A inquilina LXIII

Da série A inquilina
Um conto erótico de Amigo Intimo
Categoria: Grupal
Contém 2782 palavras
Data: 16/03/2026 14:24:43

Chegamos no almoço e sentamos na mesa de sempre, a adolescente nos viu e acenou para a inquilina, que brincou dizendo, coitada com esses pais bem mais velhos, no cio e tão tímida que ficava sozinha, os beberrões estavam com duas mulheres e duas crianças de uns 8 ou 9 anos, e os outros casais não estavam no almoço, o trilheiro veio na nossa mesa, e afirmou que não fomos na vila, eu achei estranho, mas conversamos sobre ir depois, talvez de van, porque eu estava sem a carteira, para comprar uma lembrancinha de viagem, ele disse que a van do resort levava até o centro comercial da vila, uma especie de feira/mercado e que era só avisar que iam buscar, o casal do adolescente que tirou fotos da inquilina chegou e ele era filho da loira, o trilheiro saiu da mesa e nós começamos de novo a falar de fatos da trilha, por exemplo desse menino tirar fotos dela, a inquilina foi buscar mais comida e na volta passou na mesa da adolescente, a convidado para sentar conosco, veio ela e os pais, ficamos conversando e os pais dela brincando com o menino. Mostramos as fotos da trilha a menina as fotos dela, e então levantamos para dar uma espreguiçada os pais dela disseram que iam dormir, o menino estava visivelmente cansado, então a adolescente e a inequilia colocaram biquini se encontraram na piscina, eu fiquei no quarto com o menino e acabei dormindo com ele.

No meio da tarde levantei e fui com o menino para a piscina, estavam a inquilina a adolescente, o adolescente que tirou as fotos da inquilina, e os pais do adolescente, a loira e o marido, e o trilheiro, tirando o trilheiro e a adolescente todos tinham copos na mão e bebiam, eu fiquei de longe brincando com o menino e depois cheguei com ele para ver a conversa, falavam da trilha a adolescente dicou vermelha quando me viu, eu dei um beijo na inquilina, e senti o bafo de que ela estava bebendo a um tempinho ali no sol, me sentei na mesma espreguiçadeira que ela, e pedi uma caipirinha, enquanto o menino brincava com as pessoas e depois sentou conosco pedindo pra ir para a recreação, a inquilina se levantou um pouco cambaleante e a adolescente a acompanhou enquanto ela foi levar o menino para brincar com as outras crianças, ficamos conversando mais um pouco e então o pessoal foi saindo porque iam ver o por do sol, eu fiquei esperando a inquilina e o trilheiro ficou conversando comigo. A inquilina voltou sozinha e sentou do meu lado ja estava um pouco bebada. O trilheiro ficou olhando para ela até ela sentar, olhava mais para seu corpo do que para seu rosto, eu ri com a cara de pau dele. Ele então falou que tinham outras trilhas e ai deu uma indireta.

- Bom, quando vocês decidiram ir para a vila, vi que gostam de trilha, de natureza, de liberdade - deu um sorriso malicioso - muita liberdade - eu sorri de volta, entendeu o que ele quis dizer a inquilina encostou a cabeça no meu ombro.e falou bem baixinho.

- Ainda não aprontamos nada - riu me dando um beijo no rostro, e saiu em direção ao banheiro rebolando com seu biquíni mais enfiado na bunda que o necessário. Eu ri, vendo o trilheiro olhando ela sair andando.

-Tenho três perguntas para você - ele me olhou com cara de pergunta - O barulho que ouvimos de passo foi você? - eles sorriu me olhando, acho que tentando entender no que poderia dar aquilo.

- Na verdade eu voltei porque aqueles dois bêbados quiseram voltar pelo difícil e arrastaram o adolescente, os pais ficaram preocupados, então eu voltei e vi eles indo para o lado vocês tinham ido, então - ele coçou a cabeça e não concluiu - e ai vi vocês. - eu olhei com cara de duvida para ele, e ele só falou - não vou comentar o que eles falaram, sem confusões.

- Falar que? - eu ri - minha esposa era safada? e que que deixou eles verem mais dela durante o caminho? - ele coçou a cabeça rindo.

- Falaram isso de forma vulgar, mas foi isso - eu apenas sorri então se sentiu mais a vontade e perguntou - e tudo bem para voce? - eu dei uma risada gostosa.

- Eu incentivo ela, ela gosta, e eu não privo ela das coisas que gosta e nem ela das que gosto - eu bati na perna dele enquanto ele ria - segunda pergunta, posso? - ele fez que sim com a cabeça - Entendi pela interação que a menina da recepção é sua esposa ou namorada., certo - ele balançou a cabeça dizendo namorada - Você é bem apessoado e bom de papo, come muitas turistas? - ele sorriu com cara ar de safado.

- Ah, quase que faz parte do meu trabalho - ele me olhou e sorrindo com a mesma cara de safado continuou - Porque, quer que eu coma a gata da sua esposa - eu sorri devolvendo o olhar safado.

- Na verdade eu pensei em contar para sua namorada, e o Gerente que voce estava dando em cima da minha mulher - ele arregalou os olhos me olhando sério, o riso e o ar soberbo sumiram, eu fiquei um pouco quieto - posso fazer a terceira pergunta? - ele respondeu um sim mais com a cabeça do que a boca porque a palavra não saiu. - Bom, eu e minha mulher fazemos tudo juntos, então, tem algum lugar que poderíamos ir nós três e nós divertir? Porque ela gostou de você. - ele primeiro soltou uma bufada de relaxar, e depois sorriu para mim.

- Caralho, pensei que eu ia perder meu emprego e ia me fuder com minha namorada, você realmente me assustou - ele mostrou as mãos tremendo - como vocês ja fizeram na trilha, entendo que a praia seja interessante - eu balancei a cabeça num sim, sorrindo para ele - então depois dos 6 bangalôs premium tem umas pedras, ali não tem câmeras, não tem ninguém, porque são pedras até a próxima praia. - bati no seu ombro.

- Vai na frente, que te encontramos lá, e vá sozinho, entendeu que não é para virar uma historia, né - ele balançou a cabeça num sim deu um tapa na minha perna sorrindo e saiu. Uns 5 minutos depois aniquila voltou com uma caipirinha e perguntou cade ele, falei que ele tinha que ir trabalhar, e chamei ela para darmos uma caminhada, claro que fomos em direção ao local que o trilheiro ia estar.chegamos a ponta da praia e realmente não tinha ninguém e nem parecia mais parte do hotel, eram pedras grandes, sorri para a inquilina e subi na primeira pedra e estiquei a mão para ela, ela deu uma relutada inicialmente, dizendo que estava bêbada, e quando insinuei que poderíamos fazer algo ela se animou rindo, dizendo que eu era um safado. Quando andamos o suficiente para não sermos vistos, eu comecei a beijar ela, eu encostei numa pedra e puxei ela para cima de mim, seu corpo pressionado contra mim, em uma posição que limitava seus movimentos, o trilheiro apareceu sorrindo, e ela entendeu e apenas sorriu para ele e depois para mim voltando a me beijar. O trilheiro encoxar ela por trás, e jogou o seu cabelo para o lado lhe beijando o pescoço e depois seu ombro ela deitou a cabeça no meu ombro, ele passou a mão pelos seus peitos, e tirou eles do biquini, ela ficou rindo olhando entre nós dois, agora com os peitos de fora, ele falou

- Venham aqui, ainda é possível alguém aparecer para tirar uma foto - ele foi guiando ate irmos num canto, quando chegamos ele parou na frente dela e eu atras ele tentou beijar ela e ela virou o rosto segurando minha cabeça e me beijando, ele entendeu o recado e enfiou a mão no biquini dela enfiando um dedo nela, e beijando seus peitos ela me beijava e rebolava no meu pau, ele puxou o biquini dela um pouco mais para baixo e deu uma chupada no seu clitoris antes de levantar novamente, passando a boca por seu corpo até chegar no seu pescoço, pegar a mão dela e colocar em seu pau ainda sobre sua bermuda, ela colocou uma mão para trás pegando o meu também eu passei a mão para frente colocando dentro do seu biquini e sentindo ela molhada e quente, ele abaixou a bermuda fazendo com que seu pau fosse parar na sua mão, ela sorriu apertando o pau dele e iniciando uma punheta, ela me beijou de novo, e enfiou a mão dentro da minha sunga colocando meu pau para fora e punhetando os dois ao mesmo tempo, e então a inquilina se abaixou já colocando meu pau todo na boca, o trilheiro se agachou atrás dela e enfiou a mão dentro do seu biquíni por trás alisando sua bunda, buceta e clitóris, ela me chupava e rebolava na mão dele, eu segurei seu cabelo e ela com um sorriso bêbado começou a empurrar a boca mais fundo me colocando todo na boca, o frilheiro levantou e bateu com o pau em sua bochecha, e ela tirou a boca do meu pau e começou a lamber o dele até colocar ele na boca, ele sorriu sentindo ela engolir ele, ele pegou ela próxima a nuca e puxava para ir mais fundo, eu peguei ela pelos cabelos e puxei ela de volta e ficamos nesse chupa um ou outro com ela punhetando quem não estava em sua boca, em determinado momento ela punheta os dois respirando após ficarmos trocando ela de pau de forma rápido enfiando até sua garganta. Ele sorriu chegando bem perto de mim.

- Tenta colocar os dois juntos na boca, Vadia. - ela olhou para cima, com os lábios vermelhos e babada, um sorrisinho de desafio, nós dois a sua frente e ela segurando os dois ela juntos as cabeças e começou a lamber cada uma das cabeças e depois entre os dois e então os dois juntos, abriu bem a boca encaixando uma cabeça de cada lado do lábio - Caralho, Vadia, que delicia ver uma mulher linda assim. - empurrávamos alternado quando um ia o outro ficava parado, os paus não entravam nem metade mas ela está a com lágrimas nos olhos pelo esforço e quando soltou os dois juntos cuspindo baba e tossindo, nos olhou sorrindo satisfeita. Eu encostei em uma pedra, ficando sentado com as pernas esticadas.

- Vem cá amor, ela se virou de costas eu só coloquei seu biquíni para o lado e ela encaixou no meu pau deslizando sua buceta até o fundo. Peguei ela pela cintura, e comecei a meter o trilheiro veio na sua frente e novamente tentou beijar ela, ela virou rosto se apoiando nele, e encostando a testa em seu ombro. Ele beijou seu pescoço e começou a chupar seus peitos enquanto ela rebolava no meu pau, ele começou a brincar no seu clitóris enexperadamente e ela teve um choque, antes de aumentar o rebolado e começar a tremer no meu pau e na mão dele que chupa a seus peitos, quando ela terminou seus espasmos ele foi andando para trás puxando segurando ela pelos cabelos até ela ficar na altura do seu pau. Ele bateu o pau na sua bochecha algumas vezes. E ficava colocando e tirando da sua boca, ela tentava chupar forte e saia um som estalado.

- Caralho, a sua vadia é boa demais, eu vou querer gozar nessa boquinha. - ela fez um sim com a cabeça sem tirar o pau dele da boca, eu tirei ela do meu coloco e ela virou a bunda para ele, que sem pensar muito já enfiou em sua buceta ela soltou um gemido mais forte apoiada em mim, ele metia forte jogando ela contra mim, as vezes parava e falava - Rebola para mim, Vadia. - e ela ficava rebolando fazendo seu pau se mexer nela sem ele se mexer, aí ele dava um tapa na sua bunda e voltava a meter elogiando o rebolado dela. Ela beijava meu corpo e me olhava sorrindo, ainda com os olhos de bêbada safada que eu conheço bem, ela segurava meu pau mas não conseguia me punhetar nem descia para chupar, apoiada no meu ombro só rebolava e gemia. Deixei mais um pouco assim e então puxei ela.

- Vem amor, nos vamos meter juntos - ele parou na hora, vendo eu esticar a mão com um dedo úmido enfiando no cu dela, ele. Ele tirou o pau de dentro dela e se agachou atrás dela.

- Cara, posso comer o cu da sua esposa? - a pergunta foi direta e até soava estranha, mas ele nem esperou resposta e estava lambendo e enfiando um dedo nela. Ela rebolava nele e começou a me chupar fazendo barulho com a excitação por sentir os dois juntos. Ele parou de lamber depois que percebeu que dois dedos entraram sem resistência, e que ela já estava acostumada, o pau dele era um pouco mais cumprido que o meu mas o meu era mais grosso. Ele encostou na pedra que eu estava e ela veio de costas segurando as nádegas, para facilitar ele ajeitou o pau e entrou, deu umas quatro estocadas antes de eu vir pela frente e encaixar meu pau na buceta dela e enfiar de uma vez. Ela me abraçou forte até fincou uma unha em minhas costas.

- Calma, amor. - ela falou tremendo nos nosso paus dentro dela, então ela sussurrou - é a primeira vez que tem um pau equivalente ao seu. - Ela respirava pausado se recompondo, e rebolava bem devagar. Eu ri e então puxei um pouco e enfiei inteiro de uma vez. Tirando um gemido alto e um apertão mais forte.

- Mas foi você que pediu. - ela me olhou ainda meio bêbada, mordendo o lábio, e apoiando em meu ombro com a boca no meu ouvido falou.

- Então me fode, seus filhos da puta. - ela terminou a frase com os dois se movendo alternado dentro dela, era como se um saísse e o outro entrasse, tava para sentir dentro do corpo dela o momento que ele estava saindo e eu entrando e vice versa, ela gemia forte, uma expressão de dor e realização de de repente ela explodiu num gemido forte e falando rápido entrecortado com gemidos no meio. - você estão me rasgando, estão me enchendo todo, filhos da puta, eu te amo amor meu filha da puta eu te amo. - ela não parava de tremer entre nós e falar aceleramos juntos as estocadas, parecia combinado, mas era só uma resposta ao prazer que ela estava sentindo, eu tirei o pau de dentro dela e ele também quase juntos e ela caiu de joelhos, já segurando os dois e alternando as chupadas com punheta. - Gozem juntos igual quando entraram juntos na minha boca. - nos paramos um do lado do outro e ela punheta a os dois ao mesmo tempo e então nos estávamos nos punhetando e ela só com as mãos nas coxas ajoelhada de boca aberta olhando para cima quando meu terceiro jato atingiu novamente seus lábios e queixo o primeiro dele bateu em seu olho e testa depois nariz e boca, e no final ela segurava os dois paus encostados um no outro e lambia as duas cabeças. Sentamos os três ofegantes ela no chão onde já estava eu na pedra atrás da gente e o trilheiro no chão com as costas na pedra.

- Caralho, vocês são dois tesudos malucos. - ele riu olhando para ela toda gozada no rosto e eu encostado na pedra.

Ela se levantou, e ajeitou o biquíni e foi até a beira da prainha que se formava entre as pedras e limpou o rosto da forma que conseguiu. Voltou sorrindo se aconchegou no meu peito. O trilheiro disse que tinha que voltar, mas que estava a disposição.

Nos estávamos do lado do nosso bangalô, então voltamos e tomamos um longo banho juntos, cheio de beijos e risadas. Fomos buscar o menino e jantar, na janta a adolescente contou para a inquilina que deu seu primeiro beijo e que quase pegou no pau do menino percebendo ele duro esfregando nela, a inquilina disse para ela fazer numa segunda vez que na primeira poderia achar que ela era uma vadia. Me contou na hora que fomos dormir, falou que queria ter dito, deveria ter pego, se não ia ficar que nem ela era bombinha e nojentinha e não aproveitar. Eu ri aconchegando ela no meu colo.

- amor, você não era boba, só estava me esperando. - ela me abraçou com força e me beijou dizendo que me amava, eu sorri e terminei dizendo - me esperando para libertar o sangue de vadia que tem dentro de você. - tomei um tapa antes de um beijo e uma pegada forte no meu pau.

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