A inquilina LXXXV

Da série A inquilina
Um conto erótico de Amigo Intimo
Categoria: Heterossexual
Contém 1669 palavras
Data: 29/04/2026 15:28:38

Eles estavam dormindo e a amiga disse que poderia buscar no dia seguinte, já tínhamos feito isso por eles, para eles irem num show, achamos meio abuso, mas sabíamos que acordar o menino ia colocar ele no fogo, e as 11 da noite ia estragar a segunda mas mesmo assim descemos, para ir buscar o menino quando passamos pela portaria, pois, essa vizinha é de outra torre encontramos com o casal vermelho e os vizinhos do cachorro e a gordinha vindo para a portaria. Todos sorrindo, nós imaginando o que aprontaram e eles com a cara de que aprontaram muito, a gordinha estava com o rosto bem vermelho e uma cara de safada, a vermelha com o cabelo molhado, brincamos uns com os outros e um depois você conta, quanto saímos para ir buscar o menino a inquilina me olhou.

- Você queria ter ido com eles? Ter aprontado? - dou um risinho abraçada em meu braço, entramos no elevador e eu virei ela para mim e a beijei.

- Podemos ter outras oportunidades ou não, mas hoje tudo que eu queria foi ouvir o que ouvi, que você me ama e que seu corpo e sua alma são meus - ela me beijou de volta, ficando vermelha, eu fiz um carinho no seu rosto e chegamos no andar da vizinha que estava com o menino, pegamos o menino agradecemos, ela me deu parabéns de novo, e descemos com o menino no meu colo e a inquilina agarrada no meu braço perto do meu ouvido, e sussurrou baixo não o suficiente para eu não ouvir. “ Por isso que te amo “, eu encostei minha testa na dela e voltamos para o apartamento. Na segunda a noite ela manteve o menino acordado e os dois me acordaram me dando um presente de aniversário, e beijos e abraços e o menino quis dormir conosco na cama, ela mostrou para mim uma micro lingerie por baixo da camisola, como que diz a decisão é sua, mas o menino tinha arrastado seu cobertor e seu dinossauro para dormir ali, eu não podia fazer isso com ele, e ele dormiu conosco, ele no meio e eu a inquilina de mão dadas pelo peito dele e roçando os pés por baixo dele. Ela tinha um sorriso lindo de realizada, quem se preparou para uma coisa e terminou tento uma melhor. De manhã arrumos ele para ir para escola, ela se atrasou e pediu para eu levar ele e voltar para pegar ela, fui e quando voltei ela estava arrumada mas arrumada para outra coisa. Estava toda de branco, meia calça, espartilho que realçavam mais ainda seus peitos, calcinha pequena cavada, o padrão que ela gostava, mas essa não tina a parte de baixo exibindo sua buceta por baixo, um corpete um baton rosa claro , e uma calcinha pequena com um laço na parte de trás do espartilho onde as fitas apertavam par deixar bem colado.

- Sei que eu já te dei presente e os parabéns, mas queria fazer de novo - eu levantei o dedo como quem diz para de falar e ela mordeu o lábios e sorriu. Eu andei em direção a ela e passei por ela sem tocar nela, ela ficou paralisada com uma cara espantada. Eu voltei e dei um beijo em sua testa. E alisei sua cintura admirando o como ela estava perfeita daquela forma.

- Amor, não sai daqui eu só preciso ir no banheiro e prometo voltar pelado - ela soltou um riso divertido e devolveu a minha frase com uma afirmação.

- Pelado, hein. - me deu um beijo e um tapa na bunda, eu fui para quarto peguei uma coisa e sai com uma caixa na mão.

- Sei que é meu aniversário e eu quero o maior presente de todos - abri a caixa que tinha duas alianças dentro, ela começou a chorar, - te ver assim toda de branco, toda linda e maravilhosa só me fez antecipar o que ia fazer só no seu aniversário - ajoelhei no chão e olhei em seus olhos que estavam tão mareados como os meus a caixa aberta - Você quer casar comigo? - ela chorando com um sorriso lindo balançava a cabeça num sim desesperado. O beijo que se seguiu foi longo o Sim, veio a cada final dos beijos seguintes, peguei sua mão e e encaixei a aliança e ela fez o mesmo e ficou olhando nossos dedos entrelaçados com os olhos brilhando e os lábios tremendo, encostei minha testa na dela - Eu te amo meu amor..- peguei ela no colo e levei para a cama, para nosso quarto, quando deitei ela ela sorriu ainda com lagrimas nos olhos.

- Poderia ter se ajoelhado pelado - riu alto soltando meu cinto o botão e o ziper da calça social fazendo ela cair e me deixando de cueca na altura do seu rosto - eu ia gostar - me segurou não deixando eu subir na cama, abaixou minha cueca com a cabeça de lado já beijando meu meu pau minha mão foi para o meio de suas pernas ela só abriu as pernas, a calcinha não tinha parte de baixo e meus dedos foram direto no clitoris, e ela sorriu me olhando nos olhos - gostou da minha roupa, posso cassar assim - e voltou a chupar meu pau com mais voracidade enquanto gemia com meu toque entre suas pernas. Ela me chupava com urgência e com dedicação, ela deitou a cabeça para fora da cama, me chupando com a cabeça de ponta cabeça e eu podia ver ele movendo o inicio da sua garganta, ela sorriu babando - Sua noiva faz direitinho - ela parecia bebada de felicidade e eu estava com o coração tão acelerado que estava até devagar nos meus movimentos. Mas subi na cama para um 69 e comecei a chupar e lamber sua buceta enquanto ela me colocava todo na boca, dois dedos brincavam dentro da sua buceta tirando gemidos, e ela retribuía com chupadas barulhentas, que iam desde o saco até a cabeça, ela as vezes punhetava de leve e as vezes não usava a as mão para nada, quando enfiei um dedo no seu cu ao mesmo tempo que sua buceta com a mão em V e minha língua brincava de amassar e empurras seu clitóris de um lado para outro ela começou a tremer e gemer ligando meu pau caído em seu rosto, ela saiu de cima de mim me jogando para o lado, e subiu e começou a cavalgar como uma louca, entrelaçou as mão na minha e ficava alternando entre olhar para meu resto e para nossas mãos com as alianças. Ela sorria com um ar leve, um ar bobo, que não precisa dizer nada, os gemidos e seu sorriso bobo falavam por ela, soltei a fita do espartilho em suas costas e comecei a chupar seus peitos ao mesmo tempo que metia ela gemia gosto me segurando pelos cabelos atras da cabeça me puxando para seus seios, ela rebolou mais um pouco e então gozamos no mesmo instante, ela tremeu mais brando que a primeira vez, na minha boca, mas dava um espasmo a cada gozada que eu dava dentro dela, eu deitei e ela se deitou sobre mim, mordeu meu ombro sem aviso - Porque você faz essas coisas comigo, agora não fui trabalhar e to com a cabeça a mil, pensando em muita coisa. - ela sorriu com o rosto no meu ombro eu a abracei com força.

- Eu faço porque é o que quero faz tempo, e acho que é momento em pensar em todas as coisas que você esta pensando - apertei ela contra mim - com essa cara boba -e ela me deu um tapa e me beijou. Ligou para a empresa dela e falou que não ia, ficou um pouco deitada olhando para a própria mão de aliança e sorria, eu pedi meu Day off de aniversário e não saímos da cama, ficamos transando e descansando até a hora do almoço. Ela disse que ia cozinhar o meu almoço de aniversário, foi para a cozinha eu esperei um pouco e quando fui para a cozinha só de cueca ela estava com a calcinha que não tampava a buceta e avental e mais nada. Eu sorri para ela, - Sexy isso - meu pau deu uma leve endurecida, e ela percebeu e fez um não com o dedo e falou:

- Amor, ja fizemos três vezes - eu fui andando em sua direção e ela encostou na pia de costas para mim. Eu fui no seu ouvido.

- Ta me servindo rabada? - ela riu e apoiou na pia fazendo um siam com a cabeça arrebitando a bunda um pouco mais, piscou o cuzinho e olhou para mim com uma sorriso safado, eu primeiro enfiei o dedo e beijei seu pescoço e sua nuca e depois coloquei cabeça na entrada do seu cu, quando entrou ela começou a rebolar e jogar o corpo para trás.

- Ta gostando da rabada, amor? - continuou rebolando e jogando a bunda para tras - Só que se queimar o strogonoff a culpa é sua - eu dei um tapa na bunda dela, e ela rebolou mais depois de um gemido mais alto, ficou rebolando e batendo a bunda para trás, eu acelerei as estocadas tirando gemidos contínuos dela - preciso desligar a panela do arroz - eu virei o corpo dela e ela deu um grito, sem tirar de dentro e apoiei ela na bancada e voltei a estocar com força no seu cu.

- Essa rabada ta boa de mais para parar - ela riu mordendo labio e rebolando mais ainda, desligando o arroz e o strogonoff eu acelerei mais um pouco e dei um tapa na sua bunda, e ela rebolou mais ainda.

- Caralho, amor, quando a gente casar vai ser assim o dia todo? Ou voce vai enjoar de mim um dia - eu continuei metendo agora quase chegando ao gozo.

- So enjoo de você se eu virar de lado, se eu virar gay - eu meti com mais força umas quatro vezes ela me beijou virando o rosto por cima do ombro e então gozei forte dentro dela que gemeu entre os meus lábios.

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