Capítulo 6: Acidentes que Desnudam Mais que a Pele

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1029 palavras
Data: 27/04/2026 11:22:42

Jhonny mal terminara o almoço quando o telefone tocou, o coração acelerando ao ver o número da empresa – era do departamento de RH. "Alô?", atendeu ansioso, o corpo forte e careca ainda tenso do dia anterior. A voz do outro lado veio animada: "Parabéns, Sr. Jhonny! Você passou em todas as etapas. Queremos que comece na próxima semana. Pode confirmar?" Ele mal acreditou, tremendo de empolgação: "Sim, claro! Obrigado… nem sei o que dizer!" Desligou e correu para a cozinha, onde Christopher e Suzana preparavam o almoço – Cris em home office naquele dia. "Galera, eu passei! E já querem que eu comece semana que vem!" exclamou, o sorriso largo iluminando o rosto. Christopher, mulato magro e alto, sério mas com um brilho nos olhos, deu um tapa amigável em seu ombro: "Cara, isso é incrível! Você merece, depois de tanto estudo. O que acha de comemorarmos direito?" Suzana, com seus cachos balançando enquanto mexia uma salada, virou-se animada: "Ah, que notícia ótima! Andressa vai pirar. Vamos à praia agora à tarde? Sol, mar, cerveja gelada – perfeito pra relaxar antes de você voltar pra casa, pra preparar a mudança." Jhonny riu, concordando: "Boa ideia! Vou ligar pra ela e contar."

Discou rapidamente, e a voz baixinha e linda de Andressa veio cheia de orgulho: "Ei, amor… me conta tudo!" Jhonny sorriu: "Passei, loirinha! Começo semana que vem… tô louco pra te trazer pra cá." Ela gritou animada: "Meu amor, você é o cara! Mal posso esperar pra te ver e comemorar do nosso jeito… tipo, com champanhe e nós dois nus na cama, eu montada em você, rebolando devagar." O flerte o deixou aquecido, o pau dando um pulso sutil: "Ahh, delícia… saudade de você, Andi. Te amo tanto." Ela riu maliciosa: "Te amo mais… volta logo pra me foder direito."

Eles partiram para uma praia próxima, o ar salgado e o som das ondas criando um clima festivo. Suzana vestia um biquíni vermelho simples, de tecido fino que realçava perfeitamente seu corpo curvilíneo mulato – seios médios e redondos, firmes sob o top, e um bumbum generoso, mas nada exagerado, balançando levemente enquanto ela caminhava pela areia. Christopher espalhou as toalhas e abriu uma cerveja: "À nova vida em Floripa, Jhonny… saúde!" Jhonny tentou não olhar muito, focando no horizonte para evitar tentações: "Saúde! Isso é surreal… obrigado por tudo, galera."

Mas, em uma rápida olhada na direção de Suzana – sem más intenções, apenas verificando se ela precisava de protetor solar –, Jhonny foi pego de surpresa por uma visão acidental e descuidada. Ela, de lado para ele, ajustava o biquíni após um mergulho rápido no mar. Primeiro, puxou a parte de cima para frente, expondo perfeitamente seus mamilos pequenos e marrons, eretos pelo frio da água, os seios redondos balançando levemente por um segundo eterno antes de ela recolocar o tecido. Logo depois, ainda alheia, ajeitou a calcinha do biquíni, puxando-a para frente e para os lados, revelando completamente sua linda boceta raspada – a pele morena lisa, os lábios suaves e úmidos do mar, o vinco central delineado com clareza, sem um pelo à vista. Foi uma exposição fugaz, mas explícita, durando apenas o tempo do ajuste, enquanto Christopher olhava para o mar, distraído: "Ei, Su, a água tá boa?" Jhonny desviou o olhar imediatamente, o coração acelerando com a tensão sexual natural, o pau dando um pulso involuntário nas bermudas: "Foi só um acidente, como sempre… mas caralho, isso tá me deixando louco." A imagem gravou-se em sua mente, misturando culpa e um desejo reprimido enquanto o dia na praia prosseguia com risadas, mergulhos e cervejas, uma comemoração inocente que escondia sua inquietação interna.

No retorno para casa, o sol poente tingindo o céu de laranja, Jhonny se sentia meio embaraçado, o corpo ainda agitado pela visão na praia. Seu pau, teimoso, não descia por nada – uma ereção persistente que latejava nas calças, alimentada pelas imagens acidentais do dia: "Preciso resolver isso antes de partir amanhã… senão vou enlouquecer no voo." Ao chegarem, ele anunciou: "Vou tomar um banho rápido pra me refrescar." Suzana e Cris disseram que iriam no mercado: "Beleza, Jhonny… a gente já volta." No banheiro, com o chuveiro ligado, ele se masturbou devagar, mão envolvendo o mastro grosso e duro de 18cm, ritmado e urgente: "Ahh, delícia… rebola assim", imaginando toques misturados – Andressa e flashes de Suzana –, aliviando a tensão acumulada até o clímax, jatos quentes contra a parede, se perdendo no tempo. Ele havia deixado a porta semi-aberta por estar sozinho – um descuido bobo.

Ao sair nu do chuveiro, com o pau ainda latente, quase totalmente ereto apesar de já ter se aliviado, Suzana entrou atabalhoada, carregando toalhas limpas – eles haviam chegado e Jhonny não percebera. Seus olhos se arregalaram, e ela deu um grito de susto, jogando as toalhas pra cima sem querer: "Ai, meu Deus! Desculpa, Jhonny! Eu não vi que… ah, que bagunça!" Gaguejando, cobriu o rosto, corando, enquanto Jhonny, nu e exposto, congelou em pânico, tentando se cobrir com as mãos: "Suzana! Puta merda!" Christopher veio correndo do corredor, sério mas compreensivo: "O que houve? Ah, entendi… a porta estava aberta, né? Sem problema, cara, acidentes acontecem. Mas porra, Suzana, não percebeu que o Jhonny estava lá?" Ela gargalhou nervosamente: "Não, juro! Tava querendo guardar as toalhas e mijar, tô apertada… não me liguei que tava ocupado. Desculpa mesmo, Jhonny, não foi por mal!" Christopher assentiu: "Relaxa, ninguém fez nada absurdo. Vamos esquecer isso."

Jhonny, porém, não sabia onde enfiar a cara, super envergonhado, o rosto vermelho como um tomate enquanto se enrolava em uma toalha: "Tudo bem, galera… foi só um erro." Mas, no meio do caos, ele percebeu que Suzana dera uma olhada direta em seu mastro praticamente ainda ereto – um vislumbre não tão rápido, parte do susto talvez, mas o suficiente para virar um turbilhão em sua mente: "Ela viu… e agora? Foi acidente, mas e se…? Ah merda, deixa essa porra pra lá, cara." A culpa e a excitação reprimida se misturaram, deixando-o agitado mesmo após o incidente, enquanto o casal voltava à rotina, fingindo que nada acontecera – Jhonny se trancou no quarto, o peito apertado, questionando se Floripa não estava testando mais que sua carreira.

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