Mais uma história real de Pedro e Cleo.
Mais uma fantasia de Cleo realizada.
Já nos apresentamos no conto:
"Uma troca de casais que começou no cinema."
Eu sou Pedro casado com Cleo.
Cleo: Amor, já transamos com Humberto e Alice, minha tia e Nely, qual delas foi a melhor e o que mais te surpreendeu?
Eu: Difícil viu amor, muito difícil, cada transa foi gostosa de um jeito diferente.
Ela: Tem que escolher uma. Vou te ajudar. Eu adorei ser subjugada por Humberto. Ele agiu como se eu fosse sua puta. Meu tesão foi no máximo. Até hoje lembro dele socando em mim. Agora a surpresa foi ver o tesão que Nely ficou em você. Amor, ontem conversei com ela a sós no salão e ela disse que sonha com seu cuzinho. Falou que até tremeu de vontade de empurrar em você. Ela está caidinha por você. Disse que é um macho completo, só falta ser o veadinho dela. Ela ainda não transou com ninguém, disse que quer repetir conosco. Eu fiquei surpresa com o tesão que ela tem em você. Agora me responda.
Eu: Amor, primeiro tive que esquecer meus pré-conceitos e aceitar o beijo da Nely. Depois foi pegar e punhetar aquele pauzão. Terceiro foi ela gozar na porta do meu cuzinho. Tudo isso foi surpreendente para mim. Dar para ela, não vai rolar. Agora a melhor transa foi comer o cuzinho de Nely fazendo ela gozar com minhas mãos. Menção honrosa para a sua tia. Que bunda gostosa.
Cleo: Amor, numa boa. Se deixasse ela pelo menos gozar dentro de seu cuzinho sem te arrombar, sim, porque o pau dela vai fazer você chorar. Eu iria gozar só de ver. E para mim ainda ia continuar meu macho, assim como você não é corno. Então para você a melhor transa foi com Nely.
Eu: Em resumo sim, mas afirmo, adorei comer o rabo de sua tia.
Cleo: Tá, então se tiver que repetir com alguém seria com a Nely?
Eu: Ou tia Fernanda.
Cleo: Eu o Humberto ou Nely. Ela também me fodeu gostoso.
Eu: Está pensando em repetir alguém?
Ela: Sim, mas de maneira diferente. Alice me ligou e disse que o Humberto quer me comer. Também falou que o deixa dormir comigo. Gostei, mas acho perigoso. Me deixaria dormir com ele?
Eu: Não sei. Se for só sexo tudo bem. Mas tenho medo do que vem disso.
Nely: Ela garante que é só sexo. Inclusive amor, disse que aquele machão já deu o cuzinho para o cara que come ela. Também disse que ele encantou com sua rola.
Eu: Gente, que doideira. Mas o que quer amor.
Ela: Não sei. Um dia vai saber.
Passaram 2 semanas, numa sexta ela disse que iria para a casa da mãe dela, disse que iria demorar e que era para eu esperá-la de banho tomado. Não entendi, mas assim fiz.
Fui para casa, tomei um banho e subi para a área gourmet. Estava apenas de pijama. Era uma noite quente e de lua vermelha. Abri uma cerveja e fiquei esperando a Cleo. Assim que ela chegasse iria pedir uma pizza.
Às 21hs o interfone tocou. Como não esperávamos ninguém, talvez fosse Cleo que esquecera as chaves. Atendi e quase enfartei quando do outro lado a voz de Nely dizia que era ela. Eu gaguejando disse que Cleo não estava.
Nely: Eu sei, quero falar com você.
Nervosamente abri a portaria e fiquei sem entender. Abri a porta do apartamento e ela ficou parada na minha frente. Estava linda, usava uma saia curta e uma blusinha solta sem sutiã. Seus cabelos estavam maravilhosamente arrumados. Seu perfume era maravilhoso. Seu sorriso era encantador.
Ela: Posso entrar?
Eu: Desculpe, entre por favor.
Ela entrou parou na minha frente, passou as mãos pelo meu pescoço e me deu um longo e apaixonado beijo.
Ela: Posso sentar?
Eu: Desculpe, por favor sente-se. Estou nervoso com sua presença, Cleo não me falou nada.
Ela: Eu sei amor, ela preparou uma surpresa para você. Tomara que tenha sido uma surpresa boa. Mas se quiser vou embora.
Eu: É sim uma surpresa boa, só fiquei nervoso. Estou usando pijama como está vendo. Esperava a Cleo.
Ela: Fiquei sabendo que gostou de fazer sexo comigo. E já deve saber que até sonho com você.
Eu: Cleo é uma fofoqueira, mas gostei mesmo. Mas tenho medo de seus sonhos. Nem pensar em me enrabar.
Dei um sorriso nervoso.
Ela: Senta aqui ao meu lado amor, está me deixando nervosa em pé. Seu pau está estufando o short.
Sentei e ela me beijou. Levou a mão no meu pau e ficou apertando-o por cima do calção.
Nely: Não escondeu que me deseja, seu pau está duro desde que pôs os olhos em mim.
Eu enfiei a mão por debaixo de sua blusa e comecei a acariciar seus seios. Ela explorava cada mm de minha boca com sua língua. Seu hálito era fresco e seu beijo era delicioso. Não passava por minha cabeça que ela era um homem.
Nely: Amor, podemos ir para a suíte? Quero a lá de cima. Sua mulher já a deixou arrumada.
Eu: Vamos. A Cleo não é fácil.
Subimos e deitamos na cama ainda vestidos. Ela tirou as sandálias e jogou para longe com os pés. Passou a perna sobre mim e começou a acariciar meu peito. Olha fixamente para mim com seus olhos verdes e me beija suavemente. Colocou sua mão sobre o meu pau e ainda sem tirar o short o acariciava.
Nely: Verdade o que disse sobre minha vontade de comer sua bundinha. Até tremo ao pensar. Mas também adorei sentir este pauzão me fodendo. Acho que Cleo quis que ficássemos sozinhos para você não ficar constrangido. Ela disse claramente que será a última vez que estaremos juntos. Também falou que não quer saber o que aconteceu aqui, a não ser que você queira falar com ela. Não vim aqui te convencer a dar para mim, vim para te dar prazer. Vou ser sua mulherzinha.
Quando eu ia falar algo ela me deu um beijo. Tirou minha camisa e jogou no chão. Tirou sua blusa e também jogou no chão. Encostou seus seios no meu peito. Ela começou a beijar meu pescoço, orelha e boca. Beijou meu peito e mordiscou meus mamilos. Ficou de quatro e começou a percorrer todo o meu corpo com sua língua e boca. Chegou com sua boca até meu calção. Puxou o short e soltou meu pau. Ele estava muito duro. Ela sem pôr a mão nele começou a mamar feito uma bezerra. Suas mãos estavam por debaixo do meu corpo apertando minhas nádegas. Ela lambia e chupava a cabeça saboreando o pré-gozo. Era o melhor boquete que eu recebera. Não sei como ela conseguiu colocar a ponta dos seus dedos entre o meu saco e meu cuzinho. Esta zona me dá muito tesão. Ela quase engoliu meu pau inteiro. Começou a chupar minhas bolas, uma de cada vez. Minha vontade era de gozar na boca dela. Ela começou a passar seus seios no meu pau. Veio lentamente deitando ao meu lado. Me beijou e acariciou meu peito.
Ela: Você é o cara mais gostoso que já transei. Tudo em você é gostoso. Amor, meu cu está piscando. Meu pau está muito duro. Posso tirar ele para fora, está doendo.
Eu: Sim.
Ela ficou de joelhos e desceu a saia, tirou a calcinha e aquele monstro de pau pulou para fora. Ele já escorria um liquido. Ela o passou por minha barriga e deixou melado o meu umbigo. Começou a encostar o seu pau no meu. Parecia que faria uma luta de espadas.
Ela: Amor, meu pau é pouco maior que o seu. O seu também é grande.
Disse isso e bateu um no outro. Deitou ao meu lado e me deu seus seios para chupar. Chupei muito os peitos dela. Ela batia punheta para mim e passava seu pau na minha barriga. Definitivamente eu estava tendo uma experiência homossexual. Meus pré-conceitos e medos estavam sendo derrotados. Tinha medo muito medo, mas tudo que ela fazia eu gostava. Ela levantou e apagou as luzes e pós o gel no armário mudo. Nely passou a ser dona da situação. Voltou a me beijar e a passar seu pau e seios por todo o meu corpo. De repente ela virou sua bunda para mim e colocou o seu cu na minha boca. Eu enfiava a língua e a cabeça do polegar nele. Ela na posição 69 começou a chupar o meu pau enquanto eu chupava o seu cuzinho. Logo senti seus bagos batendo no meu queixo. Ela gemia e me chupava. Ela engolia todo o meu pau. Não via nada, tudo era sensorial. Até que num movimento dela levantando os quadris fez a cabeça de seu pau tocar nos meus lábios e o seu pré-gozo espalhou por eles. Pela primeira vez senti aquele gosto um pouco salgado. Sua voz saiu fraca, dengosa e longe. Era um sussurro.
Nely: Amor, chupa o meu pau, só a cabeça, por favor. Chupa amor, chupa. Só eu vou saber.
Talvez usando a escuridão para me proteger eu chupei a cabeça de seu pau. Era grande e larga. Segurei o seu pau e comecei a chupar meio sem jeito aquela cabeçona. Ela gemia e dizia que me amava. Ela não forçou o pau na minha boca, simplesmente deixou acontecer. Logo um pouco mais que a cabeça estava na minha boca. Para compensar, meu pau estava todo dentro da dela. Ela molhou o meu pau com muita saliva, levantou o seu corpo, colocou meu cacete na entrada de seu cuzinho e foi sentando. Ela gemia, mas não parava. Meu pau entrou todo no seu cu. Ela subia e descia. Ela se punhetava e quicava no meu pau. Eu já estava quase gozando quando ela gritou que ia gozar. Ao mesmo tempo eu gozei muito no seu cu. Senti jatos de porra voar pelo meu peito. Algumas gotas chegaram até meu queixo. Ela começou a lamber sua porra no meu peito. Levantou com a mão no seu cu e acendeu a luz. Voltou e lambeu toda a porra do meu peito e do meu queixo. Desceu e lambeu meu pau. Seu cu escorria uma quantidade enorme de porra. Fomos para o banho. Tomamos banho juntos. Ela me lavou todo e chupou meu pau. Voltamos para a cama.
Ela: Que foda maravilhosa. Estou muito feliz. Quando senti seus lábios no meu pau eu quase chorei. Porra que delícia. Nunca vou esquecer. Amor, fique tranquilo, o que acontecer aqui fica entre nós. Só você pode falar com alguém. Estou muito, mas muito feliz.
Nely ficou deitada com a cabeça no meu peito me acariciando. Eu aceitei aquela situação.
Eu acariciava sua bunda.
Ela: Gostou de comer minha bundinha novamente amor?
Eu: Adorei. Sua bunda é muito gostosa.
Ela: A sua também é. Mas seu pinto foi feito para comer um cu. Minha amiga tem muita sorte.
Eu: Será o que ela está aprontando. Duvido que ela esteja na casa da mãe.
Nely: Não sei amor. Ela me disse que iria para a casa da mãe. O que acha que ela está fazendo?
Eu: No mesmo dia que disse a ela que gostei de foder com você, ela disse que quer dar para o Humberto. Acho que ela foi encontrá-lo. Vamos ver o que ela vai falar. Com certeza ela me contará.
Nely: Vai ficar com raiva se ela foi?
Eu: Não. Só quero que ela tenha cuidado. Não podemos nos apaixonar por outras pessoas. É só sexo.
Nely: Não corre o risco amor. Ela é apaixonada por você. Ela me disse que não era para eu me apaixonar por você. Aqui, ficou com nojo de chupar a cabecinha do meu pau?
Eu: Nojo não. Foi estranho, nunca pensei que faria isso.
Ela: Nossa, adorei. Depois me chupa um pouquinho de novo. Só a cabecinha. Apaguei a luz para você ter coragem.
Ela disse e começou a me beijar. Levantou e apagou as luzes. Voltou e deitou ao meu lado. Ela começou a beijar novamente todo o meu corpo. Começou a bater punheta para mim e me pôs para bater para ela. Seu pau era muito grosso. Como minha mulher tinha aguentado tudo aquilo no seu cu e na buceta.
Ela parou de bater punheta e sentou na minha barriga. Começou a passar o seu cuzinho no meu pau. Me beijava e passava o meu pau no seu cuzinho. Colocava só a cabeça e sentava um pouco. Meu pau não entrava só ficava com meia cabeça dentro.
Nely gemendo sussurrou: É só isso que quero fazer com você. Só quero colocar minha porra dentro do cuzinho mais lindo que já vi. Não vou enfiar. Você me dá muito tesão.
Saiu da posição e sentou no meu peito com seu pau bem perto de meu rosto. Ela começou a passar a cabeçona da sua pica na minha boca. Hora ela puxava, hora ela empurrava. Ela passou a mão por trás de minha nuca e levantou minha cabeça. Ela começou a colocar um pouco mais que a cabeça e a tirar. Ela estava fodendo minha boca. Eu enterrei um dedo no seu cu, depois dois dedos.
Ela: Chupa amor, chupa o grelo de sua putinha. Chupa amor, só mais um pouquinho.
Agora ela estava com as duas mãos na minha cabeça. Eu já sentia quase um terço daquele pau na minha boca. Ela gemia.
Depois saiu de cima de mim e me virou na cama. Fiquei de bruços. Ela começou a beijar meu cu e a chupar minhas bolas. Com uma das mãos por baixo do meu corpo ela me punhetava. Ela pegou algo em cima do criado e começou a passar entre o meu saco e meu cuzinho. Era um pequeno vibrador. Preciso confessar que estava sentido um tesão perto de meu cu que nunca pensei em sentir. Ela mordia minhas costas e nádegas. Com uma mão passava o vibrador e com a outra me punhetava. Pegou um travesseiro e colocou por baixo de mim. Temi suas intenções nessa hora.
Ela: Confia em mim.
Ela sentiu que eu estava sentindo tesão. Ela começou a passar o vibrador em torno do meu ânus. Foi enfiando-o bem devagar. Era um pouco mais grosso que o dedo dela. Ela começou a colocar e a tirar.
Ela: Isso amor, relaxa. Está sentindo tesão. Me fala, está com vontade de gozar.
Eu: Sim
Ela: Isso, curte o vibrador no seu rabinho.
Ela tirou o vibrador, deitou sobre mim, colocou o seu pau entre minhas nádegas e começou a fazer movimentos como se estivesse me comendo. Eu sentia o corpo de seu pau esfregando no meu cu. Ela começou a morder minha nuca. Ela fazia movimentos como se estivesse me fodendo. A cabeça do seu pau passava rente a meu cuzinho. Temia uma hora ela tentar me foder.
Nely: Está arrepiado safado. Puto. Quer gozar safado.
Ela mordia e lambia minha nuca. Meu corpo estava todo arrepiado.
Ela: Levanta a sua bunda gostoso que eu vou gozar em você. Ela com a força de um homem, me colocou de quatro, segurou no meu pau com uma mão e com a outra segurou no seu pau.
Ela: Vou gozar amor. Vou gozar no seu cu.
Ela fez comigo o que ela tinha feito eu fazer com ela. Colocou a ponta da cabeça na entrada de meu cu e empurrou. Senti uma pressão e jatos de porra entraram dentro de mim. Ela empurrou mais um pouquinho para não sair nada. Não doeu, senti uma pressão e os jatos de porra.
Nely: gozei dentro de você amor, olha aonde sua porra bateu, acho que na cabeceira da cama. Realmente assim que eu senti a pressão em mim, eu gozei também com muita força.
Ela me levou até o banheiro e me sentou no vaso. Me mandou forçar e a porra começou a sair. Ela ligou o chuveiro e me deu um banho. Voltamos para a cama.
Ela: Me fala se gostou ou não?
Eu: Foi bom. Não sei se deixaria você fazer de novo. Tive medo de enfiar.
Ela: Nunca faria isso. Só queria te dar prazer e pelo tanto que gozou, eu dei. Mas saiba que sempre terei vontade de te foder. Só que tem que me pedir.
Eu: Vai contar para a Cleo?
Ela: Nunca. Ela só vai saber por sua boca.
Mais tarde ainda comi seu rabo e gozei muito dentro dela.
Era 6 da manhã quando ela foi embora.
Uns 15 minutos depois Cleo chegou.
Estava destruída. Quando tirou a calcinha para tomar banho, muita porra escorreu por suas coxas.
A única coisa que ela me disse antes de dormir profundamente foi: Humberto te mandou um abraço. Te amo. Depois a gente conversa.
Continua...
Amigos, esta história me foi contada pelo casal. Eu Bil, só escrevi o conto.
Votem e comentem.
Abraços