Capítulo 19: Antecipação e Revelações Sutis

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1894 palavras
Data: 03/05/2026 11:24:31

A sexta-feira enfim chegou. Jhonny acordou cedo, o sol da manhã filtrando pelas cortinas da sala, aquecendo o sofá e iluminando as partículas de poeira dançando no ar, pegou suas roupas no quarto enquanto Cintia dormia profundamente, ressonando levemente sob o lençol, e se arrumou rapidamente – camisa social azul-clara esticando sobre os ombros largos, calça jeans escura abraçando as pernas fortes, um splash de perfume cítrico refrescando a pele. Andressa não respondera à pergunta sobre ter ficado com outra mulher depois dele, mas não insistiu, aguardando mais tranquilo, confiando que logo teria as respostas: "Ela vai contar tudo… tô pronto pra ouvir," pensou ele, enquanto tomava um café rápido sozinho na cozinha, o aroma forte da bebida misturando-se ao silêncio da casa ainda adormecida, a xícara quente aquecendo as mãos. "Talvez seja melhor assim – dar espaço pra ela se abrir no tempo dela."

Nem conversou com Cintia ou Suzana naquela manhã – saiu cedo, antes de todos levantarem, o carro ronronando pela rua tranquila enquanto dirigia para o cartório, o motor vibrando como um companheiro fiel. Lá, finalizou os documentos da cobertura: assinaturas em papéis oficiais que pareciam infinitos, verificação de cláusulas minuciosas, pagamento do depósito inicial que esvaziou um pouco a conta, mas encheu o peito de esperança. O coração dele se encheu de uma leveza inesperada ao imaginar a mudança – "Segunda já mudamos. Fim dessa loucura na casa deles. Um lugar nosso, pra recomeçar direito," pensou, visualizando a sala ampla, a cozinha americana espaçosa, a varanda com churrasqueira no primeiro andar, e as suítes aconchegantes no segundo. O processo demorou uma hora, mas saiu de lá já com as chaves no bolso, tilintando como um troféu, um passo concreto para o futuro que o fazia sorrir apesar de tudo.

Só então, no carro a caminho do trabalho, ligou para Andressa. Ela atendeu no segundo toque, a voz manhosa e animada ecoando pelo viva-voz, enchendo o carro como uma melodia acolhedora: "Ei, amor! Tô louca pra te ver – já tô contando as horas pro voo." Ele sorriu, o som dela aliviando um pouco a tensão acumulada, como um abraço à distância: "Eu também, minha loirinha. Como foi o shopping ontem? Me conta os detalhes." Ela riu, baixinho e provocador, a voz derramando como mel: "Ah, foi delicioso… me masturbei e gozei gostoso no banheiro – tava pingando de tesão por você, imaginando sua rola grossa me enchendo. Mas esqueci de tirar fotos… sorry, amor, você me ligou de repente aquela hora que virou uma loucura, só conseguia falar com você, ver a foto do seu pau gozado e me tocar deliciosamente." Jhonny achou esquisito – "Esqueceu? Justo você, que adora registrar tudo pra me provocar depois?" – mas ela continuou, voz dengosa e sedutora: "É, falha minha… saí sem calcinha depois, sentindo o ar fresco na minha bocetinha, por você ter ficado olhando a Ci se masturbar hehe, mas acredito que ninguém viu nada. Fui logo pra casa, queria mais era terminar o dia, dormir e chegar aí pra te abraçar e te amar de verdade." Ele contou as novidades, animado, a voz ganhando empolgação: "A cobertura tá acertada – segunda a transportadora traz tudo, mudaremos de vez. Vamos ter nosso cantinho, Andi." Andressa ficou radiante, quase gritando, o som ecoando como fogos: "Ah, que perfeito! Te amo tanto, Jhonny… essa noite sou toda sua. Quero tudo – você me comendo devagar, me enchendo, talvez até no cuzinho, como daquelas vezes especiais." Ele entendeu o recado – sexo anal, algo raro, que ela liberava só em ocasiões de pura conexão, aquele botãozinho apertado cedendo devagar ao pau dele, gemidos ecoando como sinfonia, o corpo magrinho tremendo de prazer. "Ela tá se soltando mais…" pensou, excitado com a ideia, o pau dando um pulso sutil nas calças, latejando como um lembrete vivo.

Então, ela mandou uma foto só pra mexer com ele: ela e Cintia de frente a um espelho em um saguão de hotel chique, saias levantadas, mostrando calcinhas – Andressa com uma verde de renda fina, o tecido colando aos lábios rosados, um vinco úmido sutil no centro revelando excitação, os quadris magrinhos tremendo levemente no flash; Cintia com uma calcinha vermelha transparente, revelando a boceta carnuda e ruiva, pêlos aparados em um triângulo perfeito, os lábios inchados piscando através do material, um brilho de umidade escorrendo pela virilha pálida. Jhonny curtiu, o pau dando um pulso mais forte, endurecendo como se respondesse ao chamado: "Linda… de quando é? Vocês duas juntas assim… me mata de tesão." Mas Andressa: "Depois conto, amor – preciso me arrumar pro aeroporto. Beijo, te amo!" Novamente, Jhonny ficou ressabiado, apertando o volante com força: "Tenho certeza que é depois de nós juntos. Elas mataram saudades… uma ou mais vezes? Só exibicionismo ou foram além? Cintia ainda pensa nela, como ouvi ontem…"

Ele deixou de lado, trabalhou com afinco – reuniões longas sobre projetos que se esticavam como elásticos, relatórios digitados com foco intenso, o dia voando em um borrão de e-mails e chamadas que o mantinham ancorado.

Por fim, acaba o expediente; partiu pra casa de Suzana, ansioso pela chegada de Andressa, o trânsito da hora do rush testando sua paciência, buzinas ecoando como um coro impaciente. Chegando na porta, ouviu vozes baixas vindas da sala. Cintia dizendo: "Não tô incomodada com o Jhonny. Ele é legal. É que ainda penso na Andi às vezes… mas não faria nada que ferisse os dois. Eu juro, Su." Suzana respondeu, voz firme e defensiva: "Ei, relaxa, Cintia. O Jhonny é bom pra Andi – ele cuida dela, à ama de verdade, e tá lidando com toda essa bagunça melhor do que a gente esperava. Melhor do que... bom, você sabe de quem to falando... Não julgue ele assim, a gente mal o conhece... você mesma o conheceu há menos de uma semana e já viu que é um cara decente e confiável." Jhonny parou, o coração aquecendo como se um fogo acolhedor se acendesse – Suzana o defendendo, apesar de se conhecerem há pouco tempo, o deixava feliz, uma sensação de gratidão misturada à surpresa: "Ela me defende… mesmo depois de tudo, me vê como amigo." Ele abriu a porta devagar, e elas tomaram um susto, desconversando rápido: "Ei, Jhonny! Chegou enfim! Como foi o dia?" Ele ligou os pontos cada vez mais, o quebra-cabeça se montando: "Cintia ainda gosta dela… mas promete não interferir. E Su me defendendo… isso explica muita coisa."

Após um banho rápido – água quente lavando o estresse do dia, sabão deslizando pela pele como um carinho, reflexões sobre a defesa de Suzana o deixando mais leve, o vapor embaçando o espelho –, se preparou para o aeroporto: camisa limpa de algodão fresca abraçando o peito, calça jeans confortável moldando as pernas, um toque de perfume cítrico refrescando o ar. Suzana e Cintia pediram pra ir junto: "Se você não se incomodar, a gente vai junto. Queremos ver a Andi chegando!" disse Suzana, humorada, os olhos castanhos brilhando com empolgação genuína. Cintia, ainda meio sem graça (sem saber o quanto ele ouvira da conversa), piscou com um sorriso travesso: "Vai ser divertido – as mosqueteiras reunidas de novo!" Jhonny deixou, tranquilamente, mas com um tom sério, olhando nos olhos delas: "Tudo bem, chega de segredos. Mas isso não significa que aceito qualquer absurdo – vamos com calma." Suzana concordou depressa: "Exato! Nada de loucuras, prometo," cutucando Cintia com o olhar fuzilante, como uma irmã mais velha repreendendo. Cintia riu, zoando: "Tá bom, mãezona… vou entrar no carro quietinha, sem bagunça… por enquanto!"

Cintia sentou no banco de trás, bem no meio, com uma minissaia preta justa que subia pelas coxas longas e pálidas, o tecido esticando sobre a pele sardenta como um convite sutil. Suzana no carona, em um vestido branco lindo e fluido, elegante como de gala, realçando as curvas morenas – o decote sutil destacando os seios médios. As duas estavam hiper elegantes – maquiagem impecável com batom vermelho em Cintia e delineado perfeito em Suzana, cabelos arrumados em ondas soltas, como se fossem a uma festa chique, o perfume doce delas preenchendo o ar. Jhonny brincou, ligando o carro com um ronco: "Uau, parecem prontas pra um baile de gala. Isso demonstra grande amor pela Andi, hein? Vocês se arrumaram assim só pra buscar ela no aeroporto?" Elas zoaram de volta, rindo alto: "Claro! Somos as mosqueteiras – ela merece o melhor tapete vermelho," disse Suzana, ajustando o vestido com um floreio. Cintia: "E você tá dirigindo as rainhas, cuidado pra não bater! Mas sério, Andi vai pirar quando nos vir assim – nossa saudade dela é fogo!"

Jhonny olhou pra trás pelo retrovisor, só pra ver Cintia subindo a saia completamente, o olhar safado e provocador piscando como um farol: calcinha de veludo azul, linda e elegante, o tecido macio colando à boceta carnuda, delineando sua linda boceta sob o tecido e um vinco úmido no centro, o material reluzindo sutilmente com umidade, como se ela estivesse excitada pela ousadia, o cheiro sutil de tesão misturando-se ao perfume. "Ops… subiu um pouco aqui" zoou ela, piscando com um riso travesso. Quando Suzana percebeu, brigou, voz afiada mas risonha: "Cintia! Para com isso, sua doida – a gente prometeu calma!" Mas logo em seguida, com um sorriso malicioso, mostrou a sua – calcinha de veludo verde, igualmente linda, moldando sua boceta carnuda, os lábios inchados reluzindo sutilmente, o ar carregado de um tesão palpável. Jhonny ficou corado e mudo, o pau latejando nas calças, endurecendo como se respondesse ao chamado; elas o zoaram demais, gargalhando: "Olha a cara dele! Vermelho como tomate – gostou do show, careca?" disse Cintia, inclinando-se para frente e se ajeitando. Suzana: "Ei, não exagera, Ci… mas admita, Jhonny, a gente é irresistível!" Ele riu, admitindo com voz rouca, o volante tremendo levemente: "Vocês três são o trio mais fofo, lindo e gostoso desse mundo – mas cuidado pra não me distrair na direção!" Elas coraram inesperadamente, gaguejando zoeiras: "Ah… para, Jhonny! Você que é charmoso demais," rebateu Suzana, enquanto Cintia: "Careca sem capa salvando o dia – mas se quiser, paramos pra um 'pit stop'!" Eles se zoavam, rindo e zoando de volta sobre músicas no rádio e memórias da faculdade antes de chegarem ao aeroporto, o clima leve e carregado de um flerte sutil, o carro vibrando com energia elétrica.

Jhonny anunciou, parando no estacionamento com um suspiro: "Agora é pra ficar de vez aqui em Santa Catarina – chega de RJ. Vocês três vão poder ficar perto uma da outra. Não me façam me arrepender disso." Humorado, mas sério no olhar, fitando cada uma pelo retrovisor, o tom carregado de uma promessa velada. Elas sorriram, concordando firme: "Não vai se arrepender – agora você é tão amigo nosso quanto a Andi." disse Cintia. Suzana finalizou: "Achei que isso nunca ia acontecer, tô muito feliz! Obrigada por cuidar da Andi, por amá-la e aceitá-la – você é um cara incrível, Jhonny." Ela deu um beijo no rosto dele – perigosamente próximo da boca, os lábios macios roçando a bochecha, cheiro de perfume doce e um toque que durou um segundo a mais, aquecendo a pele. Cintia reclamou, fingindo ciúme: "Ei, quando sou eu, dá briga!" Suzana: "Porque você não sabe brincar – ia beijar na boca dele e dar treta com a Andi!" Cintia gargalhou: "Verdade, eu ia mesmo haha… sou a doida do rolê!" Faltava menos de 1h pra Andressa pousar, o carro estacionando no aeroporto, a expectativa crescendo, o grupo saindo animado para o saguão, passos ecoando como um prelúdio de reencontro.

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Comentários

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Continuo com a sensação de que tudo isso é um plano de amansa corno sendo posto em pratica com doses homeopáticas, dão migalhas pra ele enquanto ela possivelmente estava se divertindo com alguém pois pensem bem, se ela foi nessa viagem a trabalho seria um sinal que está tudo bem no trabalho, mas do nada ela avisa que vai voltar mais cedo e que pediu demissão, não faz sentido. no minimo muito estranho isso e agora o papo que ele ouviu das duas " ele tá lidando com essa bagunça melhor do que a gente esperava. melhor do que.... você sabe de quem estou falando" fora a foto que enviou errado pra ele e agora a foto que tirou e esqueceu de enviar.

quer saber, estão fazendo ele de babaca e tem muito caroço neste angu, espero que as verdades venham a superfície e que ele tome uma atitude digna de um Homem com H maiusculo.

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