Capítulo 5: Maré de Desejo

Um conto erótico de CarlaNSP
Categoria: Heterossexual
Contém 647 palavras
Data: 29/04/2026 22:06:08

O sol estava a pino, e o reflexo na água turquesa parecia competir com a cor do biquíni de Letícia. A praia estava movimentada, mas o mar oferecia um refúgio de privacidade a poucos metros da areia. Lucas guiava Letícia para onde as ondas já não quebravam, até que a água batesse no peito dele.

Para Letícia, com seus 1,64m, o mar era um desafio. Instintivamente, ela saltou no colo de Lucas, envolvendo suas pernas nas coxas musculosas dele. O contraste era absoluto: a pele morena dela brilhando com o sal, o cabelo preto flutuando como uma mancha escura na água, e o corpo de 1,91m de Lucas servindo como uma ilha de segurança.

Nessa posição, com as pernas dela trancadas na cintura dele, a buceta de Letícia, protegida apenas pela lycra fina, ficou pressionada diretamente contra o pau de Lucas. O calor da ereção dele atravessou o tecido do tactel e do biquíni, pulsando contra a intimidade dela.

— O que é isso, amor? — ela perguntou, com um risinho que misturava a ingenuidade da "moça de família" com a malícia de quem já conhecia o peso daquele volume.

Lucas não respondeu com palavras. Suas mãos grandes mergulharam na água, agarrando a bunda firme de Letícia e puxando-a com força para baixo, esmagando o pau contra a fenda dela.

— Ai, amor... não faz isso — ela murmurou, mas o corpo dela se arqueou para frente, buscando mais pressão.

Lucas a girou, deixando-a de costas para a praia e de frente para ele, como se estivessem apenas conversando. Enquanto falava sobre o céu e o mar, sua mão direita mergulhou sorrateiramente. Ele afastou a calcinha turquesa para o lado e encontrou o clitóris dela. Sob a água gelada, a pele dela estava fervendo.

Ele começou a massageá-la com movimentos circulares e firmes. O som das ondas abafava os gemidos curtos que Letícia soltava no ombro dele.

— Você é muito gostoso, Lucas... para... alguém vai ver — ela dizia, enquanto suas próprias unhas cravavam nos ombros dele, implorando silenciosamente para que ele não parasse.

Para disfarçar, Letícia soltou-se e disse que queria boiar. Lucas a apoiou, mantendo as mãos sob as costas e a bunda dela. Enquanto ela flutuava, vulnerável, ele deslizava os dedos por baixo da água, acariciando a entrada do cuzinho e a buceta aberta, sentindo a lubrificação natural se misturar ao sal do mar. Quando ela virou de bruços para "nadar", Lucas posicionou a mão em concha exatamente onde ela batia as pernas, deixando que o movimento dela fizesse a buceta esfregar contra a palma da mão dele.

O tesão no mar era insuportável, mas o risco de um flagra público impediu o clímax.

— Vamos sair daqui. Agora — Lucas ordenou, a voz rouca.

Eles caminharam apressados até o carro estacionado em uma rua sem saída, sob a sombra de umas árvores. Ainda molhados, com o cheiro de mar impregnado na pele, a tensão explodiu. Lucas a jogou no banco do passageiro, que ele inclinou totalmente.

Sem tirar o biquíni molhado, ele apenas o afastou. Letícia estava tão louca que ela mesma guiou a mão dele. Lucas não usou apenas os dedos; ele baixou a cabeça e a lambeu ali mesmo, sentindo o gosto de sal e o gosto dela. Letícia gemia alto agora, sem medo, enquanto o vidro do carro começava a embaçar.

Ela o puxou para cima, arrancando o short tactel dele. Sentada no banco, ela o abocanhou com uma urgência febril, querendo compensar a espera no mar. Lucas gozou com a cabeça encostada no teto do carro, jorrando entre os lábios dela, enquanto ela usava a outra mão para se masturbar furiosamente até atingir o próprio ápice.

Eles ficaram ali por longos minutos, ofegantes, o carro virado em um casulo de calor e umidade. A praia lá fora continuava igual, mas dentro daquele veículo, o mar tinha sido apenas o aperitivo para uma entrega total.

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