ROSA FLOR 2 - Capítulo 29 – EXPERIMENTANDO NOVOS BRINQUEDOS

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 10372 palavras
Data: 04/04/2026 17:18:59
Assuntos: Grupal

Acordei na manhã de segunda-feira um pouco atrasado e segui rápido pro trabalho. Durante o trajeto eu estava tenso, pois iria falar com o meu chefe e pedir demissão e, além disso, tentaria conseguir dispensa imediata. Por sorte tudo correu bem, pois a empresa estava em vias de fazer corte de despesas e alguns empregados seriam demitidos e, então, pedi e consegui ser dispensado. Além desta boa notícia, recebi um zap da escola do curso noturno informando que a aula presencial daquela noite seria substituída por um vídeo que eu poderia assistir em casa. Trabalhei até o fim do expediente e segui feliz pra casa imaginando iniciar o quanto antes no novo emprego, na imobiliária do amigo do tio Carvalho. No trajeto mandei um zap pra Rosinha assim: “Não vou ao curso hoje, estou voltando pra casa e muito feliz devido a boas notícias. Quero comemorar. Tem uma frutinha cheirosinha aí pra mim!” A resposta veio logo em seguida: “Teeeeem! Sou todinha sua pra você fazer o que quiser!” Cheguei em casa feliz e contei pra minha amada a boa notícia da dispensa imediata no trabalho e que no dia seguinte eu iria conversar com o amigo do tio, dono da imobiliária, onde eu iria trabalhar. Abracei minha esposa, nos beijamos, trocamos algumas carícias rápidas e provoquei:

Eu (enfiando a mão debaixo do vestido, acariciando a xotinha desprotegida de calcinha) – Achei uma coisinha quentinha aqui embaixo, quero dar um cheirinho nela!

Rosinha (sorrindo e apoiando um pé sobre a mesa, arreganhando as pernas e facilitando o carinho que eu queria lhe fazer) – Fer, só um cheirinho, tá, nada além de um cheirinho! Estou com fome e preciso me alimentar.

Eu (me ajoelhando em frente à minha esposa, apreciando por alguns segundos aquela xaninha linda, encostando o nariz na fenda quentinha, aspirando com força o ar e sentindo aquele delicioso aroma natural de mulher, o melhor dos afrodisíacos) – Ufff, ufff, ufffff, que delícia esse cheirinho de buceta!

Rosinha (rindo, me empurrando e me afastando do seu entre coxas) – Tarado! Vá trocar de roupa que eu preciso terminar o jantar!

Fui até o quarto e tirei minha roupa e, antes de vestir outra mais leve e confortável, me olhei no espelho, apreciei meu pinto, meio mole, meio duro e senti orgulho da minha ferramenta que, apesar de não ser grande, estava sempre pronta pro “trabalho” e me proporcionava muito prazer. Quando eu voltava pra cozinha, vi que o computador ainda estava ligado na sala e, curioso, fui abrir as páginas abertas pra saber por onde minha esposa havia navegado. Era bastante comum eu fazer isso e ela nunca se importou. Fui abrindo as páginas e a maioria delas era de sítios eróticos e os assuntos eram ménage a trois (casal e mais alguém) e casais swingers (troca de casais). Vi algumas fotos e assisti rapidamente alguns trechos de vídeos mostrando casais fazendo sexo com outra mulher, ou com outro homem e, também com outro casal. Olhei aquilo por poucos minutos, mas suficientes pra fazerem meu pinto pulsar e crescer debaixo do short esportivo sem forro. A Rosinha me chamou pra jantar.

Rosinha (sorrindo ao ver meu short estufado pelo pinto meia bomba, vindo até mim e dando uma pegadinha nele por cima do tecido ) – Ah haaa, o meu maridinho safado estava vendo pornografia no computador e ficou de pau duro, heim!

Eu (dando uma palmada na bunda dela) – Eu só estava vendo o que você já viu hoje durante a tarde.

Nos sentamos à mesa e saboreamos a comida simples e deliciosa. Terminada a refeição, arrumamos a cozinha e fomos aproveitar o clima gostoso e tomar uma cerveja gelada no banco do quintal. Diferente das outras vezes, a Rosinha não sugeriu que tirássemos a roupa e, então, nos sentamos, eu vestindo o short esportivo e ela o vestidinho curto, um dos muitos que ela tem. Conversamos sobre nosso dia, contei em detalhes sobre a minha dispensa do trabalho e falei que iria, no dia seguinte, até a imobiliária combinar o início no novo emprego. Ela, depois de também me contar sobre o seu dia de trabalho, foi até a cozinha e trouxe o telefone celular, coisa que raramente fazia, pois temos um acordo de não usar celulares quando estamos conversando pra evitar que eles atrapalhem a nossa prosa.

Rosinha (sorrindo maliciosa) – Vou mandar uma mensagem pro tio Carvalho!

Sentados lado a lado, ela abriu o zap e escreveu: “E aí, tio, foi tudo bem a sua viagem de hoje cedo? Enquanto esteve sentado, lembrou-se de mim e da nossa brincadeira de ontem à noite?” Usando a malícia, ela perguntava se o cuzinho do tio estava dolorido depois da enrabada que ela deu nele na noite anterior. Sorrimos e aguardamos a resposta que não demorou: “Olá, minha sobrinha predileta, diga olá ao meu querido sobrinho Fernando que, imagino, está ao seu lado. Em resposta à sua pergunta, admito que durante toda a viagem eu me lembrei de você e, ainda agora, sempre que sento, ainda resta uma leve lembrança do seu desempenho em inverter os papéis. Adorei, minha linda! Abraços a vocês dois!”

Eu (sorrindo ao lembrar da minha esposa comendo a bunda do tio Carvalho na noite anterior) – E aí, Rosinha, gostou de enrabar o tio?

Rosinha (sorrindo) Adorei, Fer, o tio gosta muito de dar a bunda e eu quase gozei comendo o cuzinho dele; se eu tivesse me tocado no grelinho, teríamos gozado juntos! Ele contou que a tia Carmem conseguia gozar quando usava nele aquele consolão comprido, de duas pontas, uma ponta pra mulher e outra pro homem. Ele também disse que aquele outro consolo de encaixar na mulher dá mais prazer e facilita pra que ela goze; dá próxima vez vou usar um dos dois nele.

Confesso que ouvir minha esposa falando aquilo me causou ciúme, pois ela havia brincado de inversão com o tio na noite anterior e já estava programando outra brincadeira no futuro. Me senti excluído por ela não ter comentado nada sobre brincar comigo, mas decidi não tocar no assunto, afinal eu sempre fui arredio a fazer inversão de papeis e, se ela estava empolgada em brincar com o tio e não comigo, talvez a culpa fosse minha. Em silêncio tomei mais um gole de cerveja.

Rosinha – Fer, você notou ontem como o tio ficou de pinto duro rapidinho quando cheirou minha xana? Amor, ele é tão tarado por cheiro de mulher quanto você! Será que isso é uma tara de família? (sorrindo) - Me conte quando surgiu essa sua tara pelo cheiro de xota!

Eu (rindo) – Rosinha, acho que é tara de família, sim, pois meu pai, o Júlio, também gostava de cheirar a minha mãe, Júlia. Vou lhe contar resumidamente o que aconteceu comigo: Quando entrei na adolescência e os hormônios explodiam em meu corpo, eu quis aprender sobre sexo e, então comecei a espiar os adultos em suas intimidades sempre que surgia oportunidade. Logo aprendi muito, pois tinha meus pais e meus tios pra espionar. Uma noite flagrei uma situação especial entre meus pais. O Júlio chegou de viagem e eu, tentando colaborar e deixar os dois sozinhos pra matarem a saudade, fui dormir na casa do tio Carvalho. Minutos depois tive que voltar, pois havia esquecido de pegar uma troca de roupa, e foi então que flagrei meus pais no bem bom.

Rosinha (sorrindo) – Eu também aprendi muito espiando os adultos. Continue!

Eu – Quando eu chegava em casa, ouvi vozes na cozinha e me escondi atrás de uma planta que tem no jardim e comecei a espiar meus pais. Eles estavam em pé, se abraçando e beijando com tara e vi quando meu pai enfiou a mão debaixo da saia da minha mãe e perguntou:

Júlio (acariciando o sexo da Júlia) – Júlia, tô com muita saudade dessa sua bucetinha gostosa. Como ela está, ela sentiu saudades do meu pau?

Júlia (abrindo as pernas e facilitando o carinho do marido que enfiava o dedo na sua rachinha) – Ela tá com aquele cheirinho natural que você tanto gosta, e tá com muita fome e vontade de comer seu cacete!

Eu – Rosinha, aquela conversa dos meus pais fez meu pinto de adolescente endurecer em segundos, e mais duro ficou quando vi a Júlia abaixando sua mão e puxando os dedos do meu pai pra sua boca. Ela estava com cara de tarada, começou a chupar o dedo dele que havia saído da sua xota ao mesmo tempo em que baixou sua mão e enfiou entre as próprias coxas. Depois de molhar os dedos na racha, deslizou eles pelas narinas do meu pai e provocou:

Júlia (esfregando levemente seus dois dedos maiores, molhados de caldinho de xota, no nariz do marido) – Sinta nos meus dedos o cheiro da minha buceta e imagine que quando você enfiar o rosto no meio das minhas pernas, vai sentir meu cheiro ainda mais intenso, do jeito que você gosta!

Júlio (de olhos fechados, cheirando os dedos molhados da esposa) – Adoro o cheiro da sua buceta!

Eu – Depois que minha mãe fez meu pai sentir o cheirinho da sua xota, logo em seguida fez ele sentir também o sabor da racha e provocou:

Júlia (enfiando dois dedos molhados de caldo de buceta na boca do marido e, com a outra mão, descendo zíper da calça tentando pôr o pau pra fora) – Chupe meus dedos, sinta o sabor da minha buceta que tá babando de vontade de comer seu pau!

Júlio (chupando os dedos da esposa molhados com caldo de xota) – Huuummm, que delícia, adoro o gosto da sua buceta!

Júlia (massageando o cacete duro do marido e falando com a voz carregada de tesão) –Vamos pro quarto, vou sentar e esfregar minha buceta na sua cara pra você sentir o cheiro e o gosto dela, e sou vou parar quando eu gozar e molhar todo seu rosto com o meu melzinho!

Júlio (indo pro quarto com a esposa) – Vamos, vou te dar um banho de língua, vou lavar essa sua buceta gostosa com minha língua!

Eu (sorrindo pra minha esposa) – Bem, dona Rosinha, essa foi a primeira vez que conheci alguém que aprecia o cheiro natural de uma xota, os meus próprios pais. Depois descobri que o tio Carvalho e a tia Carmem também curtiam provocações e brincadeiras com o cheiro natural de uma perereca.

Rosinha (sorrindo) – Uau, Fer, essa sua história tá esquentando minha xaninha aqui embaixo, ela tá ficando molhadinha!

Eu (sorrindo) – Se ela ficar molhadinha, o cheiro dela vai ficar mais intenso e eu vou gostar ainda mais! Vou aproveitar e falar um pouco mais das delícias do cheiro natural que vocês mulheres têm entre as coxas. Surgiram na minha vida as primeiras namoradinhas e, no início, eram só beijinhos e abraços, mas com o passar do tempo aconteceu a primeira transa. A partir daí, considerando que eu era apenas um adolescente, sem carro e sem dinheiro, eu tinha que aproveitar todas as oportunidades que surgissem para transar. Mas as oportunidades quase sempre surgiam em horas e locais em que era impossível, tanto pra mim, quanto para a garota, tomarmos banho. Normalmente eram transas furtivas, rapidinhas, em ruas escuras, na casa dela ou em qualquer outro lugar e, então, tínhamos que aproveitar e transar sem tomar banho. E foi aí que aprendi que todos nós temos cheiro, aprendi que nosso cheiro pode ser ruim se estivermos excessivamente suados e há muito tempo sem tomar banho, mas, se for aquele cheiro natural que todo ser humano tem algumas horas após o banho, sem estar excessivamente suado, é um odor que excita, que é afrodisíaco. E o cheiro que se forma numa xota e num pau horas após o banho, sem estar muito suado, é um cheiro natural e que dá um puta tesão!

Rosinha (rindo) – Eu concordo, Fer! Já tive namorados que nem chegavam perto da minha xota se eu não tomasse banho antes de darmos umazinha, e por isso transávamos bem pouquinho. Em compensação, com aqueles que gostavam do cheiro da fruta, aproveitávamos todas as oportunidades que surgiam pra fazermos “fuck, fuck”, a qualquer hora e lugar! (se surpreendendo ao pegar meu pinto por sobre a roupa e senti-lo duro) – Uau, Fer, porque seu pau tá duro?

Eu (enfiado a mão entre as pernas da Rosinha e deslizando o dedo na racha molhada) – Meu pinto tá duro pelo mesmo motivo que a sua racha tá molhada! Tesão!

Rosinha (sorrindo maliciosa, tirando minha mão do seu entre coxas) – Fer, vá buscar outra cerveja pra nós e só volte quando seu pinto estiver mole!

Eu (me levantando e indo pra nossa casinha) – Rosinha, antes que fique tarde, vou fazer uma ligação rápida pro dono da imobiliária e combinar nosso encontro de amanhã, voltarei logo com o pinto mole e uma cerveja gelada!

Fiz a ligação, combinei horário com o meu futuro patrão, peguei a cerveja gelada e, pra surpreender minha amada, tirei toda minha roupa e voltei pro quintal com o pinto mole, como ela havia pedido.

Rosinha (ao ver pelado e o bilau mole) – Huuummm, que delícia, gosto do seu pinto molinho também!

Me posicionei em frente à minha mulher, dei a ela a latinha e ia me sentando ao lado quando ouvi:

Rosinha (sorrindo maliciosa, apoiando os pés no banco, abrindo as pernas e se exibindo sem calcinha) – Fer, quero ganhar um cheirinho aqui na minha xota, mas tem que ser só um cheirinho; sem beijinho e muito menos lambida! Pode ser?

Minha resposta foi apenas um sorriso. Me ajoelhei sobre meus chinelos, apreciei a bucetinha volumosa e encostei o nariz na altura do grelinho me embriagando com aquele cheiro natural de xota, aquele perfume de mulher, de fêmea no cio! Meu pau pulsou! Aquele cheiro me enfeitiçava e meu pinto reagia, senti ele crescendo no ritmo das batidas do coração. A Rosinha, embora relaxada no banco, estava atenta ao meu pinto e provocou ao vê-lo endurecendo:

Rosinha – Oh, amor, ver seu pinto endurecendo assim rapidinho, só de você cheirar minha xota, me faz me apaixonar ainda mais por você! (puxando minha cabeça de encontro ao seu entre coxas) – Agora que seu pau ficou duro por causa do cheirinho da minha bucetinha, eu deixo você também sentir o gostinho dela, pode lamber, sinta o sabor da minha frutinha, bebe o caldinho dela!

Caros leitores, se eu pudesse eu enfiaria não apenas o rosto naquela racha molhada e quente, mas eu entraria todinho dentro dela; se fosse possível, eu moraria dentro de um xota! Ohhh, coisa gostosa que é uma buceta! Lambi e suguei com tesão e carinho aquelas carnes quentes até fazer minha esposa gozar na minha boca; bebi e matei minha sede com o seu mel que, durante o gozo, brota abundantemente de suas entranhas. Que delícia!

Sentei-me ao lado da minha mulher e, enquanto ela descansava, eu curtia as carícias suaves da sua mão macia em meu pau que continuou duro. Terminamos lentamente com a cerveja até que ela recuperou as energias, tomamos banho e então transamos deliciosamente em nossa cama, o nosso ninho de amor onde gozamos juntos e dormimos felizes.

Acordei na terça-feira e fui me encontrar com o Sr. João, dono da imobiliária onde eu iria trabalhar. Já havíamos conversado antes e naquela segunda conversa gostei ainda mais dele. Combinamos que eu começaria a trabalhar no dia seguinte. Adorei o horário de início dos serviços, duas horas mais tarde quando comparado ao meu emprego anterior; eu poderia acordar um pouco mais tarde.

Passei a tarde de folga arrumando coisas nas casas do tio Carvalho e do meu pai e, à noite, compramos pizza e vinho pra comemorar meu novo emprego. Como de costume, a Rosinha me pediu sexo antes de dormir.

Rosinha (sorrindo, fingindo cara de piedade) – Amor, tô precisando dar, ganhar um pau bem gostoso na minha bucetinha, gozar e dormir feliz!

E eu dei o que minha esposa estava precisando. Não foi uma transa especial, nem demorada; foi uma trepadinha simples, porém, gostosa e cheia de amor. Gozamos juntos e dormimos felizes com ela segurando meu pinto mole.

Pela manhã acordei assustado achando que tinha perdido o horário pro trabalho, mas logo me lembrei de que eu começaria no emprego novo e o meu horário teria início duas horas mais tarde. Ao sentir meu pau duro com vontade de mijar, peguei, apertei e massageei sentindo a dureza; e sorri orgulhoso por ter uma ferramenta bonita e sempre pronta pra meter. Vendo minha amada nuazinha deitada meio de lado e meio de bruços, uma perna esticada e outra dobrada, exibindo a xaninha volumosa e o cuzinho lindo, decidi não ir ao banheiro e brincar um pouco com ela. Peguei a garrafinha de água, tomei uns goles, lavei a boca e iniciei uns carinhos naquele corpo lindo e quente que repousava ao meu lado.

Rosinha (com voz preguiçosa, se deitando de bunda pra cima e abrindo as pernas) – Huuummm, que delícia ser acordada pelo meu maridinho me fazendo carinho.

Beijei-lhe os ombros e fui descendo pelas costas dando especial atenção às laterais, próximo aos seios e, lhe causando arrepios, fui descendo, beijei as nádegas com carinho, desci mais, passei pelas coxas, atrás dos joelhos, fui até os tornozelos e, me ajoelhando aos pés dela, peguei cada um deles com delicadeza e enfiei a língua entre os dedos, chupei cada um deles ao mesmo tempo em que apreciava o entre coxas da minha fêmea. Que paisagem linda! Depois de curtir aqueles pezinhos lindos, fiz o caminho inverso e, na volta, lambi a xaninha e enfiei a língua no cuzinho fazendo as preguinhas se contrair. Continuei subindo com os beijos, retornei às costas e, após passar pelos ombros, ataquei as orelhas. Mordi de levinho os lóbulos, lambi cada uma delas enfiando a língua no ouvido e provoquei:

Eu (falando próximo do ouvido dela e esfregando o pau no rego entre as nádegas que eu havia molhado com saliva) – Rosinha, você é muito gostosa!

Rosinha (arrebitando a bunda e abrindo mais as pernas) – Ai, amor, já que você me deixou taradinha logo cedo, agora me come,enfie o pau na minha buceta e me faça gozar.

Sentei nas coxas firmes da minha esposa, apontei o pau pra bucetinha e meti. Ah, que delícia sentir meu pau sendo agasalhado pela xota quentinha! Agarrei as nádegas, empurrei pros lados arreganhando sua bunda e, apreciando o cuzinho lindo, comecei a meter, a princípio lentamente e depois acelerando o ritmo conforme crescia nosso tesão. Minutos depois gozei dentro da minha esposinha e fiz ela gozar também. Não foi uma transa longa, mas foi muito gostosa e, estranhamente, gozei muito intensamente. Enquanto eu descansava, pensava no quanto foi intenso o meu gozo e me lembrei que gozadas assim só aconteciam em situações especiais, quando eu ficava de pau duro por muito tempo e segurando o gozo, mas naquela manhã foi só uma rapidinha. Pensando no motivo daquele gozo tão gostoso, desconfiei se o fato de eu estar com vontade de mijar havia contribuído para aquilo. Seria verdade?

Tomamos café juntos e sem pressa alguma, pois eu tinha um bom tempo antes de ir pro trabalho. Outra vantagem desse novo emprego seria que eu poderia ir caminhando, caso eu não me importasse de andar por alguns quilômetros. Vesti uma roupa social, bem diferente do uniforme do trabalho anterior, e segui contente para a imobiliária. Naquele primeiro dia fui apresentado aos colegas e tive boa noção dos trabalhos. Antes de encerrar o expediente, mandei um zap pra minha esposa: “Olá, minha florzinha! Daqui a pouco voltarei pra casa; estou muito feliz com o novo emprego, os colegas e o ambiente de trabalho. Com certeza vou gostar de trabalhar aqui!” Ao final da tarde eu me sentia muito feliz; me despedi da turma e voltei caminhando pra casa onde fui recebido com beijos e abraços da minha querida esposa que me esperava no portão. Ao vê-la, achei estranho ela usando um roupão de banho e, tão logo tranquei o portão, ela me surpreendeu:

Rosinha (abrindo o roupão e exibindo seu belíssimo corpo nu) – Surpresa, meu amorzinho! Estou feliz por você estar feliz com o seu novo trabalho. (sorrindo maliciosa e alisando meu pau por sobre a roupa) – Precisamos comemorar! Quer fazer um 69 agora, antes do jantar, ou após a refeição?

Eu (imaginando o “cheiro da fruta” que eu tanto gosto, não pensei duas vezes) – Agora, claro!

Rosinha (pegando minha mão e me puxando pro quarto) – Vamos, tô doidinha pra sentar na sua cara e rebolar bem gostoso!

Caros leitores, um 69 é a união de dois seres em posição invertida se lambendo e chupando nos sexos, dando e recebendo prazer e, sendo assim, aquele 69 seria parecido com os anteriores que já fiz com a minha esposa se não fosse por um detalhe surpreendente: quando ela montou um meu rosto e sentou na minha cara esfregando aquela buceta linda, quente e exalando seu cheiro de fêmea por toda minha face, tive a grata surpresa de ver que ela usava um plug anal. Meu pau pulsou quando vi o cuzinho da minha Rosinha enfeitado com aquele objeto metálico, cromado e uma pedra cristalina e brilhante encravada na base daquele acessório erótico.

Eu (afastando o rosto da xota da minha mulher que insistia em esfregar aquela racha deliciosa no meu rosto) – Rosinha, seu cuzinho ficou muito tesudo com esse plug enterrado nele!

Rosinha (sentando e esfregando a xana na minha cara) – Que bom que você gostou, amor, me dá muito tesão usar isso aí no meu cuzinho! (passados alguns segundos) – Amor, gosta de me lamber quando tenho alguma coisa enfiada nos meus buraquinhos?

Eu (caprichando na lambida) – Adoro, me dá muito tesão!

Imediatamente após eu falar isso, minha mulher esticou o braço e tirou algo que estava em baixo do travesseiro e colocou próximo do meu rosto. Era o tubo de gel lubrificante e um consolo já encapado com camisinha, e voltou a me chupar o pau. Entendi que ela queria ser lambida com aquele brinquedo enfiado na xota e logo atendi ao seu desejo, enfiei aquilo na xaninha dela e voltei a lamber os lábios esticados e o grelinho que estava durinho e fora da casinha.

Rosinha (dando uma paradinha na chupada que dava no meu pau) – Fer, gosta de lamber minha xota com um pau dentro dela?

Eu (percebendo que ela queria fantasiar com um pau de verdade em sua xana enquanto eu lambia) – Sim, imaginar lamber sua buceta com um pau dentro me dá muito tesão!

Depois de um tempinho que eu estava lambendo aquela delícia e apreciando o cuzinho enfeitado com o plug, ela outra vez esticou o braço e empurrou pra perto do meu rosto o gel lubrificante e pediu dengosa:

Rosinha (gemendo) – Amor, enfie o consolo no meu cuzinho!

Uau! A imaginação da minha mulher não tinha limites! Lentamente fui puxando o plug anal e o desenterrando daquele cuzinho apertado. Adorei quando a parte mais grossa esticou o anelzinho abrindo aquele pequeno orifício como eu nunca havia visto. Quando a bolota começou a sair, a musculatura anal expulsou aquilo pra fora e rapidamente se fechou arrancando um “ahhhhh” da minha mulher. Enfiei a ponta do tubo de gel no furinho, injetei um bom tanto dentro do canal, lubrifiquei também o consolo e iniciei a penetração forçando o anelzinho pra dentro. Ela suspirava e, conforme a dor que sentia, interrompia a chupada que dava no meu pau. Fui enfiando devagar até que o esfíncter cedeu e metade do consolo desapareceu em suas entranhas fazendo ela gemer de dor, mas sem pedir pra interromper a enfiada. Continuei empurrando o consolo até encostar a base, mais larga, nas preguinhas e não sobrar um único centímetro daquele pinto artificial pra fora da bunda dela e, cheio de tesão, voltei a lamber a rachinha cremosa de tão excitada estava a dona daquela linda fruta.

Rosinha (gemendo, se aproximando do gozo) – Ai, Fer, é tão bom sentir você lambendo minha xota com um cacete enterrado no meu cuzinho!

O nosso tesão crescia rapidamente e não demorou muito pra gozarmos um na boca do outro. Ahhh, como é bom beber o mel da xota da minha amada! Também gozei na boca dela e, durante meus espasmos, ela continuou o tempo todo com meu cacete em sua boca. Quando ela sentiu o último jato, espremeu meu pinto da base até a cabeça e em seguida veio me beijar. Ao vê-la sorrindo com a boca fechada, descobri que ela não havia engolido todo o meu creme e, quando me beijou, dividiu comigo um pouco da minha porra. Eu já estava acostumado com isso e até confesso que gostava desse último carinho que trocávamos depois do gozo e antes de relaxar e descansar.

Jantamos, fomos pro quintal tomar cerveja e contei sobre o meu dia no novo emprego. Depois tomamos banho e me deitei pensando em ler um pouco antes de adormecer. Logo que minha esposa saiu do banho e também veio pra cama, não foi difícil notar que ela queria mais sexo. Sinceramente eu estava satisfeito, pois havia gozado pela manhã e também antes do jantar, mas, não querendo decepcioná-la me acomodei entre suas pernas, lambi a xota e fiz um carinho no cuzinho provocando nela o último orgasmo da noite.

Rosinha (acariciando meu pinto mole) – Você não gozou, né, amor! Quer uma chupadinha pra gozar na minha boca?

Eu (sorrindo e pensando que o fogo da minha mulher era interminável) – Estou feliz, Rosinha, e bem satisfeito!

Rosinha (me abraçando, colando seu corpo quente ao meu, pegando meu pinto mole e murmurando antes de adormecer) – Que bom que estou conseguindo apagar o seu fogo, amor! Me avise se eu não estiver sendo suficiente pra você que darei um jeito de arranjar uma outra mulher pra me ajudar a amolecer esse seu pinto gostoso!

Depois que comecei a trabalhar na imobiliária e tendo duas horas a mais pela manhã pra curtir minha esposa, nos dois primeiros dias fizemos sexo logo ao acordar e também à noite, mas confesso que na manhã do terceiro dia, embora tivesse despertado de pinto duro, dei um jeito de fazer minha esposa gozar, mas poupei minhas energias, ou não teria condições de dar o que ela pediria à noitinha. A Rosinha não apenas gostava de sexo, ela necessitava de sexo, precisa transar e gozar todos os dias e, de preferência, duas vezes. Tive que me adaptar, estabelecer uma rotina e me controlar pra não gozar pela manhã e, no final da noite, gozar apenas uma vez. Minha esposa gozava no mínimo duas vezes ao dia e, sorrindo maliciosa, me provocava dizendo que queria mais.

Rosinha (sorrindo) – Fer, eu estou satisfeita, mas se você tiver “algo” mais pra me dar, eu aceito, tá!

E assim, depois que estabeleci uma nova rotina de fazer minha esposa gozar o quanto ela precisasse pra “ficar feliz”, eu me mantinha com alguma energia e me controlava pra só gozar antes de dormir. As transas entre nós eram diárias, fazíamos muito sexo oral e vaginal e, às vezes, anal, pois eu adoro um buraquinho mais apertadinho e a Rosinha diz que goza mais intensamente dando a bunda. Os dias foram passando e nós curtindo uma deliciosa e apaixonada rotina até que chegou o fim de semana. O tio Carvalho não voltaria pra casa e pensei em algo diferente pra fazer com a Rosinha, pois certamente ela sentiria falta dele e, confesso que eu também, pois o tio, além de ser nosso amigo e companheiro nas refeições, há tempos vinha me ajudando a apagar o enorme fogo que arde entre as pernas da minha mulher.

Antes de seguir relatando o fim de semana, há algo que quero confessar: embora o sexo diário com minha esposa estivesse maravilhoso, me senti carente de um carinho que ela deixou de fazer e que estava me fazendo falta. Há algum tempo que minha amada não brincava na minha bunda e parecia nem se lembrar do meu cuzinho, não o tocava nem com a língua e muito menos com os dedos. Admito que nas primeiras vezes que ela brincou no meu cuzinho, achei estranho, mas não nego que com o passar do tempo e outras brincadeiras no meu furinho, passei a apreciar e sentir falta se ela não me tocasse ali por muito tempo.

Visando cobrir a falta que a presença do tio Carvalho faria naquele fim de semana, resolvi que iríamos ao cinema. No sábado às tarde, depois de um banho gostoso, seguimos pro shopping, compramos pipoca, refrigerante e nos acomodamos numa sala quase vazia. O filme, comédia, contava as divertidas trapalhadas de casais swingers e havia algumas cenas com uma boa dose de erotismo. Numa das cenas entre dois casais, as mulheres se envolveram na cama e os maridos voyeurs ficaram assistindo as esposas se pegando, mas não demorou muito pra que elas reclamassem e cobrassem deles que também se tocassem, pois queriam vê-los se relacionando intimamente. Foi aquele espanto, pois os maridos curtiam assistir as esposas se pegando, mas não estavam nem um pouco a fim de se tocarem. Pressionados pelas mulheres, tiveram que se tocar intimamente e, então, assistimos cenas bastante divertidas e, admito, excitantes.

Rosinha (falando no meu ouvido após o fim da cena entre os homens) – Me deu tesão ver dois homens se tocando!

Eu (surpreso e desconfiado do motivo da minha esposa estar falando aquilo) – Sério?

Rosinha (olhando pros lados, se certificando de não haver ninguém próximo, abrindo as pernas, levantando a saia curta e puxando minha mão pro seu entre coxas) – Ponha os dedos na minha xaninha pra você sentir como ela ficou molhadinha.

Chupei e limpei os dedos melados de pipoca enquanto apreciava minha esposa de pernas abertas exibindo a calcinha. Aliás, me surpreendi, afinal era novidade pra mim vê-la usando aquela roupinha íntima. Quando enfiei a mão entre as pernas da minha mulher, ela puxou a calcinha pro lado e eu senti a delícia que é deslizar os dedos entre os lábios vaginais molhados e escorregadios daquela rachinha tão quentinha!

Rosinha (gemendo) – Ufffff, que delícia o seu dedo, amor, enfie ele na minha xotinha!

Tomando cuidado pra que ninguém nos flagrasse, acariciei por alguns segundos a frutinha da minha esposa e, quando ia interromper o carinho por estarmos numa sala de cinema, ela segurou minha mão entre suas coxas e pôs a dela sobre minha calça.

Rosinha (procurando meu pinto) – Abre a calça, Fer, ponha seu pau pra fora!

Eu (surpreso) – Aqui, não! Alguém poderá ver!

Rosinha (procurando o botão e o zíper da minha calça) – Relaxe, Fer, tem poucas pessoas na sala e estão todos atentos ao filme!

Segundos depois senti a boca quente da minha esposa safada chupando meu pinto duro dentro da sala do cinema e, apesar da tensão de estar fazendo algo errado, achei delicioso! A brincadeira estava gostosa, mas logo interrompi, pois seria vergonhoso se alguém nos flagrasse. A Rosinha, tentando me convencer a continuar brincando, tirou sua calcinha e esfregou o forro molhado no meu rosto. Insisti que deveríamos nos comportar e ela concordou, se recompôs, porém sem vestir a calcinha. Não foi fácil prestar atenção no filme sabendo que minha esposa queria brincar, mas me esforcei e assistimos até o final. No caminho de volta, no carro, minha putinha me provocava pondo os pés no painel e abrindo as pernas exibindo a frutinha linda, não apenas pra mim, mas para todos que estivessem num veículo mais alto que o meu e olhassem pra nós. Ao chegarmos em casa, comemos algo leve, tomamos uma taça de vinho no banco do quintal e fomos pro nosso quarto. Após escovação de dentes minha esposa se deitou peladinha, obviamente querendo sexo. Eu estava tesudo pelo que havia acontecido no cinema e transamos. Devido ao horário, foi uma trepadinha rápida, mas muito gostosa. Relembrei as cenas eróticas do filme, as mulheres se pegando e o constrangimento dos homens que também se tocaram após a pressão das esposas. Dormi pensando em qual seria o motivo da minha esposa há muito tempo não me tocar na bunda, não me agradar com um carinho no cuzinho. Será que ela havia perdido o tesão na minha bunda, será que queria brincar só com o tio Carvalho, já que ele era liberal, ou será que estava fazendo chantagem pra que eu pedisse por esse carinho?

O domingo transcorreu normalmente e sem grandes novidades; dormimos cedo após uma transadinha rápida, porém gostosa. Amanheceu mais um dia e eu outra vez acordei cedo visto que não tinha me acostumado com o novo horário, duas horas mais tarde que no emprego anterior. Massageei meu pinto duro, fui ao banheiro, mijei e, depois da higiene matinal, fiz o café e fui até o quarto despertar minha amada esposa. Dei-lhe beijinhos, mas evitei carinhos eróticos pra que ela não me cobrasse sexo, já que eu estava satisfeito e tinha tarefas escolares relativas ao curso.

Rosinha (preguiçosa, sorrindo e alisando meu pau mole por sobre a roupa) – Bom dia, amorzinho! Hoje você não quis me comer logo pela manhã?

Eu (sorrindo) – Tenho que assistir a uns vídeos do curso relativos às aulas presenciais canceladas. Preciso ficar atento e aprender o assunto pra não ser reprovado.

Rosinha (abrindo as pernas e se virando pra mim oferecendo a xota) – Tudo bem, aceito o seu argumento, mas pelo menos dê um beijinho de bom dia na minha xaninha!

Ao beijar aquela fruta e sentir o perfume característico de xota amanhecida, embora bem suave, meu pinto pulsou, mas me controlei, afinal, eu tinha que estudar. Tomamos café e fui pra imobiliária. O dia passou rápido no novo trabalho, os colegas me ensinando tarefas bem diferentes das que eu tinha no velho emprego. No início na noite voltei pra casa, onde minha amada me esperava com o jantar e a xotinha quentes, e descobri isso pelo cheiro gostoso da comida e também porque ela pegou minha mão e colocou debaixo do seu vestidinho curto, entre suas pernas. Acho que a minha mulher só deixa de pensar em sexo quando adormece! Após o jantar trocamos uma boa prosa regada a cerveja gelada no banco do quintal e, antes de dormir, fizemos um sexozinho gostoso, sem grandes malabarismos, mas muito carinhoso. Iniciei nossa sessão de sexo lambendo a pepequinha da minha mulher até que ela gozou na minha boca. Depois ela retribuiu o carinho e, enquanto me chupava o pau, me insinuei abrindo bem as pernas e levantando um pouco a bunda na esperança de que ela me fizesse um carinho um pouco “mais pra baixo”, mas ela chegou somente até o saco, lambendo e chupando as bolas, parecendo não se lembrar que eu tinha cu. Fiquei com vergonha de pedir o carinho que tanto desejava e partimos pra meteção até gozarmos. Outra vez adormeci sem saber o motivo da minha esposa ter esquecido que eu sentia tesão na bunda. O dia seguinte transcorreu sem novidades, exceto aquelas relativas ao meu novo emprego. Foi no final da noite que provoquei o assunto que estava me incomodando:

Eu (durante as preliminares, dedilhando a xotinha e beijando minha esposa) – Você tem usado os brinquedos da tia Carmem?

Rosinha (sorrindo, parecendo tímida) – Às vezes, quando fico muito excitada durante a tarde, brinco um pouquinho, mas paro antes de gozar; prefiro brincar quando tem alguém comigo!

Eu (tímido, escolhendo as palavras) – Tô perguntando porque faz tempo que você não trás os brinquedos pra nossa cama!

Rosinha (desconfiada) – Fer, eu me sinto um pouco tímida de trazer os brinquedos pra nossa cama porque acho que você não gosta muito deles.

Eu (envergonhado) – Não é bem assim! Concordo que nas primeiras vezes que vi os brinquedos, eu não gostava mesmo deles, provavelmente por nunca ter experimentado ou por preconceito, mas não dá pra dizer que eu não gosto deles, aliás, nós já brincamos algumas vezes e até deixei você me comer com eles.

Rosinha (séria e desconfiada me olhando nos olhos) – Amor, seja sincero, você quer mesmo brincar comigo usando os brinquedos da tia Carmem?

Eu (tímido, mas sorrindo pra ela) – Sim, eu quero!

Rosinha (ainda desconfiada) – Amor, penso que não seria legal nós brincarmos com os consolos somente pra você me agradar, acho que você tem que realmente querer, sentir tesão e gostar de ser penetrado. (sorrindo) - Se você estiver a fim, vou adorar!

Eu (envergonhado, sorrindo) – Vá pegar os brinquedos, safada! Quero brincar com você!

Rosinha (voltando pra cama, tirando da sacola e exibindo pra mim a calcinha de couro e o consolo médio) – Amor, da última vez que comi sua bunda, usei o consolo pequeno, mas hoje será o médio, tá! (colocando o consolo sobre o montinho de Vênus, fingindo que era seu pau, balançando e provocando) – Vou comer seu cuzinho bem gostoso, mas antes vou te deixar muito tesudo; deite aí que vou chupar seu pau!

Me deitei de costas e a Rosinha, após deixar próximo de nós o pinto artificial, a cinta e o gel, montou em mim em posição invertida me dando a xana pra lamber e abocanhou meu cacete duro. A racha brilhava de tão molhada com seus líquidos lubrificantes e o cheiro era de fêmea no cio. Senti meu pinto ser agasalhado pela boca quente e curtimos aquele delicioso carinho por algum tempo até que ela deu uma lambida molhada no meu cu e, em seguida iniciou carícias com a ponta dos dedos no meu furico. Que delícia sentir aqueles dedinhos delicados girando nas preguinhas do cu, pressionando o centro e ameaçando entrar no meu canal traseiro! Continuamos naquele 69 gostoso, nos chupando e lambendo e minha mulher me torturando com seu dedinho safado. Meu tesão cresceu tanto que comecei a desejar que ela enfiasse o dedo no meu rabo, mas ela parecia querer continuar me torturando.

Eu (empurrando a bunda em direção ao dedinho da minha esposa, desejando muito ele enfiado no meu cu) – Vai, amor, dá seu dedinho pra mim!

Rosinha (enfiando o dedo profundamente no meu rabo) – Safado!

Senti minha pele se arrepiar tamanho foi o prazer que senti, principalmente quando a Rosinha enfiou o segundo dedo no meu rabo e iniciou movimentos laterais parecendo querer alargar minhas pregas. Ela continuava com meu pau na boca, mas eu estava transtornado de tesão e me esquecia de lamber a racha deliciosa que tinha diante dos meus olhos.

Eu (sentindo se aproximar o prazer maior) – Se você continuar fazendo isso, vou gozar!

Rosinha (imediatamente saindo de cima de mim e tirando os dedos do meu cu) – Ah, não, amor, você não pode gozar ainda, temos muito que aproveitar, segure o gozo, relaxe que eu vou vestir o meu pintão. Eu sorria vendo minha esposa manusear o consolo, o encaixando no furo da cinta e depois tentando afivelar aquela calcinha de couro em seu corpo.

Rosinha (ajoelhada no colchão e pedindo ajuda pra me provocar) - Fer, venha me ajudar a fechar a fivela desta cinta, quero ela bem justa no meu corpo!

Me ajoelhei em frente a minha mulher pra ajudá-la e me senti meio estranho prendendo em seu corpo o consolo de silicone que ela enfiaria na minha bunda.

Rosinha (me provocando, colocando na minha mão a camisinha lubrificada e tentando prender os cabelos com um nó) – Amor, preciso prender meu cabelo, enquanto eu faço isso, ponha a camisinha no meu pauzão!

Pensei em recusar, pois seria uma sensação muito estranha vestir o “pau da minha esposa” com uma camisinha, mesmo sendo um pinto artificial; mas desisti de negar pra não correr o risco de estragar o clima e tirar do rosto da minha amada aquele sorriso lindo. Caros leitores, não há nada de mal no que eu estava fazendo, mas confesso que me sentia tímido ao pegar num pinto e cobrir ele com um preservativo, mesmo sendo o tal apenas um brinquedo sexual. Enfim, vesti a camisinha na pica da minha mulher e, por isso, ganhei um super beijo de língua e outra dedada no meu cuzinho! Que delícia!

Rosinha (me beijando a boca, agarrando meu pinto e “o dela” e apertando os dois ao mesmo tempo em que enfiava um dedo no meu cu) – Amor, adoro você!

Depois do beijo a Rosinha me fez deitar na cama, empurrou meus pés pra cima pra que eu ficasse na posição de frango assado, colocou uma almofada debaixo da minha bunda e sorriu enquanto passava mais lubrificante no meu cu e no seu pinto. Me senti bastante “vulnerável” naquela posição, mas me lembrando do tio Carvalho dando a bunda pra minha esposa e gozando intensamente, confesso que também passei a desejar o mesmo que ele. Mesmo um pouco tenso, sorri pra minha mulher sinalizando silenciosamente que eu queria seguir em frente e encarar aquela nova experiência.

Rosinha (olhando pro meu cu, rindo e esfregando levemente a cabeça da pica no furinho) – Amor, seu cuzinho tá piscando de medo do meu pauzão ou de vontade de comer ele?

Eu (tímido, mas desejoso de sentir no meu cu aquele outro consolo, o médio, maior que o anterior e de tamanho semelhante ao meu pau) – Pare de me torturar e venha logo!

Leitores, não seria a primeira vez que a Rosinha metia no meu rabo um brinquedo erótico, pois ela já havia enfiado no meu cu os vibradores pequeno e médio e também o consolo pequeno, mas o fato daquele consolo preso ao corpo dela ser maior que o último, me fez sentir um pouco tenso.

Rosinha (parecendo ler meus pensamentos e pressionando aquela coisa nas pregas do meu cu) – Relaxe, Fer, você vai gostar desse consolo, ele é maior que o último, mas é igual ao seu pau; vou fazer você sentir o mesmo que eu sinto quando você me enraba! (pegando meu pau duro e olhando pro meu cuzinho tenso) - Relaxe as preguinhas do cu, amor, sinta a cabeça do meu pau abrindo seu buraquinho apertado, sinta meu pau duro entrando no seu cu!

Eu (gemendo ao sentir a cabeça entrando) – Aiiiii, tire, tire que tá doendo!

Minha mulher tirou o consolo, enfiou o bico da bisnaga de lubrificante no meu furinho e injetou um tanto e voltou a pressionar sua caceta no meu rabo. Segundos depois senti outra vez minhas pregas se abrirem pra agasalhar o invasor.

Rosinha (sorrindo pra mim) – Relaxe, já entrou a cabeça e agora vou enfiar meu pauzão todinho no seu cu, solte as preguinhas que vou meter devagarinho, sinta como é bom o meu cacete rasgando seu cuzinho!

Eu (apertando os dentes) – Tá doendo!

Rosinha (sorrindo e massageando meu pau) – Se concentre no seu cuzinho, amor, memorize essa dor que você tá sentindo, pois é a dor mais gostosa do mundo, sinta meu cacetão rasgando suas pregas, sinta como é gostosa a dor de um pau entrando no cu!

Eu (gemendo) – Ai, devagar que o seu pau é muito grosso e duro, tá me rasgando o cu, devagar! (apoiando minhas mãos nas coxas da minha mulher tentando segurar o seu ímpeto de meter rapidamente tudo aquilo no meu rabo) – Devagaaaar!

Transtornado pelo tesão e pela dor, acabei chamando aquele negócio que entrava na minha bunda de “seu pau”, o que me causaria vergonha se não estivesse tão tesudo e tenso com aquela coisa grossa abrindo minhas pregas. É difícil explicar, transcrever para o texto a sensação de ter um objeto duro e grosso, em formato de pica, invadindo meu cu, mas eu diria que senti um misto de dor e tesão.

Rosinha (sorrindo lindamente se deitando sobre mim, soltando o peso do seu corpo quente sobre o meu ao mesmo tempo em que mexia o quadril pros lados pra que eu tivesse certeza de que sua pica estava toda dentro de mim) – Amor, meti tudo, enfiei todo meu pauzão no seu cuzinho guloso!

Eu (gemendo) – Tá doendo um pouco!

Rosinha (sorrindo maliciosa) – Tá gostando ou quer que eu tire e paramos?

Eu (entendendo a provocação) – Safada!

Rosinha (levantando o corpo, sorrindo e olhando pro meu cu) – Já que você tá gostando, então vou a meter no seu cuzinho, relaxe, vou começar bem devagarinho até a dor desaparecer e você pedir pra eu socar tudo com bastante força no seu rabo!

Uau! Minha esposa era uma puta completa e parecia saber exatamente o que eu sentia. O ritmo da meteção foi aumentando, a dor sendo substituída pelas delícias da enrabada até que senti somente um prazer que se multiplicava. E eu, que antes empurrava as coxas da minha mulher pra que ela se movimentasse mais devagar, no auge do tesão eu agarrava as mesmas coxas pra puxá-las de encontro a mim sinalizando silenciosamente que queria mais pau no cu.

Eu (gemendo, doido de tesão e sentindo a aproximação do prazer maior) – Mete, pode meter que tá gostoso, vem, fode meu cu, me dá sua pica, minha putinha gostosa!

Minha Rosinha sorria e suava enquanto metia no meu rabo me dando prazer. Eu sentia aquela coisa cilíndrica em formato de pica entrando e saindo do meu cu, tocando algo sensível dentro de mim, certamente a próstata, aumentando ainda mais o prazer que eu sentia. Encarando minha esposa e ouvindo as obscenidades que ela falava, não demorou muito pra que eu sentisse os primeiros avisos do gozo invadindo meu corpo. Minha pele se arrepiou, correntes elétricas percorreram todo meu corpo trazendo o gozo, e gozei muito intensamente perdendo totalmente a noção do mundo por um bom tempo! Não sei o que eu disse enquanto gozava, mas me lembro da minha vista escurecer ao mesmo tempo em que luzes pareciam se acender. Ahhh, que puta gozada gostosa a minha Rosinha e o seu cacete me proporcionaram. Que delícia!

Rosinha (metendo forte, sorrindo e me encarando enquanto eu gozava) – Goze, amor, sinta meu pauzão fodendo seu cuzinho, goze na minha piroca, sinta como ela tá dura e grossa pra você, ai, que delícia ver você gozando pelo cu, goze, goze gostoso no meu pau pra você não se esquecer dele e sempre pedir mais!

Perdi os sentidos por algum tempo, mas me lembro de querer fugir da minha esposa depois do orgasmo.

Eu (rindo e empurrando as coxas da minha mulher) – Tire esse pauzão do meu cu, eu já gozei e não quero mais ele, tire, tire!

Acordei minutos mais tarde sentindo as carícias que a Rosinha fazia em meu corpo. Sorri pra ela e vi seus peitos melados de porra, olhei pro meu peito e também havia porra grudada em mim.

Eu (afagando o rosto lindo da minha mulher) – Você não gozou, né, amor!

Rosinha (sorrindo maliciosa) – Mas vou gozar agora, vou sentar na sua cara, rebolar, esfregar minha buceta molhada por todo o seu rosto e gozar bem gostoso! Posso?

Eu (sorrindo e me ajeitando pra que ela montasse meu rosto e cavalgasse até gozar) – Venha, minha gostosa, venha gozar na minha cara que eu quero beber o caldinho da sua buceta!

Ahhh, caros leitores, que delícia sentir a racha quente e melada da minha mulher se esfregando por toda a minha cara, rebolando, gozando e saciando minha sede com o seu licor de buceta!

Rosinha (encaixando meu nariz na rachinha e se mexendo pra frente e pra trás) – Aiiiii, vou gozar, tá vindo, ai, que delíciaaa, tô gozandooooo!

Dormimos felizes.

Nos dias que se seguiram a rotina do trabalho da Rosinha, o aprendizado no meu novo emprego e o curso que eu sonhava em terminar e melhorar minha posição na imobiliária, em nada atrapalhou nosso desempenho sexual. Não fizemos malabarismos sexuais, mas transamos deliciosamente todos os dias, algumas vezes de forma carinhosa, outras mais selvagens, mas sempre gozando deliciosamente. Se aproximava o fim de semana no qual o tio Carvalho deveria voltar pra casa, mas ele ligou avisando que surgiu uma oportunidade de trabalho extra e que conseguiria muitos dias de folga se trabalhasse direto. Completou dizendo que sentiria nossa falta, mas que era conveniente pra ele juntar dias extras, pois futuramente precisaria de folgas pra viajar e reencontrar a tia Carmem. Lamentamos, pois seria mais um fim de semana sem vê-lo, mas entendemos e demos força, pois torcíamos pra que o tio e a esposa Carmem reatassem o relacionamento.

Amanheceu o sábado e aproveitamos pra fazer compras, arrumações e reparos na casa, mas à noitinha, após o jantar e o banho, minha esposa, com cara de safada, me levou pra cama aparentando ter “más” intenções.

Rosinha (sorrindo maliciosa após nos deitarmos pra fazer sexo) - Amor, quero que você vá pra sala pra que eu possa preparar uma surpresa; só volte quando eu chamar, tá!

Atendendo minha esposa, deixei o quarto e fui até sala, abri a porta e me encostei no batente apreciando o quintal iluminado pela luz que vinha de um poste do outro lado do muro. Apesar de estar vivendo uma situação excitante, meu pinto estava mole, talvez por não saber exatamente o que a minha esposa estava tramando. Minutos mais tarde ouvi ela me chamando, retornei ao quarto, mas não a encontrei e, vendo a porta do banheiro encostada, deduzi que ela estava ali.

Rosinha (falando de dentro do banheiro) – Pronto pra se surpreender, amor?

Eu (um pouco tenso, deitado na cama, apoiado num almofadão) – Siiiiim! Venha!

O que eu vi em seguida acelerou meu coração. Minha amada saiu do banheiro vestindo apenas um short de lycra branco, muito justo e, marcando o tecido, o volume de um cacete que parecia nascer na testa da buceta e apontava pro lado quase ultrapassando o quadril. Percebi que aquele cacete que minha esposa exibia pra mim estava preso em seu corpo pela cinta de couro, também marcando o tecido.

Rosinha (andando em volta da cama, desfilando, sorrindo safada e exibindo o enorme volume que ostentava debaixo do short apertado) – Gostou, amor!

Eu (suspirando, não encontrando palavras pra expressar minha emoção) – Uau, você tem algo volumoso aí debaixo do short, né!

Rosinha (em pé ao meu lado, acariciando o enorme volume igual faz um homem quando provoca uma mulher) – Hoje serei mais que uma esposa pra você, amor!

Em seguida ela se deitou, me abraçou e, enquanto trocávamos beijos apaixonados, meu pau endureceu, mesmo eu estando um pouco tenso. Não era a primeira vez que a Rosinha prendia um consolo em seu corpo pra meter na minha bunda, mas naquela noite ela havia criado uma situação nova para a qual eu não estava preparado; aquele corpo feminino com um enorme volume debaixo do short me fez lembrar um travesti super dotado! Ela percebeu minha tensão e foi bem paciente, me beijou muito e, com o passar dos minutos, fui relaxando e curtindo a situação. Deitei a Rosinha de costas, beijei seu pescoço, dei-lhe chupadas suaves arrepiando sua pele e fui descendo, passando pelos seios dando atenção especial aos mamilos e desci até o umbigo onde enfiei a língua da mesma forma que faço quando lambo o cuzinho dela. Vendo aquele volume estranho mais abaixo, eu não quis descer mais e voltei a subir com meus carinhos até retornar aos seus lábios macios e sua língua esperta que chupei com tesão. Eu já estava bem relaxado e, admito, sonhando com o que estava para acontecer.

Rosinha (me surpreendendo, pegando minha mão e pondo sobre o volume que ela tinha debaixo do short) – Sinta, Fer, o amor que eu tenho pra te dar hoje! (com a sua mão pressionando a minha contra o “seu pau”) - Aperte e sinta o tamanho do amor que tenho pra te dar esta noite!

Eu (sorrindo bem humorado diante de tamanha safadeza da minha mulher, me desinibindo e curtindo o momento; pegando, apertando e alisando cacete da minha esposa) – Seu pau parece ser muito grande e eu sou virgem na bunda! Promete ser paciente e carinhosa na minha primeira vez?

Rosinha (rindo, esfregando seus lábios nos meus e agarrando minha bunda tentando por o dedo no meu cu) – Pare de mentir, Fer, eu sei muito bem que você não é mais virgem, pois fui eu quem tirou a virgindade do seu cuzinho! E você tem razão de achar que o meu pau é grande, aliás, ele é enorme e você vai adorar quando gozar com ele todinho enterrado na sua bunda! (sorrindo maliciosa e se deitando de costas) – Não vai tirar minha roupa, amor, não está curioso pra ver o que eu tenho pra te dar hoje?

Eu (tímido, não querendo tirar o short dela) – Prefiro que você mesma tire!

Rosinha (se pondo em pé, fingindo fazer um streap tease pra mim, enfiando a mão dentro do short e puxando o pau pra cima até que a cabeça e mais um pedaço aparecesse pra fora do short) – Veja como o meu pauzão tá tesudo e durão de vontade de entrar no seu cuzinho e te fazer gozar bem gostoso!

Ao ver a ponta do cacete que a Rosinha exibia pra mim tive certeza de que se tratava do maior consolo entre os brinquedos da tia Carmem. Naquele momento senti que ainda não estava preparado para aquilo e, mesmo excitado, comecei a pensar em como dizer pra minha esposa que eu não iria topar brincar com aquele pau gigante. Minha mulher parecia não se dar conta da minha aflição e, lenta e maliciosamente foi baixando o short até que o tirou pelos pés e se exibiu peladinha, porém “equipada” com aquele consolo enorme preso ao seu corpo me lembrando mais uma vez um travesti super dotado. A imagem era assustadora, as palavras não me saiam da boca, mas tentando contornar a situação pra não estragar o clima, me deixei levar pela minha amada; nos deitamos, rolamos na cama e, apesar da tensão que eu sentia, meu pau continuava duro com pedra.

Eu (vendo a Rosinha pegando a camisinha e o lubrificante que estavam sobre o criado mudo) – Amor, espero que você entenda, mas não estou preparado pra esse brinquedão que você está usando!

Rosinha (se virando, fazendo biquinho e fingindo tristeza, mas também provocando) – Porque, Fer? Você diz que não tá preparado, mas seu pau continua duro! É porque o meu pintão é grandão e você tá com medo de doer muito?

Eu (sem encontrar as palavras, falei aquilo que sentia no momento) – Ah, não sei explicar, acho que nem é tanto o tamanho, pois sei que você é paciente e carinhosa, mas... (dando uma paradinha na frase) – Não vá rir de mim, tá, mas é que esse consolão, com essa forma perfeita de pica, me lembra o pau do tio Carvalho e...

Rosinha (interrompendo, me abraçando e me beijando) – Oh, amor, relaxe, eu te entendo perfeitamente! Se você não está a fim deste brinquedo, então podemos trocar por outro! (pegando na sacola de brinquedos o vibrador grande, o maior deles, de tamanho bem parecido com o consolo que estava usando) – Então vamos brincar com este que também é grandão, mas não se parece com o pauzão do tio! (sorrindo) – Pode ser?

Sorri concordando e ajudei minha mulher a desafivelar a cinta de couro e me senti aliviado quando ela guardou aquele pintão artificial dentro da sacola. Em seguida ela me fez deitar de costas e se deitou sobre mim iniciando carícias pelo meu corpo que me fizeram esquecer o consolão e também me excitaram ao imaginar as brincadeiras que estavam por acontecer. Fui beijado na boca, senti nas orelhas a língua molhada da minha amada arrepiando todo meu corpo, tive os mamilos beijados e mordidos levemente, senti uma língua no umbigo e, por fim, a boca quente e molhada agasalhando minha pica dura. Que delícia! Depois de me chupar o pau, ela desceu a boca pro meu saco onde lambeu, mordeu a pele até me fazer gemer de dor e colocou na boca cada uma das bolas. Ela estava chegando “lá”! Não demorou e me vi na posição de frango assado, uma língua curiosa lambendo meu rego e tentando entrar no meu cuzinho. Oh, delícia!

Rosinha (me encarando, enfiando um dedinho lubrificado no meu furico) – Fer, seu cuzinho é muito apertadinho, muito gostosinho!

Eu curtia, eu realmente gostava daquele carinho e até me esqueci do vibrador que estava ali na cama, próximo das mãos da minha esposa. Mas logo ela me fez lembrar daquele brinquedo:

Rosinha (exibindo pra mim aquele torpedo enquanto passava lubrificante nele) – Veja, Fer, que grandão esse vibrador, vou meter ele no seu cuzinho e te fazer gemer de dor e prazer até você gozar bem gostoso!

Minha esposa adorava fazer um leve terrorismo comigo, acho que ela gosta de me assustar ou me ver sofrer. Ainda na posição de frango assado, logo senti o plástico frio daquele objeto lubrificado tocando minhas pregas anais. O primeiro toque fez meu cuzinho se contrair provocando um sorriso na minha mulher:

Rosinha (me encarando) – Relaxe, amor! Vai doer no começo, mas depois você vai adorar!

Caros leitores, tentarei, embora sei que não será fácil descrever as sensações que aquela situação me provocava. Senti a ponta fina e fria do vibrador de plástico entrar com certa facilidade no meu cu, mas conforme aquilo desaparecia e engrossava forçando minhas pregas, a sensação que senti foi de arrombamento. Que dor!

Eu (reclamando) – Aiiiii, devagar! Tire, tire!

Minha mulher sorriu, tirou, molhou um pouco mais com lubrificante e voltou a pressionar aquele torpedo no centro das minhas pregas anais. Ela movimentava aquela coisa pra frente e pra trás fazendo meu cu se abrir e se fechar e, a cada enfiada, entrava mais fundo dentro de mim aumentando a dor e também o tesão e a vontade de ter aquilo tudo enterrado no meu cu. Não sei quanto tempo demorou aquele castigo, mas houve um momento em que minha mulher parou de puxar e somente empurrava muito lentamente me causando uma ardência na portinha do cu. Tentei ser firme e, apesar dos gemidos e dos dentes apertados, resisti até que senti o anel se abrir e deixar passar toda aquela grossura pela minha entrada anal. Que puta dor!

Eu (não resistindo) – Tire, tá doendo, tire, por favor!

Minha esposa, com cara de safada, obedeceu e tirou aquilo de dentro do meu cu, mas, segundos depois senti novamente a pressão daquela enormidade nas minhas pregas. Outra vez entrou, abriu e rasgou a porta do meu cu! Fui macho e apenas gemi, mas não pedi pra tirar!

Rosinha (me encarando e sorrindo enquanto enfiava o restante do vibrador no buraco da minha bunda) – Isso, amor, seu cuzinho já se abriu pra agasalhar esse brinquedão, sinta como ele é duro e grossão, sinta nas suas preguinhas a dor gostosa de ter algo grosso entrando no rabo, curta esse momento!

A Rosinha sabia me torturar e ao mesmo tempo me dar prazer. Doía, ardia e queimava, mas não pensei em pedir pra tirar aquilo do meu cu. Deixei que ela enterrasse tudo e, no final, a dor do alargamento se somou à dor causada pelo comprimento excessivo, pois o vibrador parecia ser longo demais pro meu canal traseiro. Minha mulher percebeu e aliviou a pressão, mas começou um lento vai e vem que aos poucos foi substituindo o desconforto pelo tesão, ou melhor, pelo prazer, porque tesudo eu estava, e muito, pois o meu pinto continuava duro, duro!

Rosinha (saindo de entre minhas pernas, me fazendo baixá-las e vindo pra cima de mim) – Fer, acomode bem o vibrador na sua bunda de forma que fique confortável porque eu vou montar você e cavalgar no seu pau!

Surpreso com aquela novidade, levei a mão até a minha bunda, peguei naquele torpedo e pude sentir o quanto aquilo era grosso. Acomodei da melhor forma possível de maneira que não doesse tanto e me sentei em cima aguardando minha mulher que esperava ao meu lado pra montar em mim. Quando ela montou, buscou com a buceta o meu cacete, senti todas as delícias deste mundo concentradas no meu pau e no meu cu! Que coisa boa sentir o pau agasalhado na xoxota mais gostosa deste mundo e tendo algo duro enfiado no meu cu!

Rosinha (com cara de tarada, comendo meu pau com a buceta e a voz carregada de tesão) – Delícia de pica, Fer, seu cacete tá muito mais grosso e duro que o normal! Ai, que cacete gostoso, tá rasgando minha buceta! (apoiando as mãos no meu peito) - Fique quietinho que vou galopar você e rebolar no seu cacete!

Minha esposa iniciou uma cavalgada em meu corpo muito mais intensa e mais tarada que o normal; acho que ela nunca havia galopado em mim daquela forma.

Rosinha (gemendo) – Puta que pariu, Fer, seu pau tá muito gostoso, tá enchendo minha buceta, ai, que delícia!

Tentei meter na minha esposa de baixo pra cima e percebi que o vibrador saia um pouco do meu cu quando eu levantava a bunda. Era uma novidade pra mim ter algo dentro da bunda e devagar fui aprendendo a me movimentar. Logo descobrir que quando eu metia de baixo pra cima, o torpedo que estava enterrado no meu cu entrava e saia, às vezes doendo um pouco, mas também me causando uma sensação deliciosa. Fui fazendo os movimentos e logo aprendi como multiplicar o meu prazer e também fazer a alegria da minha mulher:

Rosinha (gritando de prazer) – Ai, Fer, que delícia de metida você tá dando na minha buceta, isso, mete nela, me fode com esse cacetão grosso, isso, me dá pau duro, soca essa pica grossa em mim, vai, mais, me dá pau duro, vai, mete, mete!

Senti minha pele se arrepiando anunciando a chegada do prazer maior e eu dei um jeito de incentivar a Rosinha a também gozar:

Eu (doido de tesão e prestes a gozar) – Isso, putinha, rebole no meu pau, sinta como esse vibrador enfiado no meu cu fez meu cacete ficar mais duro e grosso, come ele com essa sua buceta gostosa, vai putinha!

Rosinha (gemendo muito, arfando) – Ai, ai, vou gozar, puta que pariu, vou gozar, ai, tá vindo, ai, delíciaaaaa, tô gozandoooooo!

Gozamos juntos e o meu prazer foi muito intenso, foi um gozo especial, longo e forte que quase me fez desmaiar. Que delícia gozar com algo enfiado no meu cu! Depois do gozo senti uma forte necessidade de tirar aquele vibrador da minha bunda e, então, fiz com que a Rosinha saísse de cima de mim. Tirei aquela coisa do meu rabo, relaxamos e dormimos por alguns minutos. Ah, como é bom fazer sexo com minha amada.

Mais tarde acordamos, nos beijamos, tomamos banho e dormimos felizes.

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