Dani: Ex namorada Parte 2. A gente deu um jeito de ganhar espaço naquele banco de trás. Puxei os bancos da frente todo para o mastro e ela virou de costas para mim. Ver aquela bunda gigante, aquela morena de 1,64m sentada em cima de mim de costas, era um delírio visual. Ela pulava, a pele cor de jambo brilhando no escuro do carro, e soltava aquelas frases que me deixavam louco: "Ai, que delícia... come a sua mulher, meu homem! Me fode gostoso, me faz de puta!". Ouvir aquilo enquanto sentia o aperto dela era um teste de resistência.
Eu lutava para não gozar tudo dentro dela ali mesmo, tentando controlar o ritmo, mas ela estava possuída. Para mudar a pegada, joguei ela de quatro ali mesmo, com o rosto contra o banco da frente. Segurei firme naquela cintura fina e comecei a dar as estocadas, sentindo o carro inteiro tremer. A gente sentia o balanço, ouvia o barulho das pessoas lá fora na praça, mas a única coisa que importava era o som da nossa pele batendo e a toalha que eu tinha colocado entre os bancos para garantir aquele resto de privacidade.
O carro balançava, a suspensão rangia, e eu sentia cada centímetro daquela buceta apertada em volta do meu pau. Eu estava no limite. Quando senti que não dava mais para segurar, que a onda estava vindo forte demais, tirei com tudo.
Puxei ela pelo cabelo, olhei bem naqueles olhos castanhos e mostrei o estado em que ela tinha me deixado. "Olha aqui como você me deixou...", eu disse, com a voz falhando, vendo o meu pau pulsando, completamente rendido ao que aquela morena tinha acabado de fazer comigo no meio da praça da prefeitura.Eu estava no limite, segurando a cabeça dela, sentindo o mundo girar. O carro era um forno, o suor misturado com o cheiro dela, aquele perfume de morena fogosa. "Chupa um pouco aqui...", pedi, e ela não pensou duas vezes. A boca dela era mágica, apertava minhas bolas com as mãos enquanto me olhava fixo. "Você é meu homem, sabia?", ela dizia entre uma lambida e outra. E eu, completamente rendido: "Você é minha mulher, você é incrível. Olha o que você faz comigo...".
Ela parou, me olhou com malícia e perguntou: "Quer gozar?". "Quero", respondi seco. "Onde?". "Na sua boca". Ela riu, aquele risinho de quem sabe o poder que tem: "Safado... quer gozar na minha boquinha hoje?". Mas antes que eu respondesse, a vontade de sentir o aperto dela falou mais alto. Pedi para ela cavalgar mais uma vez.
Ela montou de novo, o corpo cor de jambo brilhando, e começou o balanço que me tirava do chão. "Vai devagar, se não eu vou gozar...", eu tentava avisar, preocupado. "Goza... goza dentro de mim, goza forte!", ela gritava, travando a buceta no meu pau. "Não pode, você vai engravidar!", eu dizia, mas ela soltou a frase que me fez perder qualquer rastro de juízo: "Se você não gozar dentro, outro goza".
Aquelas palavras entraram no meu ouvido como gasolina no fogo. Fiquei maluco. "Sua safada! Olha o que você faz comigo!". Perdi o controle. "Cavalga forte então!". Ela gemia alto: "Ai amor, eu tô gozando na sua pica...". Eu não aguentei mais. "Goza, sua mulher! Eu vou te engravidar!". Surtei. Descarreguei tudo, forte, fundo, sentindo cada pulsação lá dentro daquela buceta rosinha e quente.
Ficamos ali, os corpos pesados, colados, o pênis cansado mas ainda dentro dela. O vidro estava tão embaçado que o mundo lá fora não existia. "Olha como você me deixou...", eu disse quando ela finalmente desceu. Ela olhou para baixo, sorrindo: "Nossa, que delícia... minha buceta tá pingando". Ela pegou a toalha, se limpou devagar, mas o fogo ainda não tinha apagado totalmente.
Recostei a cabeça, ainda sentindo a adrenalina. "Acho que quero mais...". Ela nem esperou. Voltou para o meu colo, mas dessa vez focada ali embaixo. Ficou chupando minhas bolas sem parar, me provocando. "Goza, meu homem... goza". Eu comecei a me tocar rápido, sentindo o resto da energia voltando, e quando veio a segunda onda, ela não deixou escapar nada. Travou a boca na cabeça do meu pau, sugando cada gota, limpando tudo com uma vontade que eu nunca vi em outra mulher.
Passamos uns 15 minutos ali, envolvidos naquele cheiro de sexo, limpando o banco, conversando baixo enquanto o coração voltava ao ritmo normal. A bunda dela toda gozada, o clima de tensão ainda no ar... Aquela morena sabia como marcar a vida de um homem. Que saudade, meu amigo... que saudade.