Gente, se vocês acham que eu sempre fui essa depravada, vocês não têm ideia do batismo que eu passei no dia que completei 18 anos. Eu já tinha aquele corpo de pecado — baixinha, mas com as curvas explodindo: seios fartos, cintura fininha e aquela bunda que já era o assunto da escola. Minhas duas melhores amigas, que eram tão malucas quanto eu, decidiram que o presente de maioridade não seria um perfume ou uma roupa, mas sim a minha "iniciação" oficial no mundo da putaria.
Elas me levaram, vendada e com o coração disparando, para uma casa de swing super exclusiva. Quando a venda caiu, eu me vi em um lugar luxuoso, com luzes baixas, cheiro de sexo no ar e corredores cheios de gente nua e deliciosa. Eu estava usando um vestido branco curtíssimo, quase transparente, que mal escondia minha marquinha de biquíni perfeita e deixava meus cabelos loiros longos balançando sobre a minha bunda.
— Feliz aniversário, Ninfeta! Hoje você vai descobrir o que é ser comida de verdade — elas riram, me empurrando para o centro de uma área VIP.
Não demorou dois minutos e eu já estava cercada. Homens enormes, com picas latejando, me olhavam como se eu fosse um banquete. Eu era pequena perto deles, o que só tornava tudo mais excitante. Eu me senti como uma bonequinha de sexo nas mãos de predadores.
Primeiro, fui jogada em um sofá de veludo. Três caras me cercaram. Um começou a lamber meus mamilos com força, outro devorava meu clitóris com a língua, e o terceiro... bom, o terceiro não perdeu tempo. Ele levantou meu vestido, abriu minhas pernas grossas e enterrou um pau imenso no bucetinha, que já estava latejando, com um golpe só. Eu soltei um grito que ecoou pela sala, sentindo meu útero ser socado.
Mas isso era só o começo. Eu queria tudo. Eu queria ser usada.
Fui levada para o "estúdio de prazer", onde as coisas ficaram realmente brutas. Fui colocada de quatro, com a bunda empinada para o alto, expondo cada centímetro do meu quadril largo. Enquanto um cara me fodia por trás, no cuzinho, com uma violência animal, outro se posicionou na minha frente. Eu senti o pau dele entrar na minha boca, preenchendo tudo, me fazendo engasgar enquanto eu era socada por trás.
Eu estava em um transe de prazer. Meus olhos azuis estavam revirados, meu corpo suado, e eu sentia as mãos de vários homens apertando minhas coxas grossas, me puxando, me moldando. Era um rodízio de picas; assim que um terminava de me moer, outro já entrava no lugar. Não sobrou um buraco sequer que não tivesse sido explorado.
O ápice foi quando me colocaram em posição de "estátua", com as pernas bem abertas e as costas arqueadas. Tinha pelo menos cinco caras ao meu redor, todos no limite.
— Gozem em mim! — eu gritava, completamente possuída pelo tesão. — Quero ser preenchida por todos vocês!
Foi uma chuva de sêmen. Um gozou na minha cara, cobrindo meus olhos e minha boca. Outro despejou aquele leite quente e espesso bem na entrada do meu cuzinho, enquanto mais dois inundavam minha vagina, transbordando pelos lados e escorrendo pelas minhas coxas. Eu estava literalmente coberta de porra, da cabeça aos pés, sentindo o cheiro forte de sexo impregnado na minha pele bronzeada.
Eu saí daquela casa de swing caminhando como se estivesse flutuando, com as pernas bambas e o interior do meu corpo latejando. Aquele dia marcou o fim da minha inocência e o nascimento da Ninfeta. Meus 18 anos foram celebrados da única forma que eu aceito agora: sendo tratada como a putinha que eu sou. rs
