Quando a gente saiu do metrô lotado naquela noite quente eu ainda sentia o corpo do Theo colado no meu. O trem parou na estação dele e antes de ele descer eu tirei um pedacinho de papel do bolso da regata e enfiei na mão dele com um sorriso safado. Era meu número de celular escrito com caneta azul rapidinho. Ele olhou pro papel confuso e corado mas eu só pisquei e continuei no trem sorrindo sozinha o rock tocando baixo no fone e o corpo ainda latejando de tesão daquele esbarrão. Dois dias se passaram e a mensagem dele chegou tímida mas direta. Queria me encontrar numa lan house pra jogar fliperama. Eu respondi na hora aceitando e já sentindo aquele friozinho bom na barriga.
Naquela mesma tarde ele me ligou. Eu tava no apê depois do treino suada ainda com a regata colada no corpo quando o celular tocou. Atendi com a voz alta e extrovertida de sempre.
— Alô?
— Oi Rafa... sou eu o Theo. Da festa e do metrô. Você me deu seu número lembra?
Eu ri alto jogando o cabelo bagunç ado pra trás.
— Claro que lembro baixinho. Tá ligando pra marcar o que a gente combinou?
Ele gaguejou um pouco do outro lado da linha a voz nervosa mas animada.
— É... tem uma lan house boa aqui perto da faculdade. Tem fliperama daqueles antigos. Quer ir amanhã à noite?
Eu sorri sozinha imaginando ele corando do outro lado.
— Tô dentro. Mas prepara o bolso porque eu vou te humilhar no jogo. A gente se encontra lá às oito?
— Beleza. Até amanhã então.
— Até amanhã nerd. Não chega atrasado hein.
Desliguei o telefone e me joguei na cama rindo. Meu corpo inteiro reagiu só com a voz dele. Senti um calor gostoso subindo pelas coxas e uma umidade incômoda entre as pernas. Eu a Rafa alta pra caralho rainha da quadra ficando molhada só de pensar em mandar nele de novo. Fiquei ali um tempo imaginando como seria a noite seguinte até o ventilador girando no teto me trazer de volta pra realidade.
Cheguei na lan house já de noite. O lugar era daqueles cheios de luz neon piscando som alto de jogos cheiro de pipoca artificial e suor de quem passa horas na frente da tela. Eu tava com regata do time por cima do top short jeans rasgado marcando bem as coxas grossas All Star surrados e cabelo preto curto bagunç ado do jeito que eu gosto. Meu corpo ainda tava quente do treino da tarde suor seco na pele músculos das pernas latejando gostoso depois de tanto pular na quadra.
Theo já me esperava perto da entrada. Camiseta de anime óculos finos cabelo castanho bagunçado. Quando me viu os olhos dele desceram pelo meu corpo inteiro e voltaram rápido pro rosto. Corou na hora.
— Você veio.
— Claro que vim. Achou que eu ia fugir de uma aposta com você? Vamos escolhe o jogo que eu te acabo.
A gente foi pra área dos fliperamas. O lugar tava razoavelmente cheio garotos gritando telas brilhando forte. Eu escolhi um jogo de luta clássico daqueles que exigem reflexo bom. Theo tentou bancar o confiante ainda querendo ser o homem da situação.
— Eu sou bom nesse aqui. Vamos ver se você aguenta.
Eu pisquei pra ele me inclinando um pouco pra frente de propósito pra regata marcar os peitos.
— Aposta então. Quem perder carrega a mochila do outro até em casa. E sem reclamar.
Ele aceitou nervoso mas com um sorrisinho. A gente começou a jogar. No começo ele até conseguiu dar uns golpes bons mas eu tava concentrada dedo voando nos botões corpo mexendo junto como se estivesse na quadra. Meu short jeans subia um pouco nas coxas enquanto eu me mexia e eu via ele olhando de canto de olho. Isso me deixava com tesão. Poder puro. Ver ele tentando se concentrar e falhando.No final eu ganhei fácil. Duas vezes seguidas. Theo ficou olhando pra tela incrédulo rosto vermelho.
— Caralho você é boa mesmo.
Eu ri jogando o cabelo pra trás.
— Eu avisei. Agora pega minha mochila baixinho. E carrega até meu apê.
Ele resmungou baixinho mas obedeceu. Pegou minha mochila pesada do treino com joelheiras garrafinha toalha suada e colocou no ombro. A gente saiu da lan house caminhando pela rua movimentada. O ar da noite tava mais fresco mas ainda quente o suficiente pra minha pele brilhar um pouco de suor. Eu andava na frente rebolando de leve sentindo o olhar dele nas minhas pernas e na bunda. Meu corpo inteiro tava sensível. Cada passo fazia o short jeans roçar na pele interna das coxas me deixando molhada devagar.Depois de uns dez minutos andando ele já tava ofegante.
— Essa mochila pesa pra caralho.Eu parei me virei e olhei pra ele de cima sorrindo com ar de quem manda.
— Reclamando já? Eu carrego isso todo dia depois do treino. Você é que é fraquinho. Anda continua.
Ele obedeceu resmungando mas eu vi o volume na calça dele marcando de novo. Isso me deu um tesão enorme. Era a primeira vez que eu exercia um controlezinho real sobre ele fora da quadra. Gentle leve mas já tava funcionando. Meu coração batia mais forte mamilos endurecendo contra o tecido da regata. Eu sentia o poder crescendo quente gostoso.
Quando chegamos no meu apê pequeno em Pinheiros eu abri a porta e deixei ele entrar primeiro. O lugar tava bagunçado como sempre uniformes de volei jogados no sofá fone em cima da mesa poster de banda de rock na parede. O ventilador girava no teto devagar.
— Pode deixar a mochila ali no canto.
Theo colocou a mochila no lugar e ficou parado sem saber o que fazer. Eu me joguei no sofá pernas abertas de propósito olhando pra ele de baixo pra cima.
— Tá suado hein. O caminho foi longo pra você. Senta aí no chão um pouco descansa.
Ele hesitou.
— No chão?
— É. Senta. Eu mando lembra da aposta?
Ele sentou no chão encostado no sofá perto das minhas pernas. Eu estiquei uma perna e encostei o pé no peito dele de leve All Star ainda no pé.
— Massageia meu pé. Treinei o dia todo tá doendo.
Theo olhou pra mim olhos arregalados atrás dos óculos mas obedeceu. As mãos dele eram quentes trêmulas no começo mas depois foram ficando mais firmes enquanto massageava a sola do meu pé. Eu gemi baixinho de satisfação sentindo o alívio subir pela perna. Meu short jeans tava marcando tudo e eu via ele tentando não olhar direto pra entre as minhas pernas.
— Isso assim mesmo. Bom menino.
Falei baixinho quase um elogio. Ele corou forte mas continuou. Eu sentia o tesão crescendo devagar. O poder de ter ele ali no chão obedecendo sem reclamar muito. Meu corpo inteiro latejava. Suor novo escorrendo pela nuca descendo entre os seios. Eu tava molhada pra caralho só com isso.Depois de uns minutos eu tirei o All Star e coloquei o pé descalço no colo dele bem em cima do volume que já tava duro.
— Continua. Os dois pés agora.
Ele obedeceu. As mãos massageando meus pés suados do dia inteiro. Eu fechava os olhos de vez em quando aproveitando a sensação. O rock tava tocando baixo no fone que eu tinha deixado na mesa Anna Júlia do Los Hermanos. O momento era perfeito. Gentle lento mas com uma tensão sexual que enchia o ar.Eu abri os olhos e olhei pra ele.
— Tá gostando de obedecer né Theo? Eu vejo como você fica duro só com isso.
Ele gaguejou.
— Eu não é bem assim.Eu ri baixinho.
— É sim. E eu tô gostando de mandar. Muito. Agora tira minha meia e continua.
Ele tirou a meia com cuidado mãos tremendo. Meus pés estavam quentes um pouco suados do dia. Ele massageou de novo mais devagar dessa vez como se estivesse saboreando. Meu tesão subiu outro nível. Eu sentia a calcinha grudando a umidade quente se espalhando. Meu corpo de atleta todo sensível coxas apertando uma contra a outra.
A gente ficou assim uns vinte minutos. Eu elogiando baixinho de vez em quando bom assim mais forte aqui ele obedecendo em silêncio rosto vermelho pau latejando na calça. Foi o primeiro momento real de gentle femdom entre a gente. Leve mas delicioso. Eu me sentia poderosa desejada no controle total.Quando terminei eu puxei o pé de volta e me inclinei pra frente cabelo bagunç ado caindo no rosto.
— Tá liberado por hoje. Mas da próxima vez que perder pra mim vai ser pior. Entendeu?
Ele balançou a cabeça ainda sentado no chão.
— Entendi.
Eu sorri estendendo a mão pra ajudar ele a levantar.
— Bom menino.
Ele levantou pernas um pouco bambas. A gente se despediu na porta com um abraço rápido mas eu senti o coração dele batendo forte contra o meu. Quando ele saiu eu fechei a porta me encostei nela e deslizei a mão pra dentro do short. Tava encharcada. Gozei rápido pensando nele no chão obedecendo olhando pra mim de baixo.Esse nerd ia ser meu. E eu mal podia esperar pra mandar mais.