O tempo voou de uma maneira assustadora. Os anos de faculdade, que pareciam intermináveis com suas provas e estágios, deram lugar ao momento mais esperado: a formatura.
Eu me formei primeiro. A cerimônia de Veterinária foi linda, cheia de flores, jalecos brancos e a promessa de cuidar da vida. O Lucas estava lá na primeira fila, me olhando com aquele orgulho que sempre iluminava os olhos dele. Ele me esperou no altar, me entregou a flor e me beijou como se eu tivesse ganhado o mundo.
— Parabéns, Doutora Clara — ele sussurrou. — daqui alguns dias é a minha vez.
E chegou a vez dele.
A formatura de Direito tinha uma solenidade diferente, mais formal, mais séria. A toga preta, a faixa vermelha, o chapéu de formando. Quando o Lucas entrou no salão, caminhando pelo corredor, eu senti meu coração disparar. Ele estava deslumbrante. Alto, elegante, sério, parecendo um verdadeiro Doutor em Direito. Mas eu sabia... eu sabia o que havia por baixo daquela camisa social e daquela calça social. Eu sabia do homem apaixonado e selvagem que era meu.
A festa foi numa chácara linda, com luzes, música alta, muita bebida e gente feliz. Nossos pais, amigos, professores... todos comemorando a vitória. Lucas e eu dançamos, bebemos, rimos, cumprimentamos todo mundo. Mas eu sentia que ele estava estranho, mais nervoso que o normal, olhando para o relógio, sussurrando coisas no ouvido do Pedro.
— O que você está aprontando? — perguntei, dando um gole no meu drink.
— Nada... só aproveitando minha noite, minha futura esposa — ele disse, e piscou.
Eu ri, achando que era brincadeira. Mas o coração dele batia forte contra a minha mão.
O Pedido
Mais tarde, quando a festa estava no auge, o microfone chiou e o cerimonialista pediu atenção.
— Agora, queridos formandos e convidados, temos uma homenagem especial do nosso formando Lucas Mendes!
A música baixou. Todos olharam. Lucas subiu no pequeno palco, pegou o microfone e olhou diretamente para mim, no meio da multidão. Ele parecia um pouco nervoso, mas determinado.
— Boa noite, pessoal. Hoje nós comemoramos muito, lutamos muito para chegar até aqui. Mas eu descobri que diploma, carreira, sucesso... nada disso significa nada se você não tem alguém para dividir. — Ele fez uma pausa, olhou nos meus olhos e continuou, a voz embargando. — Clara, você esteve comigo desde o colégio. Desde os tempos de uniforme, desde a kitnet pequena, nos dias bons e principalmente nos ruins. Você é a minha parceira, a minha paixão, a minha vida.
Ele desceu do palco, caminhou devagar até mim. Todo mundo estava em silêncio, segurando a respiração. Ele se ajoelhou bem na minha frente, tirou uma caixinha preta do bolso e abriu. Dentro, um anel de brilhantes simples mas lindo brilhava sob as luzes.
— Clara... você aceita casar comigo? Aceita passar o resto da sua vida comigo, me aturar, me amar e construir uma família?
Eu chorei. Chorei muito. As lágrimas rolaram quentes pelo meu rosto. A minha mão tremia tanto que eu mal conseguia tocar o rosto dele.
— Sim! Sim, Lucas! Eu aceito! Mil vezes sim! — consegui dizer, entre soluços de felicidade.
Ele colocou o anel no meu dedo, se levantou e me beijou. Um beijo longo, demorado, enquanto todo mundo gritava, batia palma, assobiava. "Casamento! Casamento!". Nossos pais vieram nos abraçar, a Mari, o Pedro, todos emocionados. Eu estava flutuando. Eu não era mais só a namorada dele. Eu era a sua noiva.
A Fuga para o Paraíso
A festa continuou, mas a gente mal conseguia se olhar sem sorrir ou se beijar. A tensão, a felicidade, o amor... tudo estava acumulado.
— Vamos sair daqui? — Lucas sussurrou no meu ouvido, depois de muito tempo. — Quero ficar sozinho com a minha noiva.
— A gente vai pra onde? Aqui na cidade é pequeno, todo mundo nos conhece...
— Vamos pra cidade vizinha. Lá tem um motel cinco estrelas, o melhor que tem. Quero te tratar como uma rainha hoje.
Saímos escondidos, deixando a festa rolando. Entramos no carro dele, que agora era um outro carro novo, de gente grande. O caminho foi silencioso, só com nossas mãos entrelaçadas e o coração batendo forte.
Chegamos no lugar. Era realmente luxuoso. Suíte presidencial, com cama redonda, espelhos, iluminação indireta, tudo muito perfeito.
Assim que a porta se fechou, ele me prensou contra ela.
— Minha noiva... você é minha noiva, Clara! — ele disse, beijando meu rosto todo, enxugando o resto das lágrimas. — Eu te amo tanto que dói.
A Primeira Vez: Amor Puro
Ele me carregou no colo até a cama. Me deitou com todo cuidado do mundo, como se eu fosse algo precioso. Começou a tirar minha roupa devagar, beijando cada pedacinho da pele que ia aparecendo. O vestido de festa caiu no chão, e eu fiquei ali, só de lingerie, com o anel brilhando na mão.
Lucas também se despiu. Ele estava lindo, forte, o corpo que eu conhecia tão bem.
Ele veio por cima de mim, com cuidado. O sexo dessa vez foi diferente. Foi lento, profundo, olhando nos olhos. Ele entrou em mim com uma delicadeza que fez eu chorar de novo.
— Ahhh, Lucas... — sussurrei, enroscando as pernas na cintura dele.
— É pra sempre agora, amor... pra sempre — ele dizia, mexendo o quadril num ritmo suave mas intenso. — Você vai ser minha esposa, a mãe dos meus filhos, minha dona.
Nossos corpos se moviam em sintonia perfeita. Era amor. Era conexão. Era a celebração de duas vidas que se uniam. Ele me fez gozar com carinho, beijando minha boca enquanto eu sentia o prazer tomar conta de mim, suave e doce.
E então, ele gozou também. Gemendo baixinho, enchendo a minha bucetinha com sua porra quentinha, ficando ali parado por uns minutos, ofegante, com a testa encostada na minha.
— Te amo... — ele sussurrou, cansado e feliz.
Ele rolou para o lado, fechando os olhos por um instante, recuperando o fôlego, parecendo um pouco sonolento. Mas eu... eu estava com fogo. Eu queria mais. Eu queria mostrar para ele que, além de esposa, eu continuaria sendo a sua putinha safada.
A Virada: A Fúria do Amor
Me movi devagar, deslizando pelo corpo dele. Beijei seu peito, desci pela barriga, sentindo o gosto do suor dele. Ele abriu os olhos, confuso.
— O que você vai fazer, amor?
— Você descansou muito, Doutor Lucas — eu disse, pegando o pau dele na mão. Ele ainda estava mole, mas começou a inchar rapidamente sob o meu toque. — Agora eu quero te comer.
Abri a boca e engoli ele todo de uma vez.
— Ahhh, porra! Clara! — ele gritou, arqueando as costas.
Eu chupei com vontade. Com fome. Usei a mão, a boca, a língua. Eu queria acordar o bicho que dormia dentro dele. Eu chupava forte, fazendo aquele barulho molhado, olhando para ele através dos cílios. Ele ficou duro como pedra em segundos, pulsando na minha garganta.
Quando vi que ele estava pronto, louco de novo, eu subi em cima dele. Mas ele não deixou por muito tempo.
Ele segurou minha cintura com força, me virou de bruços, empinou minha bunda toda pra ele.
— Você quer ver o quanto eu te quero? — ele falou, a voz mudou. — Você quer ver o que é ser minha de verdade?
Ele não entrou devagar agora. Ele encaixou e bateu com força.
— AHHH! — gritei, agarrando o travesseiro.
Dessa vez não teve dó. Dessa vez foi selvagem. Foi possessivo.
Ele me fodeu com uma ferocidade que eu nunca tinha visto antes. Era forte, profundo, batendo com tudo. O som da pele batendo na pele ecoava pelo quarto enorme. Ele segurava meus cabelos, puxava meu corpo para encontrar o dele, estocava como se quisesse fundir os dois corpos num só.
— MINHA! — ele gritava, batendo forte. — VOCÊ É MINHA PRA SEMPRE! NINGUÉM MAIS VAI TE TER! SÓ EU!
— SOU SUA! SOU TODA SUA, LUCAS! — eu gritava de volta, perdida no prazer. — ME FODE! ME MARCA!
Ele mudou a posição, me virou de costas para o espelho do quarto, me fez olhar para nós dois. Ele por trás, eu na frente, ele me comendo com raiva e amor.
— Olha pra gente, Clara! Olha a minha esposa sendo fodida gostoso! Olha como você é linda toda aberta pra mim!
O prazer era tão grande que doía. Era uma mistura de tudo: o amor que sentíamos, o "sim" que eu tinha dado, a certeza de que éramos um do outro para sempre, e aquela safadeza que sempre tivemos.
Ele me fodeu até eu não saber mais meu nome. Até eu gozar várias vezes, gritando o nome dele, molhando tudo.
E quando ele finalmente gozou pela segunda vez, foi com um urro que pareceu vir da alma. Ele me encheu, me marcou, ficou enterrado fundo em mim tremendo muito.
O Depois
Ele caiu ao meu lado, ofegante, me puxando para os braços dele. Estávamos suados, cansados, extremamente felizes.
Ele olhou para o meu dedo, para o anel, e beijou minha mão.
— É pra sempre, Clara. — ele disse, olhando fundo nos meus olhos. — Agora sim. Nós somos uma família.
Eu encostei a cabeça no peito dele, ouvindo seu coração batendo forte.
— Pra sempre, meu amor. Eu sou sua. De corpo e alma.
E ali, naquela cama enorme, depois de jurar amor perante todos e depois de transar como animais, nós sabíamos: a vida adulta tinha chegado, mas o nosso amor e a nossa paixão só estavam começando. E seria para sempre.