A Susan se aproximou do sofá onde o cunhado estava. Ela vinha nua da cintura para baixo, e a visão da garota mais velha, suas coxas firmes e a xoxota lisinha, a barriga chapada e o sorriso no rosto, o fez pensar que, definitivamente, ele havia errado de irmã ao namorar a caçula.
Ela se sentou no sofá ao lado dele, e com um sorriso sapeca no rosto rasgou com os dentes a embalagem do preservativo, segurando na sequência seu pau apontado para cima. Sem dizer nada, ela o abocanhou de novo, chupando-o por mais um minuto, pondo o rapaz louco, já que dessa vez, ao contrário da anterior, meia hora antes, ele via a boquinha delicada da garota subir e descer sobre seu cacete. Quando ela já estava curtindo isso, ela desenrolou a camisinha sobre ele, deitando-se ao seu lado, sem parar de alisar seu pau enquanto o beijava novamente.
- “Você tem certeza de que quer fazer isso?”, ela perguntou para ele, beijando-o, e sem soltar o pau dele, como se com isso quisesse ajudar na resposta dele.
- “Eu venho sonhando com isso toda noite...”, ele falou, puxando-a para cima de si.
- “Ainda bem...”, ela falou, beijando o pescoço dele e ajeitando o cacete dele na entrada da sua xoxota. – “Por que eu odiaria ter que amarrar você nesse sofá...”, falou, grudando a boca na dele enquanto fazia uma força para baixo e fazia o pau dele deslizar para dentro da sua boceta já super lubrificada.
- “Shhhhhh... Gostosa!”, ele conseguiu falar, quando seu pau foi envolvido pelo calor da boceta dela.
Ele mal se mexia, sob o corpo da sua cunhada, que tinha todas as ações, agora. Ela se mexia com muito jeito, de um modo sensual, quase romântico... Não era uma trepada avassaladora, como ele havia imaginado, nas suas punhetas. Ao contrário, ela parecia em paz, excitada, claro, mas se mexendo como se o conhecesse assim há tempos, e não como se fosse uma novidade.
Ela, por outro lado, embora não demonstrasse estava vivendo um turbilhão de emoções enquanto seguia cada vez mais excitada. Repentinamente ela se deu conta que o Rodrigo era o segundo homem a penetrá-la, apenas. Embora tivesse uma vida sexual ativa, tudo havia sempre acontecido com o Fábio. Ela se entregou à descoberta, percebendo a clara diferença entre o pau do seu cunhadinho e o cacete enorme do namorado, mas isso a preocupou muito pouco.
Estar ali tinha o doce sabor da vingança, é claro, mas isso talvez fosse apenas a força motriz que a havia colocado ali, o gatilho que dera início a essa aventura louca com o namorado da sua irmã caçula. Agora, entretanto, era tudo puro desejo, tesão acumulado, mesmo. E nesse sentido, o garoto era muito bom em provocar isso nela.
Pouco a pouco a trepada foi ganhando ritmo, a cintura dela se mexendo para cima e para baixo, o pau dele envolvido pelo calor dela. Com ela se mexendo sobre ele, as mãos do rapaz estavam livres para apreciar o corpo da ruiva. Ele deslizou a mão palas costas dela, desde o pescoço até a base da espinha,, acompanhando o movimento da cintura dela para cima e para baixo, agora bem mais rápido. Apalpou as nádegas dela, o seu tesão dando um salto com o contato. Enquanto isso ela gemia, junto ao seu ouvido, aumentando ainda mais a excitação:
- “Hmmmmm... Ufsssss... Gostoso... cacete, como você é gostosinho... Ahhhhhh, assim... ahhhh, ahhhhhhh...”, ela ia falando, mordendo a ponta da orelha dele, beijando seu pescoço enquanto sua xoxota, cada vez mais molhada, mastigava seu cacete.
Ele esticou as pernas dela, até então encolhidas ao lado do seu corpo, no sofá. Ele deu graças pelo sofá ser tão largo, quase uma cama de solteiro, exagerando, mas muito melhor do que os sofás tradicionais, em que o joelho dela já estaria caindo fora da almofada. Ali eles estavam totalmente a vontade, e ele aproveitou as pernas dela agora esticadas para alisá-las, curtindo suas coxas grossas e firmes.
Ela sentiu a mudança de ritmo, agora com ele se mexendo para cima e para baixo, enquanto a mão dele passeava pelo seu bumbum. A outra mão segurou seu pescoço, e a boca dele não dava sossego à dela, suas línguas se tocando, enroscadas. A mão dele foi escorregando pelo bumbum dela, e de repente um dedinho sacana roçou seu ânus, arrepiando os pelos da nuca dela, sob a mão que a segurava. Mas, ao contrário do que acontecia nas vezes que o Fábio tentara esse carinho com ela, sempre meio bruto e já tentando enfiar o dedo dentro dela, machucando-a, agora o carinho só a arrepiou. Muita coisa estava acontecendo diferente do que estava acostumada.
Agora, por exemplo, o Rodrigo havia parado de se mexer, e se sentara no sofá. Puxou as pernas dela para trás de si, fazendo ela ficar sentada no colo dele, de frente para ele. As pernas de cada um apontadas para lados opostos, o pau dele ainda cravado na sua xoxota. Agora ela podia abraçá-lo, beijá-lo, cavalgando-o gentilmente, o cacete duro dele tocando-a no fundo da xoxota. Ela nunca havia experimentado essa posição, e estava gostando.
A boca do rapaz atacava agora seu pescoço, e ela sentiu as mãos dele escorregarem pelo seu corpo, e agarrarem suas nádegas, ajudando-a a subir e descer sobre ele. De repente sentiu a ponta do dedo dele voltar a roçar seu ânus, fazendo um carinho suave, e de novo ela se arrepiou. Mas, dessa vez, não deixou passar batido:
- “Esse dedinho sacana, aí...”, sussurrou, diminuindo os movimentos, surpresa em como ela estava se permitindo tanta coisa diferente. – “Sabia que você é muito safadinho para a sua idade?”, disse, mordendo a ponta da orelha dele.
- “Você todinha me deixa doido...”, ele falou, o pau parecendo uma barra de ferro dentro dela.
Ela sentiu ele mover o dedo, alisando sua xoxota, e depois voltar ao cuzinho. Fez isso mais umas vezes, e então ela se deu conta que o sacana estava lubrificando ele, molhando o dedo na sua boceta. Deixou a coisa fluir, para ver até onde ele ia, mas diferente do seu namorado, ele não partiu para tentar enfiar o dedo para dentro dela, o quê sempre a machucava. Ao contrário, ele seguiu brincando por ali, muito mais um carinho safado do que uma penetração. Quando ela se deu conta, o cunhadinho havia posto a ponta do dedo dentro do seu ânus, e ela mal sentira. Na verdade, sentira, sim... prazer!
- “Hmmmmm... hmmmmmm... Shhhhhhh... Mete, Cu... Hmmmm, que pau durinho você tem... Assim, assim, vai... ahhhhhhh, ahhhhh...”, ela passou a mexer a cintura rapidamente, engolindo o cacete do rapaz, que percebeu que assim ele estava entregue a ela, e iria acabar gozando logo. O seu dedo no cuzinho dela também não ajudava a controlar seu tesão, muito pelo contrário.
Empurrando-a para trás no sofá, fez ela se deitar, e se ajeitou entre as pernas dela. Voltou a penetrá-la, agora com a vantagem de controlar o ritmo, dosando seu tesão. Após uns minutos metendo nela assim, em um papai-e-mamãe clássico, percebeu que ela havia diminuído os gemidos. Ele então se ajeitou, ajoelhado. Encolheu as pernas dela, mantendo-as dobradas, e apoiou os pés dela contra seus ombros. Segurou as ancas dela com ambas as mãos, e começou a meter nela assim, na posição frango-assado. O golpe atingiu diretamente o alvo.
A Susan recomeçou a gemer, pedindo para ele meter mais e mais fundo, e depois mais rápido. Gemendo alto, ele pensou se pessoas passando na calçada não iriam ouvi-la, tal a empolgação da garota.
- “Aiiii, aiiii, aiiiii caralho... Vai... Vai, mete... ahhhhh, tesãããããoooo... Vai, come... mete... assiiiiiiiiimmm... vai, vai...”, ela falava, os seios balançando no ritmo das estocadas dele, as unhas cravadas na coxa do rapaz.
Ele por sua vez segurava a lateral do corpo dela, na altura da bunda, puxando-a para frente e para trás, seu pau escorregando molhado na xoxota da menina. Ele começou a pensar em outras coisas, tentando prorrogar ao máximo seu orgasmo, percebendo que ela própria estava quase lá. Querendo aproveitar ao máximo aquele momento, e gerar recordações, ele mudou de posição mais uma vez. Colocou a cunhada de joelhos no sofá, o corpo virado contra o encosto do sofá, e se ajeitou atrás dela.
A Susan afastou as pernas e empinou ao máximo o bumbum, ficando totalmente arrebitada. Desse jeito o Rodrigo via a boceta dela, pingando de tesão, totalmente exposta. Ele apontou o cacete contra ela, a camisinha brilhando com os sucos dela, e após pincelar a cabeça nos lábios dela por um instante, foi empurrando o pau para dentro dela novamente. Ela gemeu baixinho, o tesão gritando alto. O pau dele deslizou para dentro da boceta, e automaticamente ela mexeu a cintura para trás.
O Rodrigo segurou-a pela dobra da perna dela, puxando a bunda dela de encontro ao seu corpo, seu pau mergulhando lenta e profundamente na xoxota molhada, e depois se movia para fora dela, arrepiando a garota. Ela estava, de novo, acostumada ao estilo do namorado, que a colocava de quatro e martelava o pau nela de maneira inclemente pouco preocupado com o prazer dela. Já o cunhadinho parecia fazer exatamente o oposto, mais interessado em meter nela com paixão do que perseguir o próprio prazer.
Assim, com ritmo e, dentro do possível naquela situação, calma, ele foi enfiando e tirando seu cacete na xoxota dela, fazendo-a gemer de prazer a cada investida, de um modo muito alto:
- “Ahhhhhh... Ahhhhhh... Uffssssss, ahhhhh... Ufsssss, vem... Ahhhhh, ahhhhh, ahhhhhhh, ahhhhhhhhhhhhhhhhh...”, gritou, o corpo em convulsões, totalmente esticado, tremendo, denunciando mais um orgasmo escandaloso da futura médica.
Imediatamente atrás do sofá havia uma estante vazada, colocada ali para separar a espaçosa sala em mais ambientes, no caso separando os sofás principais de uma saleta pequena com uma mesa e duas cadeiras. A estante era repleta de artigos de decoração, em sua maioria de vidro ou cerâmica. Ao esticar totalmente seu corpo, atravessada por um choque e tremores, a Susan inadvertidamente esticou os braços para a frente até a estante. Sem querer, deu um tapa em um vaso de vidro murano, que voou para a saleta que a família usava para deixar bolsas e coisas que traziam da rua, se espatifando com alarde no chão, partida em uma infinidade de cacos. A Susan mal notou isso, tal o estado de êxtase que estava.
O Rodrigo olhava para baixo, admirado com a beleza do corpo da cunhada, as nádegas perfeitas encostadas em seu corpo, seu pau cravado na xoxota dela. Ele ameaçou se mexer um pouco, ainda que levemente, mas automaticamente ela pôs a mão para trás, segurando-o... – “Para, seu louco... Para... Olha o quê você fez eu fazer...”, sussurrou, se deitando no sofá, levando junto o rapaz, eu se negava a sair de dentro dela.
Os dois deitaram no sofá, ainda engatados, ele atrás dela, mais uma vez tentou se mexer para frente e para trás, excitado com o contato com as nádegas dela, mas ela estava sensível e o travou de novo, puxando-o pelos braços, para ficar grudado nas costas dela, porém, imóvel:
- “Assim, assim... isso... quietinho... fica quietinho... assim... paradinho... Meu Deus... Shhhhhhhhh... O quê foi isso?”, ela murmurava, mais para ela do que outra coisa.
- “Isso foi uma gozada...”, ele sussurrou para ela, brigando com os cabelos dela para chegar ao pescoço. – “Muuuuuitooooo gostosa...”, falou, desnecessariamente.
Sem exagero nenhum, a Susan não se lembrava de jamais ter tido um orgasmo tão intenso (e tão barulhento) assim. Estava surpresa... estava admirada... e estava um pouco xonada também, era justo dizer. Ela sentia o coração bater, com uma força que parecia que iria sair pela sua boca, mas a sensação não era de aflição... Era de um calor envolvente, gostoso, algo que ela queria muito manter. E, além de tudo, ainda por cima, aquele cacete duro, ainda, dentro dela, pulsando, e a cada pulso que dava a excitava de novo.
Ela sentiu o Rodrigo afastar um pouco os corpos, até poder alisar seu bumbum, e sussurrar para ela: - “Que bundinha é essa?”, arrepiando-a de imediato. Ela sabia que seu traseiro chamava muito a atenção dos rapazes, e a sua turma da faculdade não a deixava esquecer disso, tantas eram as cantadas. Mas seu namorado, por mais cobiçasse sua bunda, jamais a elogiara assim. Ela ficou recebendo o carinho do rapaz, a sua mão alisando seu bumbum, quase com reverência.
Sem responder nada para ele, ela apenas rebolou na frente dele, os corpos se esfregando, quase produzindo faíscas no contato. Finalmente o Rodrigo saiu de dentro da sua xoxota, provocando uma sensação de perda para ela... Ela estava adorando aquele vigor todo do rapaz, duro e dentro dela tanto tempo. Mas ele não estava desistindo do combate.
Ao contrário, se ajoelhou sobre o corpo dela, grudando a boca no ombro dela, mordiscando-a, e arrepiando o corpo dela todo. Ela ainda vestia o top, mas ele passou a mão por baixo do tecido, acariciando os biquinhos dos seus seios. Desceu sua boca pela suas costas, e ela sentia como se os lábios dele queimassem sua pele onde eles tocavam. Ela estava excitada de novo, e acabara de ter um orgasmo de fazer tremer o quarteirão. A boca dele chegou à sua bunda.
Ele percorreu as nádegas dela com seus lábios, e depois com a ponta da língua, sem pressa, como se medisse as reações dela a cada toque seu. Ela quase ronronava, entregue ao carinho do rapaz. Sentiu sua boca percorrer sua bunda toda, ir até a sua coxa, beijar, lamber e mordiscá-la, até voltar para seu bumbum. Mas, dessa vez ele voltou pelo vão entre as nádegas. Ela sentou cada poro do seu corpo se arrepiar novamente, quando ele afastou suas nádegas com ambas as mãos, tocando com a língua a sua xoxota quente, que mal se recuperara do último embate.
- “Affffffffff... Uhhhhhhhhmmmm... Rô... Não faz iiiiiisssssssooo...”, gemeu, já que ele, obviamente, fez. Deslizou sua língua solenemente pela extensão toda da sua xaninha, da frente para trás, acendendo-a novamente. Mas, ao chegar ao fim da xoxota, não parou... Seguiu subindo pela pele arrepiada dela, até rodear seu ânus, colocando-a quase em estado de alerta máximo. – “Rôôôô!!!”, ela exclamou, aturdida.
Ele ignorou o apelo dela, apenas seguiu rodeando o seu botãozinho com a ponta da língua. Seu namorado jamais havia chegado a 10% dos carinhos que o moleque havia feito ao seu ânus, só hoje. Mas, diferente do Fábio, o Rodrigo não a incomodava, não invadia seus limites, não era inconveniente. Na verdade, ela estava totalmente arrepiada e entregue às carícias dele. Como se soubesse disso, como se lesse a sua mente, o rapaz, após rodear o buraquinho rosa por vários minutos, subitamente o tocou com a ponta da língua, não uma, nem duas, mas uma dúzia de vezes, como se fosse um beijo apaixonado.
- “Uffffffssssssssss... Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, safadoooooooo...”, ela soltou, conscientemente erguendo o bumbum, totalmente exposta ao ataque dele.
Ele empenhou vários minutos a esse ataque, sem pressa, sem ser afoito. Finalmente a ponta da sua língua foi substituída pela ponta do seu dedo, que pouco a pouco foi sendo mastigada pelo cuzinho dela. Com muito jeito, e muita calma, logo ele mergulhava a última falange do dedo para dentro e para fora do ânus dela, sem que ela reclamasse, nem de longe. Sem falar nada, ele voltou a beijar as nádegas dela, enquanto esticava a mão para o chão, e pegava outra camisinha. Em um gesto rápido, trocou a camisinha usada por uma nova, devidamente lubrificada. Ele nunca soube se ela entendeu naquele momento que o quê estava para acontecer não tinha mais volta...
Com o duríssimo cacete devidamente trajado com a camisinha nova, brilhando pelo lubrificante dela, ele aproveitou a posição dela, meio de bruços meio de lado, e puxou uma almofada do sofá para baixo da cintura dela, mantendo-a arrebitada. Olhou para aquela bunda linda, mal acreditando que iria tentar o quê sonhara, por tanto tempo. Encostou o cacete intumescido na boceta dela, relaxando-a, enquanto seu polegar seguia rodeando o buraquinho acima. Empurrou o pau para dentro da xoxota dela, lambrecando ainda mais a camisinha. Pegou com a ponta dos dedos um pouco de saliva em sua boca, e gentilmente rodeou o cuzinho dela, antes de encostar a cabeça do pau ali, e pacientemente esperar quase um minuto, até ela relaxar.
Com o pau bem direcionado contra o cuzinho dela, forçou um pouco, tentando ao máximo não ser impetuoso demais, mas sem deixar de ter firmeza. Ela resmungou o nome dele com algo mais, que ele não entendeu o quê era, mas concluiu que se fosse para ele parar, ela diria isso de uma maneira inequívoca... Logo, no melhor estilo de “quem cala, consente”, ele pressionou o pau mais para dentro dela, conseguindo um gemido mais agudo dela: - “Aiiii, Rô...”. Ele parou.
Encaixado com a cabeça do pau dentro do cuzinho dela, ele se inclinou sobre as costas dela, até beijar seu pescoço, sua orelha, e alisar a bunda e a coxa dela. Ela não reclamou de novo, e ele segurou o seu tesão e ficou parado, esperando-a se acostumar, falando bobagens no ouvido dela, acariciando seu corpo, a lateral do seio dela e, na sequência, deslizando a mão por baixo do corpo dela, até sua xaninha. Tocando ela, começou a movimentar os dedos em círculos, excitando-a.
- “Uffffffsssssssss... Aiiiiii, aiiiii... Ahhhhhhh... Ahhhhhh, cacete, meu... Ai, ai, aiiiii... Hmmmmmm... Shhhh, mete... mete, devagar... devagarzinho, Rô... ahhhh... Cacete, meu... como está durinho... aiiii...”
O Rodrigo foi metendo o pau na bundinha dela, lentamente, mas de modo constante, para dentro e para fora daquele cuzinho lindo, apertado e, até então, virgem. Ela não refugou durante um bom tempo, enquanto ele pressionava o cacete para dentro. Começou a mexer sua cintura com mais ritmo, o cacete escorregando no túnel apertado dela, a bundinha dela devassada. Querendo colar seu corpo nas nádegas dela, ele empurrou o pau um pouco mais fundo, e então ela reclamou:
- “AIIIIII... Para, Rô... Para um pouquinho... Está doendo...”, ela falou.
Imediatamente ele parou, e lentamente foi tirando o cacete de dentro do cu dela, respeitando a coragem e a vontade dela. Sem parar de abraçar seu corpo, ele foi ajeitando ela, sem querer deixar a peteca cair, e encarando a reclamação dela como parte do jogo. Ajeitou o corpo dela no sofá, de quatro, a bunda exposta para ele, arrebitada. Apontou o pau para a xoxota da menina, e voltou a fodê-la, sentindo nos gemidos dela, o alívio que aquilo provocara. Com capricho e tesão, meteu o pau para dentro da xoxota com ritmo, afundando seu cacete inteiro dentro dela, até encoxar suas nádegas, e depois tirando até ficar só a cabecinha dentro dela, repetidas vezes. Aquilo rapidamente a excitou de novo, a dor da experiência anal ficando esquecida.
- “Ahhhhh... Ahhhhhhh... Ahhhhh... Aiiiiii, seu tarado, sacana... Aiiiii... Vai... Põe...”, os gemidos o entusiasmaram novamente, seu orgasmo se avizinhando. Mas ele não queria gozar e deixar sua parceira na mão, excitada.
Após meter nela assim por vários e vários minutos, a visão da bunda da sua cunhada exposta para ele, seu cacete mergulhando na xana molhada dela, e até o cuzinho rosado dela piscando para ele, como se dissesse – ‘Eu sei o quê você fez comigo!’, ele saiu de dentro dela e, sentando-se no sofá com o pau apontado para cima, a chamou:
- “Vem cá, Cu...”, falou, puxando a cintura dela com uma mão. – “Senta aqui em cima, senta, gostosinha...”
- “Aiiiiiiiii, Cu... Você é um diabozinho, sabia!”, ela falou, indo.
Ela se ajeitou na frente dele, que abriu as pernas, deixando seu cacete apontado para cima, como uma clava para ela se ajeitar. De costas para ele, ela foi se sentando sobre o caralho apontado para o teto, ajeitando a cabeça na sua xoxota. Assim que ele a penetrou, ela foi se ajeitando melhor sobre ele, praticamente deitando sobre o peito dele, que aproveitou para deslizar uma mão por baixo do top, segurando seu seio e sentindo o biquinho totalmente eriçado, e a outra mão para o meio das pernas dela, massageando levemente o clitóris dela. A combinação foi dinamite pura...
- “Ahhhh... Ahhhhhh... Ahhhhhhhhhh... Caraaaaaaaaaaalhooooo... Aiiii, vem... vai... não para, não para... não para, está vindo... vindo... de novooooooooooooo... Shhhhhhhhhhhhhhhhhhhh”, ela gemeu, socando com vontade a bunda contra a pélvis dele, o caralho totalmente enfiado em sua xoxota. De maneira inédita em sua nada pobre vida sexual, a Susan gozou pela terceira vez na mesma noite, um recorde para ela que iria acompanhar suas próximas noites e, na verdade, dias de aula também.
O Rodrigo também estava absurdamente além do seu normal. Nunca havia conseguido se controlar por tanto tempo, ainda mais com uma mulher tão gostosa. Anunciou isso para ela:
- “Caralho, Cu... Eu não aguento mais... vou gozar...”, falou, tirando o pau de dentro dela, por hábito do que fazia com a Sônia, irmã dela e sua namorada.
- “Pera...”, ela respondeu, se ajoelhando no chão e virando sobre ele, que já sacava a camisinha.
Ela chegou ao pau dele mais ou menos cinco segundos atrasada. Ele gozou, disparando um jato de porra branca contra sua própria barriga. A Susan chegou a ele, segurando seu pau e afastando a mão dele, masturbando-o e vendo-o despejar mais porra, em espasmos contínuos sobre seu ventre. Surpreendendo totalmente o rapaz, ela abocanhou o pau dele, quando ele havia parado de gozar, e chupou o corpo do seu pau, provocando um arrepio e um show de contorcionismo do rapaz, tentando fugir do carinho da boca dela. Finalmente, ela se arrastou para cima dele, molhando sua cintura no leite quente dele, dizendo:
- “Nooossa, Cu... Que fogoso que você é...”, disse, deslizando o dedo médio pelo gozo do rapaz, espalhado na no ventre dele.
- “Pelo menos eu não quebrei nada...”, ele respondeu, ganhando um beliscão como resposta (- “Aiiii, seu chato... podia ter deixado passar isso, né.”). Ele não pode deixar de registrar, já que ela estava agora mexendo no pau dele, em franco declínio, depois de trabalhar tanto. – “Eu devo ficar com medo de você cortar ele e dar para os cachorros??? Em minha defesa, devo dizer que não fui eu quem mirou no seu rosto...”
- “Ah ah ah... Seu besta...”, ela falou, mostrando o sêmen dele entre dois dedos seus, brincando. – “Eu não tenho nada contra porra, sabia... Só não queria que você acabasse antes de eu começar.”, explicou. – “Só não sabia que você era esse monstrinho insaciável... Caramba, você me enganou, hein.”
Ele tentou processar aquelas informações todas juntas, mas era muita coisa. Começou pela ‘ameaça’ dela:
- “Bom, você me amedrontou de verdade... Achei que se gozasse, em qualquer momento, ‘perto’ da sua boca, iria ficar capado... E olha que a tentação era grande...”, começou.
- “Na minha boca, seria capado, mesmo...”, ela disse, confundindo ele ainda mais. – “sabia que nunca pus a boca em um pau gozado, antes?”, ela confessou, chegando perto dele e grudando a boca no ouvido dele. – “Mas... Isso não é nada, não é mesmo? Eu também nunca havia dado a bundinha... E você fez isso comigo, Cu... Eu não acredito!”, ela disse, de um jeito tão sensual, que mais um pouco e ele teria ficado de pau duro de novo, embora tivesse acabado de gozar.
- “Eu também não acredito que fizemos isso, Cu...”, falou, alisando a bunda dela. – “Mas eu não vou me esquecer disso, jamais.”, concluiu, beijando os olhos dela, em um gesto que ela não se esqueceria.
- “Desculpe por ter pedido para parar... Aquela hora, estava realmente doendo.”, ela explicou. – “E obrigada por ter parado, e não ter ficado chateado.”, disse. – “Bom... pelo menos, seu amiguinho aqui não pareceu ficar chateado, né...”, falou, alisando o pau melado dele.
- “Você jamais tem que pedir desculpas por qualquer coisa, por pedir para parar absolutamente qualquer coisa, a qualquer momento, e não tem que explicar nada para ninguém, Cu... Nem para mim, nem para ninguém.”, ele falou, sério. – “Foi demais, mágico, cada coisa que fizemos aqui... Obrigado por confiar em mim.”, ele disse, antes de concluir. – “E, para o papo não ficar careta demais, tenho que reforçar que você é um tesão!”, finalizou, ganhando uma cotovelada dela.
- “Queria ter seguido...”, ela falou, deitada sobre o peito dele. – “Até você gozar... Atrás de mim.”, disse, sem olhar para ele.
- “Bom... em primeiro lugar, ok, podemos tentar de novo daqui uns trinta minutinhos, sem problema nenhum...”, falou, para ganhar em resposta um:
- “Nã-nã-nã-ni-não... Se quiser é agora! Dá seus pulos, pegar ou largar!”, ela provocou, para desespero dele.
- “Cruel, você... Muito cruel.”, falou, fingindo ressentimento. – “Mas, falando sério, você tem que pensar que nem usamos um gelzinho, para aliviar, né... Poderia ser mais...”, ele estava falando, quando ela disparou para cima dele, socando seu peito:
- “Afffffffff... Você comeu meu bumbunzinho sem nem usar um gelzinho, sequer, seu monstro insensível!!!”, falou, provocando um ataque de risos nele, tal o jeito ofendido que ela representou. – “Você não me ama, mesmo... Não quero saber de mais nada com você...”
Brincando com ela, puxando-a de volta para si já que ela tentava se afastar, ele se deu conta do quanto a relação entre eles era doida, e especial ao mesmo tempo. Os dois eram comprometidos, eram cunhados, e agiam como se fossem quase namorados adolescentes, descobrindo o sexo. Ele namorava a irmã caçula dela, que era uma gata digna de cinema. Mas, o sexo era morno. Ela namorava desde adolescente, quase, o mesmo cara, gozavam da confiança da família, ele dormia no quarto dela, tinham uma tremenda vida sexual (ao menos em quantidade), mas ela parecia uma jovem inocente, quase virgem. E eles riam, um com o outro, como se não houvesse amanhã.
Fora tudo isso, muito estranho, havia algo ainda mais especial... O sexo entre eles, ele acabara de descobrir, era absolutamente maravilhoso. Aquilo tinha tudo para não dar certo.
- “Cu... Sabe o quê eu mais queria, agora?”, ela perguntou, deitada de novo sobre o peito dele, ambos melados. – “Te levar para o meu quarto, tomarmos um banho – Por que vamos combinar, nós dois PRECISAMOS de um banho – e deitar com você na minha cama, e ficar olhando para o teto, falando besteirinhas, até adormecemos, abraçadinhos...”, ela concluiu, fazendo-o sonhar. – “Mas, nada disso é possível... Eu acho melhor a gente se vestir.”
Ela, claro, tinha razão. Sob protestos dele, eles começaram a se vestir, com ele tendo o cuidado de recolher todas as camisinhas e embalagens usadas por ali. Ela confessou que havia roubado as camisinhas do quarto do irmão, o quê fez o Rodrigo pensar se ele mantinha alguma contabilidade disso. Assim que se vestiram, de pé, olharam o estrago causado por ela, ao quebrar o vaso. Um milhão de pedaços de vidro estavam espalhados pelo chão.
- “Deixa isso... Depois dou um jeito.”, ela falou, puxando ele, que já estava tentando coletar os cacos. – “Vem cá... me beija, meu cunhadinho sacana.”, falou, grudando ele na parede oposta, contra um quadro que balançou e só não caiu porque ficou aparado pelas costas do rapaz.
- “Cacete, Sussu... Você está destruindo a sua casa... Kkkkkk”
- “Olha só o quê você faz comigo, Cu...”, ela falou, abraçando o pescoço dele, e beijando sua boca. – “Eu ainda não acredito...”, ela sussurrou?
- “No quê?”, ele perguntou, curioso.
- “Você comeu a minha bundinha...”, ela disse, provocando um arrepio nele.
- “Caralho, Cu...”, ele começou a dizer.
- “Você é um demônio, isso sim...”, ela falou, antes de grudar a boca nele, sua língua procurando a dele. – “Quer saber o pior?”, ela falou, movendo a boca para perto do ouvido dele. – “Foi bom!”, falou, retomando o beijo.
Ele não cronometrou, óbvio, mas depois calculou que o beijo durou uns três minutos, talvez mais, intenso... Pegado, molhado, as línguas duelando, mãos se alisando, logo a mão dele correndo para dentro do moleton dela, alisando sua bunda, e depois, a sua xana.
- “Tenho que te falar uma coisa...”, ele disse, sério. Ela parou para ouvir, preparada para alguma fala desagradável, chata, broxante. – “A sua calcinha... É uma delícia... Maravilhosa...”, ele falou, provocando um alívio tão grande nela, que ela teve um ataque de riso. – “Que foi?”
- “Em oito anos de namoro, sabe quantas vezes o meu namorado elogiou alguma calcinha minha??? Kkkkkkkk... NUNCA!!!”, ela falou, nem se preocupando com a indelicadeza de colocar o assunto namorado na mesa. – “Você não existe, mesmo, Cu...”
Então, aconteceu... Um farol iluminou a sala, mostrando que um carro havia aberto o portão da rua, e estava prestes a descer para a garagem, no piso inferior da casa. Eles identificaram que era o carro da Sônia, chegando. O engraçado é que estavam tão em sintonia, tão em paz, que isso não os incomodou.
- “Assim que ela fechar o portão da rua, você destrava o portão de pedestres, e eu vou...”, ele falou.
- “Eu dou uma geral aqui na sala, para ver se a gente não esqueceu nada, e vou para o banho... Depois limpo o vaso.”
Ainda ficaram se olhando por uns trinta segundos, se arriscando a Sônia subir as escadas da garagem para a sala, antes de falarem:
- “Eu vou dormir, sonhando com você, Cu...”, ele falou, abraçando-a. – “Você foi a melhor coisa que já me aconteceu... Como eu disse naquela noite, eu jamais vou ser um problema para você. Não precisa se preocupar comigo no seu pé, isso não vai acontecer. Mas você tem que saber... Você é especial, demais.”
- “Cu... Só vou dizer uma coisa... Nem dormir, eu vou conseguir.”, ela falou, beijando a testa dele. – “Se cuida, e não faz bobagem. Eu confio em você... O quê aconteceu aqui...”, ela falou, para ser interrompida.
- “Não aconteceu nada aqui!”, ele disse, antes de sair pela porta.