​Dani: Ex namorada parte 2

Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 762 palavras
Data: 29/04/2026 11:32:06

​Dani: Ex namorada Parte 2. A gente deu um jeito de ganhar espaço naquele banco de trás. Puxei os bancos da frente todo para o mastro e ela virou de costas para mim. Ver aquela bunda gigante, aquela morena de 1,64m sentada em cima de mim de costas, era um delírio visual. Ela pulava, a pele cor de jambo brilhando no escuro do carro, e soltava aquelas frases que me deixavam louco: "Ai, que delícia... come a sua mulher, meu homem! Me fode gostoso, me faz de puta!". Ouvir aquilo enquanto sentia o aperto dela era um teste de resistência.

​Eu lutava para não gozar tudo dentro dela ali mesmo, tentando controlar o ritmo, mas ela estava possuída. Para mudar a pegada, joguei ela de quatro ali mesmo, com o rosto contra o banco da frente. Segurei firme naquela cintura fina e comecei a dar as estocadas, sentindo o carro inteiro tremer. A gente sentia o balanço, ouvia o barulho das pessoas lá fora na praça, mas a única coisa que importava era o som da nossa pele batendo e a toalha que eu tinha colocado entre os bancos para garantir aquele resto de privacidade.

​O carro balançava, a suspensão rangia, e eu sentia cada centímetro daquela buceta apertada em volta do meu pau. Eu estava no limite. Quando senti que não dava mais para segurar, que a onda estava vindo forte demais, tirei com tudo.

​Puxei ela pelo cabelo, olhei bem naqueles olhos castanhos e mostrei o estado em que ela tinha me deixado. "Olha aqui como você me deixou...", eu disse, com a voz falhando, vendo o meu pau pulsando, completamente rendido ao que aquela morena tinha acabado de fazer comigo no meio da praça da prefeitura.​Eu estava no limite, segurando a cabeça dela, sentindo o mundo girar. O carro era um forno, o suor misturado com o cheiro dela, aquele perfume de morena fogosa. "Chupa um pouco aqui...", pedi, e ela não pensou duas vezes. A boca dela era mágica, apertava minhas bolas com as mãos enquanto me olhava fixo. "Você é meu homem, sabia?", ela dizia entre uma lambida e outra. E eu, completamente rendido: "Você é minha mulher, você é incrível. Olha o que você faz comigo...".

​Ela parou, me olhou com malícia e perguntou: "Quer gozar?". "Quero", respondi seco. "Onde?". "Na sua boca". Ela riu, aquele risinho de quem sabe o poder que tem: "Safado... quer gozar na minha boquinha hoje?". Mas antes que eu respondesse, a vontade de sentir o aperto dela falou mais alto. Pedi para ela cavalgar mais uma vez.

​Ela montou de novo, o corpo cor de jambo brilhando, e começou o balanço que me tirava do chão. "Vai devagar, se não eu vou gozar...", eu tentava avisar, preocupado. "Goza... goza dentro de mim, goza forte!", ela gritava, travando a buceta no meu pau. "Não pode, você vai engravidar!", eu dizia, mas ela soltou a frase que me fez perder qualquer rastro de juízo: "Se você não gozar dentro, outro goza".

​Aquelas palavras entraram no meu ouvido como gasolina no fogo. Fiquei maluco. "Sua safada! Olha o que você faz comigo!". Perdi o controle. "Cavalga forte então!". Ela gemia alto: "Ai amor, eu tô gozando na sua pica...". Eu não aguentei mais. "Goza, sua mulher! Eu vou te engravidar!". Surtei. Descarreguei tudo, forte, fundo, sentindo cada pulsação lá dentro daquela buceta rosinha e quente.

​Ficamos ali, os corpos pesados, colados, o pênis cansado mas ainda dentro dela. O vidro estava tão embaçado que o mundo lá fora não existia. "Olha como você me deixou...", eu disse quando ela finalmente desceu. Ela olhou para baixo, sorrindo: "Nossa, que delícia... minha buceta tá pingando". Ela pegou a toalha, se limpou devagar, mas o fogo ainda não tinha apagado totalmente.

​Recostei a cabeça, ainda sentindo a adrenalina. "Acho que quero mais...". Ela nem esperou. Voltou para o meu colo, mas dessa vez focada ali embaixo. Ficou chupando minhas bolas sem parar, me provocando. "Goza, meu homem... goza". Eu comecei a me tocar rápido, sentindo o resto da energia voltando, e quando veio a segunda onda, ela não deixou escapar nada. Travou a boca na cabeça do meu pau, sugando cada gota, limpando tudo com uma vontade que eu nunca vi em outra mulher.

​Passamos uns 15 minutos ali, envolvidos naquele cheiro de sexo, limpando o banco, conversando baixo enquanto o coração voltava ao ritmo normal. A bunda dela toda gozada, o clima de tensão ainda no ar... Aquela morena sabia como marcar a vida de um homem. Que saudade, meu amigo... que saudade.

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