Caso Real Chatinha doTrabalho

Um conto erótico de Negão 86
Categoria: Heterossexual
Contém 3443 palavras
Data: 19/03/2026 10:39:47

Acredito que nenhuma história (real) começa por acaso.. a que vou contar agora, começou com uma carona e ainda está rolando, fazem 2 meses eu acho, foi meados de Janeiro. Quase meia hora antes de sair do trabalho eu vejo uma mulher que trabalha na mesma organização que eu meio preocupada e desenquieta com o celular na mão. Fiz o que precisava fazer habitualmente para ir embora, (isso demorou uns 10 minutos) ela continuava no mesmo lugar, ainda mais desesperada. Fui até ela e perguntei se precisava de ajuda, ela disse que estava tentando um carro de aplicativo e não estava conseguindo porém ela tinha um compromisso e ja estava em cima do horário. Eu disse que se não fosse fora da cidade eu poderia ajudar. Ela olhou estranho pra mim mas com certo alívio, me disse que era médico que estava marcado a meses.. era no bairro vizinho de onde estávamos, eu disse que a levaria, ela disse que me pagaria o que o aplicativo estava cobrando e eu prontamente recusei. A cara estranha dela vem dela ser uma pessoa facilmente odiada. Na organização ela tem uma função burocrática e é rigorosa com padrão. Já minha função é mais de campo.. então tudo que fazemos passa inevitavelmente pelo setor dela, mas eu e outros usam caminho de menor resistência, tem um parceiro que organiza e corre atrás se algo não da certo. Estávamos em silêncio desde então, até ela falar que nunca tinha protocolado nada meu.. sem rodeio eu disse que falava direto com outra pessoa. Ela disse que como eu não ia receber o dinheiro, pelo menos me ajudaria no trabalho.. explicou tudo que eu ja sabia sobre a forma dela de trabalhar e o porquê de tanto arranhão na imagem dela com a turma.. eu disse que estava tudo bem e não precisava pagar nada. Chegamos ao local, ela desceu, agradeceu um monte e foi embora. No outro dia cedo ela pediu para me chamarem, porque ela queria falar comigo na copa, chegando lá tinha bolo e o caramba.. me chamou pra tomar café com ela como agradecimento. Sem poder dizer não, tomamos o café e ali ela falou um pouco da vida dela, que sentia mal pela forma que a tratavam, que estava em tratamento psicológico e o marido não dava assistência.. pelo contrário, achava que era frescura. Deixou cair umas lágrimas e eu disse o que pude pra melhorar a situação (sou péssimo nisso) cada um foi pra sua rotina e a vida seguiu até dois dias depois, quando eu inventei de pedir pra ela agilizar um protocolo pra mim. Prontamente passou o meu na frente dos outros, acertou o que podia e apontou o que precisava ser corrigido, coisa simples. O pessoal estranhou e fizeram comentários sobre.. só brinquei com a situações e o dia passou, na hora de ir embora ela me chama na mesa dela e pergunta se eu poderia dar uma carona, a vontade era negar, mas levei.. no caminho pediu meu WhatsApp, conversamos (pra minha surpresa) ela tem bom papo e é inteligente.. reclamou do marido novamente e ai o Satanás do ombro esquerdo sussurrou "aproveita, faz merda.. vai lá". Chegando no lugar ela agradeceu e foi descendo.. dei uma olhada na rabeta dela já que meu carro é um pouco mais alto.. ela percebeu minha olhada e ficou por isso mesmo. No mesmo dia a noite recebo uma mensagem dela agradecendo e perguntando o que eu olhei quando ela desceu. Saí do raio de ação da dona onça e fui responder, disse que nunca tinha olhado pra ela e que ela é bem bonita mas a roupa não ajuda muito e um emoji de vergonha e rindo. Ela disse que era o que o padrão pedia (só ela seguia) eu respondi que só tinha respondido o que ela tinha me perguntado. Deu seta azul no WhatsApp e nenhuma resposta chegou. No outro dia deu bom dia via WhatsApp e disse que me esperava pra tomar café, recusei e disse que precisava sair logo cedo. Fim do dia assim que fui fechar minha rotina, lá estava ela.. me pediu os documentos que faltavam protocolar, eu disse que não precisava porque já era tarde e não ia dar tempo.. ela insistiu e já foi pegando os papéis e sem olhar na minha cara perguntou se eu poderia dar carona porque precisava conversar comigo. Pra pular fora eu disse que sim mas estava saindo em 5 minutos (o que era impossível pra ela) como se fosse magia, ela chegou no carro antes de mim. O assunto já começou com a pergunta de porque eu estava evitando ela, eu disse que não estava e que era só correria mesmo. Perguntou se eu não queria ser visto com ela.. ri e disse que não fazia sentido. Perguntou sobre eu ter falado que ela era bonita pq nem o próprio marido achava, já que era um casamento arranjado. Parei o carro no estacionamento de um mercado que estava no caminho.. dei uma olhada pra ela e foi o que vi: uma mulher de 30 a 35 anos, cabelos castanhos claro, preso em coque, óculos de grau, camisa social que não valorizava nada e calça social claramente com corte reto pra esconder tudo. Pedi pra tirar o óculos (ela disse ser miope) mas tirou, não era lá muito bonita de rosto mas tbm não era horrorosa.. sugeri que uma vez ou outra poderia abrir mão do uniforme e soltar o cabelo.. já que as outras meninas faziam e não tinha problema. Ela pareceu desconcertada, liguei o carro e seguimos.. na descida, segurei ela pela mão e disse que pela carona e pela dica de moda eu merecia um beijo.. apontei minha bochecha, ela ficou sem graça, beijou e pulou do carro. Sai rindo e certo de que estava livre dela.. dois dias depois pum.. WhatsApp dando boa noite e dizendo que me esperava pro café e que ficou pensando na nossa conversa.. respondi com emoji de joinha e fui dormir! No outro dia fui tomar café com ela e cortar o mal pela raiz, cheguei pra falar que a esposa viu as mensagens e deu ruim.. mas chegando, eu a vejo de cabelo solto que batia até no meio das costas, calça jeans não muito justa e camisa folgada 1 ou 2 números maiores.. dei uma olhada e comentei, é isso que falei! Doeu? Ela sorriu e disse que não mas não estava confortável, e era estranho! Até que gostei, mas não achei nada demais e não comentei nada.. nesse dia eu ofereci a carona, fomos embora, joguei umas conversa torta mas não rolou por ela ser da igreja e ser obreira.. dei uma desanimada já que não ia comer. Ela continuou indo em dias aleatórios com roupa normal, sempre chamava pra eu ver e tomar café com ela mas eu sempre pulava fora.. pedia carona eu alterava a rota ou dava carona pra outra pessoa.. um dia durante o expediente perguntou se eu daria carona, tentei negar mas ela insistiu aí acabou que eu dei. Ao entrar no carro já foi falando que pela primeira vez notaram ela positivamente, mas o marido dela continuava sendo escroto e qnd tava comigo se sentia bem e tinha evolução na terapia. Ouvi calado, e depois perguntei o que eu poderia fazer mais por ela!? Ela disse que sabia que eu era casado, que ela não poderia, mas queria sair com alguém pra fazer algo fora da rotina e se essa pessoa fosse eu seria melhor porque se sentia bem comigo e eu era legal com ela. Fiquei sem saber que "sair" era esse, e perguntei. Ela disse de sair para lugares, comer, conversar e coisas desse tipo! Bateu uma frustração mas resolvi pagar pra ver.. sexta saímos pra almoçar, conversamos, sequei algumas lágrimas sempre que entrava no assunto família, demos uns abraços, e voltando pra terminar o dia eu faço uma pergunta que muda tudo. Se ela sabia fazer massagem, ela diz que acha que sim.. digo que no dia anterior tive uma torção e tava começando torcicolo. Ela disse que me ajudaria mas não sabia como faria por que precisava que eu estivesse deitado. Perguntei se confiava em mim ela assentiu que sim com a cabeça, eu disse para ela ligar pro chefe dela e dizer que precisaria atrasar após o almoço. E ela fez de forma natural avisou que atrasaria.. dei umas voltas aleatórias até validar a ideia aleatória que tive, enquanto conversávamos e chegando próximo de um motel eu parei de frente a entrada, ela ficou em choque e não disse nada.. eu sorri e falei: é o único lugar que tenha cama que podemos usar, mas se não tiver a vontade, por mim tudo bem! O resto dela perdeu a forma, e ela disse que tudo bem, que poderíamos entrar. Fiz o check in na portaria e ela com a mão no rosto ainda sem expressão.. entramos, era um bom motel.. tv com música ambiente, cheirava a limpeza, tinha um jardim de inverno bem cuidado e uma hidro. Sentei na cama e bati pra ela sentar ao lado, eu disse que o lugar era sugestivo mas não tínhamos que fazer nada além da massagem (confia), aquilo ficaria só entre nós dois e no momento que ela quisesse poderíamos ir embora. Ela olhando pra cama, num espaço que havia entre nós, disse que nunca tinha ido num motel, já tinha pedido ao marido mas ele se recusava.. aproveitei a deixa e falei: isso é um motel! Ela levantou o olhos, riu e disse.. nunca vim de maneira nenhuma, mas não era vir assim que eu estava falando. Eu sorri, peguei a mão dela e a fiz levantar.. fomos ver a claraboia do jardim de inverno, chegamos na hidro e eu disse que após a massagem ali seria o ideal pra relaxar o corpo, ela se virou e foi em direção a cama.. eu pude ver que o corpo tinha um certo formato mas estava desleixado. Ela apontou pra cama e disse pra eu deitar de bruços.. prontamente me livrei dos sapatos e obedeci, ela tirou os sapatos dela e ajoelhou do meu lado e apertou próximo do meu pescoço.. eu encolhi, ela perguntou se doeu e eu disse que sim.. ela disse que tava duro e travado e que eu precisava relaxar! Comentei sobre o perfume dela (que realmente era bom) eu não vi o rosto mas senti que ela sorriu e ficou satisfeita, logo ela reclamou que a minha camisa atrapalhava e que a posição pra ela estava com pouco contato. Perguntei se era pra tirar a camisa, ela disse que seu não me importasse, poderia sim e perguntou se poderia tbm se sentar nas minhas costas pra ter um ângulo melhor! Eu disse que sim tbm.. assim fizemos! A mão é pequena, fina porém firme. Ela vez ou outra perguntava se estava pesada e que não queria melhorar o pescoço e machucar as costas, eu disse que não estava pesado e a conversa foi fluindo até chegarmos no porque eu a ajudei e dei atenção a ela.. eu disse que nunca tive motivo pra não ajudar e que a roupa foi só uma sugestão. Me contou um tanto de história triste, que sempre foi o patinho feio, que casou porque os pais obrigaram e mais um monte de coisa. Pedi ela pra sair das minhas costas, ela resistiu.. eu insisti e ela saiu! Qnd me virei ela estava aos prantos.. sentei na cama e me recostei, chamei e ela veio engatinhando e se sentou do meu lado, eu a puxei e fiz encostar a cabeça no meu ombro. Automaticamente acariciou meu peito e meu pau deu um pulo. Me segurei e comecei a consolar, dizendo que o marido não via o que tinha a disposição, ela era um diamante bruto, que ela não era feia, que o pessoal do trabalho tratava ela mal pelo excesso de profissionalismo dela, mas isso tava mudando.. (senti o momento de fraqueza dela) sorri e em tom de brincadeira pedi pra tirar os óculos, soltar o cabelo e desfilar que eu daria uma nota de 0 a 10.. ela levou a sério, se levantou.. foi até a porta e me pediu pra não rir caso a nota fosse zero, respirou como se tivesse tomando coragem e foi! Dei nota 8, ela perguntou o porquê do 8.. eu inventei qualquer coisa e disse que a calça jeans tava legal mas a camisa tirava um ponto e meio. Ela sorriu e perguntou sobre os outros meio ponto. Eu disse que era pela vergonha aparente. Ela pulou na cama na minha direção e disse que era pra eu fazer já que estava sendo rigoroso, fazendo cócegas com a ponta dos dedos.. eu disse que não.. ela chegou mais perto pra me empurrar pra fora da cama, segurei o corpo e não me movi.. o ombro dela escorregou no meu e a boca dela parou próximo a minha enquanto ríamos.. aproveitei e a beijei, nos primeiros segundos ela fechou a boca mas logo soltou a língua e demos um beijo perfeito. Ela olhou nos meus olhos e veio me beijar de novo.. nisso eu virei meu corpo em direção ao dela e segurei na perna dela enquanto a gente se beijava.. ela deu um pause, e eu puxei a perna dela pra que ela sentasse no meu colo! Ela não pode evitar por que puxei com força, mas manteve o corpo ereto! Fui buscar outro beijo mas ela esquivou.. ficou me olhando, muda.. eu disse pra relaxar, ela saiu do meu colo e sentou ao meu lado! Peguei minha camisa, fui juntando minhas coisas e chamei pra ir embora pq a massagem já estava concluída. Ela olhando eu me vestir perguntou se tinha estragado tudo, eu disse que não, que a massagem tinha sido magnífica mas que era hora de ir. Ela se levantou, parou na minha frente e pediu pra ficar mais um pouco e que eu poderia usar a hidro. Fui firme e disse que era melhor a gente ir! Ela ficou na ponta dos pés, dependurou no meu pescoço e me beijou.. eu a segurei firme pela cintura e puxei o corpo dela contra o meu fazendo ela sentir a minha ereção.. assim que minha boca desgrudou da boca dela ataquei pescoço e orelha.. ela gemia e estremecia enquanto eu passava a mão pelas costas e cintura dela.. como cabia na minha mão eu pegava firme.. assim que deu uma brecha ela perguntou se eu ficaria um pouco mais! Eu disse que sim, tirei minha camisa e fui andando em direção a ela até que ela encostasse na parede! (Não sei o que houve, mas nesse dia eu estava só a brutalidade) encostada na parede eu pegava ela pelo pescoço, girava a mão e segurava pela nuca, ali mesmo juntava o cabelo e segurava firme sem puxar.. a outra mão foi trabalhando debaixo da blusa até pegar no peito dela.. assim como toda pegada que eu vinha fazendo, essa não foi diferente, foi firme tbm! Ela não fazia nada mais tbm não esquivava.. tirei a camisa dela e a deixei de sutiã, desabotoei a calça e a deixei de calcinha.. fiz dar uma volta pra mim e disse que ela era bem gostosa e que eu ia meter com ela! Ela fez cara de envergonhada.. eu a segurei pelo pescoço, dei um tapa no rosto dela e perguntei se ela tava me ouvindo.. o rosto dela avermelhou e assentiu que sim com a cabeça! Fui descendo a mão até chegar na buceta dela que estava molhada.. mais molhada de escorrer mesmo! Fui passando a mão até o dedo escorregar e entrar.. ela deu um gritinho! E eu mantive a pressão e a postura.. me abaixei um pouco catei pelo lado de dentro das coxas e a levantei, ela se segurou com medo de cair.. mas não foi bastante, a joguei de costas na cama. Ela é cheirosa, depilada, limpinha, rosinha.. não aguentei e chupei a buceta dela como se aquilo fosse matar minha fome! Tava bem melada mas deu pra me organizar e divertir.. ela gemendo e se contorcendo a cada linguada! Subo beijando a barriga, dou uma bela chupada nos peitos dela.. como ela não fez menção de retribuir o oral, passei pra próxima fase.. desafivelei meu cinto, abri o botão e coloquei o pau pra fora e fiquei alisando a cabeça dele no clitóris (inchado) dela.. perguntei se era melhor eu por preservativo, ela com os olhos caídos e a voz fraca disse que poderia ir sem mesmo! Passei a barba no rosto dela, beijei o pescoço e a mordi na clavícula enquanto começava a enfiar bem devagar mesmo ela não estando apertada.. a cada pouco que entrava a unha dela entrava nas minhas costas.. eu levanto o corpo sem tirar de dentro e digo que ela não poderia me marcar ou arranhar! Ela me solta e segura firme nos lençóis. Eu acabo de penetrar e começo a meter firme, forte e fundo.. (como eu já tinha gozado pela manhã, fiquei de boa) e ela gemendo a cada estocada, até que me pede pra parar pra beber água! Eu paro e a deixo ir! Ela já volta vindo por cima.. com a buceta engolindo tudo.. quando os olhos dela se fecham eu solto um tapa na cara dela e pergunto se tá bom.. ela diz que sim, eu digo, então rebola vagabunda, e dou outro do outro lado! Meio desengonçada ela rebola com ele todo dentro.. Ela solta um gemido.. estremece e goza! O corpo praticamente desfalece para o lado.. eu ainda de pica dura, pego pelo quadril, suspendo e a faço ficar de quatro com a cara apoiada no travesseiro! Antes de qualquer coisa.. mais um tapa na bunda (e esse marcou) sem dó e sem pensar enfio de uma vez e vou bombando e passando o dedo polegar no cuzinho dela mais sem entrar.. vou forte até que gozo feito um cavalo (nem parecia que tinha gozado pela manhã).. me levanto, vou ao banheiro e volto.. ela tá deitada toda descabelada! Me deito ao lado dela e fico passando a mão no corpo dela enquanto brinco que agora sim ela foi no motel.. ela me dá um selinho e fica quietinha curtindo.. ela pede pra ir ao banheiro e qnd volta já vem catando as coisas dela, eu pergunto se já estamos indo, ela responde com outra pergunta.. não!? Eu me levanto com o pau meia bomba e vou em direção a ela.. ela segura, mexe até ele ficar duro de novo.. como não rolou um boquetinho, faço ela colocar um pé sob o criado mudo e começo a meter nela de pé.. ela se apoia em mim e vai aumentando o peso até que sinto que ela gozou de novo! Tiro de dentro e deixo ela se recompor, tomamos banho juntos.. me visto, espero ela se vestir e a gente vai embora. Ela olha as horas e se assusta.. digo que vou deixar ela em casa e eu vou voltar pro trabalho pra fechar as minhas coisas e não ligarem uma coisa a outra. Chegando na empresa faltando menos de 1 hora pra terminar o turno, todo mundo comentando o sumiço dela, já que ela não era disso.. eu entrei na brincadeira, fiz o que tinha que fazer e fui embora. Na garagem pego o celular e vejo 40 mensagens (não é exagero) assusto e vou ler qual é o problema. Era ela.. dizendo que tinha casado virgem, o marido foi o único e nunca tinha traído, sabia que a mulher precisa ser submissa mas nunca viu um homem ser dominante e carinhoso ao mesmo tempo, que nunca tinha sido tratada assim, nunca tinha feito nada nem parecido antes e que gostou muito, estava toda marcada, dolorida mas se tivesse a chance faria de novo se não fosse problema pra mim.. ela hoje na empresa é uma pessoa que está sempre de bom humor, com maquiagem, passou a ser mais tolerante com o pessoal, abandonou o uniforme social, tá se cuidando mais, ao menos 2x por semana a gente sai do trabalho e trepa gostoso, tá aprendendo e gostando de mamar uma rola (nunca tinha feito), gosta de receber tbm.. (disse que o marido não curte), logo menos tento um anal! A fera tá sendo amansada no cacete e no trabalho estamos acima de qualquer suspeita, já que o tratamento melhorou com todo mundo. De vez em quando me surpreende com um nudes durante o trabalho.. vamos ver até onde vai, enquanto isso sigo comendo sem dó.

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