Jhonny acordou mais relaxado do que esperava, o sol da manhã filtrando pelas cortinas da sala, aquecendo o sofá e espantando as sombras da noite anterior. O corpo ainda doía um pouco da noite mal dormida, músculos protestando ao se esticar, mas a mente estava menos caótica – o alívio da conversa com Suzana e as fotos de Andressa haviam ajudado a dissipar parte da raiva, como um bálsamo inesperado. Ainda assim, remoía o fato de sua branquinha ter se exibido nuazinha para Christopher, deixando-o ver tudo e ainda assistindo-o se masturbar: "Como ela pôde? E eu aqui, excitado com isso… que merda," pensou, esfregando os olhos com as palmas das mãos, o peito subindo e descendo em um suspiro pesado. Ele se levantou, esticando os músculos fortes com um estalo satisfatório, e decidiu tomar banho antes de ir trabalhar – o emprego o mantinha ancorado na rotina, uma distração bem-vinda que o impedia de afundar no caos.
Caminhando pelo corredor, ainda sonolento, sem notar passos apressados, ele abriu a porta do banheiro social sem bater, assumindo que estava vazio. O choque veio imediato, batendo como um tapa: Cintia, a ruiva alta e esguia, estava ajoelhada no chão de azulejos, chupando Christopher com dedicação – os lábios rosados envolvendo o pau grosso dele, a língua rodopiando na glande com movimentos ágeis e famintos, gemidos abafados ecoando no espaço úmido, os seios redondos balançando sob a camisola fina como se dançassem ao ritmo. Christopher, encostado na pia, gemia baixo, os olhos semicerrados de prazer, e um sorriso no canto da boca, como se saboreasse o momento. Jhonny piscou, congelado por um segundo eterno: "Que porra é essa?" O pau dele deu um pulso involuntário, mas ele saiu rápido, fechando a porta com um baque surdo, o coração martelando como um tambor enlouquecido: "Eles fazem swing? Isso é normal aqui?"
Ele seguiu para a cozinha, onde encontrou Suzana preparando café, o roupão solto revelando curvas familiares, o cheiro de grãos torrados misturando-se ao perfume dela. Tentando soar humorado, mas tenso, a voz saindo rouca: "Ei, Su… acabei de ver uma cena no banheiro que… bom, o Chris e a Cintia tavam 'ocupados'. Isso é uma coisa comum de vocês?" O rosto dela mudou da água pro vinho – de alegre e sorridente para furioso, os olhos flamejando como brasas, as mãos parando de mexer a colher: "O quê?!" Antes que ela explodisse, Cintia chegou correndo, ainda ajustando a camisola, o rosto corado e os cabelos vermelhos desgrenhados: "Calma, Su! Foi só uma pegadinha pro Jhonny – eu sugeri pro Chris, pra dar um susto nele!" Christopher apareceu logo atrás, sem graça, coçando a nuca: "É verdade… foi coisa rápida, só de sacanagem. Era só pra zoar, tipo uma brincadeira safada e idiota."
Mas isso não impediu que Suzana quase arrebentasse a cara dos dois, a fúria explodindo como um vulcão: "Seus idiotas! Isso vai além do que a gente estipulou! Vocês são malucos?!" gritou ela, os olhos marejados de raiva, dando tapas fortes no braço de Christopher, o som ecoando como palmadas: "E você aceita uma idiotice dessa? Podia ter estragado tudo!" Cintia tentou acalmá-la, abraçando-a: "Desculpa, Su… foi besteira, não pensei nas consequências." Mas em vão – Suzana chorou de tanta raiva, o corpo tremendo como uma folha ao vento: "Vocês não pensam! E agora, o que o Jhonny vai achar?" Jhonny se sentiu meio responsável, intervindo com voz calma: "Ei, Su, se acalma… eu que entrei sem bater." Mas Suzana o acalmou, virando-se para ele com um suspiro: "Não, os culpados são esses dois idiotas. Vai tomar seu banho, Jhonny – deixa que eu resolvo aqui."
Ele os deixou discutindo – Suzana ainda brigando, tapas ecoando como ecos de uma comédia caótica – e foi para o banheiro, se arrumando rápido, a água quente lavando o suor e a confusão. Decidiu sair pela porta dos fundos para evitar mais drama, mas não sem ouvir Suzana, agora chorando mais triste do que raivosa: "O que o Jhonny vai pensar de nós agora? Já tá difícil ele entender a Andi e não deixá-la por causa dos segredos… e as coisas que ele ainda não sabe." Cintia brincou, voz leve mas provocadora: "Se ele cair fora, eu assumo a Andi – sou melhor que ele anyway." Suzana rebateu imediatamente, voz afiada: "Cai na real, Cintia! Age como amiga, não como uma safada idiota. O Jhonny merece conhecer nosso caráter de verdade – a Andi sabe, mas você tá brincando com fogo. Para com isso!" Curiosamente, Jhonny ficou por um lado ressabiado, o estômago revirando: "Como assim Cintia assumiria meu lugar? Andi e ela já tiveram um caso antes?" Mas também aliviado e até feliz por ver que Suzana, conhecida há tão pouco tempo, de fato o respeitava – defendendo-o e preocupada com sua visão delas, como uma amiga improvável. Ele foi trabalhar, a mente mais leve apesar de tudo, o carro ronronando pela estrada como um velho companheiro.
Antes de começar o expediente, ligou para Andressa – uma conversa agradável, cheia de saudade, a voz dela ecoando como um bálsamo: "Ei, amor… tô morrendo de falta de você," disse ele, o tom macio. Ela riu, voz manhosa e dengosa: "Eu também, meu careca forte. Juro que tô me comportando – nada de loucuras aqui." Eles trocaram carinhos, rindo de bobagens como "lembra daquela vez que queimamos o jantar?", e ele sentiu o peito aquecer, a conexão voltando como um fogo reavivado, derretendo parte da frieza recente.
Porém, logo veio uma reunião enorme com dois gestores, consumindo toda a manhã e um pouco mais – discussões sobre projetos, relatórios infinitos se arrastando como uma maratona burocrática. Em certo momento, o celular vibrou muito, tremendo na mesa como um alarme insistente, mas ele ignorou, focado nas planilhas e debates. Após as 15h, a reunião enfim terminou, deixando-o exausto mas aliviado. Ele correu para almoçar, morrendo de fome, devorando um sanduíche rápido na cantina, o pão crocante contrastando com a mente ainda girando. Enfim, lembrou do celular: mensagens de três pessoas – Andressa (a que mais mandou), um número desconhecido sem foto de perfil, e Suzana (com quem nunca conversara pelo WhatsApp, mas trocara número no primeiro dia, junto com Christopher).
Leu as de Andressa primeiro: "Amor, tô furiosa com a Cintia! Soube do ocorrido – teria partido ela no meio se estivesse lá!" Jhonny riu, imaginando a menor e mais magrinha das três, dengosa e manhosa, partindo pra briga – nunca vira esse lado dela, irritada sim, mas não dessa forma, como uma leoa miúda. Ela continuou: "Sobre a conversa com a Su ontem… desculpa por me exibir pro Chris. Faz parte do que vou contar no fim de semana. Perdão, perdão… mas te amo e juro: não transei com ele ou outro homem desde você." Ele pensou, digitando: "E com outra mulher?" Numa boa, apesar de irritado – sua fúria se diluíra, estava mais leve, mas ressabiado. Andressa finalizou: "Chego um dia antes, sexta à noite! Pedi demissão, vou só finalizar um projeto e saio." Jhonny ficou aliviado genuinamente: "Que bom, amor… tô ansioso."
Algo inesperado: "Posso passear no shopping à noite e… me soltar um pouco?" Ele entendeu – se irritou, se excitou, mas deixou: "Pode, mas de calcinha." Como ela provavelmente trabalhava, não visualizara ainda suas respostas.
Mensagens de Suzana: "Ainda tô furiosa com a Cintia, mas já perdoei ela e o Chris. Ela não mede consequências nas zoeiras – quase foi expulsa da faculdade por causa disso uma vez. Acostumada, né? Não à julgue ainda, ela é incrível e confiável, eu juro. Obrigada por se tornar um bom amigo pra mim também. Ah, e se esperava um nude no final… quebrou a cara! haha" - enviou com gifs engraçados. Jhonny gargalhou, respondendo: "Tranquilo, tô me adaptando e refletindo." Achou estranho perdoar tão rápido, mas isso era entre eles.
O número desconhecido era Cintia – pegara com Suzana: "Desculpa pela brincadeira excedida, Jhonny. Obrigada por cuidar tão bem da Andi." Durante a conversa, soltou: "A gente já ficou no passado, mas terminamos como começamos, como grandes amigas – só algumas semanas se pegando, nada sério, acho que não chegou à dois meses." A ficha caiu para Jhonny: "Entendi melhor algumas coisas…" - ele pensou. Cintia assumiu: "Essa brincadeira teria dado porrada se a Andi estivesse lá." Jhonny riu. Mas percebeu malícia. Ela zoou, terminando com uma foto de visualização única: ele abriu, vendo Cintia levantando o vestido, calcinha vermelha transparente revelando a boceta carnuda e ruiva, lábios inchados e úmidos, pêlos pubianos aparados em um triângulo perfeito. Jhonny agora estava a mil, respondendo na zoeira: "Bonita, mas não precisava!" Ela: "Você tá merecendo depois de hoje. Você e a Su."
Ao chegar em casa, partiu pro quarto pegar roupas e tomar banho. Bateu na porta: Cintia, com uma voz estranha responde: "Entra!" E que surpresa: ela deitada na cama, coberta por um fino lençol, se masturbando deliciosamente, gemidos suaves enquanto via uma foto na tela do celular. Ela mostrou pra ele, um sorriso malicioso e sedutor, um olhar penetrante: a foto era de uns quatro anos atrás, tirada por Jhonny: ele comendo Andressa, ela cavalgando de costas, empinando a bunda branquinha, boceta apertando o pau dele. "Ah… que delícia," gemia Cintia, passando para outra: Andressa de frente, de um ano atrás, em uma viagem, seios pequenos balançando, boceta rosada escorrendo. Jhonny não soube reagir – ficou hiper excitado por ver alguém olhando suas fotos íntimas e pela ruiva gozando ali, gozando bem na sua frente, com apenas um lençol cobrindo toda a brincadeira, os movimentos ondulando o tecido como ondas sensuais.
Cintia gritou, possivelmente gozando: "Aaahhhhhh… delícia…” - Jhonny estava super excitado, mas congelado pela surpresa. - “Desculpe pelo flagra, careca. Você chegou numa má… huuum… não, numa ótima hora. Mas você não vai me comer, você é da Andi, não vou deixar você trair ela nem mesmo comigo… mas vai lá, tira pra fora e goza comigo, ver ao vivo é muito melhor, já tô quase gozando de novo… huuum." Jhonny ficou tentado, mão sobre o pau nas calças, latejando como um vulcão prestes a entrar em erupção, mas resistiu, voz rouca: "Não… vou tomar banho e apagar esse meu fogo longe de você, ruiva." Pegou suas roupas e saiu, o corpo tremendo de tesão contido. Ele ouviu, de longe mais um gemido e ela dizer, enquanto fechava a porta: “Boa escolha, seu gostoso…”
Ligou imediatamente para Andressa, ela ainda no shopping: "Andi, acabei de flagrar a Cintia se masturbando com nossas fotos íntimas!" Ela processou, chocada: "O quê?! Essa maluca…" Mas Jhonny anunciou, voz baixa e urgente: "Tô no banho, sozinho, batendo uma… pensando em você e nela." Pela primeira vez, sentiu raiva de ciúmes dela, mas um tesão assumido também, o pau latejando como se implorasse. Ela zoou, incitando com voz manhosa: "Vai, amor… imagina eu aqui, sem calcinha agora, como castigo." Ele assentiu: "Tudo bem." Andressa: "Preciso gozar urgente… vou pro banheiro." Ela correu, bateu a porta do banheiro forte e urgente, e terminou ouvindo-o gozar forte, gemendo: "Essa doideira de vocês me mata de raiva, ciúme e tesão." - ouviu ela gemer: "Mas meu amor é mil vezes maior." Ela então pediu foto: ele mandou da rola e mãos gozadas. Ela responde voraz - "Vou sentar gostoso nessa rola na sexta, prometo… e não toca na Cintia!" Ele respondeu humorado: "Prometo, minha dengosa." Um alívio cúmplice se instaurou entre eles e , zoando um ao outro, gargalharam, com Andressa voltando a gemer e gozando em seus dedos, dizendo que aquilo, aquela ligação inesperada, estava uma delícia, que ela o amava ainda mais agora. Após se despedirem, desligaram. Jhonny pensou: "Isso é loucura, mas finalmente a gente tá se acertando."
O banho terminou, e ele ouviu uma discussão: Suzana brigando com Cintia novamente. Mas logo virou zoeira: "…resistiu à sua boceta carnuda e ruiva Haha eu te falei que ele é diferenciado! Agora para de agir como uma piranha perto dele, ele vai achar que você é uma puta de verdade, idiota." Cintia: "Ele é forte… mas que tesão que eu tava! Ele entrou no quarto de repente, não tive culpa. Não foi planejado. E a postura dele... só me deixou mais doida… A Andi realmente arrumou um homem com ‘H’"… - quando ele abre a porta do banheiro, a conversa se dissipa e Cintia corre pro banho, tomando o lugar de Jhonny, passando por ele com um sorrisinho sacana e meio envergonhado, o quadril balançando provocadoramente.
No jantar, durante uma conversa qualquer, Jhonny soltou: "Cara, que doideira isso tudo." Ninguém entendeu, mas Suzana logo ligou os pontos e disse: "As três mosqueteiras são doidas, amigo. Se acostuma!" Gargalharam, Jhonny mais leve e relaxado que nunca, o riso ecoando como um alívio coletivo. Anunciou a volta de Andressa: "Ela chega sexta à noite!" Surpresa geral – ela não contara; o jantar ficou animado e o clima, positivo, pratos tilintando e piadas voando como confetes.