocando fora das bocas, oferecendo um showzinho para o rapaz, que já apertava descaradamente o seu pau.

As meninas seguiram se beijando, as mãos aos poucos percorrendo o corpo uma da outra, em um espetáculo que ele, nem em seus maiores sonhos, poderia imaginar. Ele sabia, claro, do quanto a Sônia era safada, sacana, do quanto ela gostava de uma putaria, frequentemente o surpreendendo (ela adorava isso), mas aquilo, com outra garota, estava além dos seus mais ardentes pedidos. Ele pensou por uns momentos em como deveria participar, mas não sutileza definitivamente não era com ele.

Levantando-se do sofá onde estava e indo até o móvel da frente, onde as meninas seguiam se beijando e alisando, ele simplesmente abaixou a sua bermuda, expondo seu grande cacete, já praticamente duro, e o colocou ao alcance das meninas a um palmo de distância dos dois rostos, colados em um beijo apaixonado. Elas ainda demoraram uns segundos para perceber a cena.

- “Caralho, meu...”, exclamou a Adriana, surpresa com o tamanho daquilo tudo, realmente bem comprido.

- “Porra, Cláudio... Você tem a sutileza de um elefante bêbado, hein... Vai se fuder!”, a morena exclamou, meio frustrada pela falta de tato do primo sardento.

- “Ah, pau no cu, porra!”, ele respondeu, alisando o longo cacete. – “Não é para isso que estamos aqui, caralho? Vão ficar com mi-mi-mi, agora?”, perguntou, sincerão.

- “Então amiga... Eu te apresento meu primo, esse gentleman, quase um lorde inglês...”, Sônia falou, apontando para o primo loiro, tão sutil quanto um coice de cavalo. – “Mas, como você pode ver, eu não menti!”, falou, esticando a mão e, com toda a delicadeza, segurando o longo cacete branco do primo, usando o polegar e o indicador, como se manuseasse uma arma muito perigosa.

- “É isso aí, Adri...”, ele falou, finalmente entrando no jogo. – “Posso não ser afrescalhado igual os amigos de vocês, futuros doutores..., mas tenho um cacete para vocês, durão, que nenhum deles tem!”, concluiu, bastante humilde, na opinião da futura pediatra.

Fato é que, conforme a prima dele havia avisado, o rapaz parecia um ogro. Mas, e isso contava muito, tinha o cacete de um ogro, também. Seu pau era muito comprido, até que bem grosso, e pulsava nervoso, já, com aquela conversa toda. A cabeça era rosadinha, e a amiga da prima estava muito assanhada para pôr a boca naquilo, para começar. Ela sorriu e, sem tirar os olhos dele, abriu a boca e chupou a cabeça do pau dele, provocando o primeiro arrepio verdadeiro no rapaz, naquela tarde. Sem tirar os olhos dele deslizou a boca para frente, engolindo cerca de um terço da rola dele, e voltou, deixando-o brilhando com sua saliva. Fez isso mais umas quatro ou cinco vezes, até parar e dizer:

- “É, amiga... Parece bom, mesmo...”, disse com pouco caso, provocativa, olhando para a amiga. – “Se o seu priminho conseguir manter isso duro, a gente pode ter uma tarde legal...”

- “Vai se fuder, branquinha...”, ele respondeu, alisando o cacete duro apontado para elas, como se fosse uma espada. – “Eu vou foder vocês duas até vocês implorarem para eu parar...”

- “Hummmm, amiga...”, a Sônia respondeu, entrando no joguinho de provocação da amiga, enquanto puxava a regata da amiga para cima, revelando o sutiã dela. – “Eu me senti ameaçada... e você?”, provocou, alisando os seios da amiga, para o primo ver.

- “Eu acho que quem muito fala, pouco faz...”, a amiga respondeu, soltando o fecho do sutiã. – “Eu acho que a gente faz ele espirrar o taco em menos de dez minutos. O quê você acha?”, perguntou, tirando o sutiã e deixando os seios nus, para os carinhos da amiga.

- “10 minutos é o caralho... Eu vou foder vocês duas, a tarde inteira!”, ele respondeu, excitado. – “Conta para ela, priminha... Você conhece esse caralho, como poucas... Fala para ela ela... Já contou que seu cabacinho está tatuado na cabeça dessa pica?”, falou, claramente demonstrando que acusara o golpe do desafio.

- “Nossa, Cláudio... Como você demonstra, eu escolhi super bem, não foi mesmo? Caralho, meu, vai se fuder...”, a prima respondeu, ofendida por ter sua intimidade divulgada, mas tendo de reconhecer que o cafajeste a deixava molhadinha.

- “Me fuder, nada...”, ele respondeu, satisfeito em saber que havia tocado em uma ferida dela. – “Fui o primeiro, e sou aquele para quem você apela, quando o seu namoradinho frouxo não dá conta do recado...”, ele continuou, sem saber quando parar. – “Sua amiguinha sabe que quando você está com tesão, é nessa rola que você vem se aliviar?”

- “Meu... Você tem problemas. Vai se fuder.”, ela respondeu, saindo da sala em direção ao banheiro, meio que ofendida. A verdade é que, e ela se odiava por isso, o puto do primo cafajeste a deixava pra lá de excitada. E, sim... Ela adorava o jeito macho-alfa dele, embora não fosse admitir isso para ele, jamais. Ela saiu da sala para fazer um charme, claro, mas sabendo que ao voltar, encontraria a amiga já peladinha. Aquilo a excitava tanto, que ela já se encarregou de tirar a sua roupa ali mesmo, no lavabo.

Assim, totalmente nua, ela retornou à sala para encontrar, sem surpresa nenhuma, os dois completamente nus, engalfinhados em um meia-nove no sofá, sua amiga por cima do seu primo. Ela segurava o cacete dele, duríssimo, apontado para cima, e se entretinha em abocanhar o quê conseguia dele, para cima e para baixo, engolindo pouco menos na metade dele. De pernas abertas, ajoelhada no sofá, sua boceta estava sobre a boca do rapaz, que usava as mãos para alisar as pernas e nádegas dele. Aliás, belas nádegas, a Sônia percebeu, como já sabia.

Chegando por cima da amiga, tentando não interromper o entrosamento dos dois amigos, a Sônia se posicionou atrás dela, com uma visão maravilhosa do rabo dela. As polpas da sua bunda abertas, expondo seu rego, o cuzinho rosado e a xoxota, sendo atacada pela língua comprida do primo. Sem falar nada, a morena se aproximou das nádegas da amiga/amante, e as beijou, antes de mordiscar, excitando-a ainda mais.

Surpresa com o ataque da amiga, que ela nem vira chegar, a Adriana não parou o boquete que fazia no longo cacete do rapaz, seguro pela sua mão para ficar apontado para cima. Mas sentiu, além da língua irrequieta do rapaz, na sua boceta, agora os dentes da amiga na sua bunda. Na sequência, sentiu o dedo dela roçar seu ânus, atiçando-a. A amiga havia combinado com ela essa visita ao primo, cobrando quase como uma promessa dela que rolaria sexo anal com o rapaz, preparando o terreno para ela própria. Agora, com boa parte do caralho dele na sua boca, ela estava considerando quanto ajuizada havia sido aquela promessa, afinal de contas.

Quase como lendo a dúvida na mente da amiga, a Sônia moveu a ponta do seu dedo para dentro do ânus dela, provocando uma reação imediata, com a Adriana corcoveando sua cintura. A amiga, eletrizada, moveu seu corpo para fora do meia-nove, para frustração do Cláudio.

- “Que foi, caralho? Agora que estava bom...”, reclamou.

- “Você quer comer a gente, ou não?”, respondeu a Sônia. – “Onde estão as camisinhas?”

- “Afê...”, o loirinho reclamou, levantando-se do sofá e indo em direção ao quarto, pegá-las.

As meninas foram para a cozinha, enquanto o rapaz não voltava. – “Tem vinho nessa casa?”, a Sônia perguntou, recebendo como resposta que havia uma garrafa na geladeira. Pegaram o vinho ali, muito aquém do que ambas estavam acostumadas, mas decidiram que era melhor aquilo do que nada. O Cláudio, de pau apontado para a frente, entrou na cozinha encontrando as duas meninas, nuas, com taças na mão.

- “Beleza de vinho, hein, primo...”, a Sônia falou, se encarregando de diminuir ele, como sempre fazia. – “Eu tenho tanto para te ensinar, e tão pouco tempo...”

- “Por que você não começa me ensinando como baixar essa pica, que está doidinha para te foder, hein, priminha...”

- “Por que você não senta nessa banqueta, e olha o quê você tem aqui hoje, hein?”, ela respondeu, puxando a amiga nua para perto de si.

Fazendo um joguinho de cena, a Sônia puxou a Adriana para a frente dela, alisando seu corpo, em um espetáculo para o primo, do outro lado da bancada na cozinha. Alisou o corpo da amiga, mordeu o pescoço dela, alisou o seio da amiga, até levar a mão para a frente do corpo dela, descendo em direção à xoxota. Cláudio olhava aquilo com espanto e desejo, seu pau apontado para o teto. A Sônia seguia no joguinho com a amiga, jogando-a sobre a bancada que servia de ilha na cozinha, e por trás dela, a encoxava, fazendo caras e bocas.

- “Hummmm... Que bunda gostosa... Ahhhhh, assim, amiga... Mexe... Rebola para mim, tesuda...”

- “Hummmm... Gostosa... Ahhhhhh, safaaaaada!”, a amiga respondeu, rebolando contra o corpo da amiga, que a encoxava por trás.

- “Já pensou em você aqui atrás, primo?”, a Sônia, falou, puxando o cabelo da amiga. – “Você acha que gostaria de estar aqui, assim?”, e fez um movimento forte para a frente, como se penetrasse a garota. – “A ideia te agrada?”, completou, esticando a mão para a frente e segurando o seio da amiga.

- “Caralho...”, ele balbuciou, alucinado. – “Eu vou foder muito vocês duas...”

O trio saiu do espaço da cozinha e foi para a área onde havia o sofá, todos nus. As meninas se ajoelharam em frente ao loirinho, e seguraram o cacete dele, apontado para o teto. A Adriana começou a chupá-lo, e após uns instantes ofereceu ele para a Sônia. Essa começou a chupá-lo, fazendo o primo gemer de tesão. Assim que a boca da Sônia deixou o cacete, ele sentiu a Adriana voltar a engoli-lo. Aproveitando o boquete das duas garotas, ele olhou para baixo e viu os corpos nus das meninas, seus seios balançando com o movimento dos corpos, além da curva das bundas delas. A bunda da sua prima era simplesmente magistral.

- “Vem cá, branquinha...”, ele falou, levantando a Adriana. –“Vem conhecer uma rola que você não tem, com os seus coleguinhas da faculdade!”, falou, convencido.

- “Hã-hã, garanhão...”, a Sônia falou, levantando-se também, o corpo delicioso a um palmo de distância dele. – “Faltou a palavrinha mágica...”

- “Hã? Que porra...”, ele começou a reclamar, mas ela interrompeu ele.

- “Camisinha, querido...”

- “Afff... Sério mesmo?”, ele reclamou, só por reclamar.

Derrotado, saiu para dentro do apartamento, em direção ao seu quarto, o cacete duro balançando de um lado para o outro, enquanto as meninas se jogavam no sofá. A Sônia olhou para dentro do apartamento, para garantir que ele não estava ouvindo-as.

- “Falei que ia ser legal...”, disse, deitando-se no sofá e puxando a amiga para cima dela.

- “Sua puta... Olha o tamanho daquele cacete!”, a amiga retrucou. – “Por que diabos você escolheu logo ele?”, quis saber.

- “Ah, amiga... É uma longa história, e eu já te contei ela. Agora seja uma menina boazinha, ponha esse rabo para cima e essa boquinha gostosa bem aqui...”

- “Eu não vou dar o cu para ele assim, sem mais nem menos!”, a amiga reclamou, assustada com a ferramenta do loirinho sardento.

- “Relaxa... É só para provocar... criar um clima.”, ela falou, puxando a cabeça da amiga para o meio das suas pernas. – “Vem... Ele tá voltando”

Absolutamente incomodada de estar naquela posição, de joelhos no sofá, a cabeça enfiada no meio das pernas da Sônia, a bunda totalmente arrebitada e exposta, ela de fato começou a chupar a xana da amiga, provocando um arrepio e um gemido quase imediatos. Levantou um pouco a cabeça e viu a amiga alisando os grandes seios, muito firmes e tentadores. Ela estava aproveitando o momento, enquanto o rapaz jogava algo sobre a mesinha de centro, e na sequência desenrolava uma camisinha sobre seu cacete.

Na sequência ela sentiu a boca dele beijar sua nádega e então grudar da sua boceta, por trás. A língua do rapaz logo atacou seu grelinho. A chupada dele durou uns dois minutos, e estava realmente ficando boa, quando ele parou. Ela sentiu então pau muito duro dele encostar na entrada da sua xoxota, e pouco a pouco ser mergulhado dentro dela. Lubrificado graças a camisinha, logo ele a penetrava com ritmo e intensidade, seu cacete deslizando para dentro da boceta dela, ela sentindo o poder do caralho duro e grosso dele.

A Adriana sentia o cacete entrar e sair da sua boceta e aquilo começou a excitá-la, dificultando sua tarefa de chupar a amiga. Ela estava gemendo agora, o tesão crescendo rapidamente, até que o rapaz, empolgado com a visão da menina de quatro na sua frente, esticou o dedão para cutucar o ânus dela.

- “Calma aí atrás, gatão.”, ela falou, movendo-se para a frente, por cima do corpo da Sônia. – “Põe esse cacetão na sua prima, põe...”, determinou, literalmente tirando o rabo da seringa... Uma seringona, no caso.

Movendo-se sobre o corpo da morena, pôs a boceta sobre o rosto da amiga, dizendo – “Hora de retribuir a chupada, Sossô...”

A Sônia esticou a língua para tocar a xoxota molhada da amiga, ao mesmo tempo que o cacete do primo invadia sua boceta, fazendo ela abafar um gemido mais alto. O Cláudio mantinha as pernas da priminha abertas, facilitando seu acesso para meter nela, mas seu olhar seguia travado na bunda da Adriana, guloso. Esticou a mão, provocativo, e roçou o dedo sobre o ânus dela, de novo. As meninas logo mudaram de posição novamente.

Colocando o rapaz sentado no sofá com o pau apontado para cima, as meninas começaram a se revezar, sentando-se sobre ele, alguns minutos cada uma. A Sônia foi a primeira, e assim que ajeitou o cacete dele na sua xoxota, o rapaz grudou as mãos nas nádegas firmes da morena, direcionando-a para cima e para baixo no seu pau. Quando ela se levantou, a Adriana ajeitou-se sobre o cacete duro, e começou a cavalgá-lo. Aquilo rapidamente ficou gostoso, e o ritmo da cavalgada foi acelerado. Após algumas trocas entre as meninas, o loirinho já estava a ponto de bala.

- “Uffff... Ufffff... Ahhhhhh, ahhhhhhh... Caralho, que tesão.”, ele gemeu. – “Virem de costas, meninas... Deixa eu ver esses rabos lindos...”

As meninas se olharam, em uma comunicação silenciosa. A Adriana virou-se de costas para o rapaz, que travou imediatamente o olhar na bunda dela. Ela se ajeitou sobre o colo dele, e ele a segurava pelas nádegas, enquanto ela subia e descia sobre seu cacete. Ela sentiu imediatamente o tesão do rapaz disparando, e esfregou a bunda no corpo dele com mais intensidade. Antes que ele gozasse, a Adriana saiu de cima dele, dando lugar para a Sônia.

Assim que aquela bunda maravilhosa começou a descer sobre ele, o Cláudio sentiu suas pernas começarem a tremer, e o fôlego se tornar curto. As meninas perceberam os sinais, e saindo de cima dele sacaram a camisinha e se revezaram chupando o rapaz, enquanto masturbavam o pau dele. Em vinte segundos o rapaz jorrou seu gozo para cima, molhando os rostos das meninas e o cabelo da Sônia, enquanto elas seguiam alisando o grande caralho dele, até ele parar de tremer.

- “Ufffffffaaaaaa... Caralho, vocês são gostosas para cacete.”, ele falou, prostrado.

- “Somos, é?”, a Adriana perguntou, se aproximando do rapaz, subindo no sofá e levando seu sexo até o rosto dele. – “Mas agora é hora de você fazer a gente feliz, igual fizemos com você, gatão...”, disse, puxando a cabeça dele em direção à sua boceta. – “Assim, gatinho... põe a linguinha nela, põe... Shhhhhhhhh...”, gemeu, quando ele fez o quê ela pediu.

- “Também quero...”, disse a Sônia, preocupada em secar seu cabelo, mas subindo no sofá também, e igualmente levando a boceta para o primo chupar. – “Ahhhh, caralho... chupa!”, ela falou.

- “Cacete, vocês são demais... Deixem em me recuperar, e vou foder vocês até de noite...”, falou, voltando para a Adriana, e então virando-a de costas para ele. – “E aí vou foder esse rabo gostoso...”, completou, puxando a menina de encontro a si e enfiando o rosto no meio das nádegas dela.

- “Uhhhhhh... Shhhhhhhh... Cacete, menino safadiiiiiinhoooo...”, ela gemeu, quando ele grudou a boca sobre o ânus dela.

- “Uhhhh, cuzinho gostoso...”, ele falou, tentando puxar a Sônia para a mesma posição da amiga. – “Vem, priminha... deixa eu beijar esse rabo divino.”

- “Eu trouxe a Adri para você, não trouxe?”, ela respondeu, fazendo charme – “Deixa o meu rabinho em paz, deixa...”, falou, de costas da frente dele, balançando a bunda de um lado para o outro, provocando-o.

- “Vem cá... deixa de frescura... só um beijinho, vai...”, falou, e foi puxando ela para trás, até estar a centímetros daquela bunda fantástica. Mordeu a polpa da bunda dela, arrancando um gritinho agudo dela ( - “Para, seu doido! Vai deixar marca aí.”), até que mergulhou entre as polpas dela, língua em riste, tocando o ânus dela e fazendo-a gemer alto, acusando o golpe.

- “Caralho, prima..., de hoje, não passa! Hoje vamos tirar a fita vermelha do tubo!”, falou, levantando-se e indo até o banheiro, lavar o gozo que escorria sobre sua barriga.

- “Que fita vermelha?”, perguntou a Adriana, curiosa.

A Sônia fez um gesto com a cabeça, apontando a mesinha de centro, onde havia dois tubos de KY, um usado, e outro novinho, envolto em uma fita vermelha, com um lacinho. Como a amiga levantou os ombros, sem entender nada, a Sônia explicou:

- “Esse tarado do meu primo tenta comer meu cu desde sempre... Aí, uns anos atrás, me deu de presente de Natal esse gel aí, com fitinha vermelha e tudo. Disse que só iria abrir quando eu topasse fazer anal com ele. Desde então ele joga isso em cima de mim, achando que vai me convencer...”, contou.

- “E para que o outro?”, a Adriana perguntou.

- “Esse, acho que é para você, amiga...”, ela falou, indo em direção ao banheiro – “Deixe eu dar um jeito no meu cabelo, antes que isso seque.”, e seguiu, nua, para dentro do apartamento, deixando a amiga sozinha no sofá, ansiosa com o quê iria acontecer agora.

No banheiro, a Sônia encontrou o primo no chuveiro, ensaboado. Se aproximou da pia e molhou a ponta de uma toalha, tentando limpar o cabelo, antes que endurecesse. De propósito, ficou de costas para o primo, no box, na ponta dos pés, empinando o rabo enquanto se aproximava do espelho. O efeito foi imediato, e o rapaz saiu do chuveiro, molhado e ensaboado, e encoxou a morena contra a pia, levando as mãos para a frente do corpo dela, segurando seus seios.

- “Aiiiiii, Cláudio... Você está me molhando toda!”, reclamou, mas sem sair dali, sentindo o pinto dele, ainda mole, se encaixar contra a sua bunda.

- “Mas vai dizer que você não gosta...”, ele provocou, sabendo que ela não gostava, mesmo. – “Hoje eu vou deixar você encharcada, de um jeito que você nunca me deixou fazer...”

- “Velho... A menina para essas putarias todas que você quer fazer, está lá na sala, te esperando...”, ela retrucou, se fazendo de dura na queda, sabendo que isso o excitava mais.

- “Cara... essa bundinha é demais!”, falou, descendo uma mão até a polpa da bunda dela. – “Hoje a gente estreia seu presente.”

- “Sério que só isso te interessa?”, ela respondeu, virando de frente para ele.

A visão do corpo perfeito da morena, nu, era demais. Os seios empinados dela, a barriguinha chapada, o ventre lisinho terminando na boceta, era muita tentação. O Cláudio grudou seu corpo ao dela, agora molhando seus seios e barriga, enquanto beijava sua boca e levava a mão até a boceta da prima. Ela o enxotou dali, enquanto aproveitava o chuveiro ligado para tirar a espuma que o primo havia deixado no seu corpo. Na verdade, ela queria fazer uma horinha para deixar os dois lá fora começarem o 2º tempo.

O Cláudio, assim que deixou o banheiro e voltou para a sala, encontrou a Adriana sentada sobre o braço do sofá, se tocando. Ela soltou um: - “Poxa... Os priminhos me deixaram sozinha aqui. Será que vou ter que me virar com minha mãozinha?”, em uma provocação que atingiu o alvo em cheio.

- “Nunca, gata... Na minha casa, mulher nunca precisa se satisfazer sozinha!”, falou, galante, mas até o momento meio mentiroso, segundo julgamento da menina, que pensou, mas não falou. Ele chegou perto dela, grudou seu corpo ao dela e começou a beijar seu pescoço, enquanto ela subia a mão para o pau dele, ainda meio em estado de descanso, mas mesmo assim com um tamanho significativo. Ela o alisou e provocou:

- “Eu querendo brincar, aqui, e ele assim, tão murchinho...”, ela falou.

- “Ele não vai te decepcionar... prometo. Já, já, você vai estar com ele todinho dentro de você... Dentro de cada buraco.”, soltou, exercitando sua veia artística, se achando conquistador.

- “Ahh, gatinho...”, ela falou, decidindo seguir na provocação. – “Se você quer mesmo fazer o quê eu acho que você quer, não vai dar para ser com ele assim, molinho...”, falou, chegando bem perto do ouvido dele para completar: - “Sabe... o meu cuzinho é muito apertadinho!”, disse provocando quase uma descarga elétrica no rapaz. – “Se ele não estiver super durinho, não vai rolar...”.

- “Ahhh, sua piranha safada...”, ele respondeu, acusando terrivelmente o golpe, mas muito ávido por foder aquele rabo. – “Vem cá... põe essa boca na minha piroca. Uffsssss, gostosa... Assim... Vai, chupa! Chupa ele todo, deixa ele bem durão, caralho.”

E realmente, em menos de dois minutos daquele boquete, o loirinho ostentava novamente uma ereção digna dos melhores pornôs. Como que querendo aumentar ainda mais a rigidez do seu cacete, como se fosse possível, ele segurou a cabeça da Adriana pelas orelhas, e passou a socar o pau dentro da boca dela, como se estivesse fodendo-a.

- “Assiiiiim, caralho!!! Olha agora, piranha gostosa... Está bem duro para você?”, falou, se abaixando e pegando uma camisinha na mesa.

- “Gatinho... Devagar com essa coisa, hein.”, ela falou, receosa do ímpeto do rapaz.

- “Você vai adorar, tesão...”, ele falou, enquanto ela se sentava no braço do sofá, como se fosse cavalgá-lo, exibindo uma vista maravilhosa da sua bunda.

O loirinho inclinou a garota mais para a frente, expondo seu rabo. Encostou o cacete duro na boceta dela, e meteu lentamente o pau para dentro dela, excitando-a. Ficou fodendo ela assim por cerca de cinco minutos, ouvindo os gemidos dela começarem e, em pouco tempo, ganharem intensidade, mostrando que ela seguia excitada.

A Sônia observava a tudo, do outro lado da sala, raspando sua mão lentamente sobre sua xoxota, excitada com a cena que rolava à sua frente. Finalmente, satisfeito com o ‘aquecimento’, o Cláudio chamou a prima para se juntar a eles, e ajudá-lo na sua ‘missão’. Disse para ela pegar o gel sobre a mesa, e passar no pau dele. Quando ela foi pegar o gel com a fita vermelha, ele a corrigiu:

- “O outro, prima... Esse é para você, lembra?”, falou, alisando seu cacete encapado para frente e para trás. – “Isso, gostoooosaaa...”, disse, quando ela alisou seu caralho com a palma da mão cheia de gel. – “Agora passa no rabo da Adri, passa... Assim... Isso, vai... põe o dedinho dentro dela. Ahhh, tesão, ver isso”, falou, vendo a prima deslizar o dedo médio para dentro e para fora do ânus da amiga, lubrificando-o.

Ele encostou aquela tora contra o ânus da Adriana, e a Sônia chegou a duvidar que aquilo iria caber ali. Mas ele foi empurrando com vontade, e a Adriana, por incrível que parecesse, foi empurrando a bunda para trás, a cada momento engolindo um pouco mais da vara dura do seu primo. Os dois gemiam, alto, agora. Ele puxava a cintura para trás saindo de dentro dela, e na sequência empurrava o corpo para frente, até grudar seu corpo nas nádegas da menina, empurrando o caralho inteiro para dentro do cu dela, fazendo ela se arrepiar e gemer. Ele pediu para a Sônia entrar embaixo dela, agora que ela estava de quatro no sofá, e chupar a boceta da amiga.

- “Aiiiiiiii, sua sacana... Ahhhhhhhh, caralhoooooo... Hmmmmm, lin-gui-nha as-faaaaa-daaaaa!!! Ahhhhh... Ahhhhhh... Hmmmmmmmm...”, ela foi se excitando, e o Cláudio seguia socando a vara no rabo dela, sem parar.

Ele levantou uma perna, ficando apoiado no pé direito e no joelho esquerdo, aumentando o ângulo de penetração na bunda dela. Enrolou o cabelo comprido da menina na mão, puxando-a como se fosse uma rédea, e estalou um tapa na nádega dela, absoluto senhor da situação. Querendo se controlar, parou de se mexer, deixando só ela movimentar o corpo para frente e para trás, enquanto a Sônia caprichava na chupada em sua boceta. Em mais dois minutos, a menina explodiu, num orgasmo escandaloso:

- “Ahhhhhh... Ahhhhhhhh... Ahhhhhhhhhhhhhhh... Shhhhhhhhhhhhhhhhh... Caraaaaaaalhoooooo... Põe, filho-da-puta... Arromba meu rabo, porraaaaaaaaaaaaaaa!!!”, gemeu, se jogando de vez sobre o corpo da amiga, que ficou sufocada sob ela.

O Cláudio saiu lentamente do cu dela, retirando a camisinha, alisando seu longo cacete, pronto para gozar, mas se controlando. Esperou a Adriana sair de cima da sua prima, que olhou, admirada, para a sua pica brilhando. Lentamente, com certeza do que fazia, esticou a mão para frente, em direção à mesinha, e pegou o gel com a fitinha vermelha.

Cerimoniosamente, ele esticou o KY para a prima, com um sorriso safado no rosto:

- “Até que enfim, é a sua vez, priminha...”

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