Essa história é impagável. Sabe aquele código de "homem de amiga é sagrado"? Pois é, pra mim esse código tem uma cláusula de exceção: se a própria amiga convidar pra fuder, quem sou eu para dizer não? Rola é igual a dinheiro, né? Se vem de graça e é de qualidade, eu aceito com todo o prazer do mundo!
A minha melhor amiga e o namorado dela, o Rodrigo, já estavam juntos há um tempo, mas a coisa tinha esfriado. Eles queriam apimentar a relação e tiveram a ideia de trazer alguém pra brincar. Quando ela me ligou e me contou, eu fiquei chocada, mas logo o meu lado Ninfeta assumiu o controle. Eu nunca tinha olhado pro Rodrigo com desejo, mas agora que ela deu a "permissão", eu comecei a analisar... e olha, o cara não era nada feio. Tinha aquele porte de quem sabia o que estava fazendo entre as pernas.
Eles pagaram meu Uber até o motel, e eu já fui no caminho me preparando. Eu queria que eles perdessem o fôlego só de me ver entrar. Coloquei aquele conjunto de lingerie vermelha transparente que não escondia absolutamente nada: meus seios fartos estavam quase saltando do sutiã, e a calcinha era basicamente um fio de seda que sumia completamente na imensidão da minha bunda GG. Por cima, um robe de cetim que eu sabia que deslizaria pelo meu corpo no momento certo.
Assim que eu abri a porta do quarto, senti o olhar do Rodrigo travar em mim. Ele ficou hipnotizado com o contraste dos meus olhos azuis com a pele bronzeada e a curva do meu quadril largo. Minha amiga estava com um sorriso malicioso, adorando a reação do namorado.
— Nossa... eu sabia que você era gata, Ninfeta, mas isso aqui é covardia — ele sussurrou, a voz já rouca de tesão.
Eu não perdi tempo. Deixei o robe cair lentamente, revelando cada curva esculpida por 7 anos de academia. Me aproximei dele, balancei meu quadril e senti o volume no calça dele latejar. A gente começou com beijos vorazes, enquanto minha amiga assistia a tudo, tocando-se e incentivando.
Mas o jogo mudou quando ele me jogou na cama e me virou de costas. Eu empinei minha bunda gigante, deixando aquele caminho livre para ele. Foi aí que eu vi o "monstro": o Rodrigo tinha uma rola absurda, uns 23 ou 24 centímetros, grossa e pulsante. Eu engoli seco, sentindo um frio na barriga e um tesão absurdo.
— Você quer que eu use esse buraco aqui, Ninfeta? — ele perguntou, dando um tapa estalado na minha nádega que deixou a marca da mão dele.
— Por favor... arregaça esse cuzinho! — eu gritei, desesperada por sentir aquele tamanho dentro de mim.
Ele não foi gentil. Ele pegou um lubrificante, passou generosamente e, com um impulso bruto, enterrou aquela pica imensa no meu cuzinho. Eu soltei um gemido que foi quase um grito, sentindo meu corpo esticar. Aqueles 24 cm preencheram cada espaço, empurrando tudo lá dentro. Foi uma sensação de preenchimento total, quase dolorosa, mas absurdamente deliciosa.
Ele começou a me socar com força, cada estocada era como um soco no meu ventre. Eu sentia minha bunda GG balançando violentamente enquanto ele me moía por trás. Minha amiga se juntou à brincadeira, beijando minha boca e massageando meus seios fartos enquanto eu era devastada por aquele pau colossal.
Eu estava em transe, sentindo que aquele "chá de pica" ia me deixar marcada por dias. O Rodrigo estava possuído, me puxando pelos cabelos loiros longos e me forçando a aguentar cada centímetro daquela rola.
Quando ele chegou no limite, ele não quis parar. Ele me apertou com força pelos quadris, enterrando o pau até a base no meu cuzinho e gozou com uma intensidade brutal. Eu senti cada jato de sêmen quente inundando meu interior, me fazendo ter um orgasmo convulsivo que me deixou imóvel na cama.
Depois que tudo acabou, a gente ficou ali, ofegantes. Minha amiga me beijou e disse que foi a melhor decisão que tomaram. Eu saí daquele motel sentindo que tinha sido expandida, com as pernas tremendo e aquele sorriso no rosto de quem sabe que a "pessoa errada" (ou certa demais) é a melhor companhia para quem é Ninfeta. rs
