Jhonny estacionou o carro na garagem da casa de Suzana e Christopher, o motor ainda quente ecoando no silêncio da tarde. O ar estava abafado, e o relógio do painel marcava quase 11h – o tour pelo apartamento que foram olhar para alugar havia se estendido mais do que o esperado, com aquele sexo intenso que os deixou exaustos. Andressa, ao seu lado, bocejava, os olhos pesados de sono após o orgasmo intenso no quarto vazio: "Chegamos, amor… tô morta," murmurou ela, abrindo a porta e saindo cambaleante, o vestido ainda amarrotado. Jhonny demorou um pouco mais, ajustando o retrovisor e respirando fundo, a mente fervilhando com as imagens do que acabara de acontecer – os sussurros, os pés se afastando, a bocetinha dela exposta para estranhos: "Preciso confrontá-la… mas não agora, ela tá destruída. Isso vai explodir tudo se eu falar errado." Saiu do carro devagar, o peito apertado com raiva e confusão.
Ao entrar na casa, o silêncio inicial foi quebrado por vozes baixas na sala. Andressa já estava lá, conversando com Suzana, que parecia animada, os cabelos cacheados balançando enquanto gesticulava: "... delícia eim. To vendo pela sua cara haha. Ah, amiga, esse ap tem um ótimo preço para dois quartos e é perto da praia, fora a churrasqueira na varanda! Perfeito pra um churrasco e já começaram com fogo eim!" dizia Suzana, rindo alto, os olhos brilhando. Andressa assentia, mas sua cara de acabada era visível – pálida, com olheiras sutis e o corpo relaxado contra o sofá. Ao notar Jhonny na porta, as duas aparentemente mudaram o rumo da conversa, incluindo ele: "Ei, amor! O que você achou da casa? Conta pra Su sua opinião!" - diz Andressa, ainda sem muita energia. Jhonny murmurou sobre o espaço ser bom e o preço estar na média, até um pouco à abaixo: "É legal… uma boa oportunidade." Mas Andressa se levantou: "Tô precisando de um banho… tô um caco." Ela saiu da sala, deixando um rastro de perfume misturado a suor, e Jhonny sentiu uma pontada – "Ela tá fingindo normalidade? Depois de tudo aquilo?"
Jhonny não foi atrás. Em vez disso, foi para o quarto de hóspedes, deitando na cama ainda vestido, os braços cruzados atrás da cabeça: "Sem calcinha o dia todo… aqueles olhares, os sussurros. Ela sabia? Foi intencional? E agora, como confrontar sem virar uma puta briga?" Refletiu ele, o ciúme corroendo como ácido, mas misturado a uma excitação residual que o deixava confuso, o pau ainda meio duro nas calças. Andressa voltou do banho uns 20 minutos depois, enrolada em uma toalha, os cabelos loiros úmidos e o rosto mais relaxado: "Amor, você é tudo pra mim… te amo tanto, sabia? Não vivo sem você," murmurou ela, deitando ao seu lado e fazendo juras de amor sussurradas, beijando seu pescoço devagar: "Você é meu careca forte, meu tudo… prometo te fazer feliz pra sempre!" Jhonny respirou e se preparou para questionar, mas ela capotou quase imediatamente, o cansaço vencendo. Ele suspirou, o confronto adiado mais uma vez, e acabou cochilando também, o corpo exausto traindo a mente agitada.
Passaram-se duas horas, e Jhonny acordou sobressaltado, o relógio marcando 13h. Não havia tomado banho, e o estômago roncava – eles nem haviam almoçado. Andressa dormia profundamente ao seu lado, como um lindo anjo, o rosto sereno e os lábios entreabertos em um suspiro inocente: "Ela parece tão pura… mas e aqueles flashs? Aff, preciso mijar urgente e tomar um bom banho." Levantou-se, correu levemente pro banheiro, ignorando os pequenos barulhos distantes da casa – talvez o vento ou algo na cozinha. Na pressa, não se atentou a nada, indo para o banheiro social, a bexiga apertando.
Ao abrir a porta, a visão o impactou como um soco: Suzana nua, de frente para a porta, levando rola de Christopher. Ela estava de frente para ele, uma das pernas levantadas e segura pelo marido, o corpo curvilíneo mulato pressionado contra a parede do box, uma mão apoiada no azulejo para equilíbrio e a outra tentando tampar a boca, abafando gemidos roucos: "Ahh… mete, amor… delícia." Seus olhos estavam fechados, quase em transe, os seios médios balançando com cada estocada profunda, a boceta raspada engolindo o pau dele com um brilho úmido, os lábios esticados e reluzentes. Mais do que na praia, agora Jhonny via quão linda e gostosa ela era – as curvas perfeitas, a pele mulata, quase um chocolate ao leite, suada, o bumbum generoso tremendo com o impacto: "Caralho…sério isso? Tô vendo tudo." Christopher, de costas para a porta, metia ritmado: "Ahh, minha safada… chora no meu pau, minha gostosa!" alheio no início.
Antes que Jhonny pudesse processar, ela o atacou, puxando-o de volta para o quarto, as mãos ágeis abrindo sua calça: "Ei, Andi… espera," murmurou ele, mas o tesão venceu, esquecendo o problema de mais cedo e cedendo, fodendo sua branquinha gostosa com urgência. "Você viu tudinho naqueles poucos segundos, amor? Aposto que sim… a Su é perfeita, né? Tão gostosa... aqueles seios... aquele bumbum..." provocou Andressa, as palavras surpreendendo Jhonny, mas dando ainda mais tesão – ele a virou de quatro na cama, metendo fundo na boceta molhada: "Ahh, safada… acha sua amiga linda, é?!" mudando para missionário com as pernas dela sobre os ombros: "Toma pau, delícia…" Depois ela por cima cavalgando com fúria: "Ahh, me dá rola, Jhonny! Aaaahhh... Vamos ser sinceros... aaaahhhhh delícia! Minha amiga é um tesão de mulheeeeer! E o Chrystopher é um homão da porra..." Aquilo irritava, mas excitava Jhonny, o pau latejando com a provocação: "Por que ela tá falando da Su assim? Isso é tesão? Pela situação?"
Após ela gozar algumas vezes, tremendo e apertando-o: "Ahh, tô gozando de novo… sim!", Andressa percebeu que Jhonny estava prestes. Mesmo ele sujo do dia, sem banho, ela fez o impensável: parou a transa e chupou o pau dele até o fim, mamando com tesão insaciável, os lábios macios envolvendo o comprimento grosso, a língua rodopiando na cabeça: "Mmm… delícia, goza na minha boca, por favor." Ela nunca tinha feito isso antes – nas raras ocasiões, chupava só no começo e dizia ter um pouco de nojo. Mas naquele dia, aparentava faminta, deixando a gala escorrer pelas bordas da boca como baba, os olhos erguidos para ele com um brilho provocador: "Ahh, então engole tudo, safada," gemeu Jhonny, o orgasmo explodindo forte em sua boca. Foi um sexo intenso que durara mais de 30 minutos.
Ao final, ele havia ficado de costas para a porta, e ouviu passos rápidos se afastando. Quando olhou, a porta estava entreaberta – não havia mais dúvidas, alguém os vira: "Merda… de novo? Quem foi?" Mas antes que ele brigasse com Andressa, ela o abraçou forte: "Você é o homem da minha vida, Jhonny… te amo mais que tudo, meu careca forte." Dentre outras declarações de amor: "Não vivo sem você… você me completa," terminou com um beijo apaixonado, levemente salgado: "Eu te amo!" Ela se enrolou na toalha e foi pro banho mais uma vez, deixando-o sozinho. Dessa vez, Jhonny fechou a porta, atônito com tudo o que rolava naquele dia – as provocações, o boquete inesperado, os vislumbres: "Ela tá mudando… ou sempre foi assim? Safada ela sempre foi, mas isso..."
Andressa voltou rápido, o banho ligeiro, e avisou: "A Su nos chamou pra almoçar. Vai tomar um banho rápido, amor." Jhonny assentiu, decidindo colocar tudo em pratos limpos com ela após o almoço – de alguma forma, sem explodir o casamento, se for possível: "Chega… preciso de respostas, antes que isso vire um caos e eu exploda em cima dela."