Capítulo 10: Noites que Sussurram Segredos e Desejos

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1208 palavras
Data: 29/04/2026 12:10:40

Fazia duas semanas que Jhonny e Andressa estavam hospedados na casa de Suzana e Christopher, uma rotina que misturava gratidão e uma tensão sutil que Jhonny sentia crescer dia após dia. O emprego dele fluía bem, com horários regulares que o deixavam exausto mas satisfeito, e Andressa se adaptava, trabalhando remotamente ainda na mesma empresa do RJ, laptop aberto na mesa da sala. Mas as noites em casa o deixavam cada vez mais alerta – as memórias da praia e do banho com Andressa, a possibilidade de ela permitir ser "vista" como Suzana, transformando momentos inocentes em quebra-cabeças eróticos. "É tudo na minha cabeça… tô ficando paranoico com esses flashs", repetia para si mesmo durante o dia, focando no trabalho, mas à noite, deitado ao lado de Andressa, as dúvidas voltavam, quentes e insistentes, o pau latejando com imagens indesejadas. No sábado, finalmente veriam a possível primeira casa para alugar – uma perspectiva que o animava, prometendo independência, mas também o fazia questionar se a proximidade atual estava revelando algo mais profundo, como desejos ocultos que ele preferia ignorar.

Era uma sexta-feira à noite quando Christopher propôs: "Que tal uma noite de jogos? Cartas, vinho… pra descontrair antes do fim de semana e da visita à casa amanhã." Todos concordaram, reunindo-se na sala após o jantar. A iluminação era suave, com lâmpadas quentes e uma playlist de jazz ao fundo, criando um clima intimista. Suzana vestia um robe verde escuro leve de seda sobre uma camisola curta, os cabelos cacheados soltos e o corpo curvilíneo relaxado no sofá: "Vamos nessa, galera! Quem perde, paga mico." Andressa, sentindo o calor da noite abafada, optou por um babydoll azul claro leve e solto – uma camisola fina de tecido vaporoso que caía até as coxas, coberta por uma manta fina jogada sobre os ombros para se proteger do ar-condicionado: "Tá quente hoje, né? Essa manta salva… senão eu derreto." Jhonny e Christopher, em camisetas e bermudas, completavam o quarteto, sentados em sofás opostos como da outra vez.

A conversa começou leve, com risadas sobre o dia. "Então, Jhonny, como tá o chefe novo? Gente boa ou um completo babaca?" brincou Christopher, embaralhando as cartas. Jhonny riu: "Ele é durão, mas tô pegando o jeito… nada que um café forte não resolva." Andressa inclinou-se para pegar uma carta: "Meu amor é o melhor! E você, Su, me conta daquela aula de yoga que você tava fazendo – tá virando contorcionista?" Suzana sorriu, cruzando as pernas devagar sob o robe: "Ah, é ótima pra relaxar… mas ainda tô no básico. Me ajuda a suportar melhor as repetições que faço de exercícios com meus alunos mais idosos. Afinal, sou uma personal de primeira, né? Olha, ganhei até mais flexibilidade!" Ela demonstrou um alongamento sutil, descruzando as pernas suavemente para se esticar, o movimento fazendo o robe abrir um pouco – um flash breve, mas impactante, da calcinha preta de renda fina, o tecido colando à pele morena, delineando o vinco úmido entre os lábios e as bordas das virilhas.

Jhonny piscou, desviando o olhar para as cartas, o coração acelerando: "Merda… de novo isso? Tô louco ou ela faz de propósito?" O pau deu um pulso involuntário, mas ele tentou não focar. A rodada continuou, com piadas e apostas bobas – "Quem perder, vai virar um copão de vinho!" – disse Christopher, e Suzana descruzou as pernas mais uma vez, rindo de uma jogada errada de Christopher, o robe escorregando o suficiente para outro vislumbre: a renda preta esticada, revelando o relevo convidativo da boceta, um brilho sutil que durou segundos antes de ela se ajeitar, alheia: "Ah, Chris, você errou feio! Bebe aí."

Enquanto isso, Andressa, animada com o jogo, ajustava sua posição no sofá, descruzando as pernas devagar para pegar um petisco da mesa – a manta escorregando ligeiramente dos ombros, o babydoll subindo um pouco nas coxas. De seu ângulo, Jhonny não via nada além do tecido cobrindo tudo, mas do sofá oposto, Christopher sorriu casualmente: "Boa jogada, Andi – você tá imbatível hoje!" Jhonny notou um brilho nos olhos dele, e quando Christopher se mexeu para servir mais vinho, havia um volume sutil na bermuda – não óbvio, mas o suficiente para plantar a semente da dúvida: "Ele tá vendo a calcinha dela? Como eu vejo a de Suzana? Isso tá me deixando louco."

A noite prosseguiu com mais rodadas, o vinho soltando as línguas. Suzana contou uma história engraçada da faculdade: "Lembra, Andi, daquela vez que a gente dançou até amanhecer? Eu tava com um vestido que subia toda hora! A Cíntia me zoava à beça por isso!" Andressa riu alto: "Ah, sim! Você era a rainha da pista – e eu tentando te acompanhar. Só a Cíntia mesmo era quem conseguia, no final das contas." Enquanto falava, Suzana descruzou as pernas novamente, o robe abrindo para um flash mais prolongado da calcinha preta, o tecido rendado moldando cada detalhe íntimo, o vinco central evidente sob a luz. Jhonny sentiu o calor subir, lutando para não encarar, mas a repetição o deixava agitado, misturando culpa e excitação: "Isso é um jogo? É proposital? Ou realmente é só coincidência?"

Christopher, por sua vez, parecia mais relaxado, mas Jhonny captou olhares rápidos para Andressa quando ela se mexia – descruzando as pernas para rir de uma piada, a manta escorregando e o babydoll subindo levemente: "Ah, gente, essa carta é trapaça!" De novo, Jhonny não via nada, mas a possibilidade o corroía. A tensão culminou quando Christopher se levantou para pegar mais vinho: "Vou buscar outra garrafa na cozinha." Ao se erguer, o volume na bermuda era mais notável, uma rigidez sutil que Jhonny jurava ser excitação. Christopher saiu, e Suzana piscou para Andressa: "Meu marido ama beber enquanto joga… é muito competitivo!"

O jogo terminou tarde, com risadas e abraços de boa-noite: "Boa noite, galera… amanhã é dia de casa nova!" No quarto, Andressa se aninhou em Jhonny: "Foi divertido, né? Adoro essas nossas noites aqui com eles." Ele concordou e o sexo veio naturalmente, quente e urgente – ela iniciando, beijando seu pescoço e descendo devagar pelo corpo dele: "Hoje eu quero te mimar, amor." Surpreendendo-o ao envolver o pau grosso com a boca, chupando devagar e caprichando nos movimentos – lambendo a cabeça, sugando o comprimento com uma dedicação incomum para aquilo: "Mmm… delícia, sente isso." Andressa raramente fazia boquete, sempre dizendo que não gostava muito, mas naquela noite caprichou, os lábios macios trabalhando ritmados, os olhos erguidos para ele com um brilho malicioso, levando-o à beira do gozo: "Ah, Andi… isso tá incrível… continua, minha safada."

Ela parou antes do fim, subindo para montá-lo, a boceta molhada apertando seu pau enquanto cavalgava com gemidos abafados: "Ahh, amor… me fode gostoso." Ela gozou forte, em ondas. Ele amando cada segundo, gozando dentro dela: "Ahh, toma tudo… delícia!" Só faltou liberar o cuzinho – algo ainda mais raro que o boquete, que ela quase nunca permitia. As dúvidas persistiam: "Por que ela tá assim de novo, caprichando no boquete que dizia não gostar muito? Tem a ver com os olhares de Chris? O possível jogo de exibicionismo? Ou é só o vinho?" A noite acabou com ele demorando pra adormecer, o turbilhão mental girando, questionando se a proximidade dos casais estava revelando desejos ocultos ou se era tudo uma ilusão da parte dele…

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Comentários

Foto de perfil de Samas

O Bravo Johnny ainda não captou as mensagens subliminares dessas duas. Se bem que a Suzana podia ser mais aberta, dar em cima do Jonny assim ele caia a ficha dele

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