Amanheceu o domingo, acordei de pinto duro e, antes de ir ao banheiro mijar, fui espiar pela cortina da sala. Não vendo o tio Carvalho no quintal, como de costume, senti falta dele, pois era o segundo fim de semana que ele não voltava pra casa. Pensei em algo pra fazer naquele dia com minha esposa e, não sei por que razão, me lembrei da lanchonete onde tempos atrás conhecemos o casal Paulo e Ana. Para quem não se lembra deles, leiam o capítulo 38 do primeiro livro Rosa Flor ou o resumo do ocorrido no capítulo 27 deste livro. Olhando o quintal e não vendo o tio Carvalho, me lembrei das primeiras vezes que a Rosinha espiou ele pelado e transamos naquele sofá da sala fantasiando com ele comendo minha mulher. De lá pra cá tanto tempo se passou, as fantasias se realizaram e hoje os dois já fizeram de tudo, inclusive transaram sem eu estar presente. Fui ao banheiro e tive que sentar pra mijar, pois meu pinto continuava durão; quando meu pau tá duro, só consigo mijar sentado e entortando ele pra baixo Enquanto me aliviava, pensava na minha mulher e nas sacanagens que ela e o tio Carvalho já haviam feito. Acho que não faltava mais nada pros dois safados fazerem e, talvez seria por isso que ela, vez ou outra, dizia que queria me ver com outra mulher. Eu desconfiava que ela tinha a intenção de me presentear com outra xota pra depois insistir pra procurarmos outro casal para trocarmos parceiros. Ainda sentado no trono, mijando, me imaginei com a Rosinha e outro casal, trocando as esposas, eu sentindo as delícias de outro corpo feminino e vendo minha esposa se divertindo com outro macho, comendo outra pica. Pensando nisso, meu pau, que estava quase mole, voltou a endurecer. Voltei pro quarto e minha amada ainda dormia. Admirei o belíssimo corpo nu, deitado meio de lado, uma perna dobrada e outra esticada exibindo a xana e o cuzinho lindos. Subi na cama e delicadamente a deitei de costas para, em seguida, me acomodar entre suas pernas, pois tinha a intenção de beijar-lhe entre as coxas. Aproximei meu rosto do seu tesouro lindo que, nos últimos dias, vinha se cobrindo de lindos pelinhos curtinhos parecendo o gramado de um jardim bem cuidado. Aproximei meu nariz da sua flor e aspirei o aroma quente sentindo um suave cheiro de xota. Eu estava prestes a beijar a rachinha da minha amada esposa, mas confesso que fantasiei que eu iria tocar outra xaninha, de outra mulher e sentir um perfume diferente daquele que estou acostumado. Meu pau pulsou quando imaginei outro cheirinho e uns pelinhos diferentes. Quando deslizei minha língua delicadamente entre os grandes lábios, imaginei um sabor também diferente. Meu pau pulava de tesão!
Rosinha (acariciando meus cabelos) – Huuummm, que delícia ser acordada pelo meu amorzinho me fazendo um carinho gostoso assim!
Caros leitores, admito que o tempo todo em que lambi aquela fruta linda, cheirosa e saborosa da minha amada, imaginei o quanto seria gostoso experimentar outra mulher, outra xota com aroma e sabor diferentes. Eu estava muito tesudo e resolvi meter um pouquinho na minha amada. Dei-lhe a garrafinha de água pra que ela bebesse e lavasse a boca, pois temos o hábito de beber água durante a noite e fazer um bochecho para manter um bom hálito. Enquanto ela bebia, me ajeitei entre suas coxas, me preparando pra meter. Mas, antes, orgulhosamente exibi a ela meu pau duro, entortei ele pra baixo e soltei fazendo ele pular como se fosse movido por uma poderosa mola.
Rosinha (rindo) – Uau! Que pauzão duro! No que você estava pensando que te deu tanto tesão assim? Por acaso tava pensando em outra bucetinha, com cheirinho e sabor diferentes do meu?
Putz, parecia que ela leu meus pensamentos; resolvi admitir e ver no que dava:
Eu (me ajeitando pra meter e aproveitando pra provocar) – Eu estava imaginando como seria experimentar outra mulher, sentir um cheirinho de xota diferente do seu, lamber e sentir outro sabor...
Rosinha (me dando um tapão na bunda, fingindo me recriminar) – Fer, seu safado! Eu estava dormindo e você me traindo em pensamento, imaginando comer outra mulher!
Eu (sentindo meu pau entrando na xaninha mais gostosa do mundo) – Você é a culpada, pois vive me dizendo que gostaria de me ver comendo outra!
Rosinha (me agarrando com braços e pernas, me imobilizando) – Oh, amor, admito que sempre que penso nisso, sinto o maior tesão só de imaginar outra mulher em nossa cama!
Eu (encarando ela) – É sério que você fantasia comigo comendo outra mulher, não sente ciúme?
Rosinha (sorrindo) – Deite-se de costas, vou montar você e contar um pouco das minhas fantasias!
Obedeci minha esposa, me deitei com a barriga pra cima e, orgulhoso, peguei o pau e balancei oferecendo ele enquanto ela tomava outro gole de água. Em seguida ela, sorrindo, montou em mim procurando com a xota o meu pinto duro.
Rosinha (sentando na minha pica) – Ufffff, que picona gostosa você tem, Fer! Acho ela tão gostosa que penso que é egoísmo ter ela só pra mim, faz tempo que venho pensando que seria justo eu dividir você e seu pau com outra mulher, deixar que outra também aproveite dessa delícia que você tem no meio das pernas.
Eu (acariciando os peitos dela) – O que você fantasia? Conte pra mim!
Rosinha (dando uma reboladinha, se acomodando melhor em meu pau, interrompendo os movimentos de sobe e desce da bunda, dando umas mordidinhas com a buceta e depois ficando quietinha) – Fer, eu imagino tanta coisa, mas vou contar somente o principal, o que mais dá tesão: Eu imagino muito nós dois e mais outra mulher, uma bem gostosinha, que goste de sexo, bem taradinha. Penso em como vai me dar tesão ver você beijando outra boca, acariciando o corpo dela todinho, sentindo nas suas mãos outros peitos, chupando os biquinhos, apertando a bunda dela, mas o que me dá muito tesão é imaginar você enfiando a cara entre as pernas dela, encostando o nariz na rachinha e sentindo um cheiro diferente do meu. Me dá tesão imaginar vocês fazendo 69, você sentindo outro gostinho e bebendo o melzinho de outra xota; penso no prazer que você sentirá quando ela chupar seu pau e, quem sabe, vocês podem até gozar um na boca do outro. Oh, amor, penso no seu pinto entrando em outra xaninha e também no cuzinho de outra mulher; nem sei se ela será mais apertadinha que eu ou não, mas não importa, pois me dá tesão imaginar seu pau dentro de outros buraquinhos.
Eu (provocando) – E você, também vai querer comer ela?
Rosinha (sorrindo) – Claro, amor! Nunca tive contato com outra mulher além daquele beijo que a Ana me deu no banheiro da lanchonete tempos atrás. Sonho em como seria bom beijar uma boca feminina, um beijo de língua e demorado, sentir o gostinho da saliva, penso em como seria gostoso estar pelada com outra fêmea numa cama, juntar nossos corpos, mamar nos peitos dela, beijar o corpo todo, bunda e xota, sentir o cheirinho de xaninha que você diz ser tão bom. Eu só conheço o cheiro e o gostinho da minha xota; eu quero experimentar outra, diferente da minha!
Eu (bastante tesudo) – E você fantasia com alguma mulher em especial, ou imagina uma qualquer?
Rosinha (sorrindo safada e começando a rebolar no meu cacete) – Costumo fantasiar com a Rita, lembra dela, aquela minha amiga com a qual um dia fizemos algumas brincadeiras pelo telefone? (sorrindo maliciosa) – Pois eu acho que se ela não estiver namorando firme, certamente toparia uma brincadeira comigo e com você; ela é muito safada, muito tarada, adora uma pica e tenho certeza de que também curte uma racha!
Eu (rindo) – Você acha que ela gosta de “colar o velcro”, é?
Rosinha (me encarando, pressionando a xota no meu púbis e rebolando) – Eu acho que a Rita gosta de tudo, acho que ela gosta muito de sexo e curte homens e mulheres!
Eu (sentindo meu pau muito sensível e o prazer maior se aproximando) – Rosinha, cê tá me deixando muito tesudo me fazendo imaginar essas coisas!
Rosinha (parando de se mexer) – Calma, Fer, relaxe, não quero que você goze agora, quero contar mais alguns sonhos que tenho. (me encarando, falando com voz carregada de tesão) – Imagine, amor, o quanto seria bom transar com outras pessoas! Pense que, se seria bom eu e você com outra mulher, imagine nós dois com um casal, uma mulher pra você e um homem pra mim; eu ficaria muito tesuda te vendo com ela e você iria ficar muito tarado me assistindo trepar com outro macho, me vendo comer outro cacete, gozar em outra pica! O que você acha?
Eu (doido de tesão) – Você é muito putinha e tá querendo me deixar maluco de tesão me fazendo pensar nessas!
Rosinha (com as mãos apoiadas em meu peito e sorrindo) – Pense, amor, um casal seria mais gostoso ainda, teríamos uma fêmea pra você e um macho pra mim. Imagine eu chupando outra pica e você outra buceta, pense em outro macho me lambendo entre as coxas e outra mulher chupando seu pau, imagine eu e ela fazendo 69 e você e o marido dela comendo nós duas, revezando nas nossas bucetas, metendo numa e noutra, um gozando na mulher do outro! Pense como seria bom foder com um casal!
Eu (não mais resistindo) – Puta, você é muito puta e vai me fazer gozar imaginando essas putarias!
Rosinha (interrompendo o rebolado pra que eu não gozasse) – Fer, eu fantasio muito com o Paulo e a Ana, imagino que eles sejam bem liberais e sonho fazer muitas coisas gostosas com eles.
Eu (apertando os peitos dela e beliscando os bicos) – Então fale, minha putinha, conte pra mim o que você fantasia com eles.
Rosinha (com voz de tarada) – Eu penso no quanto seria gostoso trocarmos de parceiros, você comendo a Ana e o Paulo trepando em mim; mas também quero comer ela. Penso na delícia que seria fazer 69 com ela sentindo você e o Paulo metendo em nós, imagino nós duas de quatro na cama e vocês dois metendo, se revezando em nossas bucetas, um vendo o pau do outro entrando e saindo da buceta da esposa. Também sinto um tesão especial quando imagino a Ana sentada no seu cacete e o Paulo lambendo a buceta dela e dando umas linguadas do seu pau.
Eu (imaginando) – Você é muito putinha, com certeza também sonhou em sentar na pica do Paulo e eu lamber sua buceta cheia com o pau dele, né, safada!
Rosinha (sorrindo maliciosa, apertando a buceta e mordendo meu pau) – Claro, amor, se ele lamber a buceta da Ana com seu pau dentro, nada mais justo que você também dê umas linguadas na minha xana cheia com o pau dele!
Eu (não mais resistindo a tanto tesão, principalmente porque ela havia reiniciado o rebolado delicioso no meu pau) – Puta, você é muito puta, Rosinha, acho que tenho a esposa mais puta do mundo, vou acabar gozando se continuar imaginando essas putarias!
Rosinha (incentivando meu gozo) – Pense, amor, eu e a Ana fazendo 69 e você gozando na buceta dela e o Paulo na minha, imagine eu e ela engolindo a porra de vocês, eu sentindo o gostinho do seu creme na xota dela e ela lambendo minha xana com o caldinho do marido. Melhor que isso será fazer 69 com você logo depois, sentar na sua cara e te dar minha buceta gozada pra você chupar. Ufffff, ver ela sentando na cara do Paulo com a xota cheia da sua porra vai me fazer gozar muito gostoso. (apressando o rebolado) – Ai, amor, tô doidinha pra dar pra outro macho e ver você comendo outra fêmea, fantasio muito em trepar com o Paulo e ver você fodendo a Ana. Isso me dá muito tesão! Ai, vou gozar, ai, que delíciaaa, tá vindo meu gozo, tô gozandooo!
Caros leitores, tive um orgasmo longo e intenso, e foi mais gostoso ainda porque foi junto com minha esposa. Fantasiar todas aquelas putarias que ela me fazia imaginar me proporcionou um gozada muito gostosa! Minutos mais tarde despertamos lado a lado na cama e ela veio me abraçar.
Rosinha (me fazendo um carinho no peito) – Amor, minutos atrás, quando fantasiamos, você estava muito tesudo imaginando transarmos com outras pessoas. Agora que você gozou, ainda toparia transar com outro casal e trocar os parceiros?
Eu (sendo sincero) – Rosinha, tudo que aconteceu entre nós e o tio Carvalho só foi possível porque ele é muito nosso amigo e confiamos nele. Realizar nossas fantasias com pessoas desconhecidas seria mais difícil, pois teríamos que ter certeza de que, após transarmos, ninguém sairá contando por aí o que aconteceu. Além disso, temos que ter cuidado pra não pôr em risco a nossa saúde, pois com estranhos teríamos de usar camisinha. (falando sério pra minha esposa) - E nem eu, nem você, gostamos daquela coisa de borracha embrulhando o pinto e diminuindo o prazer, né!
Rosinha (toda dengosa) – Eu sei de tudo isso, amor, mas andei pesquisando e li que as pessoas que praticam sexo liberal tomam diversos cuidados, entre eles fazem e exigem exames de sangue comprovando a boa saúde, e só depois de haver confiança é que partem para a realização da fantasia. Acho que poderemos aprender mais sobre o assunto e, quem sabe um dia, encontrar outros parceiros pra fazermos sexo. (sorrindo) – Fer, não podemos esquecer que quando o tio Carvalho reatar o relacionamento com a tia Carmem, perderemos o nosso parceiro de putarias!
Eu (sendo sincero e admitindo minha fraqueza) – Rosinha, às vezes eu ainda sinto ciúme de certas coisas que você e o tio Carvalho fazem; não sei o que eu sentiria vendo você com outro homem que não seja o tio.
Rosinha (sorrindo, me acariciando o rosto) – Oh, amor, que delícia saber que você ainda sente ciúme de mim! Mas você deve pensar que as nossas brincadeiras não passam de sexo, apenas sexo e prazer sem qualquer envolvimento afetivo. Se transássemos com o Paulo e a Ana, eu teria prazer em ver você comendo ela e também por eu poder trepar com o Paulo e, da mesma forma, você iria sentir prazer com ela e também por me ver trepando com o marido dela! Seria como um passeio de fim de semana!
Eu (provocando) – Passeio de fim de semana? Rosinha, você é muito safada! O que você tá querendo é passear em outra pica, tá doidinha de vontade pra experimentar e gozar no pau de outro macho!
Rosinha (rindo e pegando meu pau mole) – Feeer, não vou mentir; confirmo tudo o que você tá pensando de mim, mas quero que também pense numa outra putinha, bem gostosinha que vai endurecer seu pau, te chupar, sentar na sua cara, meter, te dar muito prazer e te fazer gozar bem gostoso numa bucetinha diferente da minha!
Eu (encerrando o assunto e me levantando da cama) – Vamos pensar, deixe o tempo passar e veremos isso!
Preparamos o café e, enquanto fazíamos a primeira refeição do dia, combinamos que iríamos comprar comida pronta pro almoço pra não termos que cozinhar e lavar louças e depois iríamos fazer compras. Realizamos algumas tarefas domésticas pela manhã e, após o almoço, dentro do carro, quase saindo de casa, a Rosinha disse que havia esquecido algo e voltou pra nossa casinha. Tirei o carro da garagem e logo minha amada esposa veio apressada. Antes que ela entrasse no carro, tive tempo para apreciar aquela beldade que vinha com os cabelos soltos, uma camiseta semitransparente, porém usando sutiã, coisa que me surpreendeu, pois há muito não a via usando aquela roupa íntima. Abaixo da cintura ela vestia uma saia curta que cobria seus tesouros e mais uns quatro dedos das coxas abaixo da xaninha. Não consegui descobrir se usava calcinha ou não. Seguimos rumo a uma loja de materiais diversos para reparos e arrumação da casa, pois eu tinha que fazer alguns consertos na casa do tio e também na do meu pai Júlio. Fiquei atento aos movimentos da Rosinha pra descobrir se ela estava usando calcinha, mas tive de prestar atenção no trânsito e esqueci o assunto. Paramos o carro no estacionamento e seguimos caminhando de mãos dadas para a loja.
Rosinha (apertando minha mão quando entramos na loja e sentimos o frescor do ar condicionado) – Fer, tô sentindo um ventinho gostoso entrando por debaixo da roupa e refrescando minha xaninha, não tô usando nada debaixo da saia, mas pra compensar a falta de calcinha, tenho um plug enfiado no meu cuzinho!
Eu (sorrindo e instintivamente também apertando a mão dela e falando baixo) – Cê é maluca, aqui é um local onde a gente tem que se agachar pra ver as coisas nas prateleiras e alguém poderá descobrir que você tá sem calcinha!
Rosinha (sorrindo) – O risco de alguém descobrir que tô sem calcinha e ver minha xaninha ou a bunda me dá tesão!
Eu (curioso) – E o plug no cuzinho, não há risco dele cair?
Rosinha (sorrindo) – Se eu estivesse usando o menorzinho, talvez houvesse algum risco de escapar, mas estou usando o maior e este só sairá do meu cuzinho se alguém puxar!
Eu (sentindo meu pau pulsar dentro da cueca) – Acho melhor pararmos com essa conversa, pois meu pau tá pulando dentro da cueca e não será legal se ele ficar duro aqui na loja.
Rosinha (ignorando o que eu havia dito) – Oh, Fer, usar esse plug no meu rabinho é muito gostoso, ele me lembra o tempo todo que tenho cuzinho, sinto meu buraquinho meio aberto e apertando o plug dentro de mim. É muito bom!
Eu (rindo, mas um pouco tenso por sentir meu pinto endurecer e me afastando da minha esposa pra não mais ouvir as safadezas dela) – Pare com isso, já!
Consegui manter alguma distância da minha mulher e fui comprando o que precisava, mas fiquei de olho nela. Tudo parecia ter se acalmado até que entramos num corredor lateral da loja onde não havia ninguém e minha esposinha resolveu se exibir. Depois de olhar pra frente e pra mim, que estava atrás dela, sorriu, levantou a saia e mostrou a bunda onde se destacava o plug com uma pedra brilhante na cor cristal. Olhei pra atrás e, não vendo ninguém, me senti mais tranquilo. O meu sorriso de aprovação deve ter incentivado ela que, em seguida, se curvou pra frente até tocar as mãos nos pés e, mantendo as pernas esticadas, exibiu desavergonhadamente a xaninha linda coberta com pelinhos curtos e também o cuzinho, ou melhor, o plug que cobria as pregas do seu furinho traseiro que gulosamente comia aquele enfeite. Foi uma exibição rápida, de uns poucos segundos e logo ela se recompôs, mas que foi suficiente pra fazer meu pinto pular de alegria dentro da cueca.
Eu (me aproximando dela e falando baixinho) – Putinha!
Ela sorriu e seguiu rebolando na minha frente. Ahhh, quanta alegria e energia tem a minha amada! Amo ela de paixão! Continuamos as compras até que, em novo corredor sem movimento, ela se agachou de frente pra mim e me presenteou com a visão da sua xotinha linda entre as pernas abertas. Foi um exibicionismo rápido e ela logo se levantou. E assim fomos seguindo pela loja, ela se exibindo pra mim quando tinha uma oportunidade, e eu tentando me concentrar nas compras pra não esquecer nada importante. Estávamos terminando de andar pela loja quando a Rosinha resolveu me provocar outra vez. Antes de se exibir, pediu baixinho que eu fizesse fotos dela e, mesmo não gostando de imagens íntimas no celular, resolvi abrir uma exceção. Após me certificar de que não havia ninguém por perto, fiz sinal positivo pra que ela se mostrasse. Ela se virou de costas, levantou a saia e se curvou com as pernas esticadas até apoiar as mãos nos pés e, com o rosto entre os joelhos, me presenteou com o sorriso mais sapeca do mundo. Rapidamente fui fazendo algumas fotos do belo traseiro da minha esposa enfeitado com o plug preso no cuzinho e também da xaninha linda cujos pelinhos, ainda curtos, permitiam ver a fenda entre os grandes lábios que escondiam a portinha do paraíso. Não sei se nos empolgamos e demoramos demais fazendo as fotos ou se foi azar; o fato é que fomos flagrados por uma mulher que entrou apressada naquele corredor, por trás de mim. Ao ver minha esposinha naquela posição, a mulher parou estática e, admirada, arregalou os olhos e abriu um largo sorriso. Eu e a Rosinha nos assustamos e tentamos nos recompor rapidamente, mas aquela estranha já havia visto a arte que eu e minha esposa estávamos fazendo. Vendo nosso embaraço, ela, educadamente, disse que não nos preocupássemos, pois ela e o marido também gostavam de se fotografar intimamente em locais públicos. Respiramos fundo sentindo o coração acelerado e, aos poucos, ouvindo aquela mulher se desculpando com um forte sotaque espanhol, fomos nos acalmando até que consegui prestar atenção em suas características físicas. Era uma negra belíssima de cabelos trançados, exibia um corpo escultural vestido com roupas justas de academia que acentuavam suas belas curvas, característica marcante da maioria das mulheres negras. Num olhar rápido, porém mais atento, percebi que a bela mulher usava sutiã e calcinha debaixo da roupa colada, ambos de tamanho médio. Ainda assustados com o flagrante, eu e a Rosinha ouvíamos o que ela falava quando apareceu um sujeito, também negro e sorridente que se identificou como sendo o marido daquela mulher. Maria e Bruno eram os seus nomes. Era um casal de idade semelhante à nossa, ambos negros, peso e altura proporcionais sendo ele alto e exibindo uma cabeça brilhante caprichosamente raspada com lâmina de barbear. Eles tentaram prolongar a conversa, mas eu e a Rosinha, ainda assustados e tímidos após o flagrante, educadamente dissemos que precisávamos continuar as compras e nos afastamos deles.
Eu (junto da Rosinha e longe do casal Maria e Bruno) – Ufa! Que susto!
Rosinha (já mais tranquila e sorrindo) – Meu coração parecia que iria pular fora do peito, mas já me acalmei! (me encarando com um olhar de quem tramava uma arte) – Amor, a Maria disse que eles também gostam de se exibir; que tal continuarmos a brincadeira e eu me mostrar um pouco mais pra eles?
Fiquei mudo pensando no assunto e, ao considerar que o casal parecia estrangeiro e em breve iríamos embora e não mais nos veríamos, não vi inconveniente de brincarmos mais um pouco, tomando o cuidado, claro, para não sermos flagrados novamente por outras pessoas.
Rosinha (diante da minha falta de resposta) – Que bom que você topou, Fer, vamos continuar brincando, então!
Apesar do susto de minutos atrás, eu já havia recobrado a calma e deixei que a minha esposa safada fizesse o que bem entendesse. Minha Rosinha, minutos depois, voltou a encontrar o casal num corredor mais adiante. Oportunista, ela não perdeu tempo e, ao ver o casal de negros próximo a ela, se agachou fingindo olhar algo na prateleira mais baixa e abriu as pernas, não exageradamente, mas o suficiente pra que a Maria visse outra vez a frutinha linda que ela exibia aos seus olhos curiosos. A bela negra foi até o marido, que estava de costas pra ela, e o chamou apontando com os olhos o exibicionismo descarado da minha mulher. Minha esposa safada, ao ver que o Bruno e a esposa apreciavam sem moderação o seu espetacular entre coxas, abriu um pouco mais as pernas pra que o negão pudesse ter uma visão mais ampla da belíssima paisagem entre as suas coxas. Me mantive afastado, mas de olho no casal e na minha esposa sem vergonha que parecia estar se divertindo muito ao mostrar sua xaninha linda aos dois estranhos. Vendo a excitante cena na qual a Rosinha continuou agachada, fingindo que nada especial estava mostrando, senti meu pau pular dentro da cueca. O sujeito, com o olhar fixo entre as coxas da minha mulher, pareceu ser atingido por uma euforia e um enorme sorriso se abriu no seu rosto, mas não fez nenhum movimento pra se aproximar dela. Mas também não escondeu sua empolgação e indiscretamente enfiou a mão dentro da calça ajeitando pro lado o pau que fazia volume debaixo da roupa.
Rosinha (se levantando, sorrindo, se aproximando de mim e empinando a bunda) – Amor, levante minha saia e mostre minha bunda pra eles, quero que vejam que estou usando um plug no cuzinho!
Eu, meio desconfiado, olhei pro casal que fingia procurar coisas nas prateleiras, embora continuassem olhando pra nós e, após me certificar de que ninguém mais nos via, lentamente levantei a saia da minha esposa e mostrei ao casal a pedra brilhante do plug encravado no seu furinho anal. Os dois ficaram eufóricos ao ver aquele enfeite tornando ainda mais bonito o rabo da minha esposa, sorriram pra nós e nos surpreenderam quando a Maria, sem sequer olhar pros lados, enfiou uma das mãos dentro da sua calça e a outra dentro da calça do marido. Eu e a Rosinha, vendo os movimentos que a negra fazia acariciando a xota e massageando o pau do marido, trocamos olhares e sorrimos surpresos por tamanha ousadia naquele local público. Eu e minha esposa, temendo que a brincadeira passasse dos limites razoáveis, outra vez nos afastamos após uma desculpa educada. Daquele momento em diante demos um jeito de terminarmos nossas compras, embora a vontade fosse continuar nossos joguinhos exibicionistas. Passamos pelo caixa, pagamos e resolvemos comer um salgado na lanchonete e tomar uma cerveja gelada pra espantar o calor. Minutos depois vimos o casal novamente e, após pagar suas compras, vieram até nossa mesa. Sorridentes perguntaram se podiam se sentar junto a nós e também tomar cerveja. Surpresos, eu e a Rosinha apontamos as cadeiras ao lado sugerindo que nos fizessem companhia. A partir daí o papo fluiu. Soubemos que eram espanhóis trabalhando no Brasil há alguns anos e constantemente viajavam, indo e voltando de um país a outro. A prosa seguia animada até que eu disse que precisávamos ir embora e foi nessa hora que a Maria nos surpreendeu:
Maria (sorrindo) – Espero que desculpem nosso atrevimento, mas há oportunidades que aparecem uma só vez e não devem ser perdidas; eu e o Bruno queremos que saibam que gostamos muito de vocês.
Bruno (tímido) – Espero que não se ofendam com o que vou dizer; somos um casal que curte sexo liberal e estamos à procura de outros casais para amizade e algo mais. Apesar de não sabermos se vocês também curtem brincadeiras entre casais, não queremos perder a oportunidade de, caso vocês também sejam liberais ou pretendam ser iniciados no mundo liberal, de deixarmos nossos telefones para nos conhecer melhor.
Maria (interrompendo e sorrindo) – Poderíamos nos encontrar num barzinho ou restaurante, conversar sobre nós, falar de desejos e fantasias e, havendo afinidades, talvez curtirmos uma brincadeira íntima entre casais.
Eu (sorrindo surpreso pela ousadia do casal e não encontrando palavras) – Ufa!
Rosinha (tão surpresa quanto eu e sorrindo tímida) – Eu e o Fer temos muitas fantasias, mas não temos experiência nenhuma no assunto e...
Eu (interrompendo e tentando finalizar a prosa) – Podemos, sim, trocar telefones, irmos pra casa e pensar e, talvez no futuro possamos nos encontrar e trocar ideias...
Bruno (sorrindo) – Desculpem se assustamos vocês por termos sido tão diretos no assunto, mas não queremos perder vocês sem trocarmos, ao menos, nossos telefones.
Pegamos os celulares e começamos a marcar nossos números num clima que parecia bem leve pro casal Maria e Bruno, razoável para a Rosinha e bastante pesado pra mim; de tão tenso eu estava, não encontrava palavras pra continuar o papo. Antes de sairmos, tivemos nova surpresa quando a Maria perguntou:
Maria (sorrindo) – Podemos fazer uma foto da Rosinha por debaixo da mesa? (diante da nossa surpresa, ela explicou) – Gostaríamos de ter uma imagem, uma lembrança de vocês. (sorrindo com cara de safada depois de olhar pro marido) – Hoje à noite eu e o Bruno vamos transar pensando em vocês e, se tivermos alguma foto, vamos gozar muito mais gostoso imaginando coisas deliciosas entre nós quatro!
Rosinha (olhando pra mim, sorrindo tímida e respondendo ao meu olhar de dúvida) – Aqui na lanchonete, não, Fer, mas não vejo mal algum se formos pro carro e fazermos fotos sem mostrar o rosto! (olhando pro casal e sorrindo) – Mas também vamos querer fotos de vocês dois! Pode ser?
Sorrimos com a pequena chantagem que a Rosinha fazia, afinal, é dando que se recebe! Antes de sairmos a Maria convidou minha esposa para irem ao banheiro e seguiram juntas enquanto eu e o Bruno terminávamos a cerveja. O tempo passava e elas não voltavam e, ao perceber minha inquietação, o Bruno brincou:
Bruno (sorrindo) – Mulheres detestam ir ao banheiro sozinhas, sempre gostam de companhia. Relaxe, elas logo voltarão.
Mais alguns minutos e vi as duas voltando sorridentes, mas a Rosinha parecia agitada, seu rosto estava vermelho e percebi seus mamilos durinhos parecendo que iriam furar o tecido. Foi nessa hora que me lembrei que, ao sair de casa, ela usava sutiã, mas agora eu via de longe que ela tinha os peitos livres sob a roupa fina. Vi também que a Maria não mais usava o sutiã e tampouco a calcinha, pois ao chegar na mesa e tirar a bolsa da frente da xana, percebi a malha justa da sua calça marcando escandalosamente a buceta, cujo tecido moldava os lábios volumosos entrando entre eles e desenhando a sua fenda íntima. E mais, o tecido cinza claro estava escuro naquela região denunciando a umidade que brotava daquele sexo escandalosamente volumoso. Sorridentes, elas se curvaram e nos beijaram na boca, um beijo bem escandaloso considerando o ambiente em que estávamos. Senti quando a Rosinha colou seus lábios aos meus e enfiando a língua na minha boca, que ela parecia me dizer algo. Apurei o olfato e o paladar e senti um aroma e sabor diferentes, os quais não consegui identificar naquele momento. Mas no segundo seguinte quando ela, em pé, me abraçando por trás e disfarçadamente deslizando os dedos sob as minhas narinas, pude saber qual foi a mensagem que ela quis transmitir quando me beijou. O cheiro em seus dedos tinham um aroma que eu tão bem conhecia: cheiro de buceta! Senti um arrepio percorrer meu corpo e meu cérebro foi à mil imaginando o que havia acontecido entre aquelas duas mulheres durante o tempo em que estiveram no banheiro. Olhei pro Bruno sentado em frente a nós e a Maria repetia nele o que a Rosinha fazia em mim, ela deslizava os dedos debaixo do nariz do marido e cochichava algo em seu ouvido que não pudemos ouvir, mas o fez abrir um largo sorriso. Eu, tenso, com o coração acelerado e querendo sair daquele lugar, pois as sacanagens que fazíamos poderiam ser percebidas por outras pessoas, convidei todos a nos levantarmos.
O casal sorriu e saímos dali, eu me sentia meio atordoado com tantas novidades acontecendo ao mesmo tempo. Seguimos rumo ao carro deles, já que estava parado na periferia do estacionamento e mais longe de olhares curiosos. Ao chegarmos no carro, de vidros muito escuros, o casal agia com tranquilidade parecendo que estavam acostumados com situações daquele tipo, mas eu estava tenso. Ao chegar no carro eu, além de tenso, estava desconfiado, pois o casal era totalmente desconhecido e até de assalto eu tinha medo. Também desconfiado de câmeras de monitoramento, procurei e encontrei duas que certamente vigiavam aquela região. Discretamente comentei com todos e achamos melhor fazer as fotos dentro do carro, no banco de trás. Abrimos as portas e fomos nos acomodando, eu e a Rosinha sentamos nos bancos dianteiros. No interior do veículo, me senti um pouco mais tranquilo quanto às câmeras e também quanto ao casal, afinal, estando eles no banco de trás, achei que não tinham más intenções. Mas eu ainda estava tenso com os acontecimentos, principalmente quando olhei pra trás e vi os dois se abraçando e se beijando. Achei que apenas iríamos nos exibir, fazer umas fotos e irmos embora, mas eles estavam namorando. O Bruno foi mais ousado e imediatamente baixou até os tornozelos sua calça de moletom juntamente com a cueca exibindo aos nossos olhos um pinto preto meio mole, meio duro e totalmente raspado. Quando vi aquilo imaginei que a Rosinha iria gostar, pois o pau, além de ser novidade pra ela por ser preto, tinha a cabeça coberta e parecia ser um pouco mais grossa que o restante da pica. Sorri pra ela com um olhar interrogativo.
Rosinha (sorrindo de volta pra mim e me provocando, movimentando os lábios sem emitir som) – O pau dele é bonito!
O casal continuou se amassando e logo os peitos da Maria foram expostos pelo marido que fez questão de pegá-los por baixo e, sorrindo, balançou aquelas tetas lindas pra nós. Em seguida o Bruno, ajudado pela esposa que levantou a bunda, puxou sua calça justa e a empurrou até os tornozelos expondo a nudez do seu ventre, das suas coxas e da sua xana lindamente negra, também raspada e brilhante molhada dos sucos lubrificantes. Incentivada pelo marido que abria suas coxas, aquela mulher descaradamente sentou-se na beirada do banco e arreganhou as pernas exibindo sua fruta de lábios negros contrastando com as carnes internas rosadas. Que coisa linda! Meu coração acelerou! Eu e a Rosinha estávamos tão distraídos apreciando aquele espetáculo que nos esquecemos de fazer as fotos.
Maria (sorrindo pra nós, pegando no pau do marido que estava duro como uma rocha, puxando a pele e expondo uma cabeça meio rosada, meio roxa, contrastando com a pele negra do corpo do pau) – Vocês não vão fazer fotos nossas?
Pegos de surpresa, eu e a Rosinha trocamos olhares e, ainda meio perdidos naquele turbilhão de sensações, pegamos meu celular e começamos a fotografar o casal que fazia poses pra nós, desde as mais recatadas, fingindo timidez, até aquelas mais ousadas e descaradas, tipo “fotos ginecológicas”. Depois de algumas fotos o casal se movimentou e pensei que iriam se recompor pra que eu e a Rosinha fossemos pro banco de trás, mas fomos surpreendidos quando o Bruno se ajeitou com o pau apontando pro teto e a Maria foi por cima dele. De costas pra nós ela, antes de sentar, virou-se, sorriu e disse:
Maria (sorrindo) – Vamos meter um pouquinho pra que vocês possam fazer fotos e levar pra casa pra não se esquecerem de nós! (abaixando a bunda e engolindo com a xana a pica do marido) – Ufffff, que delícia de pau entrando na minha buceta!
Estávamos apreciando e fotografando a bela bunda e o cuzinho negros subindo e descendo quando o vigilante que patrulhava o estacionamento passou de moto a duas quadras de nós. Ficamos preocupados, mas ele logo foi embora parecendo que nada suspeitava do que acontecia no interior daquele carro. Quando me senti mais tranquilo, eu disse que havia feito várias fotos e sugeri que seria melhor trocarmos de lugar pra que eles também pudessem nos fotografar. O casal desfez o engate entre eles e se sentaram exibindo seus sexos molhados e brilhantes aos nossos olhos. Fiz mais umas fotos e sugeri trocarmos de lugar, pois ainda estava preocupado com os vigilantes do estacionamento. A dificuldade surgiu quando o casal quis vir pra frente passando pelo meio dos bancos dianteiros. Eles não quiseram se vestir; disseram que sair pelas portas traseiras e retornar pelas dianteiras poderia chamar a atenção do vigilante. Respirei fundo e nada disse, afinal eu e a Rosinha estávamos no carro deles. Só que, com as calças nos tornozelos, ficou impossível eles se movimentarem e, pra mais uma surpresa nossa, eles tiraram completamente a roupa da cintura pra baixo. Meu coração acelerou imaginando como eu e a Rosinha iríamos pra trás e eles viriam pra frente. Decidimos assim: eu iria pra trás junto com eles e o Bruno viria pra frente, depois a Rosinha iria pra junto de mim lá atrás e a Maria viria ficar com o marido na frente. Razoável a ideia, caso eles não estivessem pelados da cintura pra baixo!
Maria (sorrindo pra nós e fazendo a sua sugestão pra mudarmos) – Pra que vocês tenham mais liberdade de movimentos, seria melhor tirarem as roupas aí na frente e virem pelados aqui pra trás!
Eu (assustando com o rumo dos acontecimentos, recusei a ideia) – Melhor irmos aí pra trás vestidos e depois tiraremos nossas roupas.
Eu seria o primeiro a ir. Olhei pra trás e o Bruno estava na lateral e a Maria no centro do banco. Pensei que, se houvesse algum toque de corpos, seria com ela; menos mal! E fui me movimentando, me contorcendo até que consegui passar entre os bancos dianteiros e sentei-me ao lado daquela preta linda sentindo o seu cheiro de fêmea no cio que fez meu pau pular de tão duro dentro da cueca. Em seguida o Bruno, pelado da cintura pra baixo e de pau duríssimo, se apertou entre os bancos, atravessou e sentou-se ao lado da minha Rosinha. Na posição em que eu estava, pude ver o olhar indiscreto e de puro desejo da minha mulher para a pica preta daquele sujeito sentado ao lado dela. Ciúme ou tesão? Acho que senti os dois! Depois veio a Rosinha se apertando entre os bancos até que conseguiu sentar ao meu lado. Percebi o olhar de desejo do Bruno ao ver minha esposa por trás, pois, estando ela de saia curta e sem calcinha, ele deve ter tido uma belíssima visão das intimidades da minha amada. Percebi também que antes da Maria se movimentar pra ir pra frente, ela e a Rosinha se tocaram nas coxas com as mãos. A Maria, sem pressa alguma, depois de se contorcer, passou lentamente pro banco dianteiro nos dando a fantástica visão do seu entre coxas e do belo traseiro. Eu e a Rosinha trocamos olhares maliciosos enquanto apreciávamos a xana negra de carnes rosadas e o cuzinho, também muito negro que sua dona piscou várias vezes quando estava com ele virado pra nós. Bem, havia chegado a hora de eu e a minha esposa nos exibirmos ao casal pra que eles fizessem fotos nossas. Sentindo meu pau doendo de duro apertado dentro da roupa, eu quis ser o primeiro a tirar a bermuda pra aliviar o incômodo. Sentei-me na beirada do banco e minha esposa, sorridente, me ajudou a tirar a roupa. Incentivado pela Rosinha, tirei a bermuda pelos pés ficando totalmente pelado da cintura pra baixo e exibi orgulhoso o meu cacete que brilhava de tão duro. Minha esposa, sorrindo pra mim, agarrou minha pica dura pela base, massageou e, parecendo orgulhosa, a exibiu ao casal que fazia fotos seguidas. Vi que, enquanto a Maria fazia fotos do meu pau, o Bruno colocou a mão entre as pernas dela e, enfiando e mexendo o dedo na racha da esposa, perguntou baixinho: “Gostou do pau dele?” Sorrindo, ela respondeu: “Adorei!” Já mais confortável por estar pelado da cintura pra baixo, me dediquei a despir e exibir a minha amada aos olhos curiosos daquele casal de negros. Tirei a parte de cima mostrando os belos peitos de bicos endurecidos e, em seguida, puxei a pequenina saia pra baixo até tirá-la completamente pelos pés. Em seguida puxei seu quadril fazendo ela sentar na beirada do banco e abri suas pernas exibindo aquela xana linda coberta por pelinhos curtos e sedosos, mas que não escondiam a fenda íntima. Como se já não fosse o suficiente o que eu fazia com minha amada esposa, abri os lábios daquela xota quente e molhada mostrando ao casal a portinha do paraíso. Sorrindo e fazendo fotos seguidas, a Maria pediu: “Abra a bunda dela pra eu fotografar o plug no cuzinho!” Eu iria atender ao pedido, mas a Rosinha foi mais rápida e, antes que eu abrisse suas nádegas, ela se movimentou vindo por cima de mim e, montando meu corpo, comeu meu pau engolindo ele inteiro com a buceta gulosa e pedindo:
Rosinha (me encarando, esfregando seus peitos no meu e a buceta no meu púbis) – Abre minha bunda pra eles verem meu plug!
Caros leitores, fiz mais que simplesmente atender ao pedido da minha esposa. Além de abrir suas nádegas e deixar que o casal fizesse fotos do belo rabo da minha mulher, peguei na base do plug e lentamente comecei a puxá-lo pra fora do buraquinho apertado. Nos olhamos e ela parecia duvidar que eu iria tirar completamente aquele enfeite que tornava o seu cuzinho ainda mais atraente, mas eu estava decidido a exibir o furinho anal da minha esposa àquelas pessoas que mal conhecíamos. Lenta e carinhosamente fui puxando o plug até que as preguinhas se abriram deixando escapar aquele enfeite anal. E foi nessa hora que ouvi o gemido e a provocação da minha esposa ao sentir o objeto metálico saindo do seu buraquinho traseiro:
Rosinha (com voz de tarada falando no meu ouvido pra que eles não ouvissem) – Ufffff, ai, corninho, tá gostando de exibir meu cuzinho pra outras pessoas?
Minha resposta foi um sorriso e uma metida de baixo pra cima na sua buceta. Esperei que o casal fizesse mais algumas fotos do cuzinho da minha Rosinha e devolvi o plug ao buraquinho que outra vez agasalhou aquele adorno anal.
Rosinha (rebolando lentamente no meu pau e murmurando no meu ouvido) – Fer, esse cheiro de pau e de buceta estão me alucinando, tô muito tesuda e se não pararmos com essa safadeza agora e sairmos daqui vou pedir pra esse negão gostoso meter o pau preto em mim aqui no banco de trás.
Realmente aquele ambiente estava cheirando a sexo, pau e a buceta metida. Eu, percebendo que aquela situação poderia sair do controle, pois eu também estava fissurado por aquela preta gostosa, principalmente depois que senti o cheiro dela, achei melhor pensar mais com a cabeça de cima e menos com a de baixo.
Eu (segurando a Rosinha pela cintura, fazendo ela parar de se movimentar e tentando achar as palavras corretas para interromper aquela deliciosa brincadeira) – Pessoal, acho melhor pararmos, pois faz um bom tempo que estamos aqui e os movimentos do carro balançando pode chamar a atenção do vigilante.
Com sorrisos de decepção nos rostos, mas concordando comigo, todos resolveram que era melhor finalizar nossa safadeza, afinal ninguém gostaria de passar pela vergonha de sermos abordados pelo segurança da loja. Mas, antes de começarmos a vestir as roupas a Maria, depois de olhar pro Bruno, sorriu pra nós e perguntou:
Maria (com um olhar malicioso) – Eu gostaria de fazer uma última foto, se vocês concordarem. (expressando seu desejo depois de ver a expressão de curiosidade em meu rosto e da Rosinha) – Eu gostaria de fazer uma foto segurando o pinto do Fernando! (diante da nossa surpresa) – Uma foto bem rapidinha, só pra depois eu poder apreciar o contraste das nossas cores! (sorrindo, quase implorando) - Por favor, aceitem, será bem rápido!
Meu coração acelerou e eu não sabia o que responder, mas a minha esposa safada logo deu a resposta que me tirou o fôlego:
Rosinha (sorrindo pra mim e pro casal) – Tudo bem, eu deixo a Maria pegar no pau do meu marido, mas também vou querer fazer uma foto igual com o Bruno! Concordam?
Eu pensava no quanto a Rosinha era safada e nem deu tempo pra responder quando vi a Maria sorrindo pra mim, mostrando sua boca grande e linda de dentes muito brancos. Que belo sorriso tem aquela mulher! Movimentando o dedo ela me chamava pra que eu me aproximasse e eu, atônito, sem raciocinar direito, movimentei-me para o meio do carro e, sentado na beirada do assento, projetei meu quadril pra frente oferecendo àquela bela negra o meu pinto branco, extremamente duro, e ainda molhado dos sucos vaginais da minha mulher. Caros leitores, que sensação divina ter meu pau envolvido por aquela mão bem cuidada e muito quente. A cor negra dos seus dedos finos e delicados contrastando com o meu pau branco, meio rosado, aumentou ainda mais o tesão que eu sentia. A Maria não apenas segurou meu pau, ela o agarrou com firmeza e massageava, quase punhetando, quebrando a promessa de que iria apenas segurar um pouquinho pro marido fotografar. O Bruno fazia fotos sem pressa enquanto sua esposa aproveitava pra deslizar o dedão sobre minha uretra que vertia o mel do meu pau. A Rosinha, ao meu lado, sorria parecendo feliz ao ver o meu estado de êxtase sentindo aquela mão delicada, carinhosa e ao mesmo tempo atrevida agarrando minha pica. Acho que eu teria ficado ali curtindo aquele prazer até que aquela mulher me fizesse gozar em sua mão, mas desta vez foi a Rosinha quem interrompeu a brincadeira:
Rosinha (fingindo dar bronca na Maria) – Agora, chega, Maria, Tô vendo que o Fer tá muito tesudo e é melhor você largar o pau do meu marido antes que ele goze nos seus dedos. E, além disso, chegou a minha vez de fazer fotos com o Bruno; eu também quero ver o contraste da minha mão branca no pau preto dele!
Rimos da espontaneidade da Rosinha e a Maria, meio a contragosto, largou meu pinto cedendo espaço pro seu marido vir até o vão entre os bancos e oferecer aquela picona preta pra minha mulher. A Rosinha olhou pra mim rindo do atrevimento daquele homem e, fingindo-se de tímida, foi esticando o braço lentamente como se estivesse com medo de pegar naquela pica dura, negra com veias salientes, mas que a estava atraindo de uma forma perigosa. Não sei se por extinto ou por puro exibicionismo, minha esposa, ao agarrar a vara preta com uma mão, enfiou a outra entre suas coxas e iniciou carícias entre os lábios da xota. O tesão dela era tamanho que ela não conseguia esconder o tesão que sentia naquele momento. Imitando a Maria, a Rosinha também massageou o pau do Bruno desde a base até a cabeça onde deslizou seus dedos sobre uma gota de lubrificante que ela fazia brotar daquela pica. Eu estava tão distraído com a cena que me esqueci de fazer as fotos e, então, a Maria começou a fotografar a pica do marido envolvida, acariciada e massageada pela mão habilidosa da minha esposa. Percebi nas expressões do Bruno o enorme prazer que ele sentia com a mão da minha mulher praticamente punhetando a sua pica. Sem perceber agi por instinto e, vendo a cena da mão branca e delicada da minha esposa agarrando aquele cacete preto, peguei meu pau, apertei e iniciei uma punheta. Ufa! Acho que eu teria gozado assistindo minha mulher com aquele negro, mas quando percebei que ela começava a se inclinar pro lado daquela vara dando todos os sinais que iria abocanhar aquilo, recobrei meu juízo e interrompi o seu ato instintivo:
Eu (delicadamente segurando no pulso da Rosinha) – Amor, melhor pararmos por aqui, já fizemos as fotos e é melhor irmos embora antes de sermos flagrados pelo segurança da loja.
Embora tenha feito uma carinha de decepção, a Rosinha concordou comigo. Vestimos nossas roupas, eu e o Bruno sofrendo pra acomodar as picas duras dentro da roupa e logo estávamos todos prontos pra irmos pra casa. Verificamos as fotos nos celulares nossos e deles e apagamos aquelas em que aparecia nossos rostos. Em seguida enviamos as imagens que tínhamos e recebemos as deles. Na despedida beijei a Maria no rosto e o Bruno fez o mesmo com a Rosinha, mas minha esposa e a Maria trocaram um selinho rápido nos lábios.
Rosinha (despedindo) – Maria e Bruno, foi um prazer conhecer vocês!
Maria (sorridente e maliciosa) – Esperamos, eu e o Bruno, que possamos nos encontrar outras vezes em um local mais aconchegante e multiplicar o prazer que sentimos hoje!
Com pernas e braços trêmulos, coração acelerado e respiração ofegante, andei com a Rosinha pelo estacionamento procurando nosso carro. Ao entrarmos, saí logo, pois queria ir pra casa e aliviar o enorme tesão que me alucinava. Minha mulher, sem afivelar o cinto de segurança, abriu o vidro e puxou a saia pra cima sentando-se no banco com a bunda nua. Em seguida curvou-se pro meu lado, quase deitando no pouco espaço disponível e, além disso, apoiou um dos pés no alto da porta e o outro no painel arreganhando as pernas e mostrando a xota pra quem passasse ao nosso lado.
Rosinha (abrindo minha bermuda, agarrando e abocanhando minha pica que continuava dura) – Delícia de cacete você tem, Fer! Tô sonhando ver essa sua pica branca dentro de uma buceta preta!
Eu dirigia com cuidado, pois a Rosinha não usava o cinto de segurança e também estava toda arreganhada pra quem olhasse pra nós. Devagar eu ia evitando passar perto de pessoas até que saímos do estacionamento. Ao contornar o terreno da loja, vi à frente diversos caminhões esperando pra descarregar produtos.
Eu (parando o carro distante dos trabalhadores e próximo à calçada) – Rosinha, melhor você se sentar direito ou ao menos fechar o vidro, pois tem vários caminhões e trabalhadores logo ali na frente.
Rosinha (tirando meu pau da boca, levantando a camisa expondo também os peitos, além de puxar a saia pra cima, erguer o quadril e arreganhar as pernas num gesto explícito de exibicionismo) – Vai, continue dirigindo, tô muito tesuda e doida pra dar, quero mostrar minha buceta pra todos eles; vai, passe devagar pra que eles possam me ver com as pernas abertas!
Se eu não estivesse tão excitado, certamente passaria em alta velocidade para que os trabalhadores não vissem a minha mulher se exibindo como uma puta, mas o meu tesão era tamanho que passei devagar deixando que aqueles homens vissem o corpo semi nu da minha esposa que se exibia de pernas abertas, além de mostrar os peitos. Não sei se foi possível eles verem também o plug que ainda estava enfiado no cuzinho dela, mas depois que passei, ouvi os gritos de incentivo e, pelo retrovisor, vi os gestos de aprovação. Antes de entrar na rodovia, fiz com que a Rosinha se sentasse corretamente, afivelasse o cinto e cobrisse os peitos, pois eu não queria ser parado pela polícia. Seguimos direto pra casa e, nem bem havia desligado o carro na garagem, a minha mulher me chamou:
Rosinha (vindo até mim, me puxando pela mão) – Vamos, Fer, venha pra cama que tô doidinha pra abrir as pernas pra você!
Apressadamente peguei as sacolas de compras e segui quase arrastado pela minha esposa que me puxava pra nossa casinha. Larguei as compras no sofá da sala e fui literalmente empurrado pro nosso quarto. Tiramos nossa roupa às pressas e me deitei esperando que a minha esposinha tarada endurecesse meu pau.
Eu (provocando minha mulher, apesar de sentir meu pau pulsando) – Hiiiii, meu pau tá mole, e eu nem sei se vai endurecer, pois hoje ele ficou duro durante muito tempo!
Rosinha (com um sorriso safado, empurrando minhas pernas pra cima e me colocando na posição frango assado) – Deixe comigo, Fer, vou endurecer esse pinto mole em poucos segundos!
Logo que ouvi isso fui surpreendido quando a Rosinha agarrou meu saco com a mão esquerda e puxou pra baixo rumo ao meu cu, pois ela sabe que isso me dá o maior tesão. Em seguida ela se curvou e cuspiu no meu furinho e, sem qualquer preparação ou sinal do que iria fazer, enfiou um dedo no meu rabo profundamente e começou a movimentar pra frente e pra trás, fodendo meu cu com seu dedo duro. Eu iria protestar, mas não consegui, pois, apesar da surpresa, aquele vai e vem do dedo da minha putinha no meu rabo estava fazendo meu pau endurecer numa velocidade espantosa.
Rosinha (sorrindo) – Tá vendo, amor, como seu pau endurece rapidinho quando enfio meu dedo no seu cu!
Meu pinto nem havia endurecido totalmente quando a Rosinha montou em mim e, desesperada, sentou na minha pica comendo ela com sua buceta gulosa. Com as mãos apoiadas no meu peito, ela iniciou um rebolado frenético e meu pinto terminou de endurecer dentro daquela toquinha deliciosa. Sentindo o enorme prazer que ela me proporcionava, eu me preparava para retardar meu gozo, pois a minha excitação estava altíssima desde o encontro com o casal Bruno e Maria. Mas quando a Rosinha começou a levantar o quadril até sobrar dentro dela somente a cabeça do meu cacete e depois se deixava cair sobre meu púbis fazendo barulho de corpos se chocando. Senti que eu não aguentaria por muito tempo.
Eu (tentando segurar o quadril dela e impedindo os movimentos de sobe e desce) – Pare, pare já ou eu vou gozar!
Rosinha (sentando, empurrando a buceta contra minha pica e esfregando o grelinho no meu púbis) – Tente segurar seu gozo, amor, mas eu não vou conseguir segurar o meu, ai, tô muito tesuda, ufa, vou gozar, ai, tá vindo, tá vindo, que delíciaaa, tô gozandooo!
Eu também não resisti ao tesão reprimido a ao enorme prazer de sentir meu cacete dentro da minha amada. Aquela trepada durou pouco mais que um minuto e gozamos juntos. Que delícia! Com o coração acelerado e ofegante, pensei que iríamos descansar, mas fui surpreendido!
Rosinha (deitada sobre mim, respirando pesada e deliciosamente próximo da minha orelha) – Oh, Fer, gozei, mas ainda não tô satisfeita, quero mais, preciso gozar mais, ainda tô cheia de tesão!
Ao dizer isso ela desfez nossa conexão e, repetindo os mesmos movimentos que havia feito antes pra sentar no meu pau, ela se virou em posição invertida e sentou-se na minha cara. E sentou com a buceta na minha boca! Pressionou aquela racha cremosa e iniciou um rebolado de tal forma que o plug, ainda enfiado no seu cuzinho, roçava o meu nariz. Não se esqueçam, caros leitores, que eu havia gozado dentro dela segundos atrás. Sentir na minha cara o peso da minha esposa putinha e aquela buceta vertendo seus caldos junto com a minha porra que descia abundante das suas entranhas, me fez lembrar de proteger meus olhos, pois dizem que porra no olho arde demais. Segurei o quadril da minha mulher impedindo que ela continuasse rebolando, mas a buceta continuou sobre minha boca e, sem alternativa, eu ia engolindo o meu próprio creme à medida que a minha safada, contraindo a musculatura da região, expelia aquela meleca pra dentro da minha boca. Dois ou três minutos depois minha esposa anunciou que iria gozar outra vez:
Rosinha (gemendo) – Oh, amor, vou gozar outra vez, ai, que delíciaaaaa, tô gozandooo!
Logo depois que ela gozou, se deixou cair pesadamente sobre mim deitando sua cabeça sobre meu pinto amolecido e me deixando com a cara entre suas coxas. Que linda paisagem eu tinha diante dos meus olhos! Caros leitores, sou um fanático adorador do corpo feminino e gosto dele por inteiro, mas ter a cabeça entre as pernas de uma fêmea e poder apreciar a bunda, o cuzinho e a buceta, tudo ao mesmo tempo, é um dos meus maiores prazeres! Relaxei naquela posição e esperei que a minha amada descansasse. Minutos mais tarde ela rolou pro lado e cochilamos por um tempinho. Acordei primeiro e, mesmo estando preguiçoso, me levantei, fui ao quintal, tomei uma ducha pra despertar e fui fazer os diversos reparos nas casas do tio Carvalho e na do meu pai Júlio. Percebi depois que a Rosinha também se ocupou com as tarefas domésticas até que chegou a hora do jantar. Fizemos uma refeição leve, lavamos louça e fomos tomar cerveja no quintal. Quando cheguei ao banco a Rosinha já me esperava e eu, pra provocá-la, me ajoelhei sobre meus chinelos em frente a ela fazendo ela acreditar que eu queria lamber sua xana.
Rosinha (sorrindo) – Fer, não tenho nada contra você me cheirar e lamber antes do banho, mas hoje eu prefiro que você não enfie a cara entre as minhas pernas porque fiquei molhadinha várias vezes, já trepamos, eu gozei, você gozou dentro de mim e a perseguida tá com cheirinho de “vencida”!
Eu (sorrindo porque ela não queria abrir as pernas) – Abra as pernas, vai, só vou dar um cheirinho e uma lambidinha nessa bucetinha gostosa pra sentir o perfume e o sabor que tanto gosto! (implorando) – Deixe, por favor, meu pau tá pulando aqui dentro da cueca só de imaginar o cheiro da sua buceta!
Rosinha (sorrindo) – Tarado! Tire o short, deixe eu ver seu pau!
Fiquei em pé em frente a ela, baixei o short e mostrei meu pinto que dava uns pulinhos, mas ainda não estava endurecendo.
Rosinha (sorrindo) – Ele ainda está mole!
Eu – Quando eu sentir o cheiro da sua xana, ele vai crescer rapidinho!
Rosinha (levantando o vestidinho, abrindo as pernas e sentando na beirada do banco me oferecendo a xota) – Então vem cheirar minha xota, mas ela tá com cheirinho de usada, muito usada, tá! Depois não vá dizer que eu não avisei!
Tirei minha roupa e fiz questão de me posicionar de forma que minha mulher pudesse ver meu pau. Bastou olhar para aquelas coxas abertas e ver a racha linda pra senti minha pica pulsar. Aproximei meu rosto e, ao encostar o nariz na região do grelinho, que ainda estava dentro da sua casinha, senti o aroma daquela buceta mais intenso que o normal. Adorei! Meu pau começou a crescer no ritmo das batidas do coração e em segundos estava completamente duro.
Rosinha (acariciando meus cabelos) – Oh, amor, pensei que você não fosse gostar do meu cheirinho, mas seu pau ficou durão rapidinho! Que delícia! (se acomodando melhor, apoiando os pés na beirada do banco e se abrindo toda pra mim) – Já que você gostou tanto do cheirinho da minha xaninha usada, então agora eu deixo me lamber e chupar, vem, cola sua boca na minha rachinha, enfia a língua e sinta o gostinho de xota gozada!
Abri bem a boca tentando colocar dentro dela toda aquela fenda gostosa, molhada e saborosa que a minha esposa putinha me oferecia. Enfiando a língua o mais profundo que conseguia e tentando recolher o creme que certamente ainda restava dentro de suas entranhas, desejei, naquele momento, ter uma língua de uns vinte centímetros. Acho que eu teria continuado ali lambendo e chupando o sexo da minha esposa até ela gozar, mas ela interrompeu aquele carinho que eu lhe fazia:
Rosinha (empurrando minha cabeça com carinho, me afastando do seu entre coxas) – Fer, não quero gozar ainda, tenho planos para mais tarde e quero guardar energias. (se curvando e pegando no meu pinto duro) – Vem cá, deixe eu chupar seu cacete um pouquinho!
Minha Rosinha, ajoelhada sobre meus chinelos, chupou meu pau por uns poucos minutos, primeiro estando eu em pé e, depois, sentado no banco. Que boca quente e quanta habilidade tem minha mulher pra chupar uma pica!
Rosinha (encerrando a brincadeira) – Amor, vamos parar de safadeza, quero tomar um banho e lavar a perseguida. Depois que eu estiver bem limpinha e cheirosa pra você, quero ir pra cama e contar o que aconteceu entre eu e a Maria quando fomos juntas ao banheiro hoje pela manhã. Aliás, eu pensei que você iria me perguntar. Você não ficou curioso pra saber por que demoramos tanto?
Eu (sorrindo) – Claro que fiquei, mas achei que você iria me contar quando tivesse vontade.
Rosinha (olhando pra mim e acariciando meu pinto que amolecia) – Tô sentindo mais que vontade de contar, tô sentindo necessidade de falar tudo pra você, quero que saiba de tudo, detalhe por detalhe o que aconteceu comigo e a Maria naquele banheiro.
Terminamos nossa cerveja evitando o assunto sexo e conversando amenidades. Tomamos banho na ducha do quintal aproveitando o clima gostoso e fomos pelados pra nossa casinha. Ah, como é bom sentir a liberdade de não usar roupas. Escovamos os dentes e fomos pro quarto, o nosso ninho de amor onde certamente minha esposa faria endurecer meu pinto com seus carinhos e a história que tinha pra me contar.
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