Noite Sem Marcelo

Um conto erótico de Simone
Categoria: Lésbicas
Contém 1248 palavras
Data: 21/04/2026 01:34:42

Era segunda-feira pós-fim de semana selvagem com Marcelo. A agência fervia, mas meu foco era Aline — desde o ménage, trocávamos olhares quentes nos corredores, promessas silenciosas. Chamei-a pra minha sala ao meio-dia, porta trancada, persianas semi-fechadas.

— Aline, lembra sábado? Você gozando na minha boca... quero mais, só nós duas. Topa?

Aline congelou por um segundo, olhos castanhos arregalados de surpresa pura, rubor subindo pelo pescoço claro até as bochechas, mas logo um sorriso safado curvou os lábios carnudos.

— Simone... caralho, eu não penso em outra coisa desde então. Sua língua na minha xota, aqueles dedos me arrombando... esperava você tomar atitude, chefe. Tô dentro, sim.

Ela se aproximou da mesa, voz rouca baixa, mão fina roçando minha coxa por cima da saia justa, unhas traçando devagar num convite tímido mas faminto.

— Mas com condição: aquele pozinho, pra me soltar como sábado. E não posso demorar muito, no máximo 22h tenho de estar em casa...

Ri predatória, puxando-a pra um beijo rápido e molhado — línguas se tocando breve, gosto de café misturado a promessa de fogo.

— Fechado. Saímos daqui às 18h direto para minha casa, e antes das 22h te deixo em casa, molhadinha pro maridão... com minha marca no cuzinho.

Aline gemeu baixo no beijo, corpo magro tremendo de antecipação, e saiu rebolando sutil, olhos expressivos piscando safados pela porta entreaberta. Meu coração acelerou — noite de lésbicas puras, pó e segredo, só nós duas incendiando o apartamento vazio.

O dia passou rápido, tensão elétrica crescendo a cada reunião, olhares furtivos entre mim e Aline nos corredores da Spark. Às 18h em ponto, saímos juntas da agência, entrei no carro e passei rápido na casa de um amigo pra pegar o pó. Chegamos ao meu apartamento vazias de ansiedade, corações disparados, o ar já carregado de promessas molhadas.

Assim que a porta fechou, preparei linhas na mesinha de centro, pó branco reluzente sob a luz suave. Inalamos em sequência — eu primeiro, depois Aline com gula trêmula, olhos se arregalando na euforia, em ambas.

— Vou tomar um banho rápido, amor. Usa o banheiro principal, relaxa aí.

Dissi, já sentindo o formigamento selvagem. Mas Aline, com ousadia inesperada, corpo vibrando de tesão, se aproximou com sorriso safado nos lábios, mão roçando minha cintura.

— E se usassemos o mesmo banheiro? Imagina teu corpo escorregando no meu, minhas mãos passeando no seu corpo debaixo d'água...

Interrompi-a no meio da frase, aceitando de imediato o convite com um gemido rouco de tesão, coração disparando enquanto a puxava pelo braço pro banheiro principal, vapor subindo rápido com a água quente cascateando, roupas caindo urgentes no chão — lingerie, saias, blusas —, pele dela colando na minha sob o jato morno, mamilos endurecendo em contato imediato.

O vapor encheu o banheiro principal rapidinho, espelhando as paredes enquanto a água quente caía em cascata, transformando tudo num sauna úmido e convidativo. Puxei Aline pra debaixo do jato comigo, nossas peles se colando instantaneamente — a dela clara e lisa contra a minha, escorregadia de sabão líquido que esguichei generoso nas mãos. Comecei pelas costas dela, palma deslizando devagar pela espinha reta, descendo até a bunda, apertando possessiva enquanto ela gemia baixo, corpo todo arrepiando.

Ela virou de frente, olhos expressivos brilhando de euforia e tesão, e retribuiu — mãos trêmulas passeando pelos meus seios médios, polegares circulando mamilos duros, descendo pela barriga até roçar minha buceta já latejando. A água batia nos nossos rostos, misturando-se a beijos famintos, línguas dançando molhadas e urgentes, dentes mordiscando lábios dela. Enfiei dois dedos na buceta dela sem aviso, curvando pro ponto G enquanto chupava um mamilo sensível, sugando forte até ela arquear, gemendo rouca contra a parede azulejada.

— Caralho, Simone... me fode assim...

Murmurou ela, friccionando meu clitóris com dedos ágeis debaixo d'água, o som de pele molhada ecoando alto. Nos esfregamos de pé, coxas entrelaçadas, bucetas se roçando em fricção escorregadia, sabão tornando tudo mais intenso — tesão explodindo em fissura incontrolável, bucetas pulsando latejantes, gemidos virando súplicas abafadas.

Saímos do banheiro correndo, pele pingando água e suor, direto pro quarto.

Na mesinha de cabeceira, preparei duas linhas perfeitas com o cartão. Aline pegou o canudo primeiro, inalando com força, corpo tremendo no pico imediato de energia crua, olhos vidrados me encarando faminta.

Eu segui, aspirando devagar, a euforia subindo como eletricidade pura, liberando ondas selvagens que faziam minha buceta pulsar ainda mais forte.

Quando terminei de cheirar, Aline me puxou com força pelo cabelo, beijando com vontade além do comum — língua invadindo voraz, dentes mordendo lábios, mãos cravando minhas costas num assalto primal.

Empurrei-a pra cama com firmeza, caindo por cima dela, corpos colados e prontos pro fogo que explodia. Minha perna escorregou entre as coxas dela no mesmo instante, joelho encostando direto na buceta melada e quente — ela arqueou instantâneo, gemendo rouco no beijo.

Enquanto eu descia beijando voraz: pescoço claro mordiscado, seios pequenos sugados com força nos mamilos sensíveis, barriga chapada lambida em círculos, virilha roçada pela língua antes de mergulhar na buceta latejante. Minha língua invadiu os lábios úmidos dela com lambidas famintas, sugando o clitóris inchado em rodadas rápidas, dois dedos já fincando fundo pro ponto G enquanto o polegar friccionava o cu. Aline gritou agudo, quadris rebolando contra minha boca, unhas arranhando minhas costas nuas, o pó amplificando cada sensação num rush insano de prazer cru.

— Me come mais fundo, Simone... enfia essa língua na minha xota gulosa!

Berrou ela, voz rouca de selvageria, puxando meus cabelos pra pressionar minha cara na buceta melada. Revidei selvagem, três dedos agora esticando ela sem dó, língua rodando o clitóris como um furacão enquanto a outra mão beliscava mamilos rosados com força, torcendo até doer gostoso.

Puxei o vibrador 20cm da gaveta da cabeceira — rosado, pulsando no máximo —, lubrificando com sucos dela antes de enfiar devagar na buceta arrombada, girando enquanto chupava o cu apertado, sugando o anel com vácuo molhado.

— Goza nessa pica, sua putinha... esguicha pra mim!

Aline acelerou selvagem, quadris batendo na minha bunda com estalos molhados, vibrador arrombando fundo no cu enquanto uma mão descia pra friccionar meu clitóris inchado em círculos frenéticos, a outra puxando meus cabelos pra arquear minhas costas mais.

— Implora pra gozar na minha pica, Simone... tua buceta tá escorrendo pra mim!

Gemi rouca, corpo tremendo no limite, coxas firmes vibrando enquanto ondas subiam irresistíveis.

— Me faz gozar, Aline... arromba meu cu!

Explodi em orgasmo brutal, jatos quentes molhando lençóis e coxas dela, corpo convulsionando de quatro, gritos ecoando altos no quarto. Aline riu triunfante, retirando o vibrador, lambendo meus sucos da glande antes de se deitar ao lado, dedos traçando minha pele suada, ar ainda elétrico de promessas sujas.

Desabamos ofegantes na cama encharcada, corpos colados em suor e sucos, risadas roucas escapando entre suspiros exaustos. Aline virou o rosto pra mim, olhos expressivos brilhando de satisfação, acariciando meu seio médio.

— Caralho, Simone... isso foi foda demais.

Concordei, beijando seus lábios carnudos devagar, gosto salgado nosso misturado na língua.

— Você me surpreendeu. Selvagem de verdade, me fez implorar... delícia pura.

Ficamos em silêncio breve, respirações sincronizando, mas um vazio sutil cresceu — olhares se cruzando com cumplicidade nostálgica.

— Mas... senti falta do Marcelo — confessei, traçando a barriga chapada dela. — Aquele pau grosso dele no meio, enchendo uma enquanto a outra chupava... completaria isso.

Aline assentiu safada, mordendo o lábio.

— Eu também. Só nós foi incrível, mas o pauzão dele arrombando enquanto te lambuzo... próxima vez, os três de novo.

Rimos cúmplices, selando o pacto com beijo lento, o relógio marcando 21h45 — hora de levá-la pra casa molhadinha, segredo intacto pro maridão.

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