Após a noite de sexo, Jessica me passou o vídeo, pois ainda havia mais coisas a serem vistas. No dia seguinte, como tive um encontro com Renata na parte da tarde e novamente transamos muito, acabei não vendo o mimo deixado por minha ex, mas no dia seguinte sim.
Ela e Mauro tinham registrado mais uma transa, que começava com ele deitado, recebendo um belo de um boquete dela, que estava de lado na cama com a bunda e a boceta viradas para o celular. O que já me deixou excitado, principalmente quando o cara começou a deslizar o dedo médio pelo rego dela, roçou em seu cuzinho e depois enfiou quase todo.
Após um tempo, Jessica se sentou no pau dele e passou a cavalgar de leve, enquanto o mesmo a elogiava, de fato, minha ex, estava cada vez mais linda, o corpo em forma, o jeito de delicada, porém, agora com um ar de mais malícia, fazendo caras e bocas com o pintão do cara dentro dela. Ela olhou rapidamente umas 3 vezes para o celular, sorriu e disse com voz de tesão:
-Que pica gostosa! Não consigo mais ficar sem essa pica ainda roçando gostoso no meu grelo. Que delícia!
Eles foderam por um bom tempo, como citei antes, Mauro era um bom comedor e a fez gozar mais duas vezes, uma enquanto a fodia num papai- mamãe alucinante e outra sentando na beira da cama enquanto ela quicava nele. Mas o cara ainda teve fôlego para comer o cuzinho dela, detonando-o por um bom tempo, enfiando até o talo. imaginando que eu ira gostar de ver aquilo de perto, Jessica pediu que ele filmasse quando estivesse perto de gozar.
O “namorado” dela pegou o celular, passou a registrar com uma mão e com a outra enterrou seu pau novamente na bunda dela e depois a segurou. Ficou socando por um tempo, até que tirou a rola de dentro dela abruptamente, deu um urro longo e passou a esguichar porra na bunda e no rego dela, foi uma quantidade enorme. Ela também berrava. O cuzinho rosa de minha ex estava muito dilatado e um pouco de porra escorreu para dentro dele. Não aguentei, me masturbei ferozmente sentado no sofá da sala e gozei também urrando. Cheguei a ficar até tonto.
Apesar do vídeo ter me deixado completamente louco de tesão, conversei depois com Jessica e disse que a mesma não deveria se arriscar tanto, pois mesmo tomando cuidado, de algum jeito poderiam interceptar fotos e vídeos do celular e pronto, cairia na rede. Ela concordou e decidimos apagar tudo. Entretanto, foi uma experiência que jamais esquecerei, pois era a mulher que eu ainda amava dando para outro e gostando.
Por 3 meses, as coisas continuaram nessa rotina maravilhosa. Fodia com a deliciosa Renata, uma ou duas vezes por semana. Ela ficou viciada em sentar em meu rosto e deixar eu lamber seu cuzinho, claro que também o comia em todos os encontros. As transas eram demoradas e saíamos esgotados.
Com Jessica também era a mesma coisa, mas ainda havia a questão dela me contar o que tinha feito com o Mauro e vez ou outra me mandar uma foto sem mostrar o rosto de sua boceta, bunda e corpo, após uma transa, muitas vezes, com porra. Eu pirava de tesão e depois a fodia com gosto.
Porém, nesse período um fato importante ocorreu. Um grave escândalo em São Paulo ligado a políticos, facções, investidores e até algumas supostas celebridades de internet estourou. A coisa era realmente grande, tinha várias ramificações, verbas públicas desviadas, jogos ilegais, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro para diferentes segmentos. Não era um grupo criminoso, mas praticamente uma organização, tanto que recebeu o apelido de “O Clube dos Criminosos” de tanta gente envolvida de diferentes áreas.
O promotor encarregado de receber e analisar as provas do que estava sendo apurado para posteriormente oferecer as denúncias foi Mauro que passou a dar entrevistas e mais entrevistas, praticamente o dia todo, estava se sentindo um verdadeiro pavão.
Qualquer pessoa com um pouco só de perspicácia notava que ele estava se aproveitando da atenção midiática para se aparecer, pois ao invés de ser discreto e sucinto nas respostas, descambava a falar e quase sempre ia para o lado da demagogia barata com frases feitas. “Precisamos passar o Brasil a limpo”, “O povo exige uma punição severa aos corruptos e é isso o que faremos”.
Em algumas semanas, Mauro se tornou o herói do momento e passou a deixar subentendido que seria mais um a entrar para a política após ter alguns minutos de fama. Entretanto, havia algo que não cheirava bem, mas que era pouco noticiado, o promotor pavão sempre aparecia detonando os “peixes pequenos”, mesmo sem nenhuma ou com poucas provas, mas se esquivava quando falavam de algum nome grande da política ou de líderes de facções.
O promotor começou a ficar cada vez mais parecido como uma turma da pesada do Sul do País que anos atrás ganhou notoriedade fingindo combater o crime, mas que, na verdade, estava mancomunada a criminosos capazes de dar inveja até em Al Capone.
Não demorou muito para que segmentos conservadores da política e da mídia o adotassem como um exemplo a ser seguido. O cheiro de farsa era cada vez maior.
Se na vida pública, Mauro tinha começava a se tornar um nome de sucesso, na pessoal, sofreu um revés e quem me contou foi Jessica, numa tarde em que fui levar nosso filho:
-O Mauro descobriu que a gente está transando! – Disse levemente tensa ao entrar em meu carro.
Fiquei surpreso, mas para falar a verdade, não liguei muito, pois o cara era casado com outra, então não podia querer vir arrumar encrenca alegando que foi traído por mim. Mesmo assim, perguntei:
-Como ele descobriu? Você contou algo?
-Claro que não! Acho que ele já vinha desconfiado há tempos, ficou de campana um dia aqui na frente de casa e acho que viu a gente se beijando, depois veio me apertar e acabei dizendo que, tive uma recaída e saí algumas vezes com você.
-E qual foi a reação dele? Brigaram? Terminaram?
Jessica deu um suspiro forte meio que aliviada e disse:
-Falou um monte, mas acho que felizmente consegui contornar a situação, joguei que estou com ele há mais de um ano e que até agora nada dele se separar da mulher, então não podia me cobrar nada e disse que nós dois só tivemos essa recaída porque ainda não tenho realmente um compromisso com ele por causa dessa situação. Também disse que você tem um caso com outra e que o nosso envolvimento não é sério. O homem tá puto da vida, mas disse que vai pensar direito, mas que se formos continuar juntos não quer saber de ser corno, ou seja, de me dividir com você.
A maneira como Jessica contou me deu a certeza de que realmente eu era o coadjuvante nesse triângulo amoroso e que estava realmente gamada em Mauro, afinal de contas o “felizmente consegui contornar a situação” e o “nosso envolvimento não é sério.” (se referindo a nós), deixaram claro que a preocupação total dela era em seguir com o promotor pavão.
Senti uma tristeza muito grande, nesses meses todos dela saindo com ele e comigo, tudo foi muito excitante e se continuasse daquela forma, tudo bem, mas após notar que para Jessica, nosso tempo tinha passado, me pegou de jeito e fiquei muito mal, mesmo assim, perguntei, tentando disfarçar o que estava sentindo:
-Você quer que a gente pare de transar?
-Não! Pelo menos não enquanto o Mauro estiver com a mulher, mas se for verdade mesmo o que ele me prometeu que vai deixa-la, aí precisamos rever tudo, não posso entrar em um relacionamento para valer sendo infiel, já basta o que fiz no passado. Ele é legal, sabe? Não merece isso.
-Entendi... – Disse cabisbaixo, mas antes que a mesma percebesse, disfarcei:
-Bom, preciso ir, vamos nos falando por Whats.
-Certo. Quarta vou lá.
Cheguei em casa bem arrasado. Queria poder odiar Jessica pelo que fez com o Ronaldo e por agora estar claramente envolvida emocionalmente com o Mauro. Entretanto, mesmo sendo um clichê, a verdade é que não mandamos em nossos sentimentos, especialmente os amorosos.
Joguei-me no sofá e passei a tomar várias doses de cuba-libre. Coloquei uma playlist de músicas muito antigas (já que as da minha época são fezes purinhas) e ao som de canções como “Three times a lady”, “Whiter Shade of Pale”, “Hard To Say I'm Sorry” e tantas outras, refleti sobre Jessica e eu, desde que nos conhecemos ainda como aluna e professor e todos os demais momentos. Chorei, não nego, e acabei apagando no sofá, após encher a cara.
No dia seguinte, uma segunda, fui me encontrar com Renata. Felizmente, o bode do dia anterior não foi suficiente para me fazer deixar de querer foder aquela mulher maravilhosa. Novamente, transamos por horas e durante esse encontro, ela me fez uma proposta:
-Sei que está em cima da hora, mas topa irmos sexta para o Guarujá? Será feriado. A não ser que já tenha algum compromisso.
Estranhei aquilo, pois desde o começo, Renata deixou claro que era comprometida, como faria então para passar um feriado de 3 dias longe de seu marido ou noivo?
Confuso, respondi:
-Até que seria legal passar uns dias com você e na praia, mas e o teu...como dizer...companheiro?
Renata colocou o dedo indicador entre os lábios e disse:
-
Xiiiuu! Sem perguntas! Apenas me diga se topa ou não?
-Se não tiver problema nenhum para você, para mim muito menos.
-Ah, é? Pode sumir assim numa boa?
Foi a minha vez de brincar e repetir o gesto dela:
Xiiiuu! Sem perguntas! Aceito.
-Ótimo. Tem um apê ótimo de uma amiga, pé na areia, depois acertamos os detalhes por whats, agora, vem que ainda quero dar mais uma e se fizer gostoso, deixo colocar na minha bundinha.
Trepamos mais uma vez e no final gozei em seu cuzinho apertado. Na volta para casa, pensei: “Mas que gangorra de emoções estou vivendo, onde isso vai dar, realmente não sei”.
Na quarta, Jessica veio ao meu apartamento para mais um de nossos encontros clandestinos, apesar de estar chateado com o que notei naquela conversa no domingo, procurei dar o meu melhor na cama.
Antes dela ir embora, me perguntou:
-O que fará nesse feriado? Vai pegar o Gustavo na sexta ou no sábado?
-Na verdade, fui convidado para uma viagem para a praia, pela...você sabe, a patricinha que estou saindo, então, não vai dar para ficar com ele.
Jessica ficou bem sem graça na hora, deu para ver que se surpreendeu com a novidade, mas tentando manter a pose, disse:
-Certo! Mas ela não é casada ou algo assim? Como vai ficar o feriado todo fora?
-Também estranhei isso, mas ela não quis saber de me explicar, apenas perguntou se eu topava, pois já tinha apartamento e tudo acertado.
Jessica ergueu as sobrancelhas de maneira irônica:
-Pelo jeito, ela deve estar querendo que fique sério, vai ver que nem é comprometida, deve ser dessas que gostam de curtir aqui e ali sem dar muitas explicações para os ficantes, no fundo até que é interessante, a pessoa diz que tem outro ou outra e assim pode aparecer e sumir quando quiser, sem sofrer cobranças, e ainda com a vantagem de ficar só com a parte boa, mas talvez, você tenha a fisgado porque para chamar para passar um feriado todinho juntos...
Jessica estava me deixando cada vez mais confuso, 3 dias antes, me passou a certeza de que estava gamada por Mauro, agora, claramente, estava mordida com a notícia de que eu passaria o feriado com outra. Refleti sobre aquilo e acabei chegando a conclusão de que no fundo, ela gostava mais do seu promotor, mas o trouxa aqui era um ótimo de um estepe para quando ele não estava.
Combinamos de ir na sexta de madrugada para o Guarujá em meu carro. Fiquei esperando-a chegar de Uber em um posto de gasolina e de lá fomos rumo ao litoral.
Tivemos sorte de pegar um tempo bom. Renata demonstrou gostar de um biquíni curtinho, não que fosse escandaloso, mas bem cavado e como seu corpo era escultural, os marmanjos não paravam de secá-la.
Fizemos muito sexo nesses 3 dias, claro, verdadeiras maratonas sexuais que começam à noite e iam até de madrugada. Até tivemos vontade de fazer durante o dia, mas o calor era tanto que não dava e o apartamento, apesar de bem mobiliado, não tinha ar-condicionado.
Sem perceber, Renata acabou me contando sobre sua vida, mas mais sobre a infância e adolescência. Coisas banais, mas que revelaram que apesar de não ser de origem humilde, também não era rica.
Durante esse feriado, Renata desfilava pelo apartamento só de calcinha ou até nua, eu não me cansava de admirar e várias vezes, tive que dedá-la, labê-la e roçar meu pau em sua boceta e bunda, pois não dava só para olhar aquele monumento se exibindo.
Também notei que ela estava mais carinhosa e brincalhona, mas creio que era porque em São Paulo nunca fazíamos nenhum programa, além dos encontros no mesmo motel.
No domingo de manhã, perguntei que horas ela achava melhor voltarmos por causa do trânsito, e Renata me respondeu:
-Ah, se você não tiver compromisso cedo lá, podemos ir só amanhã na parte da manhã.
Estranhei aquilo, pois para quem nesses meses todos só tinha algumas horas, poder passar tantos dias fora, mas fiquei na minha e topei.
Apesar de estar adorando ficar com Renata naqueles dias, vez ou outra, vinha à cabeça a questão envolvendo Jessica, no comecinho de noite no domingo, estava zapeando os canais, esperando minha amante terminar o banho e se trocar, até que vejo mais uma entrevista de Mauro na TV. Me irritei e disse:
-De novo esse filho da puta, pavão do caralho se exibindo?
Renata passava pela sala só de calcinha e uma tolha na cabeça, olhou para a TV e disse:
-Quem é esse?
Por pouco contei que era o cara que vinha comendo minha ex-mulher, mas respeitei o nosso combinado de um não falar sobre a vida do outro e apenas respondi:
-É um palhação da área da Justiça que vive fazendo sensacionalismo, certeza, que vai acabar virando político.
Renata olhou com desdém e disse:
-Não sei quem é, mas tem cara de espertalhão mesmo.
Saímos para jantar fora e na volta, tivemos mais uma noite alucinante de sexo. Na manhã seguinte, retornamos para São Paulo e a partir daí seguiríamos no esquema de um ou dois encontros por semana.
Na primeira vez que encontrei com Jessica após a minha viagem à praia, a mesma parecia um pouco seca, mas, aos poucos, foi me fazendo várias perguntas sobre minha amante e o passeio.
Minha cabeça seguia um trevo, a vida de solteiro me permitia ter uma mulher incrível como Renata. Quem já foi ao Parque do Ibirapuera num sábado ou domingo, certamente, viu as milhares de beldades que correm ali, mulheres incrivelmente lindas e gostosas, pois bem, minha amante misteriosa, certamente, seria uma das mais olhadas entre todas, mas o problema era outro, de uma hora para a outra, nosso caso, poderia acabar, sem contar que eu ainda amava Jessica, esse era o ponto mais nevrálgico, pois creio que a recíproca não era mais verdadeira.
Aguentei um mês nessa angústia, até que uma noite, Jessica veio em meu apartamento para mais uma de nossas transas e resolvi colocar as cartas na mesa, não sem antes tomar duas doses de cuba-libre.
-Jessica, precisamos conversar. Não consigo mais viver essa situação de seguirmos transando e ao mesmo tempo e nos encontrando com outras pessoas. Foi excitante por vários meses, mas minha cabeça está um trevo, acho que precisamos tomar uma decisão.
Em um primeiro momento, Jessica entendeu que eu estava querendo parar de transar com ela por causa de Renata.
-Entendi, você quer ficar com a patricinha misteriosa, logo vi que aquela viagem era sinal de que as coisas estavam ficando sérias entre vocês...
Cortei-a:
-Que sério nada! O que tô querendo te dizer é que não consigo mais viver essa incerteza, há momentos que acho que você ainda me ama, mas em muitos, acho que está apaixonada pelo babaca do Mauro. Eu não quero mais entrar em bola dividida, a verdade é que eu ainda te amo e preciso saber o que você realmente sente, se está amando o pavão, ok, vou sofrer para caralho, mas o melhor é pararmos de transar, agora, se ainda sente o mesmo que antes por mim, vamos pôr um fim nesse rolo todo, a gente volta a morar juntos, compramos um novo imóvel.
Jessica ficou surpresa, mas notei que hesitou e disse já chateado:
-Você não quer isso, né? Já tinha quase que certeza...
-Não, não é tão simples assim. Wagner, quando a gente se separou por causa da maior burrice que fiz na minha vida, sofri para caralho, sabia que te amava, mas não tanto e aqueles seis, sete meses foram terríveis, eu mal tinha forças para me levantar da cama. Até que o Mauro entrou na minha vida, gostei dele desde o começo, mas dizer que te esqueci, não seria verdade. Mas, veja, as coisas foram fluindo de uma maneira inesperada e achei que esse acordo estava bom para nós dois. Para falar a verdade, eu vivo feliz e excitada porque sei que na mesma semana, terei encontros com ele e com você, é uma coisa muito boa, sem tédio, brigas, como é um casamento, por isso, estou curtindo esse momento, para falar a verdade, nem faço mais questão que ele deixe a mulher, porque não sei se conseguiria ficar sem te ver.
-Pois eu não quero mais isso, a Re...a mulher que estou saindo, é maravilhosa, parece uma modelo, o sexo é incrível, mas a angústia de te perder de vez, vem me corroendo, por isso, prefiro resolver isso agora, se é para ficarmos juntos, vamos ficar por inteiro, mas se é para continuar nesse jogo, para mim não dá.
Jessica ficou pensativa por uns momentos e veio com uma contraproposta
-Ok, vamos supor o seguinte, e se voltássemos a viver juntos, mas discretamente, você pudesse sair com outra uma vez por semana e eu também, uma vez apenas com o Mauro? Seria um casamento aberto, mas sem putaria, uma vez só por semana, nada de viajar, dormir fora e muito menos coisas como suruba e que tais.
A minha vontade foi a de manda-la tomar no cu e a enxotá-la, pois ficou claro que Jessica não queria deixar de trepar com Mauro.
Levantei-me do sofá, totalmente arrasado, e disse, num tom baixo:
-
Esquece tudo o que falei. Se tinha alguma dúvida, não tenho mais, é com o Mauro que você quer ficar e esse acordo maluco de casamento aberto é para ganhar tempo e no final acabar ficando com ele, isso se o safado se separar mesmo da esposa.
Fui até a sacada, minha vontade era chorar, mas me controlei. Jessica veio atrás de mim e me agarrou pelo braço:
-Ei! Não é assim também! Fui pega de surpresa com essa proposta, para mim, você estava gostando, não tinha ideia de que estava amargurado. Vamos fazer assim, me dê uma semana para pensar?
Aquilo era melhor do que nada, por isso concordei. Entretanto, a noite de sexo, já tinha melado, pois ficou um clima estranho.
Dois dias depois, Jessica me ligou e começou a perguntar se caso voltássemos, se compraríamos uma casa ou apartamento, se era melhor ficarmos na casa dela e escolhermos um imóvel com calma.
Fiquei animado, pois minha ex dava pistas de que iria aceitar voltar a morar comigo. Fiquei numa alegria imensa e mentalmente passei a fazer planos. A aflição tinha sumido da minha mente.
Dois dias antes do prazo para me dar a resposta, Jessica me ligou e disse:
-Já tenho a resposta, podemos conversar à noite.
Aceitei, agora era esperar. Muitas coisas estão por vir, restava saber se boas ou não.
