Os dias seguiam em um ritmo alucinante, com Jhonny afogado em linhas de código e reuniões intermináveis para o projeto de emergência que precisava ser entregue antes do Natal. Nem sempre conseguia relaxar gostoso com Andressa à noite, por chegar muito tarde em alguns dias. O estresse era palpável, como um peso constante nos ombros, deixando pouco espaço para reflexões sobre o almoço com Suzana ou os vídeos antigos de Andressa que ainda ecoavam em sua mente, despertando um misto de tesão e inquietação nas horas mortas da noite. Ele mal conseguia acompanhar o dia a dia dela no novo trabalho – mensagens curtas chegavam, cheias de entusiasmo genérico: "Tudo ótimo aqui, amor! Equipe legal, os projetos são empolgantes. Aprendi algumas coisas novas no PC." - Mas os detalhes escassos o deixavam inquieto, uma pulga atrás da orelha sussurrando dúvidas chatas. “Ela tá feliz, isso é bom… mas e se tiver mais daqueles flertes? Eu aqui preso, sem ver nada, imaginando ela se exibindo no escritório como nos vídeos antigos. Porra, isso me deixa louco – de tesão e de ciúme.” - pensou. Uma tarde, enquanto revisava um relatório cheio de erros que o irritavam ainda mais, o celular vibrou com uma ligação de Chris. "Ei, Jhonny… tá ocupado? Queria bater um papo sobre uma surpresa pra Su no Natal. Pode ser hoje, no almoço?" - A voz dele soava animada, quase eufórica, e Jhonny, precisando de uma distração para aliviar a tensão acumulada, concordou: "Beleza, Chris. Vamos nos encontrar no café do shopping perto do meu trampo?". Chris concordou.
O café era um refúgio movimentado no meio do shopping, com mesas redondas de metal e o aroma reconfortante de cappuccinos espumosos misturado ao burburinho de compradores apressados, o vapor quente subindo das xícaras como uma promessa de alívio temporário. Chris já esperava em uma mesa no canto, com um sorriso largo e uma xícara fumegante à frente, vestindo uma camisa polo azul desbotada que denunciava as viagens constantes, os olhos castanhos brilhando de empolgação. “Ele parece mais leve que o normal…” - pensou Jhonny, sentando-se e pedindo um café preto forte para espantar o cansaço, o cheiro quente e forte invadindo suas narinas e despertando um pouco de clareza. Chris foi direto ao ponto, inclinando-se para frente com o celular na mão: "Cara, tô bolando uma surpresa foda pra Su nesse Natal. Queria sua opinião… olha só essa foto." - Ele deslizou o dedo na tela e mostrou: uma imagem antiga, granulada mas clara, de uma mulher morena clara posando em uma praia ensolarada, cabelos lisos longos caindo como uma cascata escura até a metade das costas, corpo magro com seios pequenos e firmes realçados por um biquíni vermelho simples, mas o quadril largo e curvilíneo, tipo pêra, dominando a silhueta – coxas tonificadas e uma bunda redonda que preenchia o quadro com uma sensualidade natural, um sorriso tímido, mas cativante nos lábios cheios, olhos expressivos cor de mel fixos na câmera, o sol destacando gotas de suor na pele lisa, tornando-a ainda mais tentadora. “Essa é a Luana, minha ex da adolescência. Um ano mais nova que eu… linda, né? Tô pensando em reconectar, tipo um encontro casual como surpresa pra Su, reviver memórias boas. Como a Andi fez com a Leti."
Jhonny sentiu um desconforto imediato subir pela espinha, como um calafrio em meio ao ar quente do café, misturado a uma faísca involuntária de tesão ao ver a foto – o corpo de Luana era hipnotizante, curvas que evocavam fantasias, mas o contexto o deixava nauseado. “Surpresa com ex-namorada? Isso fede a problema… e por que isso me excita um pouco? Não, foca, isso é perigoso.” - pensou Jhonny. Ele então franziu a testa, voz baixa mas firme: "Chris, isso não me cheira bem. Surpresa com uma ex? Pode dar ruim pro seu casamento, cara. Pensa direito – isso parece errado. O lance com a Anna Letícia não foi tão tranquila assim, teve todo um contexto e quase deu porrada em mais de um momento antes de você chegar..." Chris riu, mas havia uma defensiva no tom, inclinando-se para trás na cadeira: "Relaxa, Jhonny. Eu só converso com ela, tipo como a Su faz com as meninas… e com você. Eu sei que rola uma química entre vocês dois, mas tô ficando de boa com isso, principalmente depois de voltar a falar com a Luana. Na verdade, arrumei um ótimo negócio com um conhecido em comum, meu e da Luana. Foi o motivo da minha viagem no fim de semana do aniversário da Andi. Baita negócio, sabe..." - As palavras atingiram Jhonny como um soco sutil – química? Sim, havia algo inegável com Suzana, um laço que ia além do físico, mas ouvir Chris jogar na cara dele assim o irritou profundamente, despertando um ciúme protetor que o fez imaginar Suzana nua, vulnerável, e Chris a magoando.
“Ele tá nos comparando? Como se fosse a mesma coisa? Isso me dá raiva… e tesão ao pensar na Su... porra.” -Jhonny pensou, respirando fundo, tentando manter a calma: "Isso extrapola os limites, Chris. Ao menos no que vejo. Nosso grupo é fechado – somos amigos, confiança mútua. Lembra que todas as meninas já conheciam a Leti, ela era de confiança, irmã da Cintia antes de ser ‘ex’ da Andressa. Não é pra trazer gente de fora, ex ou não, sem todo mundo saber e, principalmente, concordar. Essa menina realmente é uma gata, mas não é assim... não depende somente de nós dois, e sim, de todos."
Chris resmungou, cruzando os braços: "Essas regras são confusas pra caralho, Jhonny. Basicamente, a gente deixa as esposas terem amizade sensual e sexual com as melhores amigas, mas sexo só com a gente junto? E eu mal participei… tipo no niver da Andi, eu tava fora, viajando. E desde então, ainda não tive minha recompensa pela Su ter transado com vocês naquele dia." - Jhonny assentiu, paciente, mas firme: "Parte das vezes foi escolha sua, Chris. Você poderia ter ficado e participado do aniversário, eu te chamei, mas você priorizou o trabalho. A Su falou pra gente depois. Se você tivesse ficado, poderia ter participado, ninguém te proibiu, mano." - Chris deu de ombros, voz carregada de frustração: "Eu queria ter estado lá, metido muito na Andressa e na Anna… cara, a Anna é ainda mais gata que a Cintia, na minha opinião. Quero encher a mão na cara daquela ruiva." - As palavras saíram cruas, e Jhonny sentiu o sangue ferver – ciúme puro, protetor, imaginando Anna com seus seios fartos e generosos, nua e gemendo, mas sob o toque errado. Ele repreendeu, tom mais afiado: "Ei, modera aí. Andressa é minha esposa, Chris. E as meninas merecem respeito – não são brinquedos ou piranhas pra gente falar algo como 'meter muito' ou ‘dar na cara’ dessa forma. Só porque temos essa amizade aberta e sensual não significa que elas são nossas putinhas. Fala assim de novo e a gente vai ter problema." - Chris ergueu as mãos, defensivo: "Foi modo de falar, relaxa. Mas me diz, como você conseguiu não comer as quatro naquele dia? Eu teria ido com tudo e feito elas pedirem bis haha"
Jhonny balançou a cabeça, a irritação crescendo: "É aí que tá o problema, Chris. Não é só sobre foder bem, comer geral ou ter pau grande – que você tem, parabéns. Mas é sobre postura, respeito pelo casamento. Você não entender isso pode ser o perigo pro seu com a Su." - Chris, pra não sair por baixo e se gabar, pegou o celular de novo: "Tá bom, mas olha só… pra te mostrar que não é nada demais." - Ele abriu as conversas com Luana, rolando para as fotos sensuais – sem nudez total, mas carregadas de erotismo que fizeram o pau de Jhonny pulsar involuntariamente, um tesão confuso misturado ao desconforto. A mais ousada: Chris mandando uma selfie no espelho do banheiro, só de cueca boxer cinza apertada, o volume do pau marcando proeminente, veias sutis visíveis através do tecido fino esticado, o contorno grosso e rígido pressionando o material, o corpo malhado e bronzeado em destaque com gotas de suor brilhando na pele, um sorriso malicioso no rosto que sugeria promessas quentes. Luana respondeu com uma de lingerie preta de renda, o conjunto delicado abraçando o corpo tipo pêra – sutiã push-up realçando os seios pequenos mas firmes, mamilos endurecidos marcando o tecido translúcido, calcinha cavada marcando o quadril largo e a bunda redonda, curvas suaves e convidativas, pele morena clara brilhando sob luz suave, pose de lado com uma mão na coxa tonificada, expressão sedutora nos olhos, como se convidasse para um toque.
Havia muitas outras, principalmente dela: uma de biquíni branco na praia, cabelos longos molhados colados nas costas úmidas, quadril curvado em destaque com gotas de água escorrendo pelas coxas, o tecido colado revelando contornos íntimos; outra casual, short jeans curto subindo pelas coxas tonificadas e macias, top cropped mostrando a barriga lisa e definida, umbigo exposto como um convite sutil; uma mais íntima, de camisola fina e transparente, silhueta contra a luz do quarto, curvas suaves delineadas com sombras que destacavam o quadril largo e as pernas longas, uma mão descansando na virilha de forma provocante. Mamilos rosados aparecendo por baixo do tecido transparente. Jhonny admitiu internamente, o tesão crescendo apesar do ciúme: “Ela é realmente muito linda… curvas que dão água na boca, mas isso tá fedendo a traição”.
"Bonita ela, Chris… mas isso tá errado, principalmente se a Su não souber," - disse Jhonny, voz grave, tentando ignorar o pau semi-ereto na calça por aquela morena. "Ela sabe?" - Chris desconversou, bolado: "Ah, não exatamente… mas não é nada demais, é sério meu amigo." - Jhonny advertiu de novo: "Pode terminar mal, cara. As meninas curtem doideiras no nosso grupo, mas não assim – escondido. As solteiras são Cintia e Anna, e duvido que até elas aprovem. Nenhuma das quatro ia gostar." - Chris rebateu, irritado: "Me fala uma parada: você tá com inveja de mim ou só desejando a Su pra si?" - Jhonny negou, voz mudando para um tom irritado, o ciúme por Suzana – imaginando seu corpo mulato, curvas suaves e quentes – fervendo: "Nem uma coisa nem outra. Mas te avisando, conversa com a Su. Se isso for dar problema, pelo menos tá no começo – ainda dá pra reverter. Se não for dar problema, você já descobre de uma vez e segue em frente com o plano." Chris prometeu pensar, mas o ar ficou pesado, e eles se despediram com um aperto de mãos tenso, Jhonny saindo com a mente turbulenta, o tesão pelas fotos de Luana colidindo com a raiva protetora por Suzana.
À noite, Jhonny chegou em casa pensativo, o peso da conversa com Chris como uma nuvem escura sobre sua mente, misturado ao tesão residual das imagens sensuais que ainda o perseguiam. Andressa notou na hora, saindo da cozinha com um sorriso que murchou ao ver a expressão dele: "Ei, amor… o que rolou? Você tá com cara de quem brigou." - Ele se sentou no sofá, passando as mãos no rosto careca: "Nada grave… só tô preocupado com o Chris e a Su. Tenho medo dele acabar enrolando essa nossa amizade e magoando ela. Não gosto nem de pensar no Chris machucando a Su."
Andressa sentou ao lado, mão na coxa dele, voz suave, o toque dela despertando um leve tesão reconfortante: "Entendo, amor. Eu amo a Su também, assim como você… mas o casamento é deles. Eles que têm que se acertar." Ela pausou, curiosa: "Você viu o Chris hoje?" - Jhonny assentiu: "Vi, mas prefiro não entrar em detalhes agora. É coisa deles." - Ele não mencionou Luana – não queria plantar sementes de dúvida sem necessidade, mas a imagem da ex de Chris, com seu corpo tipo pêra e as fotos sensuais que o haviam excitado apesar de tudo, ainda o incomodava, um lembrete de como as coisas podiam desandar rápido, deixando-o com um nó de ciúme e desejo no peito. Andressa o beijou na bochecha: "Tudo bem… mas se precisar desabafar, tô aqui." Jhonny sorriu fraco, puxando-a para um abraço, o corpo dela contra o seu aliviando um pouco a tensão, o dia deixando um rastro de inquietação sensual e emocional.
Logo estavam em beijos intensos, um retirando a roupa do outro. Andressa até mesmo esquecera do fazia na cozinha. Jhonny chupou sua loirinha com fome, tentando se desvencilhar das lembranças das fotos e da conversa. Andressa gemia e logo chegou no primeiro orgasmo.
Após isso, Andressa cavalgou em Jhonny, sua boceta abraçava o pau grosso e veioso dele com maestria, seu pompoarismo em ação, ajudando ainda mais Jhonny à relaxar. “Aaahhh que delícia, meu amor” - gemia ela.
Depois com ela de quatro, metendo vigorosamente em sua boceta rosada, o barulho de suas peles colidindo alto. Ela começava à gritar e pedir mais.
Ele foi metendo com força acelerando e logo ambos gozaram juntos, com ele a enchendo toda. Deitaram juntos, no sofá, os braços de Andressa envolvendo Jhonny como um pequeno guardião reconfortante protegendo uma grande montanha tempestuosa. “Vai ficar tudo bem, meu gostoso. A Su e o Chris se amam...” - dizia Andressa, tentando acalmar qualquer que fossem os pensamentos sombrios que perturbavam Jhonny.