O Corno no Banho e a Esposa na Cama gozando Parte 2

Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 535 palavras
Data: 27/04/2026 11:30:08

​Parte 2 do Corno no banho. O som do chuveiro era o nosso cronômetro. Eu sabia que o "corno" ainda estava lá debaixo da água, mas o risco era total: qualquer batida mais forte na cama ou um gemido mais alto e a casa inteira saberia. Ela estava ali, entregue, com aquela bunda monumental empinada, e eu comecei a passar a cabeça do meu pau bem na entrada. Ela já estava completamente molhada, umidificando tudo.

​Quando eu entrei, senti o aperto. Ela deu aquela empinada automática, uma resposta do corpo ao prazer, mas segurou o grito. Eu comecei o movimento, devagar, sentindo cada milímetro lá dentro. Segurei firme na cintura dela, levantei um pouco a camiseta e ficamos naquele ritmo hipnótico.

​O Diálogo Proibido

​Enquanto eu ia e voltava, preenchendo ela toda, sussurrei no ouvido dela:

— Cadê o corno?

— Tá tomando banho... — ela respondeu, ofegante, enterrando o rosto no travesseiro.

— E você? Tá fazendo o quê?

— Tô ganhando pica... — ela confessou, com a voz embargada.

— Ganhando pica de quem? Fala meu nome.

​Ela disse o meu nome, baixinho, implorando para eu continuar. "Come bem baixinho", ela pedia. O tesão subiu a um ponto que não tinha mais volta.

​O Grilo e o Êxtase

​Foi aí que ela começou o show particular. Enquanto eu socava por trás, ela levou a mão lá embaixo. O grilinho dela, aquele detalhe avantajado e delicioso, começou a receber as batidas rápidas dos dedos dela. Ela batia no grilo com vontade, de quatro, enquanto eu aumentava o ritmo, sentindo a b***** dela apertar meu pau como nunca.

​De repente, o corpo dela travou. Ela começou a se contorcer, a voz saindo num fio: "Gozei... eu gozei!". Senti o jato quente dela inundando meu pau, deixando tudo ainda mais melado, fazendo aquele barulho de sucção que só quem já esteve lá sabe como é.

​A Finalização no Limite

​Ela saiu da posição, ainda se contorcendo de prazer, e deitou na cama. Meu pau estava pulsando, todo molhado do gozo dela.

— Não goza dentro! — ela avisou — Eu não tomo remédio.

​Não pensei duas vezes. Ela me puxou e começou a me chupar com uma sede absurda. Apertou minhas bolas com força, acelerando o processo. Eu sentia que estava no limite. "Vou gozar!", avisei. E foi um jato atrás do outro, direto na boca dela. Ela deixou escorrer um pouco, caiu do lado da cama, enquanto eu sentia o coração quase saindo pela boca.

​Mesmo depois de gozar tudo, o pau continuou duro, a adrenalina não deixava baixar. Dei duas batidas leves com o pau na cara dela, e ela me olhou com aquela cara de safada, com o resto do meu gozo ali, enquanto o som do chuveiro parava. Era o sinal de que o tempo tinha acabado.

​— Gostou? — perguntei.

— Amei... — ela sussurrou — Nunca gozei assim de quatro, sentindo o pau lá dentro. Foi a primeira vez.

​Limpamos tudo na velocidade da luz. Quando o marido saiu do banheiro, nós já estávamos cada um no seu canto, como se nada tivesse acontecido. Mas o segredo estava ali, no cheiro do quarto e no olhar dela que dizia: "quero mais".

​Com certeza, aquela viagem de família nunca mais foi a mesma para vocês dois.

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