.... Enquanto o carro deslizava pelas ruas da grande metrópole, o silencio imperava dentro dele. Meus pensamentos estavam fixos em imagens que haviam mexido comigo muito mais do que eu pudesse prever. Automaticamente meus dedos foram levados ao botão do rádio para liga-lo, e tentando encontrar algo para, pelo menos diminuir o silencio, e mais ainda evitar que Lara, quem dirigia o carro naquele momento, pudesse dizer ou fazer qualquer comentário, sobre o que acontecera antes, dentro daquele local.
Normalmente Lara, minha esposa não dirigia o carro quando estávamos juntos, mas assim que saímos daquele local ofereci a ela as chaves do carro e disse que não estava bem para dirigir, não por ter bebido, mas tudo avia mexido comigo, desde a chegada até aquele clube de swing, até o que aconteceu lá dentro. Melhor ainda o que tinha acontecido com Lara e um homem, Jorge a quem ela havia se entregado de corpo e que para minha surpresa, tinha sido também de alma, uma entrega total, fora que ela tinha quebrado uma de nossas regras. A regra de não me humilhar na frente de algum estranho. Esse tinha sido o primeiro item que havíamos combinado. Ela teria liberdade de escolha, mas fora isso, não poderia ultrapassar esse limite.
Em alguns momentos ela até chegou a fazer algum comentário, e a música que tocava, me ajudava em tentar ignorar suas palavras, mantendo meu pensamento para entender tudo aquilo.
Assim foi até faltar alguns poucos quilômetros para chegarmos em casa, quando ela começou a ficar irritada com meu silencio e para evitar uma discussão que sabia iria entrar madrugada/dia afora, resolvi descer e ir a pé assim que ela parou em um semáforo.
Desci, simplesmente e disse que faria o restante do caminho a pé que ela podia seguir sem mim, claro que sobre protestos dela, mas assim que a luz ficou verde e como havia um carro parado atrás do nosso, ela teve que seguir em frente, pois aparentemente, quem vinha atrás não estava muito disposto a ficar parado aguardando, e eu simplesmente tomei um caminho em que ela não teria como me seguir pois seria em uma rua de mão única, sentido contrário que ela seguiria para chegar em nossa casa.
Segundos depois que comecei a caminhar, meu celular começou a receber mensagens, que sabia eram dela, Lara. Apenas respondi uma delas, sendo sucinto, dizendo que “precisava pensar, precisava ficar sozinho”, e eu sabia que a caminhada me ajudaria. Depois disso apenas desliguei o aparelho.
Com certeza levei um bom tempo para chegar em casa. Os primeiros raios de luz já se faziam presente no horizonte quando abri a porta de casa para entrar. Lara, em nosso quarto, dormia quando entrei. Devia ter ficado me esperando chegar, e como demorei, se deu por vencida e pelo cansaço da noite que teve, acabou por dormir.
Fui para o banheiro de nossa suíte, tomei um banho e depois de trocado me encaminhei para meu escritório, o trancando por dentro como costumava fazer, pois não queria ser perturbado e não estava disposto, pelo menos naquele momento, para ter uma discussão que não iria resolver nada, sem contar que tinha que resolver um problema que vinha me tirando o sono já fazia semanas e não encontrava uma resposta.
Estava trabalhando em algo no meu computador, que tinha certeza poderia mudar nossas vidas, então passava horas no escritório trancado, mas já fazia algumas semanas que encontrei um problema e até então não tinha conseguido resolver.
Nossa saída na noite anterior foi algo que Lara, conseguiu através de muita conversa e como eu não tinha mais argumentos, acabei cedendo aos seus desejos e aceitei sair, mas já me arrependendo assim que chegamos ao local.
Assim que me assentei em minha cadeira, me recostei no encosto e meus pensamentos, me levaram para um ano antes, onde tudo começou.
Antes porem preciso me apresentar, meu nome é Anderson, tenho 28 anos, tenho 1,80 metro de altura, cabelo liso preto, sempre penteado para o lado, olhos castanhos, corpo em dia, graças a natureza, mas não descarto caminhadas sempre que posso. Sou formato em tecnologia da informação e trabalho para uma empresa a quatro anos como programador, isso depois de efetivado, pois trabalhei como estagiário por um ano.
Sou casado com Lara, uma mulher que conheci logo depois de me formar. Quando a vi pela primeira vez foi em uma festa de amigos em comum, onde nos apresentaram.
Ela tem cabelos negros, pele clara, tem 1,70 metro de altura, sorriso fácil, lábios carnudos lembrando Angelina Jolie, tem seios médios, pernas torneadas e uma bunda que chama a atenção por onde passa, deixando desejosos homens, bem como mulheres, ou pela inveja ou bem vocês sabem, pelo desejo de tela na cama. Lara tem também, um barriga sarada pelo tempo que se dedica aos exercícios em academia.
Tão logo começamos a conversar, percebi que tinha algo nela que me chamava a atenção, não apenas pela beleza física, mas pelo jeito de falar, e pelo conhecimento que possuía, nada para ela parecia desconhecido.
Naquela noite, trocamos apenas beijos e amassos, que não terminaram em alguma cama. Mas que nas semanas seguintes, após uns dois encontros, resolvemos nos dar a chance de descobrir se deveríamos ou não nos entregarmos ao sexo, para termos certeza de que aquilo pudesse dar certo.
Num sábado à tarde a peguei em sua casa e rumamos direto para um motel, parecia que o desejo de um pelo outro tinha atingido um limite, e assim não queiramos mais perder tempo. Queríamos explorar todas as possibilidades e saber como nos daríamos na cama. O Resultado foi uma loucura, transamos até ficarmos extenuados, Lara, se mostrou bastante criativa, além de se mostrar bastante insaciável.
Dois anos depois de nos conhecermos estávamos saindo da igreja casados, e super felizes, estávamos começando em nossas carreiras, mas era muito promissor o que nos aguardava pela frente. Tanto que pouco tempo depois já ocupávamos um cargo que nos rendiam uma ótima remuneração, claro que seguida de grande responsabilidade.
Já em casa, nossa vida sexual estava de vento em popa, sempre tínhamos noitadas de sexo que nos deixavam exaustos, mas felizes. Por vezes aos finais de semana, viajávamos para locais que pareciam afrodisíacos, pois mexiam com nossa libido, assim que chegávamos.
Quando ficávamos em nossa casa, nossos amigos sempre nos convidavam para alguma festa, e diziam que sem nós dois, elas não tinham graça, nossa presença era sempre obrigatória.
Então, não havia o que reclamar, era como dizem, “só alegria”.
Até que uma sexta feira, um ano antes, durante o expediente, em que meu superior teve que se ausentar, nosso diretor me pediu um trabalho que estava sobe o desenvolvimento do meu chefe direto, então tive que entrar em seu computador para procurar. Tudo facilitado pois eu tinha acesso. Entrei e comecei a procurar, e para minha surpresa, depois de encontrar o que procurava, descobri que aquele projeto que ele, meu chefe, tinha apresentado para o diretor era meu, ele apenas tinha feito algumas modificações, muito sutis, mas eu reconhecia aquele trabalho, pois tinha minha marca registrada nele, que eu tinha criado e ninguém além de mim sabia onde procurar para encontrar, algo como minha assinatura.
Mesmo assim levei o trabalho e dei um jeito de, durante a conversa sondar com o diretor se meu chefe tinha comentado algo, sobre quem o tinha desenvolvido, e a resposta foi cortante feito uma faca afiada, pois a resposta foi que o meu chefe é que tinha desenvolvido em suas horas de folga fora da empresa, mas que sabia que aquilo poderia melhorar a eficiência dentro da empresa em todos os setores. Aquilo caiu como uma bomba em minha cabeça, mas achei melhor não me manifestar ainda, pois sabia que de alguma forma com paciência, poderia confrontar meu chefe e o desmascarar quando fosse o momento certo, pois sempre acontece de aparecer alguma coisa que pode gerar algum acerto, e como eu tinha conhecimento de todo o trabalho, sabia que ele não conseguiria resolver o problema.
Naquela noite cheguei em casa com raiva, estressado e Lara, percebeu, e não tive como simplesmente não contar a ela, pois normalmente não levávamos os problemas do trabalho para casa.
Quando acabei de contar, Lara, me olhando me perguntou o que eu faria, só que naquele momento eu ainda não tinha um plano definido, estava contando com algum erro no projeto que poderia ou não acontecer e expor meu chefe, mas isso ia depender da sorte, então eu teria que aguardar isso acontecer, ou teria que pensar em alguma outra alternativa, mas não tinha nada claro ainda, pois era algo muito recente.
Após o jantar, em que não consegui comer muito, pela frustação de ter meu projeto roubado, Lara, me colocou sentado no sofá e começou a me fazer uma massagem nos ombros pois disse que eu estava muito tenso.
Depois de alguns minutos, já me sentia melhor, então ela pediu para irmos para o quarto, e quando, numa sexta feira, isso acontecia, sabia que minha amada esposa estava tarada para trepar, mais do que o normal, e eu adorava isso nela.
Me deixei ser levado para o quarto, mas antes fui tomar um banho, sendo acompanhado por ela, e como fazíamos normalmente, um lavava o outro, mas não era somente passar sabonete e retirar, era uma sinfonia de toques, que começavam com os dedos tocando nossas peles e ir subido o nível, explorando o corpo um de outro, coisa que sempre fazíamos, é como se fossem as preliminares. Depois dos toques, vinham os beijos, cada vez mais intensos, onde explorávamos um a boca do outro. Em seguida vinham o contato físico, meu pau duro entre suas pernas que ela já deixava meio abertas e se deixava encaixar, em seguida pequenos movimentos de vai e vem sem a penetração propriamente dita, mas fazendo com que ela gemesse gostosamente com sua boca próxima de meus ouvidos. Já totalmente excitados, corríamos para nossa cama nos secando no caminho para não molhar os lençóis e colchão.
Lara, se deitou de costas com as pernas abertas me deixando ver aquela bucetinha que ela sempre mantinha completamente depilada, coisa que eu adorava. Então entre suas pernas eu me posicionei com minha cabeça e estava tão próximo de sua fenda, que ela podia sentir minha respiração e gemia deliciosamente, mesmo antes de a tocar com meus lábios ou minha língua.
Segundos depois eu comecei a beijar suas coxas na parte interna, e ia me aproximando vagarosamente de sua entrada, a deixando cada vez mais alucinada, quase a fazendo implorar para que eu a tocasse, eu adorava esta tortura e isso mexia com ela, que aumentava seus gemidos, e então quando eu beijei seus pequenos lábios, ela começou a gozar e para seu prazer ser prolongado, eu comecei a dar pequenas lambidas, subindo e descendo, mas sem tocar em seu clitóris.
Finalmente quando o toquei ela se derreteu gozando em um e emendando em mais um orgasmo intenso, mais que o primeiro, onde começou a gemer e dizer coisas que eu não entendia. Quando percebi que estava finalizando, me posicionei de joelhos e fui me inclinando até tocar sua fenda com minha glande, ela vibrava, percebia sua pele ficar arrepiada pelo que estava por vir, então fui entrando lentamente com meus 19 cm e grosso, sem muitos exageros. Ela pedia para entrar pois queria gozar novamente, e eu ia centímetro por centímetro, entrando dentro dela. Ver o prazer que Lara sentia, era meu prazer também, pois desde sempre essa era minha meta, dar o maior prazer que podia a ela.
Então depois de estar completamente dentro dela eu comecei a me movimentar. Primeiro lentamente e fui aumentando o ritmo aos poucos, apenas observando as feições que ela exibia, e eu já estava bom em entender o que ela sentia, apenas olhando para seu rosto.
A medida que a velocidade aumentava, eu mesmo tinha que me segurar para não gozar antes dela. Os gemidos eram outra fonte de informação para mim, quando ela estava prestes a gozar, os gemidos eram peculiares em Lara, então eu sabia que ela estava quase lá, eu a acompanhei e a deixei meu corpo chegar ao êxtase e segundos antes de Lara, gozar eu já estava depositando meu sêmen dentro dela, e isso a fazia gozar, como se esse fosse o gatilho que faltava. Lara ficou segundos fora de si, tamanho seu orgasmo, e eu adorava ver seu rosto exibindo todo o prazer que ela sentia. Depois me deixei rolar para o lado, saboreando os resquícios do meu próprio gozo se extinguindo.
Esse era apenas o primeiro, pois sempre tinha mais, mas naquela noite, eu ainda com a cabeça cheia com o que descobrira, acabei não conseguindo mais nada.
Lara, me entendeu e me fez carinho até eu conseguir dormir, coisa que pensei que não conseguiria, mas isso não durou muito, pois durante a madrugada despertei. Ela dormia profundamente, então me levantei e fui até meu escritório e lá sentado acabei cochilando. Fui acordado por Lara, batendo na porta me chamando. Quando abri ela segurava uma xicara de chocolate quente, coisa que ela sabia que eu amava, pois não tinha o habito de tomar café.
Entrando, ela veio atrás de mim sentando em meu colo, me beijando e dando bom dia.
Continua.....
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