Capítulo 9: Sombras de Dúvida Depois de uma Praia Ensolarada

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1345 palavras
Data: 29/04/2026 05:19:16

No dia seguinte, Suzana e Andressa desejaram ir à praia e os quatro partiram cedo, logo após o café da manhã – elas estavam muito animadas, rindo e planejando o dia como velhas amigas. "Vamos pegar um solzinho, meninos! Nada como mar pra relaxar," disse Suzana, já de biquíni roxo bem comportado, mas sexy, o tecido abraçando suas curvas mulatas de forma tentadora. Andressa usava um biquíni preto lindo, com bordados que misturavam certa infantilidade e sensualidade, a calcinha de ambas do tipo "meia lua" – nem fio dental, nem muito grande, cobrindo o essencial mas deixando espaço para imaginação. Jhonny sorriu, entrando no carro: "Beleza, vamos nessa… tô precisando de um mergulho."

Eles conversavam e zoavam um ao outro, com Jhonny pegando o ritmo das zoeiras das meninas: "Ei, Su, cuidado pra não queimar esse bumbum… senão Chris vai ter que passar creme o dia todo!" Suzana ria: "Ah, vai sonhando, Jhonny… e você, Andi, não deixa o sol te torrar, hein? Já tá ficando vermelhinha." Christopher zoava de volta, mas logo voltava-se ao celular, conferindo as vendas do dia anterior e relatórios de tendências: "Ei, galera, menos papo e mais praia… tô de olho nos números aqui."

Pouco a pouco, Jhonny ia se habituando àquela nova rotina, pois estava muito acostumado a ser apenas ele e Andressa – agora, eram um quarteto que se revelava um tanto complexo, com dinâmicas que o deixavam alerta. Ele admirava a beleza das duas, os contrastes gritantes: Andressa, uma loirinha magrinha, dos seios e bumbum pequenos porém redondinhos e lindos, pele bem branquinha que já estava ficando avermelhada apesar do "banho" de protetor solar; e Suzana, uma mulata curvilínea dos seios médios e também redondos, lindos, com um bumbum gostoso de olhar (e que ele imaginava ser maravilhoso de sentir em suas mãos). "Merda… tenta não desejá-la, Jhonny. Você tem a Andressa, perfeita pra caralho", pensou, mas ao contrário de todas as lindas mulheres que conhecera antes – inclusive dando fora em cantadas de gatas tanto em trabalhos antigos como nas academias que frequentava no RJ –, Suzana definitivamente conseguia mexer com ele, uma atração teimosa que o incomodava.

E então, saindo da água, ficando de frente pra Andressa e de lado para Jhonny, mas estando a alguns metros de distância, mais perto da água, Suzana ajeitou seu biquíni – primeiro em cima, depois a calcinha. Jhonny viu perfeitamente tanto seus mamilos quanto sua boceta lisinha, a pele morena brilhando com gotas de mar, os lábios suaves expostos por um segundo eterno antes de ela cobrir. Ele engoliu seco diante de tão linda visão: "Caralho… isso de novo?" Mas nem processou aquilo direito quando, inesperadamente, Andressa fez o mesmo – por cerca de menos de 2 segundos, os mamilos rosados dela visíveis ali, perto da água do mar, e pior, sua bocetinha lisinha e rosada também visível por um pequeno instante, o sol batendo na pele úmida.

Por um momento, Jhonny pausou até mesmo sua respiração, o pau dando um pulso forte nas bermudas: "Que porra… Andressa também? Isso não pode ser acidente." Tentou olhar ao redor, se outras pessoas tinham visto aquela visão maravilhosa, mas aparentemente não percebeu mais ninguém notando – a praia estava movimentada, mas ninguém olhava diretamente. Porém, ao virar para Chris ao seu lado, percebeu um sorriso malicioso nele, que olhava pra frente, não necessariamente para as meninas: "Ei, Chris… tudo bem aí?" Jhonny perguntou, tentando soar casual, mas Chris só riu: "Tudo ótimo, cara… dia perfeito, né?" Aquilo acendeu um tipo de alerta em Jhonny: "Ele viu? E sorriu por causa da Andressa? Tô tão distraído reparando em Suzana que talvez deixei de notar o mais importante: se Andressa faz coisas semelhantes a ela."

E ele notou algo mais: esses flashs se repetiram várias vezes no decorrer daquela manhã – rápidos, sexys e excitantes. Ambas fazendo quase um show voyeur ultra rápido para quem tivesse atenção, ajustando biquínis após mergulhos, rindo como se nada de mais acontecesse, mas expondo mamilos e bocetas por frações de segundos que deixavam Jhonny ofegante. "Isso é intencional? Ou só descuido? Meu pau tá latejando aqui!", pensou, ajustando a bermuda disfarçadamente. Por fim, próximo das 12h, eles retornaram pra casa, o sol alto deixando todos cansados mas animados.

Jhonny ficou ajudando Christopher no quintal, guardando as coisas da praia e dando uma limpeza nas cadeiras enquanto Andressa seguiu para o banho: "Ei, Chris, passa aquela mangueira ali… tá sujo de areia." Christopher assentiu: "Beleza, mas vai você pro banho também, eu termino aqui." Jhonny então partiu pro quarto, passando por Suzana na cozinha – "Ei, Su, tudo bem? Tô indo tomar banho" –, pegou suas roupas e foi pro banheiro social, onde Andressa já estava. Entrando rápida e delicadamente, sem bater, querendo surpreender sua loirinha, a encontrou de uma forma inesperada: no banho, Andressa gemia baixinho, se masturbando de maneira forte, ritmada e ao mesmo tempo delicada, dedos circulando no clitóris, água escorrendo pelo corpo magrinho.

Ele se sentiu levemente irritado, um ciúme talvez bobo batendo – "Por que sozinha? Eu tô aqui" –, mas também muito excitado com a cena, o pau endurecendo rapidamente nas calças, uma rigidez involuntária que o deixou confuso: "Por que ela tá assim agora? Depois da praia, daqueles deslizes… será que tem a ver?" Andressa gemia baixinho: "Ahh… delícia…", os dedos acelerando no clitóris, a água escorrendo pelos seios pequenos tremendo com o prazer. Jhonny não resistiu mais; empurrou a porta devagar do box úmido, o vapor do chuveiro enevoando o ar: "Andi… o que você tá fazendo aí sozinha?" murmurou ele, voz rouca de desejo, terminando de tirar a roupa rapidamente e entrando no box.

Ela se virou de repente, os olhos arregalados de susto, a mão parando entre as pernas: "Jhonny! Ai, meu Deus, você me pegou… eu não ouvi você entrar!" Corou, cobrindo-se instintivamente com os braços, mas o choque durou só um segundo – logo, um sorriso malicioso surgiu em seu rosto, os olhos baixando para o pau ereto dele: "Quer dizer… que bom que veio. Vem cá, amor, me ajuda a terminar isso." Ela o agarrou pelo braço, puxando-o para debaixo da água quente, os corpos colidindo em um beijo faminto: "Você me deixa louca, sabia? Tô tão excitada hoje…" sussurrou ela, as mãos pequenas envolvendo o pau grosso dele, masturbando devagar enquanto a água caía sobre eles.

Jhonny gemeu, as mãos explorando o corpo molhado dela: "Você tava se tocando… por quê? Me conta." Mas ela riu baixinho, ignorando a pergunta e virando de costas, encostando na parede do box: "Menos conversa, mais ação. Me fode, amor, agora… enfia esse pau na minha boceta molhada." Ele obedeceu, metendo por trás devagar, sentindo a boceta apertada e encharcada envolver seu pau, os movimentos ganhando ritmo enquanto ela gemia, mordendo o lábio para não gritar alto: "Ahh, sim… mais fundo, amor… me faz gozar." Mudaram de posição, ela se virando para encará-lo, as pernas enroscadas na cintura dele, cavalgando sob a água: "Ahh, delícia… rebola assim, safada." Os gemidos ecoando no banheiro, culminando em orgasmos intensos: ela tremendo primeiro, apertando o pau dele com a boceta pulsando: "Ahh, tô gozando… sim!", ele goza forte junto, jorrando dentro dela: "Ahh, toma tudo… delícia!", os corpos escorregadios se apoiando um no outro.

Ofegantes, terminam o banheo e saem do chuveiro, se secando com toalhas macias. Andressa beijou seu peito: "Ufa… isso foi incrível. Você sempre sabe como me fazer gozar gostoso." Jhonny sorriu, mas internamente o turbilhão voltava: "Foi mesmo… mas você tava tão excitada sozinha. Acontece muito?" Ela piscou, enrolando a toalha no corpo: "Às vezes, amor. Hoje foi um dia bom, né? Praia, sol… me deu um gás." Eles se deitaram na cama, ela se aninhando em seu peito e adormecendo rápido, mas Jhonny ficou acordado, as perguntas girando na mente: "Ela se masturbando assim… poucas vezes eu vi ela fazendo isso, e quase sempre durante as viagens. Hoje, depois da praia, daqueles flashs… Será que era tudo coincidência? Ou será que aquilo talvez sempre aconteceu e eu só nunca percebi?" A excitação do sexo ainda aquecia seu sangue, mas a dúvida o deixava inquieto, um ciúme sutil se instalando.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Alucardmaru a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários