Capítulo 20: Reencontros que Inflamam Paixões e Promessas

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1762 palavras
Data: 03/05/2026 14:39:26

Enquanto aguardavam no saguão lotado do aeroporto, Jhonny notou que Suzana e Cintia aproveitavam o tempo se exibindo sutilmente – sentadas em bancos opostos, pernas cruzadas e descruzadas devagar, as saias subindo o suficiente para flashes rápidos de calcinhas, o tecido dançando como um véu provocador. Em um momento, as duas estavam visivelmente com as pernas abertas o suficiente para que o segurança próximo, um homem alto e sério, visse tudo – o veludo verde de Suzana delineando os lábios inchados, reluzindo com um brilho úmido; e o azul de Cintia colando à boceta carnuda, um brilho úmido piscando como um convite velado. Jhonny viu de relance e ficou excitado, o pau endurecendo nas calças, latejando como um pulso vivo, o rosto corando enquanto desviava o olhar, mas quando olhou novamente, elas o fitavam, sorrindo maliciosamente, percebendo sua excitação – o volume sutil na calça dele traindo o segredo.

Elas viraram para ele, descruzando as pernas mais uma vez, exibindo as calcinhas com um ar de cumplicidade safada: Suzana com um sorriso provocador, Cintia piscando como se dissesse "peguei você". Jhonny teve que ajeitar a rola dura discretamente, o tecido apertando como uma prisão, mas riu da situação doida, balançando a cabeça: "Vocês duas são impossíveis… vão me matar de tesão aqui no meio da multidão." Elas gargalharam de onde estavam, fingindo inocência, como se não soubessem que eram vistas e desejadas, Suzana mandando um beijo aéreo para ele, que corou mais uma vez; Cintia fez o mesmo, soprando dramaticamente, o gesto ecoando como uma piada interna.

Por fim, o anúncio ecoou, cortando o ar como um sinal de alívio: o voo de Andressa chegara. Eles partiram para o portão de desembarque, o coração de Jhonny acelerando como um motor em alta rotação. Andressa apareceu logo, tão linda quanto as outras duas – cabelos loiros soltos caindo em ondas suaves, vestido leve e florido realçando o corpo magrinho, olhos verdes brilhando como estrelas. Ela correu para Jhonny, abraçando-o forte e beijando-o loucamente, os lábios macios pressionando os dele com fome, a língua dançando em um beijo profundo e urgente, ignorando o mundo ao redor, o corpo magrinho colando ao dele como se nunca mais quisesse soltar. "Ah, amor… que saudade louca," murmurou ela contra sua boca, as mãos nos ombros fortes dele, unhas cravando na carne dele como uma leoa agarrando sua presa. Um pigarro de Suzana a lembrou: "Ei, e nós aqui?" Andressa riu, corando, e as abraçou – um beijo no rosto de Suzana, carinhoso e demorado, e outro em Cintia, perigosamente próximo à boca, as laterais dos lábios se tocando levemente, um roçar sutil que durou um segundo a mais, enviando um arrepio por Jhonny. Ele teve a impressão, o estômago revirando como uma onda traiçoeira, mas não quis pensar nisso agora – "Tudo a seu tempo, ou vou me aborrecer," pensou, se focando em um sorriso.

Não demorou para Andressa virar para Cintia, dando tapas explosivos no braço dela, mas o som ecoando como palmadas brincalhonas: "Sua maluca! Que porra de pegadinha foi aquela? Vai apanhar por causa do boquete e por se masturbar na frente do meu Jhonny do nada! Que absurdo!" Cintia riu, defendendo-se com um ar fingidamente inocente: "Foi só zoeira, Andi… me perdoooa!?" Mas Andressa continuou, voz misturando raiva e riso: "Aquilo me excitou tanto quanto me enraiveceu, sua doida! Mas não deixo passar se fizer de novo, principalmente com o Jhonny." O final surpreendeu Jhonny: "Esse tipo de coisa, só comigo presente." Ele se excitou com a implicação, o pau dando um pulso forte, latejando como se respondesse ao chamado de sua fêmea, mas o incômodo foi visível em seu rosto – uma ruga na testa, os olhos estreitados, o peito subindo em um suspiro controlado.

Suzana, percebendo, mudou o assunto rápido, voz leve como uma brisa: "Ei, passou! O Jhonny tá numa boa agora” – e ainda zoou a Cintia por ter sido rejeitada: “Ele é forte, resistiu à ruiva safada!" Ela cutucou Andressa: "E você dá muito mole pra Cintia, hein? Cuidado!" Andressa se defendeu, rindo alto: "Ela é uma causa perdida! Mas é impossível eu ficar com raiva de vocês por muito tempo." Todos gargalharam, o clima leve apesar da tensão subjacente, o riso ecoando pelo saguão como um antídoto para o drama.

Antes de voltar para casa, Andressa pediu: "Preciso ir ao banheiro rapidinho – meninas, vêm comigo?" Elas a acompanharam, demorando um pouco, os passos ecoando pelo corredor. Jhonny, ressabiado, pegou o celular – e chegou uma foto de Andressa: "Somos lindas, né?" As três no espelho do banheiro, saias levantadas, mostrando calcinhas – Andressa com uma de cetim rosa forte, o tecido brilhante colando à boceta branquinha; Suzana com verde veludo, carnuda e reluzente; Cintia com azul. Elas formavam um trio, corpos e quadris quase colados, calcinhas se tocando pela lateral como um pacto sensual. Jhonny sentiu um arrepio: "São um tesão," digitou, elogiando: "Andi, a mais linda e apertadinha; Su, curvas perfeitas; Cintia, fogo ruivo."

Mais uma foto: as três se encostando, amassando uma à outra – seios roçando, quadris colados, expressões de desejo, como se fossem se devorar, o ar carregado de eletricidade. Jhonny ficou doido, excitado: "Vocês me matam… suas safadas lindas." Mas a última o excitou violentamente: "As três mosqueteiras precisam de uma espada!" – calcinhas puxadas para o lado, bocetas molhadas se encostando, lábios se tocando, uma quase devorando a outra – rosado de Andressa roçando o carnudo de Suzana, ruivo de Cintia se misturando, umidade compartilhada brilhando como orvalho. Jhonny sentiu um arrepio: "Mal comecei a aceitar e já tão assim?" Elas saíram do banheiro rindo, terminando um assunto aleatório, mas com expressões de leoas famintas, coradas e ofegantes. Jhonny também, meio irritado, mas o pau latejando como um aviso. Andressa percebeu: "Ops… nos excedemos?" Suzana: "Sim, desculpa – mas é que não nos reunimos, as três, há anos, e… estamos morrendo de tesão em você, Jhonny." Cintia: "Verdade… mas não podemos provar, né?" Da Cintia ele até esperava, mas Suzana entrando naquela brincadeira quente o pegou de surpresa.

No carro, Andressa meteu a mão na rola dele, sentindo-a dura e latejante: "Hmm… ele acha vocês lindas, meninas – disso tenho certeza." Confirmou Jhonny, sem graça, a voz rouca: "São incríveis…" Mas Andressa sacou a rola pra fora, chupando ali, na frente das duas – lábios macios envolvendo o comprimento grosso, língua rodopiando na glande com fome voraz, sugando ritmado enquanto ele dirigia devagar, o carro balançando levemente. Suzana e Cintia babavam, olhando: Suzana com mãos entre as pernas, dedos melados se movendo em círculos ágeis; Cintia pediu: "Deixa eu provar?" Negado por Andressa, voz abafada: "Meu!" Elas riram, zoando como se fosse trivial: "Olha o tamanho… delícia! Eu te prometi um agrado inesquecível quando eu voltasse, não prometi?" Jhonny quase gozou, o prazer subindo como uma onda, mas Andressa: "Aguenta, amor – é só o começo."

Chegando em casa, Andressa parou na porta, gritando para Cintia, Suzana e Christopher (na sala): "Hoje o quarto é nosso, Cintia – pra sala! E não reclamem das gritarias, porque quero muito meu Jhonny e vou gritar até ficar sem voz! Vocês que aturem!" Jhonny ficou abismado – nunca vira Andressa falar assim sobre sexo, tão direta e safada, a voz ecoando como um decreto ousado. Ela se virou, cara de leoa faminta, olhos verdes flamejando: "Você é meu!" e partiu pro banho: "Me espera lá." Jhonny entrou na casa, sentindo olhares – todos felizes, Christopher com cara de "manda ver”, com uma pequena pontada de inveja, piscando com um riso cúmplice.

Quando ele entra no banheiro, ela estava só com a calcinha rosa de cetim: "Tira com a boca, amor." Jhonny ajoelhou, dentes roçando o tecido macio, puxando devagar, cheirando o aroma úmido da boceta branquinha, lambendo os lábios maiores ao descer, a língua traçando caminhos quentes. Eles tomaram banho gostoso, regado a sexo oral: ele chupando ela, língua no clitóris inchado, sugando os lábios rosados até ela gemer alto, o corpo magrinho tremendo; ela retribuindo, boca quente no pau grosso, lambendo as bolas com dedicação voraz. Sem esperar, Jhonny a virou, lambendo o cuzinho – língua voraz circulando o anel apertado, enfiando devagar, provando o sabor proibido, os gemidos dela ecoando como música. Normalmente ela não deixava, mas dessa vez abriu o bumbum: "Ah, sim… lambe, amor… que delícia!"

Terminado o banho, Andressa disse: "Pro quarto." Saiu nua, dando de cara com os demais – corpo magrinho exposto, seios pequenos duros, boceta rosada reluzindo como um convite. Jhonny não gostou a princípio, mas viu a zoeira: assobios, gritos: "Uau, gata!" Ele saiu nu também, rola hiper dura latejando, veias saltadas como rios pulsantes. Cintia e Suzana olharam com carinha de safadas querendo pau; Christopher carregou Suzana pro quarto: "Você tem a minha – para com isso!" Rindo, mas ciumento, o tom carregado de posse. Cintia, sozinha, fez cara triste. Andressa chamou Jhonny, entrando; Cintia: "Mostra pra essa loirinha como se goza, careca sem capa!". Jhonny, sorrindo: "Deixa comigo, cabelo de fogo." Ouviu Cintia gemer e rir, repetindo o apelido: "’Careca sem capa’… amei!"

No quarto, o sexo foi intenso: mais oral – Andressa chupando voraz, garganta profunda engolindo o pau todo, lágrimas de esforço nos olhos; Jhonny lambendo a boceta encharcada, sugando o clitóris como um doce. Um 69 intenso. Depois meteu em Andressa em várias posições: ela por cima, cavalgando ritmada, boceta apertando o pau, gemendo: "Ah, amor… que saudade dessa rola grossa!" De quatro, ele metendo fundo, nádegas branquinhas tremendo com cada estocada; missionário, pernas dela sobre os ombros, penetrando profundo, os corpos colidindo como ondas. "Você é linda, gostosa… te amo tanto," murmurava ele, voz rouca. "Eu também, meu careca… saudade louca," respondia ela, olhos nos dele, cheios de fogo. - “eu sei que mal voltei e me empolguei demais, mas acima de tudo, eu sou sua, meu gato!”.

Então, anal: Andressa pegou camisinha, colocando com a boca – lábios deslizando pelo pau, enrolando o látex devagar, os olhos verdes fixos nos dele. Virou de costas, cuzinho piscando: "Vai devagar… mas me fode forte. Come meu cuzinho, amor..." Jhonny penetrou, o anel apertado cedendo, bombando ritmado, ela gritando: "Ah, sim… enche meu cuzinho!" Pouco falavam além de: "Você é o mais gostoso," "Te amo, minha loirinha," saudades ecoando como um mantra.

Por fim, Andressa finalizou chupando até a última gota – boca voraz, sugando a glande, língua lambendo as veias, engolindo a porra quente sem nojo, cara de felicidade como na lua de mel, olhos brilhando com lágrimas de prazer. Jhonny exausto, ela também, aninhada nele, o corpo magrinho colando ao dele: "Prometo te amar por toda a vida… amanhã coloco os pingos nos is." Ele beijou sua testa, voz suave: "Te amo, Andi… vamos resolver tudo."

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