“A Patricinha e a Empregada”

Um conto erótico de Caio Casado
Categoria: Heterossexual
Contém 634 palavras
Data: 17/04/2026 23:29:06

Camila tinha 18 anos recém-completados e um corpo delicado, quase de boneca. Pele branquinha e cheirosinha, perfumada como quem acabou de sair do banho, cabelão liso escuro, rostinho de menina inocente com olhinhos grandes e boca carnuda. Bundinha pequena e empinada, cintura fina e peitinhos firmes. Parecia uma princesinha que nunca tinha visto sujeira na vida.

Dona Ana, aos 46 anos, era o completo oposto. Uma preta gorda, baixa e forte, que odiava tomar banho. Passava dias sem se lavar direito, acumulando suor. Tinha uma pelagem absurda pelo corpo todo: a buceta era uma moita enorme, um emaranhado grosso de pelos pretos e crespos que cobria tudo, até subia pela barriga. As axilas tinham tufos enormes de pelos pretos e grossos, sempre molhados de suor azedo. E o cuzão… ah, o cuzão era um arrombo enorme, escuro, flácido, com um tufo grosso de pelos pretos ao redor, sempre sujo e fedido.

Era uma tarde abafada. A casa vazia. Camila, só de shortinho jeans e cropped, chamou com voz manhosa:

— Dona Ana… vem aqui. Tô com tesão de novo.

Dona Ana se aproximou devagar, uniforme sujo e apertado no corpo gordo, manchado de suor. O cheiro dela já chegava antes.

— Olha só pra você… princesinha cheirosinha de 18 anos… e querendo a velha fedida de novo. Fala direito o que quer hoje, sua vadia.

Camila se ajoelhou, olhando pra cima com carinha de menina safada.

— Eu quero tudo de você, Dona Ana. Quero sentir seu cheiro azedo forte… adoro como você não toma banho… quero enterrar meu rostinho delicado nessa moita enorme da sua buceta, nas suas axilas peludas e naquele seu arrombo de cuzão peludo.

Dona Ana sorriu maliciosa e levantou o braço direito. Um tufo grosso de pelos pretos e grossos, encharcado de suor, apareceu.

— Então começa por aqui, sua putinha cheirosinha.

Camila gemeu e enfiou o nariz direto na axila suada, inspirando fundo.

— Hmmmm… que cheiro azedo delicioso… seu suor tá tão forte… esses pelos grossos pretos… eu amo, Dona Ana… me deixa toda molhada sentir o cheiro de velha que não toma banho…

Dona Ana segurou a cabeça dela ali, esfregando a axila peluda no rostinho delicado de Camila.

— Lambe, cadela. Chupa meu pelo azedo. Isso… prova o suor de dias acumulado.

Camila lambeu desesperada, babando nos pelos grossos.

Depois Dona Ana virou de costas, abaixou o short e abriu a bundona gorda com as duas mãos. O arrombo enorme apareceu: escuro, enrugado, com um tufo grosso de pelos pretos ao redor, brilhando de suor e sujeira.

— Cheira meu cuzão, patricinha.

Camila enfiou o rosto inteiro entre as nádegas gordas e respirou fundo, gemendo.

— Ai que delícia… seu arrombo é tão grande e peludo… que cheiro forte, azedo, sujo… eu amo esse fedor de cuzão que você quase não limpa… me humilha, Dona Ana… me fala que eu sou nojenta…

Dona Ana soltou um peido longo, molhado e fedorento direto na cara dela. O som foi úmido, o cheiro pesado de ovo podre e suor.

— Toma peido fedido no seu rostinho de menina, sua cadela. Você gosta né?

Camila tremeu de tesão, apertando o nariz contra o arrombo peludo.

— Amo… amo seus peidos fedidos e molhados… que cheiro forte… sou sua cadela, Dona Ana… sua putinha novinha e cheirosinha que vive pra cheirar cuzão peludo e engolir peido de velha suja… me humilha mais, por favor…

Dona Ana riu rouca e sentou o arrombo enorme na cara dela, rebolando.

— Então enfia essa linguinha delicada no meu cuzão arrombado enquanto eu peido mais pra você, sua princesinha nojenta. Depois vou encher sua boca de mija quente e te fazer lamber minha moita de buceta peluda toda suada.

Camila, com a voz abafada debaixo da bundona:

— Sim, Dona Ana… sou sua cadela… sua putinha de 18 anos… me degrada… me usa como quiser…

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