REALIDADE PARALELA - Mundo de desejos – Pôr do Sol na Praia

Um conto erótico de ViviK
Categoria: Grupal
Contém 3267 palavras
Data: 16/04/2026 00:18:43

REALIDADE PARALELA - Mundo de desejos – Pôr do Sol na Praia

Se isso for um sonho, não quero que acabe.

Depois daquela tarde com Lúcia e Erick, algo mudou em mim. Não era mais fantasia. Não era mais desejo guardado. Era realidade. E eu queria mais.

Nos dias seguintes, algo mudou entre nós. Não foi nada explícito. Alguns beijos, alguns toques mais ousados. Havia um ar diferente. Um olhar que demorava um segundo a mais. Um sorriso que não existia antes. Um silêncio que não precisava ser preenchido.

Os momentos que eu ficava com Erick eram mágicos. Não chegamos a conversar sobre o que ocorreu, nem precisava. Jantamos juntos. Ele fez um macarrão simples, eu preparei uma salada. Comemos na mesa da cozinha, conversando sobre coisas banais – o trabalho dele, o livro que eu estava lendo, o tempo. Mas por baixo da mesa, nossos pés se encontravam. Ninguém recuou.

— Vivi — ele chamou, depois que guardamos a louça.

— Hum?

— Eu estava pensando... sobre o que aconteceu. Com a Lúcia. Com a gente.

Meu coração acelerou.

— E o que você pensou?

Ele hesitou.

— Que não quero que pare. Mas também não quero que você se sinta pressionada. Nem culpada.

— Eu não me sinto pressionada — respondi. — Culpada, talvez. Um pouco. Mas não o suficiente para querer parar.

Ele me olhou nos olhos. O olhar dele era diferente agora – mais íntimo, mais dono.

— Então vamos com calma. Sem pressa. Mas sem fugir.

— Combinado.

Subimos para o quarto – cada um para o seu. Mas na porta, ele me chamou.

— Vivi.

— Diga.

— Você está incrível hoje.

Foi só isso. Mas foi o suficiente para eu passar a noite pensando nele, os dedos entre as pernas, imaginando o que viria.

Me deparei algumas vezes apenas prestando atenção na respiração dele, no movimento do peito, nas mãos dele apoiadas no teclado enquanto trabalhava.

Entrei no quarto, apoiei as mãos naqueles ombros largos, ele tirou a mão do teclado e encostou na minha mão. Um arrepio subiu meu corpo.

— Erick — chamei, baixo.

— Hum?

— Vamos à praia amanhã?

Ele virou o rosto para mim. Os olhos dele brilhavam. Respondeu sem pensar duas vezes.

— Vamos.

— Combinado então.

Nesse dia dormi cedo. Mas antes, fiquei um tempo na cama, pensando em tudo o que viria. Nossos pés se encontraram debaixo da mesa. Nossas mãos se tocando. Nenhum beijo. Nenhum toque além. Mas havia uma cumplicidade nova, um entendimento silencioso.

A gente estava se preparando. E eu mal podia esperar.

Quando finalmente chegou o dia de Lúcia passar aqui em casa, eu a esperava de forma ansiosa. Não sei explicar tudo o que passava na minha cabeça. Mas eu sentia que estávamos mais próximas do que nunca. Não apenas amigas – cúmplices. O segredo que dividíamos nos unia de uma forma que eu nunca tinha experimentado com ninguém.

Erick havia saído pouco antes dela chegar, iria fechar um contrato na empresa de um cliente.

Lúcia chegou. Eu a aguardava na porta. Quando abriu, nos abraçamos recíproca e intensamente. Um beijo de canto.

Sentamos na mesa da cozinha. Eu estava mais à vontade agora. Não tinha mais vergonha de falar sobre o que sentia.

— Lúcia...

Ela me olhou, os olhos verdes brilhando, nem deixou terminar:

— Sobre o Erick?

— Sobre nós três.

Ela sorriu. Um sorriso lento, safado.

— Já estava esperando essa conversa.

Respirei fundo. As palavras saíram mais fáceis do que eu imaginava.

— Eu não quero que isso pare. Mas também não quero que ninguém descubra. Nem o Léo, nem ninguém. O que a gente fez... foi bom. Muito bom. E eu quero mais.

Lúcia inclinou a cabeça.

— Mais como?

— Mais vezes. Com você. Com ele. Com os dois. Mas precisa ser nosso segredo. Nosso mesmo. Só nosso.

Ela ficou em silêncio por um momento. Depois estendeu a mão por cima da mesa e apertou a minha.

— Vivi, eu topo. Sempre gostei do Erick, você sabe. Mas nunca havia rolado nada porque ele é respeitoso demais. Eu precisava muito daquilo e fui direta, para não dar chance. Quando você apareceu, primeiro me deu um medo, mas que sumiu assim que percebi você pelada daquele jeito e eu apenas continuei pra ver onde ia dar. E eu... eu gostei demais... Gostei de como você me tocou, de como nós nos beijamos. Eu gosto de você e também não quero perder isso.

— Combinado, então? — perguntei.

— Combinado. A gente divide ele. Em segredo.

Rimos as duas. Era um acordo estranho, proibido, mas que me enchia de tesão.

— E quando vai ser a próxima? — ela perguntou.

— Estou pensando em chamar ele para ir à praia no final de semana. Léo vai viajar a trabalho. Passamos o dia lá, sozinhos.

Lúcia balançou a cabeça.

— Esse final de semana não posso. Meu marido vai estar em casa. Mas vocês vão. Depois você me conta tudo. Com detalhes.

— Pode deixar.

No final de semana, o sol nasceu alto, o céu azul, sem nuvens. Eu tinha preparado a bolsa na noite anterior: canga, protetor, água, frutas, alguns snacks, uma garrafa de vinho branco.

Erick apareceu na cozinha de bermuda azul florida, camiseta branca, um tênis azul diferente. Ele estava bonito. Cabelo raspado, barba feita, os braços fortes à mostra, o sorriso fácil, o olhar profundo e sedutor.

— Pronta?

— Pronta.

Ele carregou a bolsa até o carro. Eu fechei a porta da casa e pensei: hoje vai ser diferente.

O caminho até a praia foi rápido. No caminho conversamos um pouco sobre o ocorrido, apenas para deixar a culpa de lado – a preocupação dele muito maior do que a minha. Coloquei minha mão em suas coxas enquanto ele dirigia, acariciei sua nuca. O vento batia no rosto, o rádio tocava uma música qualquer, e eu me sentia leve. Sem nenhuma culpa. Sem julgamento. Só eu e ele.

Estacionamos perto da areia. Eu lembrava do local que Renata havia descrito. Descemos com a bolsa e caminhamos um pouco. Eu queria andar antes de parar. Sentir a areia nos pés, o vento no cabelo. Erick levou a mão para a minha, segurei. Ele caminhava ao meu lado, como namorados.

— Está bonito hoje — ele disse.

— Está.

Ele parou, olhou para o mar, depois para mim.

— O sol refletindo na água, o céu tão azul que parece pintado, o vento trazendo aquele cheiro de sal... é lindo. Mas você está ainda mais linda. Mais do que esse cenário todo. Seu cabelo preto contrastando com a luz, seus olhos brilhando... você é a parte mais bonita dessa praia, Vivi.

Suspirei. Eu precisava dessa atenção. Encostei a cabeça no ombro dele. Caminhamos em silêncio por alguns minutos. Estávamos na beira do mar, aproveitando a água vindo, os pés afundando na areia molhada. A praia estava mais vazia do que eu esperava. Alguns casais ao longe, um ou outro surfista na água. Fomos nos afastando do ponto mais movimentado, indo em direção às pedras, nos afastando de onde estavam as pessoas. Fora de temporada é tudo mais tranquilo.

Foi quando eu vi.

Duas figuras perto das pedras. Uma mulher nua de joelhos na areia. Um homem atrás dela, também de joelhos. Eles estavam... transando. Ali mesmo, na praia, sem nenhum pudor.

— Erick, olha — sussurrei.

Ele já estava olhando. Ficou em silêncio e me olhou com um sorriso maroto e um olhar cúmplice.

Meu coração disparou. Aquele lugar isolado, o sol baixando.

Reduzimos o passo, olhando de longe. Dava apenas para ver a mulher que estava de quatro, com um homem por trás. Ele segurava os quadris dela, o pau entrando e saindo num ritmo forte. Numa dança que quase coincidia com o ritmo das ondas.

Erick me olhou. Os olhos dele estavam brilhando. Eu queria continuar indo naquela direção, disfarçando como se não tivesse visto nada, encontrar algum lugar para aproveitar e fazer o mesmo. Erick apenas me puxou pelo braço, me trouxe para perto, e me beijou. O beijo era quente, molhado, cheio de tesão. A língua dele entrou na minha boca, e eu correspondi. Depois continuamos caminhando, para procurar algum lugar mais isolado.

Caminhamos devagar, sem fazer barulho. O casal estava tão concentrado um no outro que não nos viram. Estávamos cada vez mais perto.

De repente, o casal correu para a água, do jeito que estavam.

Naquele momento eu reconheci aquele cabelo platinado... e soltei sem pensar:

— Renata?!

Fomos chegando mais perto, meio que em tom de confirmação, de forma disfarçada, como quem não quer estragar a brincadeira. As roupas deles estavam jogadas na areia. Aquele com Renata provavelmente era o Carlos, o rapaz que ela falou que conheceu no Tinder.

Paramos em frente. Erick simplesmente me beijou com volúpia.

— O que você está fazendo? — perguntei, fingindo inocência, extremamente excitada com a situação. Eu olhava de canto vendo Renata e o Carlos na água.

Erick não respondeu. Coloquei minha mão em sua nuca, aproveitando aquele beijo. Ele colocou as mãos deslizando pelas minhas costas... e puxou o laço, soltando a parte de cima do meu biquíni. Os seios ficaram à mostra, os mamilos já duros. Ele se inclinou e chupou um deles, enquanto a mão dele descia pela minha barriga, entrando na minha calcinha. Eu observava a silhueta do pau duro marcando a sunga dele.

— Erick... — eu gemi, baixo.

Erick continuou me lambendo até chegar na parte debaixo do biquíni e o tirou levemente. Eu estava entregue. Ajudei-o a tirar a sunga. Jogamos as roupas na areia e fomos para o mar.

Já nas ondas eu não esperei. Comecei a chupar Erick ali mesmo, de joelhos na água, enquanto Renata, não tão longe, boiava num vai e vem gostoso com o Carlos, no ritmo das ondas.

A água batia no meu joelho. Enquanto eu o chupava, as ondas por vezes me movimentavam, numa sensação excitante, jogando água em meu corpo nu, numa temperatura um pouco mais fria, mas que apenas servia para aumentar a excitação. Eu sentia o gosto daquele pau, uma delícia, um leve salgadinho do suor com o meladinho doce da lubrificação pelo tesão que ele estava. Minha língua deslizava na cabeça grossa enquanto a água nos empurrava suavemente. Eu sentia o pau dele pulsar, sentia ele se contorcer a cada onda que levantava.

Erick então me puxou suavemente segurando minha cabeça com cuidado, deslizando pelos meus cabelos e tirou o pau da minha boca, me pegou no colo e me carregou para dentro da água.

Eu estava entregue. Sendo levada por ele nas ondas.

Renata nos reconheceu.

Nossos olhos se encontraram. Ela sorriu. Não parou o movimento. Pelo contrário, começou a gemer mais alto.

— Vivi! — gemeu. — Erick? — gemeu, mas com um leve espanto.

Carlos olhou para o lado. Viu a gente. Ele também sorriu.

— Que coincidência — ele disse, a voz safada.

Aproximamos. A água batia oscilando levemente um pouco abaixo da altura do peito do Carlos e um pouco acima da linha da cintura do Erick, oscilando por vezes deixando o pau dele enrijecido à mostra. Percebi a curiosidade da Renata olhando gulosamente enquanto mantinha o vai e vem com o Carlos, boiando apoiada nos ombros dele. Eu, ainda no colo do Erick, mas já um pouco mais livre na água, com ele já me segurando. Eu, peladinha, sendo comida pelos olhos do Carlos e da Renata. Não nego que foi uma sensação muito boa.

— Vocês estão numa praia bem deserta para um domingo — Renata disse, rindo e voltou a beijar o Carlos.

— Vocês também — respondi.

Erick me observava de forma intensa, me afastou um pouco, me fez boiar de costas na água com as mãos segurando minhas costas. O mar me sustentava, os seios flutuavam na superfície, os mamilos roçando a pele arrepiada pelo vento e a água que por vezes a onda trazia e pelo tesão intenso. Meu cabelo preto estava espalhado pela água como um leque. Os olhos de Erick percorriam cada centímetro do meu corpo nu, exposto, aberto para ele e para o casal que reduzia o ritmo apenas nos observando.

— Você é linda demais, Vivi — ele sussurrou.

Renata e Carlos pararam de se beijar. Ela olhou para mim, boiando, completamente entregue. Seus olhos brilhavam.

— Nossa, Vivi... que visão — Renata disse, a voz safada.

Carlos não disfarçava o tesão e olhava atentamente.

Fechei os olhos aproveitando aquele momento, aquela sensação, aquela liberdade extrema, me entregando totalmente a Erick e o que ele quisesse fazer comigo.

Erick então se agachou, me girando aos poucos... Passando por baixo das minhas pernas mas sem me soltar. Meu bumbum estava em seu bíceps e seu antebraço e mãos apoiavam minhas costas... Eu movimentava levemente as mãos me ajustando até que minha cabeça acabou encostando nas costas da Renata, assim pensei. Senti a boca dele na minha buceta, que estava levemente acima da água. A língua dele entrou em mim, macia, quente, enquanto o mar me balançava. Eu me soltei totalmente, me entregando, sentindo aquela língua experiente que me arrepiava enquanto o resto do corpo estava totalmente relaxado. Não queria que aquilo acabasse nunca.

Encostada na Renata, senti ela tendo espasmos de prazer, estava gozando, Carlos gozou junto, percebia-se pela a respiração ofegante.

Senti uma língua nos meus seios. Mantive os olhos fechados, só aproveitando. Era a Renata. A língua dela circulava no meu mamilo de uma forma incrível, enquanto Erick continuava me chupando. Eu gemia, o corpo todo entregue, boiando entre os dois.

O orgasmo chegou como uma onda dentro da onda. Começou na buceta, um latejamento profundo que subiu pela barriga, espalhou calor pelo peito, fez meus dedos dos pés se contraírem. Minhas pernas tremeram na água, minha boca se abriu num gemido que saiu misturado com o barulho do mar. Eu senti cada centímetro da minha pele arrepiar, os mamilos endurecerem ainda mais, a buceta pulsando na língua de Erick. Foi um orgasmo longo, demorado, que me fez perder a noção do tempo. Quando passou, eu estava mole, boiando, os olhos ainda fechados, a respiração ofegante.

Abri levemente os olhos. Carlos observava, o pau endurecendo novamente.

— Vocês estão me matando — ele disse, rindo.

Foi quando tive a ideia.

— Brincadeira de cavalinho? — sugeri, a voz falhando de tesão após o orgasmo que eu havia tido.

Carlos entendeu na hora, já levantando a Renata na frente da cara dele. Erick estava concentrado. Fiz movimentos com as mãos me colocando mais perto e repeti.

— Vamos brincar de cavalinho?

Erick se abaixou, sem parar o que estava fazendo, e me ergueu.

Erick e Carlos estavam de costas um para o outro.

— Quem derrubar a outra primeiro, ganha.

Enquanto eles nos chupavam, nós começamos a nos empurrar. Tentei desequilibrar Renata com o ombro, ela tentou o mesmo comigo. Os homens chupavam, lambiam, enfiavam a língua. Nossos gemidos se misturavam.

Renata gemeu primeiro. Seu corpo ficou mole, ela quase caiu. Mas aí Erick lambeu meu clitóris de um jeito tão prazeroso. Nossos corpos se encostavam. Erick e Carlos tentavam nos deixar mais próximas, mas evitando se encostar. Renata me puxou para perto, acabávamos tocando nos seios o tempo todo, ficando cada vez mais excitadas e eles tentando se manter equilibrados. Até que Renata me abraçou... E me beijou. Estávamos coladas. Ninguém ia ganhar a brincadeira, mas com certeza, ninguém estava perdendo. Foram poucos segundos, obviamente, mas que valeram uma vida.

Olhei para baixo e vi Erick e Carlos atentos olhando para cima. Carlos estava caindo para o lado na água. Renata caindo agarrada em mim. Fomos todos para baixo d'água.

Nos abraçamos. O abraço virou beijo. A boca dela na minha, a língua encontrando a minha, o gosto do sal e do prazer. Nossos seios se apertavam, nossos corpos se roçavam. Eu senti a mão dela descer pelas minhas costas, apertar minha bunda. Eu fiz o mesmo.

Erick e Carlos nos olhavam, os olhos brilhando.

Carlos foi por trás da Renata, Erick veio por trás de mim. Nos transformaram em um recheio de um delicioso sanduíche.

Carlos não se aguentou e gozou quase instantaneamente ao encaixar na Renata, o leite branco misturado com a água do mar. Renata gozou junto, eu senti.

Enquanto isso, Erick fazia o vai e vem. Devagar no começo, o pau dele deslizando na minha buceta já sensível do orgasmo anterior. Ele entrava fundo, parava, sentia meu corpo se ajustando, depois saía devagar. A cada investida, minha buceta pulsava, apertava ele. Ele acelerou um pouco, o ritmo ficou mais forte, mais profundo. Minhas pernas flutuavam para trás, os pés quase encostando nas coxas dele. Ele segurava meus quadris, me puxava contra ele a cada estocada. O som da água batendo nos nossos corpos, os gemidos abafados.

Renata me beijava intensamente. Eu tentei acariciar seu clitóris, mas a posição não estava propícia. Fui virando levemente, para ficar com a cabeça para cima. Renata segurou minha cabeça, me beijando por cima, ajudou a me levantar. Erick olhava atento, sem parar o movimento. Carlos só olhava, acariciando Renata às vezes, deslizando as mãos para encostar em mim "sem querer". Quando finalmente fiquei no colo de Erick, aproveitei para um beijo intenso, demorado. Ele me erguia e descia lentamente no pau dele. Eu beijava, abraçada.

Renata me acariciava lentamente, deslizando a mão pelo meu corpo. Os dedos dela percorreram minha barriga, subiram para os meus seios, apertaram meus mamilos. Depois desceram de novo, passaram pela minha virilha, chegaram no meu clitóris. Ela começou a massagear, circulando devagar, enquanto Erick mantinha o vai e vem gostoso. Os dedos dela encontravam os pontos certos – o clitóris, os pequenos círculos ao redor, a pressão exata que me fazia gemer.

Ao mesmo tempo, disfarçadamente, a mão dela escorregou um pouco mais para trás. Os dedos roçaram na base do pau de Erick, sentiram o vai e vem. Ela acariciou o saco dele, as bolinhas rolando sob os dedos, enquanto mantinha o ritmo no meu clitóris. Erick gemeu, sentindo o toque duplo.

Carlos deitou na beira mar, cansado, mas olhando atento para nós, talvez esperando um convite. O pau pro lado, já mole, mas de quem aproveitou muito.

— Vou gozar — eu disse. — Goza comigo — sussurrei no ouvido do Erick.

Erick acelerou. As estocadas ficaram mais fortes, mais fundas. Renata mantinha seu corpo encostado nas minhas costas, beijando minha nuca, me abraçando, seus dedos deslizavam em meu clitóris, massageando com maestria, enquanto o pau do Erick me preenchia. Eu me contraí toda, a buceta pulsando, o corpo tremendo, em espasmos mistos com arrepio e calor. Erick então gozou. Senti o leite quente jorrando dentro de mim, enchendo minha buceta, escorrendo pela minha coxa, misturando com a água salgada. O céu já estava escurecendo, a lua começando a aparecer.

O barulho das ondas, os gemidos, as respirações. Renata rompeu o silêncio.

— Vocês dois são lindos juntos — ela disse. — De verdade.

Eu estava exausta, a voz nem saia mais.

Nos juntamos ao Carlos na areia. Ficamos os quatro ali, deitados na areia, exaustos de prazer, com as ondas batendo.

— Acabei não vendo o pôr do sol — brinquei.

Rimos. Ficamos mais um tempo abraçados. Voltamos para o mar, jogando água uns nos outros, brincando. Tiramos a areia. Saímos da água. Nos secar não era bem uma opção, pois as toalhas e roupas estavam cheias de areia. Demos uma enxaguada... Nos vestimos assim mesmo.

Trocamos beijos, promessas de novos encontros. Erick segurou minha mão até o carro.

No caminho de volta, ele disse:

— Vivi, tenho que confessar, fiquei enciumado com o Carlos te admirando daquele jeito. Sei que se você estivesse afim de transar com ele eu não poderia falar nada, mas eu realmente não gostaria. E também não queria a Renata. Mesmo que a situação pudesse levar a isso. Toda a minha energia eu preferia usar com você.

Meu coração apertou. De um jeito bom.

Pensei em falar algo, mas apenas o beijei.

E era verdade. Naquela realidade paralela, eu era só dele.

Beijos,

Vivi

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive ViviK a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários