Olhar para trás e lembrar dela é como sentir um soco de adrenalina. A gente era muito novo, eu com meus 20, ela com 18 ou 19, naquele auge de querer devorar o mundo — ou melhor, de nos devorarmos. Ela era o meu delírio: uma morena cor de jambo, daquelas que param o trânsito com 1,64m de puro pecado. O cabelo médio batia nos peitos, e que peitos... fartos, durinhos, com aquele biquinho marrom que parecia feito sob medida para a minha boca. Mas a moldura de tudo era aquela bunda. Uma bunda incrível, grande, que eu nunca cansei de apertar e que parecia ter vida própria dentro das calças jeans justas que ela adorava usar.
Lembro de uma noite específica na praça da prefeitura. O lugar estava fervendo de gente, mas o Insulfilm do meu carro era o nosso santuário; do lado de fora, ninguém via nada, mas por dentro o clima já estava acima dos 100 graus.
A gente não aguentou. O beijo ficou pesado, as mãos começaram a mapear o que a gente já conhecia tão bem. Pulamos para o banco de trás, num espaço apertado que só servia para deixar a gente ainda mais colado. Minha mão subiu pela perna dela, sentindo a firmeza daquela morena, e logo alcancei os peitos. Quando abri a blusa, lá estava o conjunto de renda azul-marinho que eu mesmo tinha dado de presente.
No momento em que libertei aqueles peitos do sutiã, eles saltaram para fora, fartos e rígidos. Eu me perdi ali. Chupava com vontade, sentindo o biquinho endurecer na minha língua, e fazia questão de deixar marcas de carinho, aquelas marcas roxas que diziam que ela tinha dono. Eu ficava maluco com o contraste da renda azul na pele cor de jambo dela.
Arranquei a calça e dei de cara com a calcinha fio-dental, também azul, sumindo naquele bundão que eu tanto sinto falta. Não demorou nada para eu me livrar da roupa também. Meu pau já estava rígido, pulsando de vontade. Ela, com aquela malícia que só ela tinha, começou a trabalhar com a boca. Ela chupava como ninguém, alternando entre a cabeça e as bolas, lambendo tudo enquanto eu fechava os olhos e delirava, sentindo o mundo girar. Minha mão não saía daquela bunda, sentindo a umidade dela lá embaixo, o sinal verde que eu precisava.
Ela parou de chupar, me olhou com aquele fogo nos olhos e montou. Ela veio cavalgando com uma vontade absurda, esfregando aquela buceta quente e apertada em mim, descendo e subindo com uma pressão que me fazia perder o juízo. Eu segurava firme nos quadris dela, sentindo o impacto de cada cavalgada, controlando a respiração para não gozar antes da hora, querendo que aquela noite na praça da prefeitura durasse para sempre.
Era um encaixe perfeito. Era mais que sexo, era uma explosão que a gente só encontra uma vez na vida.
O fogo dela era uma coisa de outro mundo. Enquanto ela cavalgava ali em cima de mim, eu tinha que segurar firme naqueles quadris, porque a pressão era tanta que eu sentia que ia descarregar a qualquer momento. Ela não tinha freio. Eu pedia: "Calma, vai devagarzinho, se não eu vou gozar...", e ela, com aquele olhar de quem queria me devorar, respondia: "Não, me deixa, eu quero cavalgar forte!". Continuaa conto real! Deixe seu comentário