O novo apartamento de Anna e Cintia era um espaço promissor, mas naquele sábado à noite, ainda era um campo de batalha de caixas e poucas coisas arrumadas. A maioria dos móveis só chegaria na segunda-feira, mas alguns objetos dos dois quartos e muita coisa de cozinha já estavam ali, esperando para encontrar seu lugar. Jhonny, Andressa, Suzana e Anna chegaram, e a energia do reencontro se misturou com a tarefa que tinham pela frente.
"Bom, gente, a gente veio pra ajudar, mas também pra se divertir, hein?" - Andressa declarou, com um sorriso travesso. "Com certeza!" - Anna concordou. "Mas primeiro, vamos botar a mão na massa. Quem vai pra cozinha e quem vai pros quartos?" - concluiu Anna.
Decidiram no par ou ímpar. Jhonny e Suzana, perderam e ficaram com a cozinha – o cômodo que prometia mais trabalho, com pilhas de utensílios e louças a serem organizados. Anna e Andressa, com um ar de quem pegou a parte mais fácil, foram para os quartos.
Cerca de uma hora depois, Anna e Andressa reapareceram na sala, com sorrisos vitoriosos: "Pronto! Quase tudo nos quartos está no lugar!" - Andressa anunciou, batendo as mãos. - “Falamos com a Cíntia agora à pouco. Acredita que ela ainda não terminou?! Tadinha... que tenso”.
Jhonny e Suzana, suados e com ainda caixas empilhadas aguardando, se entreolharam: "Quase tudo? A gente ainda tem uma montanha de coisas aqui!" - Jhonny brincou, mas seus olhos foram atraídos para um volume discreto por baixo do shorts de Anna. Com certeza, era um cintaralho.
Anna, percebendo o olhar de Jhonny, soltou uma risada rouca, com um sorriso de canto de boca: "O que foi, Jhonny? Notou algo diferente?" - Ela fez uma pose exagerada, ‘coçando o saco’ e fingindo cuspir no chão: "Me sinto o segundo homem da casa agora!"
Todos caíram na gargalhada. Andressa, com um brilho nos olhos, se aproximou de Anna: "Ah, então era isso o motivo da demora no banheiro, né, mocinha?" - Ela estendeu a mão e apertou o pau de borracha por cima do shorts de Anna: "Hummm, interessante…"
Anna riu, empurrando Andressa de leve. "Ei, se comporta! Seu marido está olhando!" - Jhonny, ainda rindo, provocou: "Não quero virar corno de látex, hein, Andressa!"
Andressa correu até ele, beijando-o com uma intensidade que o fez sentir um arrepio: "Nunca, meu amor! Você é o único rei aqui!" - Mas sua cara era de puro tesão, ainda mais após as brincadeiras da tarde.
Suzana, com um sorriso malicioso, elogiou: "Que membro, Anna! Qual o tamanho dessa belezura?" - Anna respondeu, com um ar de falsa modéstia: "Ah, uns 16cm. Não pode ser maior que o do rei da casa, né?" - Ela piscou para Jhonny. Ele ficou corado e logo mas riu: "Se é artificial, pode ser até maior, Anna! Não tem problema!"
Andressa zoou, apertando o pau de Jhonny por cima da calça: "Não precisa, amor! Só esse tamanho já está me deixando molhada!"
Jhonny a beijou, com fome e muito tesão, imaginando que aquela noite sairia do controle, mas ainda estava tentando segurar as pontas. Por fim, após beberem água e zoarem um pouco mais, as meninas voltaram para o quarto.
"Me sinto indo pro matadouro!" - Andressa dramatizou, com um sorriso.
Suzana mandou ela se comportar, mas Andressa respondeu: "Não prometo nada, Su!" - Jhonny riu, pedindo: "Juízo, Andressa!"
Andressa riu de volta: "Acho que perdi meu juízo lá dentro do quarto, em alguma caixa. Vou procurar!"
Todos riram. O tesão era denso no ar, quase palpável. Jhonny já imaginava que não conseguiria segurá-las aquela noite. Então ele disse, tentando retomar o controle: "Trabalho primeiro, diversão depois, meninas!" - Elas bateram o pé, mas aceitaram, voltando para a arrumação.
Quase 1h depois, Jhonny e Suzana haviam enfim terminado a cozinha. A falta de gemidos vindos do quarto foi um alívio para ambos, que riram do comentário um do outro: "Nossa luta para não nos atracarmos à tarde teria sido em vão" - Suzana brincou. Jhonny, sem querer, deixou escapar: "Pois é... Mas é bom passar o tempo com você, Su, mesmo que vestidos."
Suzana não esperava a confissão e riu alto, mas concordou: "Eu amo passar tempo com você e com a Andressa também, é só que…" Ela parou, pensou por alguns segundos, e não se aguentou. "Meu coração fica mais calmo e relaxado perto de vocês… perto de você, Jhonny."
Eles se aproximaram, a tensão entre eles crescendo. Suzana então comentou, a voz um sussurro: "E minhas roupas também ficam tão… pesadas... e quentes… é angustiante."
Então, o ‘esperado’ inesperado. Gemidos altos e inconfundíveis ecoaram do quarto. A voz de Andressa gemia gostoso, dizendo que queria mais: "Meu marido está tentando pegar a nossa amiga casada, então eu achei que pegaria a outra amiga, mas eu que acabei sendo comida! Aaahhhhhh que delícia!" - Ela disse bem alto, sabendo que seria ouvida, gemendo gostoso.
Jhonny riu, uma risada carregada de desejo. Ele ia dizer algo, mas parou e apenas puxou Suzana para um beijo molhado, urgente, que não dava mais para esperar. Seus lábios se encontraram com uma fome que consumia ambos. Ele se afastou um pouco, ofegante, e passando as mãos no rosto: "E o Chris, Su? O que a gente faz?" - Ela deu de ombros, os olhos marejados de desejo. "Finge que sou só de vocês hoje… Finge que também sou sua mulher essa noite."
Jhonny não disse mais nada. Com movimentos rápidos e decisivos, tirou toda a roupa de Suzana, que tirou os dele, os corpos se despindo com urgência. Logo estavam ambos nus, a pele quente se roçando. Suzana, sem hesitar, se ajoelhou e começou a chupar Jhonny gostoso, a boca quente e úmida envolvendo-o completamente. Logo depois, Jhonny a puxou para cima da bancada da cozinha, abrindo suas pernas e a chupando com uma intensidade que arrancou gemidos altos dela.
De repente, Andressa saiu do quarto, falando alto, com uma falsa indignação: "Que putaria é essa aqui na cozinha?!" - Mas quando Jhonny olhou, ela estava descabelada, só de calcinha, e a calcinha ainda estava de lado, com sua linda boceta exposta, molhada, vermelha e pulsante. Ele a puxou antes que continuasse com o falso show e a beijou, um beijo profundo e apaixonado, dizendo que a amava.
Andressa logo desmontou, a farsa caindo por terra: "Eu amo vocês dois!" - ela disse, dando um beijão em Suzana também: "Venham para o quarto!"
Eles foram. Lá, Anna, sem a blusa, os seios fartos expostos, com o pênis de borracha saindo pela lateral do short, olhou para Andressa e chamou: "Minha cadelinha, de quatro, agora!" Mas Andressa deu de ombros, rindo: "Meu pitbull aqui que manda em mim de verdade, ruiva!" - Mas logo estava de quatro na cama, recebendo a rola falsa de Anna, que a penetrava com força.
Jhonny colocou Suzana ao lado de Andressa. Sem perder tempo, a penetrou até o fundo, arrancando um grito de prazer dela. A cena era selvagem: Anna fodendo Andressa com o cintaralho, e Jhonny fudendo Suzana. Enquanto Jhonny também beijava Anna, Suzana beijava Andressa, os corpos se entrelaçando em um balé de paixão.
Depois, inverteram. Jhonny comendo Andressa, e Anna comendo Suzana com o cintaralho. Os gemidos das duas eram altos, pedindo mais, mais, mais. Jhonny dava tapas na bunda de ambas, e Anna também, a excitação no auge.
Jhonny então saiu de Andressa, que se colocou na frente de Suzana para ser chupada por ela. Jhonny chegou no ouvido de Anna, a segurou firme e sussurrou: "Leti, pede pra eu comer seu cuzinho." - Só de ouvir, Anna gemeu, um arrepio percorrendo seu corpo, as pernas dando uma tremida e logo pediu: "meu careca gostoso, come esse meu cuzinho, por favooorr..." - Jhonny sorriu, se colocou atrás dela e comeu o cuzinho de Anna, com uma das camisinhas que ele sempre carregava consigo, enquanto Anna continuava metendo em Suzana. Agora as três gemiam em uníssono. As três se diziam mulheres de Jhonny, mas Andressa, com um tom de posse, dizia ser a principal.
Quando Suzana gozou forte mais uma vez, um grito agudo de prazer, Jhonny tirou do bumbum de Anna e a camisinha. Virou Anna, tirou seu cintaralho, e caiu de boca em sua boceta, fazendo-a gemer gostoso. Cada chupada ou dedada, Anna gemia alto, enquanto Suzana e Andressa faziam um 69, os lábios e línguas explorando os prazeres uma da outra. Por fim, Jhonny a fodeu gostoso em missionário, depois de quatro. “Porra, que delíciaaaa!!” - gritou Anna.
Os quatro gemiam como se aquela noite fosse a primeira vez que se aprovavam. Era um misto de paixão, desejo e algo mais. Um sentimento forte que os unia. Um amor que os ligava. Vez ou outra, ouvia-se um dizendo para o outro que o amava. Jhonny para Suzana, Anna para Andressa, Andressa para Suzana e assim por diante.
Então, após Anna gozar gostoso mais uma vez, Jhonny voltou para Suzana, com quem havia começado a noite. Abriu suas pernas e começou a penetrá-la novamente. Mas dessa vez, era diferente. Não era frenético e faminto, mas lento, romântico e apaixonado, com muito beijo na boca. Andressa disse que estava com ciúmes, mas logo os estava abraçando e alisando, participando do carinho. Andressa então cochichou algo no ouvido de Anna, que sorriu e disse que deixava. Andressa então colocou o cintaralho de Anna e pediu para o casal ficar de lado, porque ela queria comer aquela mulata linda também. Eles dois, voltando de seu mundinho, riram e ficaram de lado. Andressa, gentilmente, após Anna chupar bem o pênis de silicone e o cuzinho de Suzana, lhe arrancando gritos de prazer, penetrou seu bumbum. Suzana agora estava sendo o recheio de um sanduíche, e Jhonny e Andressa eram o pão. Suzana enfim realizava seu desejo de uma DP depois de tantos anos. Eles pareciam ter entrado em seu mundinho novamente, pois nada diziam, só se beijavam, acariciavam e gemiam, de olhos semi fechados, mas Jhonny sempre olhando para os olhos de uma, ora no da outra. Anna se masturbava olhando aquela cena linda e sexy e gozou gostoso, já nem sabia se era a terceira ou quarta vez, mas já estava exausta. Foi lento... intenso... gostoso... apaixonante. Jhonny gozou dentro de Suzana a beijando tão gostoso, que Suzana gozou junto, ficando agora exausta.
Andressa então disse que eles se amavam, que deveriam ficar juntos. Mas Suzana disse que ela era casada, mas que naquela noite, ela era só deles. Andressa saiu de trás de Suzana e se ofereceu aos dois, que a chuparam juntos até ela gritar num forte gozo. Todos estavam satisfeitos, conectados e esgotados. Acabaram adormecendo os quatro juntos, nus, abraçados, no colchão da cama kingsize que Anna havia comprado.