Rafa e Julia, sempre foram amigas. Desde a infância.
Estudaram juntas do primário ao colegial. Época em que nos conhecemos, e eu comecei a namorar Rafa, hoje minha esposa.
Júlia, meses depois, talvez por falta da melhor amiga, se envolveu com Marcos. Ambas tinham 18 anos nesta época, Marcos tinha 24 e eu 29. A propósito meu nome é Carlos. Me lembro que não gostei do Marcos, era um cara muito paradão, não tinha atitude pra nada e parecia viver com medo de alguém comprar briga com ele. Some a isso o fato de que eu tinha planos de comer a Júlia também e quem sabe até junto da Rafa e meus planos naufragaram por causa dele. Não dava pra simpatizar.
O tempo passou, Rafa se formou em odontologia. Júlia engenharia. Marcos e eu nos tornamos sócios em uma loja de varejo, que logo viraram duas, três... As coisas iam bem. E hoje, 10 anos depois, ainda saímos juntos e nos damos bem.
Era um sábado a tarde marcamos de ir ao shopping.Em Sorocaba é este o programa de casais favorito da maioria. Júlia estava ajustando detalhes de uma obra e atrasou, então acabamos saindo a noite, e como de costume, fomos todos em um carro só. Nesta vez era um deles que teria de dirigir, ficando sem beber.
Combinamos as 20, mas pra variar se atrasaram e chegaram as 21:30. Ao entrarmos no carro é notório o estresse entre eles. Cobro-os pelo atraso e Marcos sem pestanejar diz:
- A culpa é da Júlia, que prova todo guarda roupa antes de sair.
- Tenho que sair de casa gostosa, pra ver se um homem me olha.
Rebate Julia, irritando Marcos que sempre fora ciumento. Aliás, ambos são. Ao contrário de Rafa e eu.
Ao chegarmos ao shopping e rodarmos por todo estacionamento três vezes a procura de uma vaga. Finalmente havia uma e assim que ele foi por o carro, outro veículo força a entrada, ficando ambos os carros em direção a vaga mas sem nenhum poder acessá-la por conta outro.
Marcos tenta argumentar com o motorista do carro que o olha com desdém, e o impasse dura dois minutos ou pouco mais. Minha paciência acaba, desço do carro e me ponho diretamente a frente do carro do cara. Coloco o pé direito sobre seu para choques e abrindo os braços o pergunto como ele quer resolver a situação. Dou um tapa no capô e o "valente" engata ré e sai sem dizer nada.
- Nem chegamos e você já tá querendo confusão Carlos? Disse Rafa.
- Amor, aconteceu um problema e o problema foi resolvido, só isso gatinha.
- Você é louco amor, e se ele está armado?
- Minha linda, tenho 1,90 cm e 110 kg, malho todo dia, esse pipoca nunca ia por a cara comigo.
O silêncio toma o ambiente enquanto Marcos estaciona o carro.
Depois do ocorrido, optei por não beber, nunca se sabe, vai que o cara está por aí me vigiando querendo curar seu ego machucado, então Rafa, Júlia e Marcos se afundam nos drinks e no chopp. Todos estão altos, Júlia volta e meia paga calcinha. Branca de renda, consigo ver claramente sob seu vestido curtinho que deixa suas coxas grossas a mostra, o rabo dela é bem volumoso e empinado e mostra as poupas sob o vestido sempre que se levanta. Marcos briga, repreende a esposa, que já bêbada dispara...
- Se algum homem se atrever a mexer comigo, fique tranquilo amor. Carlos defende a nós três.
O climão pesou na hora, só Júlia não notou e ficou rindo apertando a manga dobrada de minha camisa branca, riu um pouco mais e passou as pontas dos dedos e as unhas levemente em meu peito.
- Diz pra eles Carlos, você é nosso salvador... Até o Marcos você salvaria.
Olho para baixo, querendo deixar o assunto morrer e vamos para o carro.
Já dirigindo pela cidade, Júlia e Marcos adormecem no banco traseiro. A visão da calcinha de nossa amiga e de sua popa passam por minha mente, sempre quis comer essa safada.
Espio pelo espelho e os vejo apagados, Júlia está com as pernas arreganhadas, ajeito o espelho de frente pra visão da calcinha. Ponho o pau pra fora, totalmente depilado e com as veias pulsando.
Sacudo Rafa, que acordar assustada tendo a visão de minha vara toda lambuzada pelo tesão.
- Nossos amigos dormiram, vem fazer seu papel de esposa cachorra. Vem mamar teu macho.
Rafa se curva e com uma fome de ninfeta abocanha a cabeça do mastro e inicia o vai e vem com os lábios, simultaneamente ela me punheta ... Que delícia, o perigo nos excita mais.
Seguro os cabelos longos, louros e cacheados de Rafa, levanto levemente o quadril e começo a foder sua boca violentamente, Rafa engasga e se segura para não tossir ponha a língua na cabeça do pau e pede leite...
Olho pelo espelho, Júlia ainda dorme, consigo ver o forro da calcinha mastigado pela buceta. Vou gozar pra Júlia na boca de Rafa.
Rafa, ponha seus seios pra fora do top preto que usava, me provocando enquanto mama a espera do leite. O tesão ensopa a calcinha e faz Rafa se desesperar em busca de mais alcance no meu mastro. Rafa solta o cinto, um sinal sonoro ecoa pelo veículo. Júlia e Marcos despertam vendo os peitos da Rafa de fora e ela de joelhos em seu banco, de quatro com a cabeça em meu colo...
- Seus pervertidos safados...
Fala rindo Júlia, enquanto livra os braços do cinto e se curva maliciosamente buscando a visão do meu pau. Ela olha, arregala os olhos e morde os lábios. Rafa não vê nada, está tentando ajeitar o top, totalmente envergonhada.
Semanas se passaram sem querer ninguém tocasse no assunto. Não de casal pra casal. Rafa e eu falamos e rimos do ocorrido, mas ela confessou se incomodar com algumas atitudes de Júlia no rolê.
- Essa puta tá com a buceta piscando de vontade de te dar, conheço ela...
Me disse Rafa certo dia, papo este que desconversei pois pra mim aquilo era só culpa da bebida.
Dezembro havia chegado, e é um mês bem curto pra negócios, tínhamos interesse em um local para um novo empreendimento na cidade de Bauru, que fica um tanto distante daqui. Combinei com Marcos dele e Julia irem ver o local, e fecharem o possível negócio. Júlia seria muito útil pois ainda havia coisas a construir e acabar no local e ela como engenheira, saberia os custos envolvidos.
A mim caberia passar nas lojas e fazer os pagamentos e fechamento de caixa. Normalmente Marcos o fazia, já que ele é mais dos números e canetas, mas a situação pedia por Júlia e então foram.
Acontece que viajaram em uma terça feira e já na quarta a tarde me liga o Marcos cheio de inseguranças e medos, agindo como um menino inseguro. Me disse que Júlia o estava pressionando e exigiu que eu fosse até lá.
- Vem logo Carlos, precisa de um homem pra resolver logo isso.
Ouço ela dizendo ao fundo. Ele diz palavras inaudíveis e o telefone desliga, o pau ia quebrar.
Expliquei tudo a Rafa e a chamei pra ir junto, mas ela disse que tinha uma paciente pra quinta, seria impossível.
Tive de ir, mas ficaram pra trás os pagamentos e contabilidade. Razão pela qual voltariam Marcos e Júlia. Eles cuidaram de tudo, hotel, agendar reunião e horários em Bauru e eu viajei ainda a noite. Jantei, tirei um cochilo e sai. Por volta da 00:00, as 03:00, no máximo 04:00, chegaria a Bauru.
Márcio havia me mandado o endereço do hotel e dados da hospedagem no celular, assim que cheguei, nem desfiz as malas e fui dormir.
Por volta das 7:30 alguém bateu a porta me chamando pelo nome. Ainda meio sonolento, abro a porta.
- Tá animadinho hein amigo.
Diz Júlia olhando pra minha ereção matinal saltando aos olhos embaixo da samba canção... Me assusto e cubro com a mão e saio pro banheiro.
- Que se tá fazendo aqui? Não voltou com seu marido?
- Você não entende nada de obra, de construção, tenho que explicar pra você as coisas. Márcio voltou sozinho.
- Caralho, mas você já tinha visto, era só me enviar um relatório Júlia.
- Eu não trabalho pra vocês gato, e pessoalmente é melhor de mostrar.
Dizia ela enquanto eu saia do banheiro, devidamente penteado e com os dentes escovados.
- Não vai por uma roupa não, Carlos?
- Vou, mas você quem invadiu meu quarto, então assumiu o risco. Gostou do que viu Ju?
- Sem vergonha, vou contar pra Rafa que você me recebeu de pau duro...
- É que você me acordou, não foi intencional...
- Ah, quer dizer que eu não te deixaria de pau duro é?
- Você me deixaria, eu que te pergunto, tem coragem?
- Para de besteira e se veste Carlos, temos trabalho a fazer.
Me vesti e desci buscar minhas malas, então troquei de roupa e fomos tomar café.
Júlia usava um jeans colado ao corpo, que ressaltava seu grande bumbum. Um coturno marrom já um pouco surrado e uma camiseta coladinha aos peitos sob uma camisa de botões aberta, visual típico de engenheira aliás.
Seguimos para a futura loja, Júlia me aponta os locais críticos, infiltrações e locais que precisariam ser derrubados e refeitos.
- Se vocês conseguirem por valor x, vale a pena. Se não, pode ser arriscado. E é esse risco que fez o meu marido peidar como sempre. Ela disse e ria, parecia um homem as vezes, devido ao convivio com peões.
Enquanto ela explicava eu focava sua suculenta bunda que se mexia provocante sob o jeans, mesmo sem estar produzida, Júlia ainda era uma mulher gostosa e eu queria apertar e morder aquela bunda. Será que Rafa tinha razão? Eu pensava. Queria ter coragem pra tentar, mas se fosse um não, eu perderia a amiga, o sócio e a esposa.
Deixei quieto, saímos do local, então resolvemos almoçar, já eram 13 horas. Durante o almoço ela desabafa as frustrações do casamento, que tentam a meses um bebe, sem sucesso.
- Não me sinto protegida com ele como marido, não conseguimos ter um filho, nem pra resolver as coisas da sociedade ele serve Carlos. Tô frustrada.
- Mas vocês já fizeram exames pra saber se tá tudo bem, pra terem um bebe?
- Eu fiz, comigo tá tudo normal, vai ver seu amigo tem a porra fraca. Kkkkk
Ria com desdém.
- Você e a Rafa, nunca quiseram um bebe?
- Ainda não é a hora, ela quer se realizar como profissional primeiro. Mas incluímos fertilidade aos exames de rotina e está tudo bem conosco. Podemos esperar um pouco mais até ter um.
- Se quiser posso fazer um filho em você pro Márcio criar. Rsrsr
Brinquei cheio de segundas intenções... Ela pos a mão sobre a minha, apertando...
- Bem que eu gostei desse pauzão, queria ser a Rafa mamando ele aquele dia.
- Se for nosso segredo, você pode chupar ele essa tarde toda, até amanhã quando formos embora, é só me deixar apertar essa bunda gostosa...
O clima mudou em segundos, e o tesão cobriu a mesa.
- Vamos logo, quero chupar esse pau todo.
Disse Júlia já se levantando da mesa e saindo em direção ao estacionamento com as chaves de meu carro nas mãos. Paguei a conta, comprei um chiclete e fui atrás dela. Ju estava sentada no banco do carona, mastigando um trident de menta.
Sentei no banco do motorista e a segurei pela nuca, demos um longo beijo, línguas entrelaçadas, minhas mãos em seus seios e nuca, sua mão no meu pau, apertava, puxava, afoita, angustiada... Júlia queria vara, queria mamar como uma bezerra faminta.
- Tira essa tora da cueca e da pra sua puta, Carlos... Quero pau, quero mamar...
Antes mesmo de sair do estacionamento já tinha baixado as calças a altura do joelho, meu pau saltou golpeando a bochecha de Júlia que mordeu os lábios e gemeu...
- Uuuum, que delícia de caralho.
E iniciou uma mamada faminta no momento em que liguei a Hilux. Júlia chupava forte, lambia as bolas, babava e punhetava ao mesmo tempo... Que tesão de mulher, não vou comer uma vez só, vou comer sempre, pensei jogando basquete com sua cabeça em meu colo e boca na minha pica...
- Que mamada gostosa Júlia, você é uma chupeteira excelente... Já mamou muito muita vara na época da faculdade né vagabunda?
- Eu chifrava muito o frouxo na faculdade, provei dezenas de rolas, nenhuma gostosa ou grossa igual essa, canalha. Comedor de mulher de amigo, comedor de casada...
Ela falava enquanto se contorcia com meus dedos enterrados em sua buceta suada e melada, da qual eu lambia os dedos com seu mel e perfume...
- Já chega Ju... Se não vou encher sua boca de leite...
A puxo pelos cabelos e tomo-lhe os lábios num beijo de língua cheio de tesão no meio do trânsito. Então guardo o pau nas calças.
- Ju, quero esvaziar minhas bolas no seu útero. Quer ter um filho meu? Vou salvar seu casamento e meter um filho em você, vou fazer isso por vocês, vocês merecem por toda nossa amizade e companheirismo de anos.
- Quer um filho meu Júlia?
- Quero, me engravida seu cachorro, faz um filho na melhor amiga da tua mulher, na mulher do teu sócio. Faz e você vai ser padrinho dele seu cafajeste.
O percurso pareceu infinito, Júlia se masturbava a meu lado, e dava os dedos pra eu lamber, os esfregava em minha barba seu gosto de mulher.
Chegamos a nosso hotel e nos pegamos a luz do dia no estacionamento, o tesão evaporava pelos nossos poros. Os funcionários do hotel viam e imaginavam. " Coitado do corno". Uma vez que viram Júlia e Marcos juntos.
Entramos no elevador entrelaçados em beijos e mãos, amassos. Caímos pra dentro do meu quarto. Rasguei as roupas de Júlia, sua camisa, sua blusa, seu sutiã.
Abocanhei aquelas tetas médias, suguei forte, suguei muito, e ela abaixou o jeans logo depois de descalçar as botas. Mal pude ver sua calcinha a ergui pela cintura e ela me abraçou com as pernas, foi montada em seu novo macho até a cama. A joguei na cama e rasguei a tira que me separava do meu presente. Enfiei a cabeça no seu sexo, era peludinha, pelos ralos e bem aparados, mas peludinha do jeito que eu amo. Me esfreguei tentando fazer o cheiro ficar em mim, fazer parte de mim. Eu salivava muito, o cheiro era ótimo, cheiro de fêmea. Passei a língua sentindo seu sabor pela primeira vez, era levemente mais salgado que da Rafa, era bom, queria mais... Passei a língua novamente, tinha muito mel ali, escorrendo. Abri a boca e engoli a buceta toda, linguei cada canto que podia, roubei todo o mel, então suguei seu grelo. Júlia me segurava pelos cabelos me apertando contra sua xota...
- Se cachorro, eu sabia que você era gostoso... Sua mulher nunca reclama do macho dela, mesmo quando eu chingo o frouxo do Marcos, pra ela...
- Acaba com minha fome de macho, seu safado...Ahh, Ahh, Aaaaaaihhh Gostoso.
Sai da buceta e chupei seis peitos novamente, deixei marcas ao redor das auréolas tamanha vontade com quem suguei... Então a beijei com fome de sexo, línguas dançando uma na boca do outro.
Ajeitei o pau na minha nova gruta, meu pau tem 18 cm, não é muito grande, mas é grosso, assustadoramente grosso.
- Me rasga Carlos, me rasga!
Júlia pedia, mas assim que coloquei a cabeça, seus olhos se encheram de água...
- É muito grosso meu homem, devagar, devagar..
A beijei, beijei com muito fogo e desejo, com toda vontade do mundo, um longo beijo enquanto dou trancos empurrando o tarugo centímetro por centímetro rumo a seu útero. Júlia chora e aperta minha bunda...
- Que sonho de macho...
Então enterro oque resta de pica, meu saco encosta no almofadado de sua buceta.
Tiro a vara de dentro e enterro toda de uma vez novamente, e depois repito o processo mais 5 vezes. Júlia foi rasgada, sua intimidade foi alargada pra servir seu novo dono...
- Meu depósito de porra, vou encher seu útero de porra Júlia, vou meter um filho em você pro seu marido criar... Marido de puta, cria filho dos outros.
Ela me olhava nos olhos e gemia a cada bombada forte que levava...
- Aí
- Aí, aí
- Aaaaaaaaaaaih, seu cachorro!
- Puta! Vagabunda, piranha... Tá oferecendo buceta pro macho da sua amiga. Então toma...
Falei e enterrei meu pescoço em seus cabelos, sentido seu perfume. Comecei a marretar ainda mais forte, o barulho das macetadas e os gritos de Júlia saiam pelos corredores. Todos saberiam que ali havia uma puta sendo arrombada.
- Vou Gooozaaaaar, Gozaaaar, Gozeeei ii iii iii...
Disse ela num início gritado pra todo mundo ouvir e ao final da frase nem forças tinha, apenas sussurrou. Sentia que aquela buceta estava começando a ter a largura certa pra me alojar... Júlia gemia e soluçava, sua buceta ensopada escorria líquidos sobre o lençol.
- Você vai me deixar toda inchada, todo mundo vai ver minha xota na legging na academia amanhã...
Disse ela baixinho em meu ouvido, com voz de soluço... Nem liguei, segui metendo, estava gostoso meter enquanto sentia sua buceta lacear cada vez mais.
Me levantei tirando a vara de seu útero, que ponteou para cima lançando seu gozo sobre a própria barriga de Júlia. A puxei pelas pernas, até cair da cama, ficando somente o busto sobre o colchão, então cravei a vara em sua boca, violei sua garganta e a fiz engasgar, seus olhos lacrimejavam sem parar...
- Vou fazer sua boca de buceta Júlia, sua puta gostosa... E bombei, bombei até meu saco encostar em seu queixo... Travei ela ali, segurando pelos cabelos. Júlia se debate, me dá tapa nas coxas e tenta me afastar... Tiro a pica, não toda, quando a glande está prestes a deixar sua boca, soco de novo uma última vez, ela tenta gritar e não consegue.
Então a livro do suplício, removo a vara e a deixo respirar, a deixo engolir a saliva... Ela recobra o fôlego e tenta falar. A beijo novamente, com lasciva, roubando suas palavras.
Seguro-a pelos cabelos e a viro. A ponho de volta na cama, de quatro, indefesa. A buceta está vermelha, inchada, parece uma bolacha recheada, a qual lamberei uma vez mais. Dou uma línguada o mais fundo que posso, chupo tudo que a buceta tem a me oferecer, então abro seu rabo e provo de seu cu, cuzinho quente, fechadinho, Marcos não come a anos se é que já comeu.
Depois de lamber todo aquele cu, o cheirei como um cachorro cheirando uma cadela no cio.
Ajeitei o caniço em sua fenda inchada e enterrei. Comecei o entra e saí, tirava todo pau e metia de novo vendo o oco aumentar a cada vez, eu podia ver seu interior agora... Abaixei e enfiei o nariz na buceta.
- Que cheiro bom de puta!
Eu disse gritando pra todo mundo ouvir, e enterrei o pau novamente, sua buceta peidou, e peidou de novo e de novo a cada novo entra e saí. As pernas de Júlia tremem e ela só não desmorona na cama porque a seguro, está mijando gozo em mim, um squirt me lava o quadril. Abaixo e bebo oque posso, Júlia então cai sobre o colchão todo úmido. Ela me implora por descanso, mas eu quero fecundar minha amante.
- Abre as pernas, vagabunda. Vou enseminar você.
Júlia não fala nada, abre as pernas totalmente trêmulas, o suor escorre por nossos rostos, desço enterrando a rola uma vez mais, a beijo e sinto seu interior já laceado, agora tem a largura adequada pra um macho de meu calibre. São mais quatro ou cinco minutos de foda, mas agora pego leve, a beijo e mordo sua orelha enquanto sinto vir o leite.
- É agora Ju, teu filho tá vindo, grita meu nome Ju, grita o nome do teu dono.
- Carlos meu amante, meu homem, me emprenha... Goza Carlos, faz um filho em mim Carlos!
Ela pediu, gritou e meu saco obedeceu. Despejei litros de porra farta em minha cadela. Continuei engatado nela por seis minutos a enchendo de beijos e carinhos com meu pau vedando sua gruta, queria me certificar de que não vazaria uma gota sequer.
Exaustos dormimos ali, juntinhos em minha cama. Júlia com olhos de mulher realizada dormiu sobre meu peito.
Era madrugada quando acordamos e tomamos banho juntos, pude alisar aquele corpo gostoso por inteiro, chupar loucamente seus seios embaixo da água. Havia marcas roxas em ambos os seios, frutos de nosso primeiro sexo.
Nós secamos e comecei a beijar Júlia novamente, a temperatura dos corpos subiu, meu pau ficou em riste novamente.
- Eu não aguento mais Carlos, minha buceta está ardendo muito e inchada...
Não disse nada, a beijei mais, beijei o corpo todo, então peguei o condicionador de cabelo e lambuzei o pau todo, Júlia olhava com um misto de medo e tesão...
- Carlos, minha buceta tá dolorida demais. A segurei num beijo caminhando pra trás sem tirar minha língua de sua boca, até que ela topou com a cama e nela caiu. Ficou me olhando enquanto eu espremia o frasco enchendo a mão de condicionador.
- De 4 Júlia! Agora! Ela obedeceu, empurrei seu rosto pra baixo e mandei que mordesse a fronha. Então levei suas mãos até seus glúteos e mandei que os abrisse me mostrando o cuzinho apertado e possivelmente virgem. Passei o condicionador e lambuzei cuidadosamente com o dedo médio e o indicador, até coloquei meio dedo dentro... Era quente e apertado. Não por muito tempo.
- Por favor não faz isso, te imploro... É muito grosso esse caralho, você vai me rasgar Carlos!
Ela protesta, mas continua na posição, não tem como perdoar. Coloco a cabeça do bruto na entrada de seu anel, forço só a ponta e brinco assim... Ela relaxa, achando que não vou entrar de verdade.
Forço um pouco mais, escondo a cabeça do pau dentro do rabo de minha amante. Júlia crava as unhas no lençol e levanta a cabeça aos gritos, lágrimas caem de seus olhos, lágrimas de dor...
- Aaaaaaaaaaaaaaaiiiiii
- Aaaaaaaaaaaaaaaiiiiii
- Aaaaaaaaaaaaaaai meu cu seu puto!
Então enterro todo pau, sinto meu saco encostar no seu rabo. Fico parado enquanto ela chora e arfa... Em breve ela se acostumará e poderei bombar. Aliso suas costas, faço carinho enquanto ouço vozes no corredor, ela acordou o andar todo com seu grito.
Aperto sua bunda e vejo que ela ainda respira fundo, mas está mais relaxada. Início as bombadas, o cu tenta se acostumar a meu mastro duro, cutuco firme, pesado, mas lentamente pra não machucar minha puta.
São cinco minutos alargando o anel que agora serve no meu dedo de macho...
Tiro o pau da Júlia, pego uma cadeira de madeira almofadada que fazia conjunto com a mesinha no outro lado da suite. Ela não entende de imediato, mas a mando vestir seu salto e subir na cadeira.
Ela obedece...
- Agora fica de cócoras e segura no encosto da cadeira Ju.
Ela fica em posição, seguro meu pau ainda totalmente duro e o posiciono em seu anel. Dou uma estocada e beijo seu pescoço, sua nuca...
Não me seguro, meto forte, bombo com desejo naquele cu... Cada estocada ecoa no quarto, ela tenta se controlar mas falha...
- Aí, aí, aí, aí, aí meu cu
- Aí que dor gostosa, aí, aí, aí... Tesudo gostoso...
Sua voz vai aumentando, e de repente ela começa a gritar...
- Vou cagar no seu pau Carlos, Vou cagar nesse pau grosso, Eu vou Carlos, eu vooooooo...
Era gozo, Júlia gozou pelo cu, pela primeira vez na vida, desfalecida ela cai sobre meus braços, a pego pelas coxas e a seguro no ar sentada apenas na minha pica. E meto, meto mais, meto mais forte, acelerando a metida e apressando meu gozo...
- Vou te leitar Júlia, vou gozar de novo cadela
- Vai, lava meu cu com seu leite de macho...
É oque ela pede, mas não oque recebe, retiro do cu e enterro em seu útero, dou mais cinco bombadas e despejo a gala em seu sexo, lá no fundo... Minhas pernas ficam fracas, caio sobre seu corpo em cima da cama enquanto meu saco da fisgadas despejando oque lhe resta de gala em minha cadela, futura prenha.
Saio de dentro de minha puta e adormecemos novamente.
Nos levantamos cedo e posso ver que linda mulher é aquela, tenho duas mulheres lindas agora. Júlia veste uma calcinha branca de algodão. O inchaço de sua buceta é notório, me dá tesão e a agarro e beijo. Ela deixa o beijo rolar mas depois me lembra da reunião da loja nova.
Põe um vestido curto, sexy, com um farto decote que deixa suas coxas roliças amostra. Fechando a conta dos quartos, todos nós olham, todos ouviram noite passada a foda gostosa que tivemos, todos desejam aquela mulher, então a beijo na frente de todos. Muitos ali sabem que ela é casada e que sou o touro viril que a monta escondido do marido. Todos me invejam, mas estamos longe demais de Sorocaba pra que alguém nos dedure. Fechamos as contas, dos quartos e saímos, saio apertando sua bunda no meio da recepção, está puta tem dono.
Entramos no carro, a reunião é rápida, deixo a proposta e sequer espero a resposta, já é tarde e temos muita estrada até nossas casas. Além disso todos alí olham mais as pernas de Júlia do que pra mim.
Durante o retorno, paramos em dois postos. Em Itatinga, no Graal e em outro em Araçoiaba da Serra. Em ambos ordeno a Ju que arreganhe as pernas e mostre a calcinha branca de algodão que marca o capozão inchado aos frentistas que checam a água e o óleo da Hilux. No Graal, descemos pra comer algo e na volta de mãos dadas subi seu vestido, exibindo seu rabo pra todos alí.
Ela nem protesta, está domada minha potranca.
Paro em frente a seu prédio e saco a rola novamente.
- Mama Julia, mama pra se despedir de minha tora por hoje.
Ela inclina o corpo e na frente de seu prédio, com a janela do carro aberta, abocanha seu prêmio. Acelero o gozo, quero que seja rápido... Em cinco minutos ela está engolindo meu sêmen. Ligo em chamada de vídeo pro Marcos...
- Ou irmão, vem buscar tua mulher, tem uns caras estranhos na rua aqui do seu prédio, e estamos aqui na frente.
Júlia me olha sobre os ombros, enquanto limpo a pica em seu rosto e lábios
- Já tô descendo, Carlos. Os caras me ligaram, aceitaram sua proposta, você é um gênio. 30% a menos do que pediam.
- Vem logo homem, tô em caco, eu e sua mulher trabalhamos duro pra fechar esse negócio.
Disse guardando o peru nas calças e encerrou a chamada, Ju desce ajeitando o vestido e limpando o rosto. Marcos saí no portão olhando ao redor.
- Cadê os caras? Já tô ligando pra polícia...
- Não seja banana, eram noias e já foram.
Falei enquanto Ju dava um selinho sabor porra no marido e eu de sacanagem alisava sua bunda.
- Sua mulher é uma puta de uma engenheira, Marcos. Ela me mostrou tudo, entrei de cabeça no negócio e fizemos uma dupla de arromba.
- Tô orgulhoso meu amor. Marcos diz
Júlia então mete um beijão de língua em seus lábios me olhando de canto com cara de puta.
- Que isso, Ju, na rua assim não, você bebeu?
- Só bebi leite amor, pode perguntar pro Carlos.
Quase me engasguei engolindo o riso e saí de lá certo de que ainda comeria muito aquela mulher e seria o pai do filho dela, mas quem criaria seria meu sócio.