Melhor amigo do casal 12

Um conto erótico de RickG
Categoria: Heterossexual
Contém 3248 palavras
Data: 04/04/2026 03:00:03

Meu nome é Ana Carolina, mas todos me chamam de Carol ou Carolzinha, pois sempre fui pequenininha e magrinha.

Tenho 19 anos, cabelos pretos ondulados e longos, eu amo cabelão. Minha pele é bem branquinha, do tipo que vai a praia e volta toda vermelhinha.

Meus olhos são castanhos, narizinho fino e empinado que todos odeiam, labios bem desenhados e bem preenchidos, vejam que é naturalmente preenchido, aqui é tudo natural gente (rs), inclusive meus seios que todos acham que é silicone, pois são durinhos e grandinhos para o meu tamanho, além de serem bem redondinhos, meu namorado acha eles perfeitos. Minha cintura é fina, dando a impressão que a minha bunda é maior do que ela realmente é, mas gente, é de tamanho proporcional ao meu corpo. Tenho coxas grossas e desculpem a falta modestia, mas minhas pernas são lindas, eu amo elas.

Eu amo muito meu namorado e estamos juntos a cinco anos, ele é um ano mais velho que eu e nos conhecemos no colegio. Nós estudamos juntos, na mesma sala, por varios anos seguidos, mas antes de namorarmos ele nem sabia que eu existia.

Pois é gente, eu era invisivel para ele, mas era compreensivel, pois ele era da galera mais popular e eu era a nerdzinha que sentava na frente e andava com outros nerds invisiveis.

Tenho ate vergonha de falar, mas reconheço que eu não era muito atraente quando mais nova. Eu usava aparelho nos dentes, tinha o rosto coberto de espinhas em uma certa epoca da minha adolescência, eu não cuidava muito dos meus cabelos, então eles ficavam muito volumosos e eu andava sempre com rabo de cavalo, mas não era um rabo de cavalo bonito, era praticamente um monte de cabelo embolado e bagunçado. O pior nem era isso, eu era muito magra e não tinha peito nem bunda, o uniforme da escola ficava muito largo em mim. Era horrivel.

Já o meu namorado, ele sempre foi perfeito, era um dos mais altos da sala, tinha um sorriso que me arrepiava toda, mas os cabelos castanhos claros eram o verdadeiro charme, sempre bem cortados, era um gato.

O problema é que todas as meninas da sala e de toda a escola tambem compartilhavam da mesma opinião que a minha, ele era disputado por todas e pior, ficava com varias. Eu morria de inveja daquelas piranhas.

Sim, elas eram piranhas, apesar da pouca idade.

Mas comecei a notar um certo padrão nas ficantes dele, todas tinham corpão e algumas ate já usavam maquiagem.

Eu acompanhava tudo que ele fazia, de longe. Observava com quem passava o tempo nos intervalos, com quem saia no horario de ir embora, com quem falava na sala de aula, tudo.

E sim, eu era louca por ele. Completamente apaixonada. Mesmo sem ele saber da minha existencia.

Eu fantasiava muito que eramos namorados, sonhava quase todas as noites com ele, no meu quarto eu tinha um diario que escrevia tudo sobre ele e como eu me sentia, cheguei a imprimir fotos dele para colocar no diario e em porta retratos. Acredita?

Realmente eu era doida por ele.

Mas de tanto observa-lo, notei que ele não ficava muito tempo com as piranhas, coisa de duas ou três vezes no maximo e isso quando era um nivel mais piranha do que o normal. Algumas dessas corria fofoca depois que ele chegava a passar a mão nela, na ppk.

Eu o amava tanto que comecei a tentar me aproximar, mesmo com as minhas amigas nerds dizendo que jamais conseguiria ficar com ele.

Foram algumas tentativas frustradas, mas eu não deixava isso me abater, continuei tentando.

O dia mais feliz da minha vida foi quando eu consegui conversar com ele a primeira vez. Lembro como se fosse hoje, tinha sido na aula de ciências e ele que me escolheu para a tarefa em dupla.

Eu tinha tirado o aparelho ortodôntico no dia anterior, tinha acabado o tratamento das espinhas e minha pele estava perfeita, parecia uma bonequinha de porcelana.

Minha mãe tinha me levado no cabelereiro dela e fiz um corte legal, ele me ensinou a cuidar dos meus cabelos e a escova-los para manter o visual ondulado controlado.

Mas mesmo quando estavam mais selvagens, aprendi a prender o cabelo direito, deixando um rabo de cavalo incrivel.

Pedi para minha mãe ajustar meus uniformes, para ficar mais justo no meu corpo.

Não sei se isso ajudou, mas eu tinha despertado algum interesse nele e não somente nele, outros garotos tambem vieram falar comigo. Um desses ate pediu para me beijar, mas eu avisei que estava ficando com outro e assim eu o dispensei.

Meu futuro namorado começou a sempre me chamar para as atividades em dupla nas aulas de ciências. Me enchendo de esperança.

Eu não sei se ele percebeu o quanto eu ficava encantada ao ver ele falando, rindo das piadas dele, das brincadeiras bobas.

Ele tambem começou a me chamar para as outras atividades em dupla, das outras matérias.

Em uma excursão ele se sentou na poltrona a minha frente e ficou o caminho todo de ida sobre a poltrona dele, virado para trás, conversando comigo. Enquanto falavamos eu via ele olhando diretamente para a minha boca. Nesse dia eu tinha passado um gloss com gostinho de morango que deixava meus labios lindos.

Na volta, ele pediu para sentar ao meu lado, eu deixei, claro. Ele indicou um assento mais para o fundo do onibus, eu fui.

Meu coração batia rapido, meu estomago estava cheio de borboletas. Ele com aquele sorriso lindo ali ao meu ladinho, mais simpatico do que nunca.

Em um momento rapido ele tentou me beijar, no susto eu coloquei a mão sobre a boca dele. Não sei o que deu em mim. Era tudo que eu mais queria, mas eu o impedi.

Ele se assustou, acho que nunca tinha acontecido com ele, alguem negar um beijo seu.

Me pediu um milhão de desculpas e ficou super envergonhado.

Perguntei se ele gostava de mim e obvio que ele respondeu que sim, com certeza só queria me beijar mesmo e diria qualquer coisa para atingir o objetivo.

Perguntei por que ele não me procurava nos intervalos, somente nas atividades das aulas, eu queria saber se ele estava comigo por algum tipo de interesse.

Ele me surpreendeu dizendo a verdade, que sim, começou a me chamar para as duplas por interesse, porque eu era inteligente e tirava notas boas.

Mas depois me confessou que estava gostando de mim, que a nossa conversa era diferente, que eu estava ficando mais bonita a cada dia, etc etc.

Como se precisasse né gente?

Eu tava literalmente de quatro por ele!

Mentira gente, nessa época eu só pensava nessas coisas, não fazia, eu era toda certinha. No entanto, minha imaginação era muito fertil, muito mesmo.

Mas eu estava realmente muito apaixonada por ele e qualquer elogio seria aceito nesse momento.

Ele ainda envergonhado levantou e procurou outra poltrona para se sentar.

Minha amiga nerd veio imediatamente me perguntar o que tinha acontecido, mas eu não parava de sorrir e mal conseguia contar a ela.

Dias se passaram.

Em um intervalo ele me esperava na porta da sala, pediu para falar comigo na frente de todos, foi aquele alvoroço da turma, fiquei super constrangida, mas ele parecia estar tambem, fomos andando ate uma area mais reservada do patio onde os casais sempre iam para ter mais privacidade. Ele me confessou que não parava de pensar em mim e que queria ficar comigo.

Meu chão se abriu, minhas pernas ficaram moles.

Senti a mão dele sobre a minha e o rosto dele se aproximando do meu.

Foi meu primeiro beijo.

Senti um calor percorrendo todo o meu corpo.

Acho que ele gostou, pois nesse intervalo passamos o tempo todo nos beijando. Senti meus labios inchados ao voltar para a sala de aula no fim do intervalo.

Felicidade era pouco para definir meu estado, quem olhava sabia que eu tinha borboletas no meu estomago.

Não conseguia pensar em outra coisa, só nele e no calor do seu beijo.

Isso foi em uma sexta e passei o final de semana todo pensando nisso.

Fiquei com receio dele ter ficado apenas uma unica vez comigo e eu ser considerada mais uma para a estatistica dele, mas nós ficamos novamente na segunda, e na terça, e na quarta, quinta, sexta, nos encontramos no sabado em um shopping perto da minha casa junto com minhas amigas nerds, pois minha mãe só deixava eu ir sabendo que eu estaria com elas, se minha mãe descobrisse que era por causa de um garoto, com certeza ela ficaria puta da vida.

Ao final de um mês juntos ele me pediu em namoro e aí que as coisas mudaram um pouco, ele ficou um pouco mais abusado e tentava passar a mão em mim em todos os momentos que estavamos a sós.

Eu resistia, mas era muito dificil, ele era muito gato, muito cheiroso, tinha um toque que me arrepiava toda, sabia onde pegar, onde apertar, onde beijar, me deixava louca.

Meus sonhos noturnos eram sempre eroticos e eu acordava molhadinha.

Consegui resistir por muito tempo, pois minha familia é religiosa e eu sempre quis casar virgem, mas não consegui esperar o casamento e a primeira vez aconteceu antes do que eu desejava inicialmente, mas eu não aguentei ficar perto daquele pinto duro e ele vinha a todo momento esfregar aquilo em mim quando estavamos nos amassando.

Gente eu sou fraca. Confesso.

Não foi a melhor de todas, nós eramos inexperientes, mas fomos praticando e melhorando, eu fui me soltando mais a cada vez, ficando cada vez mais taradinha, o que me dava ainda mais prazer, em fazer algo escondido e que parecia errado. Me julguem, eu não ligo (rs).

Não conseguia me controlar quando ficava com muito tesão, uma vez eu masturbei meu namorado no cinema, era uma sessão bem vazia, estavamos nos amassando, ele apertava meus seios sobre a blusinha, esse dia não usava sutiã, ele ficou doido, o pau ficou muito duro, eu apertei sobre a bermuda, depois coloquei minha mão por dentro da bermuda e da cueca, segurando na pica dura. Ele não acreditou quando eu puxei para fora e fiquei punhetando. Dizendo que eu era louca (rs). Mas nesse dia eu estava louca, louca de tesão. E punhetei ate ele gozar na minha mão.

Acho que foi nesse dia que eu me senti putinha pela primeira vez, não por punhetar ele, mas depois que ele gozou, em um momento que ele não estava olhando, levei minha mão ate a boca e lambi um pouquinho da porra só para ver qual era o gosto, eu tinha muita curiosidade. Fiquei com um pouco de nojo na hora, confesso. Por causa do cheiro forte, mas lambi mesmo assim para provar e matar a minha curiosidade. Logico que não gostei de imediato, tive que provar varias outras vezes para começar a apreciar (rs), mas isso é coisa recente.

Voltando para a epoca do colegio... Nessa mesma epoca uma garota de outra sala ficou conhecida como boqueteira na escola toda, porque diziam que ela engolia a porra quando eles gozavam, lembro que meu namorado foi um dos primeiros a julgar ela e dizia que era uma piranha. Eu chupava meu namorado as vezes, mas ficava com vergonha de pedir a ele para gozar na minha boca, então eu praticamente nunca tinha provado de verdade o que era uma boa gozada na boca.

Meu namorado era bem machista e se tornou bem ciumento, principalmente quando rapidamente meu corpo começou a mudar. Meus seios cresceram, ficaram redondos, durinhos e empinados, minha bundinha tambem cresceu e como eu tinha cintura fininha, parecia ainda maior e ornavam perfeitamente com minhas coxas que ficaram mais grossas.

Qualquer shortinho mais curto ou mini saia ficava um escandalo na minha bundinha.

Qualquer blusinha mais justa e decotada destacavam demais os meus peitos.

E o meu namorado morria de ciumes cada vez que eu usava algo assim, tanto que brigamos feio algumas vezes por causa disso.

A primeira vez foi quando ele me viu conversando com um garoto mais velho, meu namorado ficou possesso. Eu não podia falar com ninguem do sexo oposto, ele tinha ciumes ate dos amigos dele, exceto do Leo.

O Leo era o melhor amigo do meu namorado e eles eram inseparaveis, viviam andando juntos para cima e para baixo.

Como eu tinha que ficar andando com os amigos do meu namorado, eu os conhecia muito bem e era super enturmada com os meninos, mas claro, mantendo uma certa distantancia deles.

Confesso que as vezes era dificil ficar no meio daqueles garotos, eles eram muito infantis e as brincadeiras eram sempre de mau gosto.

As vezes eu pegava os meninos olhando para meu corpo, mas eu não podia falar para o meu namorado, senão ele provavelmente perderia a cabeça com eles, então eu acabava ficando quieta.

Não sei exatamente como isso era visto pelos meninos, porem as vezes eu tinha uma impressão que eles achavam que eu gostava daquilo, de ser cobiçada, desejada. Tipo a namorada gostosa do meu amigo que todos querem provar.

O pior é que aos poucos eu comecei a gostar mesmo, eu ali no meio daqueles machos me sentia a rainha, pois todos me tratavam como a tal. Ainda mais que eles eram o grupo popular do colegio, eu podia ver a expressão de inveja das outras garotas, tenho certeza que qualquer uma daria um dedinho para estar no meu lugar.

Eu fui dando corda para eles, me exibindo um pouquinho as vezes, deixando um pouco da calcinha a mostra ao sentar, me abaixando sem dobrar os joelhos para pegar algo do chão, usava sutiã de rendinha sem bojo para eles verem meus mamilos durinhos no frio e estufados no calor. Meu uniforme do colegio era bem justinho nas partes importantes, o que ajudava muito a deixar os garotos loucos no meu corpinho e eu ficava super excitada, aproveitavamos que estavamos sozinhos na casa do meu namorado e transavamos muito.

Meu namorado não percebia nada e eu acabava me sentido um pouco culpada depois que transavamos. Eu tinha a sensação que estava traindo ele. Mas logo eu era tomada novamente pela excitação do exibicionismo e acabava fazendo tudo novamente.

Pensei em parar com isso varias vezes, principalmente depois da vez em que estavamos todos em uma festa de aniversario de uma menina da nossa sala, eu fui com um shortinho jeans lindo, mas que deixava meu bumbum deliciosamente evidente, meu namorado achou ruim comigo quando me viu chegando com aquele shortinho e brigamos nesse dia na frene de todos, ele ficou lá com os amigos dele e eu resolvi que não ficaria me culpando como eu sempre fazia, dessa vez eu levantei a cabeça e fui me divertir com as meninas.

Dançamos muito e eu me divertia muito com as meninas.

Já estava quase na hora de ir embora, meu namorado já tinha ido faz tempo, não gostou de me ver dançando e como já tinhamos brigado ele não teve mais o que fazer, apenas saiu esbravejando.

O som era um funk e eu dançava rebolando a bundinha, modestia parte eu danço muito bem e todos ali assistiam eu dançar com as meninas.

Inclusive o Leo, que não tinha ido embora ainda e ficou me observando encostado na parede em um canto, sozinho.

Quando percebi que ele encarava o meu bumbum, provoquei ainda mais, descia quase ao chão e empinava bastante quando colocava as mãos nos joelhos.

Mesmo com a luz baixa, era possivel ver um certo volume na calça do Leo, o que me deixou surpresa e um tanto curiosa, eu não consegui disfarçar muito bem e olhava para trás enquanto dançava na direção dele, tentando ver melhor o que era e como era o volume (rs).

Quando a musica acabou eu estava toda suada, fui ate o banheiro me secar.

Fui em direção ao banheiro, o Leo não estava mais onde eu havia visto anteriormente, quando entro no corredor dos banheiros lá esta ele na porta do banheiro feminino me esperando.

Foi totalmente inconsciente, mas acabei olhando para baixo, para o volume dele.

Olhei bem rapidamente, mas ainda parecia estar lá.

Quando voltei os olhos para o rosto dele, ele me encarava com um grande sorriso, daqueles bem cafajestes, do tipo que sabia que eu dei uma bela manjada do volume do pau dele.

Me senti uma vagabunda nessa hora, meu rosto deve ter ficado vermelho, pois sentia queimando de tão quente que estava, de tanta vergonha que senti.

Apontei para o banheiro, ele saiu da frente da porta e fez sinal para eu passar.

Era apertado e eu tinha que passar entre o corpo dele e o batente da porta enquanto ele a segurava aberta para mim.

Me abaixei e passei bem rente ao batente, mas ainda assim senti o corpo dele me prensando, principalmente na parte das suas genitais. Sim pessoal, o melhor amigo do meu namorado me encoxou na porta do banheiro feminino e ainda estava de pau duro, durissimo por sinal. E eu senti ele todo na minha bundinha.

Entrei rapidamente tentando me esquivar dele, fechando a porta e trancando logo na sequencia.

Meu coração estava disparado e eu sentia uma vergonha tão grande, porem quando passou o susto só conseguia pensar no pau duro dele cutucando a minha bunda.

O melhor amigo do meu namorado tinha me encoxado e eu só conseguia ficar pensando no pinto dele, o que tinha de errado comigo?

Demorei a sair do banheiro, só sai quando algumas meninas bateram na porta.

Quando sai, ele não estava mais lá. Acho que tinha ido embora.

A noite, deitada na cama, não conseguia dormir. Primeiro com raiva, mas depois quando me dei conta, estava com a minha ppkinha molhadinha. Levei minha mão ate ela e massageava delicadamente, me tocando suavemente. Quando percebi o que eu fazia eu levei um susto, tirei rapidamente a mão da minha calcinha e comecei a chorar. Eu não devia me masturbar pensando no pau do melhor amigo do meu namorado, que tipo de namorada eu era?

Não consegui dormir.

No domingo meu namorado me ligou e pediu um milhão de desculpas, ele achou estranho eu chorar tanto no telefone, mas não consegui contar a ele o que ocorreu. Nesse dia não nos vimos.

Na segunda, tive que confrontar o Leo, eu tinha o discurso todo na cabeça, ensaiado, colocaria ele no lugar dele, aquele filho da puta estava achando que eu era uma vadia qualquer?

Logo na entrada ele aproveitou que o meu namorado tinha ido ao banheiro e veio falar comigo.

Me puxou no canto e antes que eu descarregasse todo meu odio em cima dele, me pediu desculpas. Disse que tinha bebido cerveja escondido com o Lucas, que ele sempre me achou gata e que naquela noite eu estava mais gata que o normal, mas que respeitava meu namorado, porem achou que nós tinhamos terminado com a aquela briga e eu estava solteira, se não fosse o alcool não teria tentando dar em cima de mim. Me pediu perdão e que por tudo que era mais sagrado, que não contasse para o meu namorado, pois não queria perder a amizade.

Ele pareceu tão sincero que eu aceitei as desculpas e o perdoei.

Tambem não contei nada ao meu namorado e ate hoje ele não sabe disso.

Aí gente, eu não fazia ideia do quanto isso mudaria minha vida, mas vou deixar para contar isso para vocês depois...

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