“Das telas pra cama. Uma aventura que começou com um email e acabou em uma cama de motel"

Um conto erótico de Lactofilista Mineiro
Categoria: Heterossexual
Contém 2811 palavras
Data: 16/03/2026 11:23:52

Quando digitamos um texto aqui no site, seja ele, uma estória ou uma história, que podem ser ou não o fato de uma experiência real ou de terceiros, talvez, não temos a noção da repercussão, seja positiva ou negativa, em nossas vidas.

Digo isso, mediante a um fato que me ocorreu e quero compartilhar com todos os leitores aqui do site.

No início deste ano, recebi um email de uma leitora, no qual ela relatava que gostava dos meus textos, da forma que conduzia a história a deixava dentro do relato. Infelizmente eu só fui ler o email, no final de fevereiro, pois, início e final de ano, temos vários compromissos, que acabam tomando conta de todo o nosso tempo. Mas, o que mais me deixou longe, foi uma descoberta, que na minha família, uma tia descobriu que está com câncer, onde nos deixou totalmente sem chão.

Passado a tensão da descoberta, eu voltei a olhar meus emails, mensagens, etc... Isso foi somente no final de fevereiro de 2026, daí eu a mensagem da leitora, vou chamá-la de Gabriela.

Lendo o texto, imediatamente eu respondi. Achei muito legal e fiquei emocionado com as palavras que descreveu sobre meus textos. Eu a agradeci e disse que seria uma honra a tê-la como leitora.

Começamos a trocar emails. Achei legal, pois, estamos em uma época, onde a tecnologia está avançada, que recebemos as respostas de forma quase instantânea.

Nessas trocas de email, foi desenvolvendo uma relação mais estreita que foge da relação entre leitor x escritor (amador).

As coisas foram se esquentando que resolvemos nos conhecer pessoalmente, pois, nessas conversas de email, trocamos números de telefones, nos adicionamos no Whatsapp e começamos a nos falar diariamente.

Gabriela é uma mulher parda, 1,70m de altura, cabelos lisos pretos, olhos castanhos escuros, lábios delineados, 85kg, seios fartos (que aparentemente lindos), bunda grande, com uma voz bem doce. Ela é solteira e é mãe de 02 filhos.

Eu disse a ela que era solteiro, cabelos anelados castanhos, olhos verdes, 95kg, 1,73m de altura, mãos grandes, lábios carnudos e uma voz de taquara rachada, kkkk, pelo menos eu acho, apesar que ela não aprova.

Ficamos alguns dias conversando via whatsapp e acabamos nos conhecendo de uma forma ímpar. Falávamos sobre vários assuntos, mas, o que predominava era sobre o fetiche amamentação adulta.

Compartilhamos experiências sobre o fetiche e foi acendendo em nós o desejo de ter a nossa experiência, foi quando o assunto foi amadurecendo e fomos planejando quando e onde seria.

Decidimos que a cidade mais próxima da sua era Presidente Prudente, no estado de São Paulo. Assim, ela ficaria mais à vontade, pois, não correria o risco de ser vista e reconhecia por “curiosos”.

Data marcada, comprei minha passagem e com muita ansiedade da parte dos dois, aguardamos o dia chegar para nos encontrarmos.

Eu saio de Minas para Presidente Prudente, com o objetivo de conhecer uma pessoa magnífica, que não conheço pessoalmente, mas, nossas conexões falam o contrário.

Chego no hotel, reservo um quarto e deixo o nome dela na recepção, pois, irei receber sua visita. Tomo um banho, nem desfaço a mala por completa e fico deitado na cama aguardando a hora dela chegar e somente de cueca. Eu a aviso que todo os protocolos estão acertados e que só falta a visita principal: ela.

As 19 horas, o telefone do quarto toca e me anuncia que minha visita acabara de chegar. Peço para que autorize a subida da mesma e isso acontece.

A recebo na porta, com uma roupa a altura pra uma visita ilustre

Ela aparece deslumbrante, com um vestido tomara que caia de cor preto, valorizando suas curvas.

Foco de forma sutil, as curvas dos seus seios que estavam pedindo para serem libertados.

Me controlo e a convido a entrar. Ela entra e se assenta na poltrona na antessala. Lhe sirvo uma bebida, pra quebrar o gelo e iniciamos uma boa conversa. O assunto começa a esquentar e o seu corpo demonstra que ela também está quente. Quente de tesão, de vontade de sentir prazer. Me aproximo dela e vou acariciando seus cabelos, descendo pelo seu pescoço. Eu, a surpreendo e roubo um beijo que é correspondido. Começo a passar a língua no seu pescoço e percebo que a cada centímetro percorrido, seu corpo arrepiava. Passeio minhas mãos pelo seu corpo enquanto ela me corresponde da mesma forma. O vestido “tomara que caia”, caiu e vejo a oitava maravilha da Terra, um belo par de seios, ávidos por serem sugados e valorizados. Sem modéstia, começo a passear a língua nos mamilos e abocanho de forma carinhosa e vou sugando bem devagar. Minha visita fica bem leve e entregue a situação. Ela me pede pra mamar seu peitinho. Eu vou mamando de forma bem constante, enquanto ela vai se contorcendo. Percebo que um certo liquido, desce de suas pernas. Concluo que sua buceta está molhadinha e ela altamente excitada.

A situação esquentou tanto que eu a deixo seus seios libertos e volto a beijá-la, mas conduzindo-a para o quarto. Na cama, eu deito em seu colo e volto a mamar seu peito como se fosse um bebê faminto. Mas, na verdade, estava faminto.

Enquanto eu estava sugando seus seios, ela acariciava meus cabelos, pra aliviar a tensão, pois, ela sentia um turbilhão de emoções, tipo nervosismo, tesão, entre outras. Aquilo parecia irreal pra ela, pois, ela tinha ido ali como uma curiosa, uma aventureira, mas, naquele momento ela estava completamente envolvida pelo desejo e uma grande excitação.

Ela inclinou o corpo um pouco pra frente e sussurrou em meu ouvido: hoje muitas coisas hão de acontecer e quero aproveitar cada segundo deste momento. Este não será apenas mais um encontro inesperado em sua vida e sim será “o encontro”.

Confesso que ao escutar, senti um arrepio em todo o meu corpo, mas parei de sugar seus seios, olhei para os olhos dela e falei que este é o meu objetivo, transformar um encontro inesperado em uma lembrança que ficasse marcada na sua memória, como se fosse uma tatuagem.

Voltei para a posição que estava e reiniciei a mamar aqueles seios maravilhosos. A temperatura aumentou consideravelmente, gemidos de prazer ecoando por cada metro quadrado. Ela falando em meus ouvidos pra eu mamar, enquanto suas mãos não paravam de acariciar minha cabeça. A cada sensação de prazer, refletia na intensidade das mamadas. O bico do peito que estava sendo sugado, esticou ficando rijo e cumprido. Ela se contorcia de tesão e desejo, fazendo com que aquele momento ficasse marcado na nossa memória. Eu parei de sugar uma mama e passei pra outra, executando da mesma forma.

O quarto exalava um cheiro de tesão e sexo. Percebi que a cada sugada, ela pressionava as pernas, que caracterizava um frequente orgasmo.

Totalmente cheia de tesão ela afasta minha cabeça de seus peitos e abaixa minha cueca box, de cor preta e começa a massagear minha pica, olhando nos meus olhos e mesmo sem dizer uma palavra eu entendi o que ela queria.

Ela começou a acariciar o meu cacete com a língua, passeando por toda extensão, mas, com apetite gigantesco de sexo, ela iniciou uma mamada bem molhada. Mamou bem gostoso, engolindo cada centímetro daquele membro rijo e carvenoso. Enquanto mamava, fazia carinhos nas minhas bolas. Eu segurava seus cabelos, que nesta altura já estavam desarrumados e molhados devido o suor do momento.

Ela foi mamando, sugando, querendo leite, mas, quando ela percebeu que lhe daria leite, ela se afastou, retirando minha pica da boca aveludada. Retirou seu vestido de uma forma tão inusitada, enquanto eu também terminava de me despir e em alguns segundos estávamos do jeito que viemos ao mundo.

Iniciamos um beijo tão intenso que culminou em uma relação árdua e quente.

Ela via em meus olhos o quanto aquele momento estava intenso tanto pra mim quanto pra ela, que o quarto parecia pequeno para tanto tesão entre nós.

Novamente ela se dirige ao meu ouvido e diz: Eu não estou aguentando mais, minha buceta está escorrendo um mel e estou com vontade de ser penetrada.

Ela me falou e voltou a chupar minha pica, parecia que estava com sede de leite, mas, quando estava quase gozando ela percebeu e me disse que ainda não era o momento.

Eu a levantei, segurando pelos seus cabelos e a coloquei contra a cama, deixando a de 4. Comecei a passear minha língua na sua buceta. Ela, falava que estava gostoso e que não iria aguentar. Quanto mais ela falava eu intensificava nas chupadas, tanto que senti um mel em minha língua. Ela gozou em minha boca. Engoli seu néctar e voltei a chupar novamente.

Percebi que pelos seus gemidos ela queria ser preenchida pela minha pica, foi quando tirei minha boca da sua buceta e posicionei minha pica na entrada da buceta dela. Comecei a brincar com ela, passando a cabeça por toda extensão de sua buceta molhadinha. A cada passada ela gemia e se contorcia de tesão, querendo que eu enfiasse logo. Mas, resolvi ser mau e fui brincando até ela implorar pra ser fudida.

Ela se virou pra mim e disse: Comi minha buceta. Me come. Eu preciso que me preencha toda com essa pica gostosa. Foi falando isso e rebolando na ponta da minha pica. Eu não aguentei e fui empurrando bem devagar, minha pica foi entrando com uma facilidade enorme, pois ela estava muito molhada e a cada centímetro que ela entrava, Gabi delirava de tesão. O quarto já cheirava sexo a muito tempo, Gabi já tinha perdido o controle dos gemidos e tinha esquecido completamente que estávamos em um quarto de hotel, ma única coisa que ela queria naquele momento era ser fudida com força.

Fui bombando bem devagar, enquanto ela rebolava. Ah, que bunda linda e sedenta por vara. Era uma visão altamente excitante. Me controlava para não acelerar antes da hora. Ela me xingava e mandava eu ir mais rápido, mas, eu a ignorava e mandava ela calar. Dava tapas na sua bunda, puxava seus cabelos, enquanto ela gemia de tesão. Eu retirava toda a vara e enfiava de uma vez. Retirava e enfiava. Ela começou a chorar de tesão, implorando pra ser comida com mais rapidez. A chamei de puta e mandei ela calar.

Perguntei: o que você quer, sua puta? Ela respondeu: Vara. Come minha buceta.

Eu perguntei: O que vc quer, vagabunda? Ela respondeu: Eu quero vara. Me come, meu gostoso. Eu puxei o seu cabelo, falei no seu ouvido: Você é minha puta e minha vagabunda. Enquanto isso, estávamos engatados.

De repente, eu a joguei pra frente, firmei as mãos nos seus cabelos, bati em sua bunda e comecei a socar. Cada vez mais rápido. Ela tomada pelo tesão, gritava de prazer, falando que estava gostoso, que era pra fuder sua buceta.

Enquanto eu bombava, olhei pelo espelho do quarto de hotel e via seus peitos balançando a cada estocada. Ela estava igual uma cachorra no cio.

Observando a imagem aumentei ainda mais a velocidade que senti que iria despejar meu leite em sua buceta, percebendo que isso iria acontecer, diminui a velocidade e retirei minha vara de sua buceta.

Minha vara estava melada, foi quando eu a puxei pelos cabelos e mandei ela mamar.

Ela se ajoelhou e iniciou uma mamada bem molhada, engolia tudo, como se fosse separar minha vara do corpo.

Mandei ela se levantar e me deitei, mandando ela vir por cima e cavalgar na minha vara. Ela me jogou na cama, juntou minhas pernas, pegou minha vara, deu uma mamada, olhando nos meus olhos. Se posicionou e sentou. Minha vara foi engolindo aquela buceta molhada e gozada, pois, ela já tinha gozado poucos minutos antes. Ela apoiou as mãos no meu peito, olhando em meus olhos e rebolando bem gostoso. Ela rebolava, rebolava e rebolava. Se levantou e começou a cavalgar. A cada cavalgada ela ficava mais próxima de gozar. Começou a acelerar e falando que estava gostoso. Que sua buceta era minha e que estava sendo toda preenchida. Que era minha puta e que queria sempre a minha vara. Ela começou a se movimentar bem rápida, percebi que seus olhos começaram a revirar, seus pêlos elevados e seus peitos balançando em uma sintonia única, ela, se apoiou em meu peito e aumentou ainda mais a velocidade, rebolando e cavalgando. Senti suas forças em meu peito de forma que não conseguia me mover. Fui sentindo que iria gozar e falei pra ela: Quer leitinho, vagabunda? Quer leitinho, sua puta?

Ela me falou pra encher sua buceta de leite, pois, estava prestes a gozar também.

Quero gozar junto com você, meu gostoso.

Não estava com camisinha, mas liguei o “Foda-se” e falei: Vou encher sua buceta de leite, vagabunda.

Ela acelerava e apertava meu peito.

Quando em um momento de tesão no auge, eu gritei.

Tome leite, vagabunda.

Ela me respondia, que estava gozando naquele pau.

Eu a segurei pela cintura, forçando-a pra baixo. Quando senti meu leite, enchendo aquela buceta. Na mesma hora, sentia um liquido quente em meu cacete. Tive vários jatos de leite, todos naquela buceta.

Ela falava em meu ouvido, que tava gostoso demais. Que delicia de vara!

Estávamos exautos.

Ela ficou em cima de mim e eu com minha vara dentro de sua buceta gozada

Enquanto escutávamos apenas nossas respirações ofegantes.

Ficamos alguns minutos em silêncio, recuperando o fôlego, enquanto isso eu segurava de forme firma a cintura dela. Ela sem querer deixou escapar um leve sorriso. Ela começou a passar os dedos pelo meu peito e sussurrou em meu ouvido: acho que essa viagem valeu a pena.

Eu olhei de uma forma diferente pra ela, a puxei mais perto de mim, passei as mãos lentamente pelas suas costas, nesta hora percebi que ela se arrepiou toda, e sem dizer nada ela entendeu o que meus olhos diziam. Fiquei alguns segundos olhando nos olhos dela, tentando entender até onde aquela noite poderia nos levar. E pelo olhar dela, era exatamente o que ela também estava pensando.

E na verdade, até onde iríamos eu não sabia, mas, o clima estava tão gostoso e excitante que parece que tomamos uma injeção de tesão que ela ficou excitada e percebi meu cacete se levantar.

Ela se levantou por cima do meu corpo e olhando pra mim, sabia onde minha vara estava, que iniciou uma mamada na minha pica gozada.

Fechei os olhos e fiquei curtindo o momento. Meu cacete se reergueu dentro da boca dela.

Ela como uma aluna aplicada, fez um boquete bem babado e muito gostoso.

Já altamente excitado, ela se deita sobre o meu corpo e fala bem baixinho que naquele momento, tínhamos um momento “UPGRADE”.

Ela carinhosamente, me fala: come meu cuzinho.

Eu fiquei surpreso e ainda mais excitado. Sem perder tempo, a coloquei de 4, pincelei sua buceta molhadinha.

Não precisou nem de KY. Ela estava tão excitada que descartou o lubrificante.

Com a própria lubrificação, eu molhei seu orifício e fui forçando de forma carinhosa. Ela foi gemendo, pedindo pra enfiar bem devagar e pela primeira vez eu a obedeci.

Segurei em suas cintura e fui empurrando bem devagar, enquanto ela estava se manipulando na buceta.

Quando minha vara entrou totalmente em seu cuzinho, eu esperei por um momento, ficando imóvel, deixando seu cuzinho acostumar com minha vara.

Enquanto isso, eu fui mexendo no seu grelo.

A dor que estava na sua aparência, foi indo embora e foi predominando um semblante de prazer.

Ela mesma começou a se movimentar, a rebolar na minha vara. Iniciou devagar, mas, depois foi aumentando a velocidade dizendo: come meu cuzinho! Fode meu cuzinho! Ela gemia a cada estocada.

Eu soltei sua buceta, segurei na sua bunda e aumentei a velocidade das estocadas. Ela pegou um travesseiro e colocou na boca, pra abafar seus gemidos.

O êxtase estava tão intenso que de forma inesperada, o gozo dos dois vieram de forma rápida.

Eu falei que iria gozar no seu cuzinho e ela falou: Vai cachorro, enche meu cuzinho de porra. Enche meu cuzinho que estou gozando também.

Nós, dois gozamos de forma ímpar e já exaustos caímos na cama, com uma respiração ofegante, descansamos um pouco e fomos para o banheiro, eliminar o suor causado pelo tesão.

Olhei pra ela com um olhar de satisfação e percebi que ela também estava satisfeita.

Liguei o chuveiro, deixei as águas caírem em seu corpo.

Ela de costas pra mim, encostei por trás dela e ficamos por um momento recebendo um banho, depois de ter gozado muito e ter proporcionado um ao outro, momentos de prazeres. Prazeres na amamentação. Prazer no sexo. Prazer no toque.

FIM.

Texto criado por: Lactofilista Mineiro.

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