ROSA FLOR 2 - Capítulo 23 – PERDENDO A VIRGINDADE ANAL COM A ESPOSA

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 9836 palavras
Data: 14/03/2026 17:07:55

Naquela segunda-feira entrei mais cedo no trabalho e conversei com o meu chefe, disse a ele que eu iria frequentar um curso no período noturno e consegui uma flexibilidade no horário. No final da tarde fui pra casa mais cedo e a Rosinha ainda trabalhava no computador. Trocamos um beijo rápido, tomei banho, comi um lanche e corri pra escola onde seria ministrada a primeira aula presencial. Foi-me dito pelo professor que as aulas presenciais aconteceriam nas segundas e sextas-feiras, sendo que nos demais dias os ensinamentos se dariam por vídeos disponíveis na internet. Ao final da aula consegui uma carona com um colega de classe que morava próximo da casa do tio. No caminho enviei um zap pra Rosinha avisando que eu chegaria em quinze minutos e que ela me esperasse, que não fosse dormir antes de mim, pois queria contar as novidades. Na verdade, a empolgação de uma futura mudança de emprego e melhoria de salário me deixou eufórico e com uma vontade de namorar a minha esposinha antes de dormirmos. Eu ia pelo caminho pensando nela, no sorriso, no cheiro e no calor do seu corpo e nas delícias que poderíamos sentir juntos. Meu colega de curso me deixou na porta do condomínio e segui a pé até a casa do tio, entrei em silêncio procurando pela minha esposinha já imaginando o seu corpo nu e o cheiro excitante da frutinha que eu tanto gostava de lamber entre suas coxas. A nossa casinha estava escura e somente a luz suave do abajur estava acesa no quarto. Entrei devagar e minha amada, coberta pelo lençol e deitada de lado com as pernas encolhidas, parecia dormir. Estranhei ela estar dormindo, pois nem era tão tarde. Me aproximei, sentei na beirada da cama e lhe fiz um carinho nos cabelos e no rosto.

Eu (falando baixinho) – Olá, minha florzinha! Não conseguiu me esperar?

Rosinha (abrindo preguiçosamente os olhos, me presenteando com seu sorriso lindo) – Oh, amor, tô muito cansada, tô realmente exausta, mas se você quiser fazer amor antes de dormirmos, tomarei um banho pra lavar minha pepeca, pois ele saiu há uns cinco minutos antes de você chegar e eu adormeci.

Achei estranha aquela prosa, pensei em quem seria o tal “ele” que a Rosinha falava. Lembrei que não poderia ser o tio Carvalho, pois estava viajando e, vendo minha amada tentando esconder um sorriso maroto, desconfiei que ela estava brincando comigo.

Eu (testando minha mulher, pois imaginei que ela queria fantasiar) – Ainda bem que avisei pelo zap que estava vindo pra casa, pois se não aviso, eu poderia encontrá-lo dentro de casa.

Rosinha (me puxando, beijando meus lábios e falando próximo ao meu ouvido) – Siiim, você teria encontrado ele dentro de casa, dentro do nosso quarto... dentro de mim!

Eu (tirando minha roupa com a certeza de que ela queria fantasiar) – Ele comeu você todinha ou sobrou um pouquinho pra mim?

Rosinha (jogando o lençol pro lado e, dengosa, me oferecendo seu corpo nu) – Tô usadinha, amor, mas ainda tem bastante pra você!

Me desnudei rapidamente e, sentindo meu pau quase totalmente duro, me deitei sobre minha esposa e começamos a nos beijar de forma selvagem. Enquanto eu me ajeitava sobre ela, descobri debaixo do travesseiro ao lado o enorme consolo que vimos no dia anterior na sacola de brinquedos do tio, aquele cujo tamanho era bem parecido com o pau dele. Imaginei que a Rosinha havia usado aquilo antes de eu chegar e desci minha boca rumo ao seu entre coxas pra ter certeza.

Rosinha – Oh, amor, não lambe minha xaninha, não! Ela tá usadinha, ele brincou nela por mais de meia hora!

Eu (vendo os lábios abertos e o buraquinho da frutinha laceado comprovando que ali esteve “algo” grande e grosso) – Ele meteu em você por mais de meia hora?

Rosinha (fazendo carinha de putinha) – Meteu, amor, hoje ele não queria gozar, ele dizia que a minha bucetinha tava muito gostosa e que queria meter muito; eu tive que falar um montão de besteiras pra que ele terminasse antes de você chegar. Como tá a minha xaninha, amor, tá abertinha?

Eu (me deitando sobre minha mulher depois de molhar a racha com saliva e metendo meu pau na buceta laceada pelo consolão) – Putinha, sua buceta tá toda arrombada, meu pau entrou folgado nela!

Rosinha (sorrindo) – Ai, meu corninho, agora que você vai estudar à noite, é bom você ir se acostumando a me pegar usadinha, a comer minha xerequinha metida quando voltar pra casa! Hoje eu sentei no trono pra escorrer o creminho que ele esguichou dentro de mim, mas da próxima vez vou ficar quietinha na cama e te esperar com a bucetinha cheia de leitinho grudento! Você vai gostar, meu corninho, de voltar pra casa e me ver peladinha e usadinha na nossa cama, vai me pegar toda gozadinha por outro macho?

Eu (muito tarado de meter naquela buceta arrombada por um consolo e sentindo um puta tesão ao imaginar que a Rosinha estava tramando dar pro tio Carvalho na próxima sexta-feira, dia de aula presencial, e me esperar metida e gozada por um pau de verdade) – Você é muito puta, Rosinha, não sabia que a minha esposa era tão puta assim!

Rosinha (empurrando o quadril pra cima de encontro a mim buscando uma penetração profunda) – Sou a sua putinha, amor! Gosto de comer uma picona diferente, mas sou todinha sua, somente sua pra você fazer o que quiser comigo!

A minha esposa estava me enlouquecendo e eu sentia meu prazer maior se aproximando, eu sabia que se eu gozasse a brincadeira acabaria e, então, pra aproveitar um pouco mais da minha esposinha, tirei o pau da bucetinha e me deitei ao lado.

Rosinha (reclamando e vindo por cima de mim, montando meu pau e enfiando de volta na sua buceta) – Porque tirou o pau da minha bucetinha, amor? Vem, cá, quero mais pica e você não vai fugir de mim, não!

Quando fico por baixo consigo retardar o gozo e então continuei curtindo as delícias que a minha esposa me proporcionava naquela cavalgada deliciosa.

Rosinha (com as mãos apoiadas no meu peito e rebolando a buceta no meu cacete) – Amor, que tal qualquer dia desses você voltar pra casa e me encontrar na nossa cama, peladinha, metida e gozada, com a xerequinha cheia de porra esperando por você pra meter em mim e também gozar dentro da minha xaninha misturando sua porra com a do outro macho?

Eu (no limite do meu tesão, tentando me segurar pra não gozar) – Você teria coragem de dar pra outro homem na nossa cama?

Rosinha (com os olhos fechados, parecendo imaginar a cena) – Se você deixar, se você quiser, amor, eu daria pra outro macho em nossa cama, sim! Eu sou putinha e você é meu corninho; vai ser muito gostoso! Imagine, amor, você entrando no quarto, me vendo peladinha na cama, suada e com cheiro de outro macho. Quando eu abrir as pernas, você verá minha bucetinha toda vermelha de tanto levar pau, inchadinha, aberta e gozada, cheia de creme grudento de outro macho. Você vai gostar, amor, de me pegar usada por outro?

Eu (não mais resistindo aos movimentos de quadril da Rosinha, às mordidas que a sua buceta dava no meu pau e às obscenidades que ela falava) – Puta, puta, puta, você vai me fazer gozar assim, ai, tá vindo, vou esporraaaaar, ai, que delíciaaa!

Rosinha (aumentando o rebolado, esfregando seu púbis no meu) – Aiii, eu também vou gozar, ai, que coisa boa, ai, é muito bom gozar com você, amor! Ohhh, delíciaaa!

Depois do turbilhão de emoções, deitamos lado a lado, ofegantes e sentindo os corações acelerados. Após descansarmos por um tempo, tomamos banho e dormimos felizes.

Veio a terça-feira, um dia de trabalho semelhante aos outros. Jantamos mais cedo e, naquela noite, a novidade foi que frequentei a aula do curso via internet. Ao final da aula, antes de dormirmos, eu e a Rosinha transamos sem fantasiar com o tio Carvalho ou com qualquer situação diferente. Naquela noite curtimos nossos corpos quentes, o amor e carinho que sentíamos um pelo outro. Mas foi na quarta-feira que algo começou a me incomodar, pois a Rosinha, desde que guardou a sacola de brinquedos eróticos do tio Carvalho, não mais tocou no assunto. Lembrei-me de que na segunda-feira ela usou o consolo maior pra lacear a xaninha e fantasiamos que ela havia dado pra outro antes de eu voltar pra casa e, então, acho que eu queria que ela tocasse no assunto dos brinquedos. Decidi provocá-la quando nos deitamos pra darmos uma metidinha de boa noite:

Eu (pelado com a Rosinha na cama e nos acariciando, “esquentando os motores” antes de iniciarmos mais uma sessão de sexo) – Rosinha, e os brinquedos do tio Carvalho e da tia Carmem, estão guardados? Estou curioso, pois você não falou mais nada sobre eles!

Rosinha (sorrindo) – Amor, eu lavei com capricho cada um deles, deixei secar e voltei a guardar na esperança que um dia você aceite brincar comigo usando aqueles brinquedos.

Eu (estranhando aquela prosa) – Mas eu nunca disse que não quero brincar com você!

Rosinha (fazendo biquinho, fingindo tristeza, mas pegando meu pau mole e massageando) – É que eu senti naquele dia que o tio nos mostrou a bolsa de brinquedos que você não se empolgou muito e achei que não quer brincar!

Eu (sorrindo, tentando agradar minha esposa enquanto sentia sua mão deliciada me punhetando carinhosamente) – Rosinha, eu adoraria brincar e usar em você todos aqueles acessórios, desde os plugs, os vibradores, consolos, tudo; mas é que eu senti que talvez você queira enfiar algum deles em mim e essa ideia não me pareceu interessante.

Rosinha (sorrindo ao sentir meu pinto endurecendo e me beijando os lábios) – Claro que quero penetrar você, amor, aqueles brinquedos eróticos não são apenas para a mulher usar, os homens também podem brincar e eu gostaria, sim, de usar eles em você, pois tenho certeza de que eles vão tornar o nosso sexo, que já é bom, ainda mais gostoso!

Eu (escolhendo as palavras evitando negar ou concordar em brincar com os acessórios do tio Carvalho e também mantendo o bom humor) – Rosinha, espero que você entenda que esse assunto ainda é novidade pra mim; me dê um tempo e talvez um dia eu aceite a ideia de você usar aqueles brinquedos em mim!

Rosinha (apertando meu pau já endurecido, me beijando muito o rosto e expressando felicidade) – Oh, amor, que bom ouvir isso, eu sabia que você aceitaria brincar com os consolos da tia Carmem e do tio Carvalho! (continuou falando ao perceber que eu iria protestar, pois eu não havia concordado com nada, ainda) – Afinal, você deve considerar que se o tio, um coroa de uma geração anterior à sua, acha normal e curte os prazeres que os acessórios podem dar, é porque devem ser muito gostosos!

Caros leitores, não vou negar que, mesmo imaginando que sentiria alguma dor, eu tinha curiosidade em saber como seria ser penetrado na bunda por um vibrador ou até mesmo um consolo em forma de pinto, pois eu sabia que o meu cuzinho era sensível o bastante pra despertar meu tesão e havia sentido o quanto era prazeroso ter os dedinhos da minha mulher enfiados no meu cuzinho, principalmente quando ela me chupava a pica. Provavelmente eu recusava a admitir a minha curiosidade pelo fato de achar que homem não deve sentir tesão no cu, que homem que sente prazer ao ser penetrado pode ser associado ao homossexualismo e esse era um preconceito que há muito eu tentava apagar da minha mente.

Eu (sorrindo, desistindo de protestar após ganhar tantos beijos e ver a felicidade da minha esposa) – Você já usou sozinha algum daqueles brinquedos?

Rosinha (sorrindo e apertando meu pau) – Jáaaaaa! No dia em que lavei todos aqueles brinquedos, ao final não resisti à minha curiosidade e experimentei vários, e só não usei todos porque eu iria acabar gozando sozinha, e isso eu não quis, pois preferi guardar minhas energias e gozar junto com o meu amorzinho!

Eu (lembrando da nossa transa de segunda-feira à noite) – Foi na segunda-feira, antes de eu voltar do curso que você experimentou os brinquedos?

Rosinha (sorrindo, montando em mim e comendo meu pau com sua bucetinha gulosa) – Foi, amor, naquela tarde eu trabalhei pouco, mas me diverti muito lavando os brinquedos eróticos e experimentando vários deles. Fiquei tão tesuda que foi difícil parar, quase gozei sozinha. E quando você estava pra chegar eu meti na minha xaninha aquele consolão que parece o pinto do tio Carvalho e brinquei bastante antes de você entrar no quarto. E você, gostou de comer minha xota toda abertinha? Só faltou estar cheia de creminho, né!

Eu (sorrindo e curtindo as mordidas da buceta dela no meu pau) – Putinha!

Rosinha (sorrindo) – Mas se você quiser voltar pra casa e me pegar metida e gozada por um pau de verdade, sua chance será na próxima sexta-feira, pois o tio Carvalho chegará antes de você voltar da aula. Que tal?

Eu (sorrindo, mas sentindo ciúme) – Você terá coragem de dar pro tio, sozinha, sem eu estar por perto?

Rosinha (rebolando, buscando o gozo) – Se você deixar, sim! Se concordar, posso dar pra ele aqui na nossa cama e você terá o prazer de me pegar gozadinha e arrombadinha pelo pintão do tio depois dele me foder aqui no nosso quarto!

Eu (pegando nos peitos dela, sentindo meu pau agasalhado na buceta quente e muito tesudo ao ouvir e imaginar as safadezas que minha esposa me dizia) – Você é muito putinha!

Rosinha (pressionando a buceta no meu púbis buscando uma penetração profunda e fazendo meu pau tocar levemente no seu útero) – Sou a sua putinha, amor, somente sua! (rebolando no meu pau) – Imagine, Fer, você chegando em casa e me encontrando na nossa cama, pedadinha, usada, suada e com cheiro de outro macho, a bucetinha gozada, cheia de porra e arrombadinha; você vai se sentir muito corninho, vai ficar tesudo, o seu pau vai endurecer, vai meter em mim e vamos gozar juntos. Você quer?

Ouvir e imaginar as cenas narradas pela minha esposa estava me levando ao prazer máximo.

Rosinha (contraindo os músculos da buceta e mordendo meu cacete) – Eu sei que você quer ser meu corninho, amor; eu sei que vai gostar de me pegar depois do tio me comer, sei que vai me pôr de quatro e meter seu pau duro na minha buceta arrombada, sei que quando você sentir seu pau nadando na minha xota toda aberta, folgada e cheia de porra, vai gozar muito dentro de mim me dando o prazer de ter a sua porra junto com a do tio Carvalho. Ahhh, amor, eu vou adorar ser sua putinha e te fazer bem corninho! Ai, Fer, acho que vou gozar, imaginar tudo isso me dá muito tesão, não vou aguentar segurar!

Eu (metendo forte de baixo pra cima) – Puta, puta, vou gozar nessa sua buceta de puta, tô gozando, tô gozando, tome porra, puta vadia, aí que delíciaaa!

Rosinha (de olhos fechados parecendo imaginar todas aquelas putarias que fantasiava) – Ai, amor, tô gozando, que bom gozar junto com você, aiiiii!

Sentindo meu corpo mole, relaxei sentindo as batidas fortes do meu coração. Minha esposinha continuou em cima de mim e logo senti o caldo quente escorrendo pra fora da buceta e melando meu pau.

Rosinha (minutos depois de gozarmos) – Fer, que tal tomarmos uma ducha no quintal pra recuperarmos nossas energias e irmos pro segundo tempo?

Eu (surpreso) – Uau! Você tá mesmo a fim de transar hoje, heim! Não sei se aguento mais uma, não!

Fomos pro quintal, tomamos banho, nos lavamos esfregando carinhosamente o sabonete no corpo do outro, mas meu pau continuou mole; eu estava satisfeito. Estranhamente a Rosinha voltou pro quarto antes de mim, tentei imaginar o motivo, mas logo não mais pensei no assunto. Quando entrei no quarto, a encontrei deitada no meio da cama, nua e com um travesseiro sob a cabeça.

Rosinha (sorrindo) – Fer, quero fazer 69 com você!

Eu – Rosinha, estou satisfeito e não sei se meu pinto vai endurecer outra vez hoje!

Rosinha – Só um pouquinho, amor, e se o seu pau não endurecer, a gente dorme e deixamos pra amanhã. Venha!

Subi na cama e me posicionei sobre minha esposa em posição invertida dando meu pinto mole pra ela chupar. Enquanto eu sentia sua boca quente envolvendo todo o meu pau mole, olhei pro meio das suas pernas e apreciei a bucetinha linda que desde a última raspagem havia se coberto de pelinhos sedosos. A xaninha não estava peluda e com os pelos crescendo natural e desordenadamente; do jeito que estava parecia um gramado bem cuidado! Me abaixei e coloquei suas pernas atrás dos meus braços a posicionando de frango assado e enfiei minha cara entre suas coxas. A xaninha estava limpinha devido ao banho na ducha e, pensando em incentivar meu pau a subir, lambi a fenda de carnes rosadas e logo segui com a boca pro cuzinho que piscou ao primeiro contato da minha língua molhando as pregas e forçando a entrada. Ela retribuiu da mesma forma colando sua boca no meu cu e tentando também enfiar a língua. E assim ficamos nos lambendo nos cuzinhos até que meu pau endureceu outra vez. Não demorou pra eu sentir um dedinho atrevido dela forçando passagem pela portinha apertada no centro das pregas. Diminui meus movimentos e curti a deliciosa invasão daquele dedinho carinhoso. Fiz o mesmo com ela e seguimos nossa deliciosa brincadeira de explorar nossos buraquinhos traseiros. No minuto seguinte ela se movimentou parecendo mexer sob o travesseiro; em seguida senti algo gelado no meu cu e, pensando ser gel lubrificante e que ela enfiaria um segundo dedo na minha bunda, deixei, pois estava muito gostoso aquele nosso 69. Mas o que senti em seguida me alertou que não era um simples dedo que ela começava a forçar pra dentro da minha bunda. Sai de cima dela e vi em sua mão um vibrador de plástico branco em forma de torpedo.

Rosinha (sorrindo sem graça como alguém que é pego fazendo algo errado) – Oi! Eu quero brincar um pouco com você usando esse brinquedinho! Posso?

Eu (vendo que aquilo era mais ou menos do tamanho do meu pau) – Rosinha, eu sei o quanto você deseja enfiar algo na minha bunda, mas eu não vou aguentar esse negócio aí, não! Ele é maior que o meu pinto!

Rosinha (sorrindo) Foi justamente por ser parecido com o seu pinto que eu escolhi este. (fazendo biquinho e carinha de triste) – Deixe eu enfiar isso na sua bunda, amor, quero que você sinta o mesmo que eu quando você come meu cuzinho, deixe, vai!

Eu (sério, tentando ser durão) – Não! Isso aí é muito grosso e não estou acostumado a levar no rabo igual a você!

Rosinha (rapidamente pegando sob o travesseiro outro vibrador um pouco mais fino, de uns 2,5 cm de diâmetro) – Que tal este, então? Já que você tá com medo de um igual ao seu pinto, tem este mais fininho!

Sem me dar tempo pra responder e aproveitando minha falta de atitude, ela rapidamente se levantou e foi me empurrando, me ajeitando de costas na cama e se colocando entre minhas pernas se preparando pra me chupar o pau. Enquanto eu me deixava conduzir pela minha esposa me ajeitando na posição que ela queria, não tirava os olhos daquela coisa em forma de torpedo que ela segurava e apontava ameaçadoramente pra minha bunda.

Caros leitores, devo admitir que apesar do medo de sentir dor, ou de não gostar de ter algo entrando no meu rabo, minha curiosidade pra uma nova experiência era muito grande. Senti vergonha enquanto deixava minha esposa me pôr de frango assado, afinal, era novidade pra mim estar naquela posição com alguém olhando pro meu cu com olhos de desejos e tendo um objeto cilíndrico nas mãos, mesmo que esse alguém fosse a minha amada esposa. Havia alguns motivos que me fariam negar essa nova experiência, mas vendo o sorriso de felicidade da minha mulher percebendo que conseguiria comer meu cu com um vibrador, e também a minha curiosidade de sentir o que ela sente ao ser enrabada, me preparei; arrebitei minha bunda, segurei minhas pernas e, de frango assado, esperei pelo que estava por acontecer.

Rosinha (ajoelhada em frente a mim passando lubrificante no meu cuzinho e sorrindo quando enfiava o dedo) – Sinta, amor, como é geladinho esse gel, sinta meu dedinho entrando no seu rabinho, vou lubrificar bem pra você não sentir dor, tá!

Que situação a minha! Naquele momento, naquela posição, eu sentia um misto de tensão e tesão, os dois ao mesmo tempo. O medo de sentir dor e a vergonha eram enormes, mas também queria agradar minha esposa e satisfazer a minha curiosidade de sentir o que ela sentia quando dava o cuzinho pra mim. Não tive coragem de negar o que ela tanto desejava e aguardei enquanto ela passava gel no vibrador. Ela sorriu pra mim e encostou a ponta do brinquedo nas minhas pregas fazendo meu cu piscar, provavelmente de medo (risos).

Rosinha (sorrindo pra mim) – Relaxe, amor, deixe acontecer que você vai gostar!

Eu (envergonhado ao ver minha esposa olhando pro meu cu enquanto empurrava aquele objeto cilíndrico nas minhas pregas) – Vem me chupar o pau, deixe eu sentir sua boca quente no meu cacete!

Rosinha (sorrindo) – Eu quero ver entrar, Fer, deixe eu olhar. (com os olhos fixos no meu cu) - Relaxe que este vibrador é o mais fino entre todos, mais fino que o seu pau, aprenda a gostar deste que da próxima vez vou enfiar o segundo mais grosso.

Eu (muito tenso gemi de dor quando a ponta do negócio, mesmo mais fina que o restante, começou a abrir caminho) – Ai, tire, tire que tá doendo!

Rosinha (tirando e sorrindo) – Relaxe, amor, essa pontinha é mais fina que os meus dois dedos, relaxe e deixe entrar que você vai gostar!

Tentei ser mais durão, mais macho (risos) e me esforcei pra não gemer quando ela repetiu o movimento e enfiou os primeiros centímetros do vibrador no meu rabo. Ela sorriu pra mim e, percebendo que eu estava aguentando, enfiou um pouco mais me fazendo sentir o negócio entrando, engrossando e abrindo meu cu. Era uma sensação muito estranha pra mim. Sentar no trono e evacuar é algo natural que faço diariamente; nessas ocasiões o meu cu se abre muito mais do que estava se abrindo naquele momento, mas satisfazer minhas necessidades fisiológicas e expulsar o que eu não mais precisava, raramente me causava dor. Mas naquele momento o meu cu estava se abrindo devido a algo que entrava, o que é muito diferente de sair, e, talvez por isso doía tanto. Ou será que a dor que eu sentia era mais psicológica do que realmente física? Lembrei-me de que os homens, quando querem comer o cuzinho das mulheres, dizem que não vai doer, que vai pôr só a cabecinha e, se doer, eles tiram. Aí, quando o pau começar a entrar e a dona do cuzinho reclama de dor, o sujeito diz que só dói no começo e que depois ficará muito bom. Me apeguei nessa ideia e deixei que a Rosinha continuasse metendo o vibrador no meu rabo. Eu me concentrava nas minhas pregas que se abriam e agasalhavam o invasor, mas quando vi o sorriso lindo da minha esposa, deduzi que ela havia enfiado todo o brinquedo no meu cuzinho e me senti aliviado por saber que não tinha mais nada a entrar na minha bunda. Eu acabara de “perder minha virgindade anal”! Em seguida ela aproximou seu corpo do meu e, se posicionando como um homem entre as pernas de uma mulher antes da penetração, encostou seu montinho de Vênus no brinquedo impedindo que ele saísse do meu cuzinho e se deitou sobre mim. Caros leitores, confesso que aquela posição em que eu me encontrava, de frango assado e com o cu aberto, típica de mulher levando pau, e tendo a Rosinha entre minhas pernas empurrando com o púbis o consolo no meu rabo, como se ela tivesse um pinto e estivesse me comendo, me incomodou um pouco; me senti muito viado (risos)!

Rosinha (sorrindo e me dando muitos beijos pelo rosto expressando sua felicidade) – Entrou tudo amor, sinta seu cuzinho aberto! Tá gostoso?

Eu (sentindo um misto de dor, de tesão e de muita vergonha por estar sentindo prazer daquela forma, tendo meu cuzinho penetrado por um acessório erótico na forma de cilindro) – Dói um pouco!

Rosinha (apertando meu pau que tava duro como pedra, ordenhando e fazendo sair pela uretra umas gotinhas de lubrificante) – Chorão! Duvido que esteja doendo, veja como seu pau tá duro e babando de tesão!

Rosinha (voltando a olhar pro meu cu e movimentando seu corpo, batendo com o montinho de Vênus no consolo e simulando estar metendo em mim) – Ufffff, que delícia, Fer, que cuzinho guloso que você tem, amor!

Eu (tesudo, mas incomodado com aquela simulação de meteção que a minha mulher fazia no meu rabo) – Vamos mudar de posição, venha me chupar que eu quero sentir sua boca quente no meu cacete!

Ela sorriu, se abaixou e começou a me chupar ao mesmo tempo em que movimentava o vibrador no meu rabo, tirando um bom tanto e enfiando novamente. Aqueles movimentos de vai e vem no meu cu me causaram sensações nunca antes sentidas, nem mesmo com os dois dedinhos dela, talvez por serem mais finos que aquele brinquedo. Eu não sei explicar exatamente o que eu sentia, pois era totalmente novo pra mim aquela coisa deslizando pelo túnel do meu rabo e mantendo meu anel aberto; mas um outro sentimento de muito prazer começava a me invadir e, de certa forma, me envergonhando por estar tendo prazer ao “dar a bunda”!

Eu (não querendo admitir o prazer que começava a sentir) – Vamos mudar de posição?

Rosinha (sorrindo, me puxando me indicando que eu deveria me sentar) – Sente-se, Fer, que eu quero sentar em você!

Eu (surpreso) – Não posso me sentar, tô com esse negócio enfiado no meu rabo!

Rosinha (sorrindo) – É por isso mesmo que eu quero que você sente; o vibrador não vai escapar e eu vou poder aproveitar mais do seu pau!

Sem muito pensar e agindo por incentivo da minha mulher, sentei e senti aquilo penetrar mais um pouquinho no meu cu, mas foi quando ela sentou no meu pau engolindo ele com a buceta e colocando todo seu peso sobre mim que me assustei, pois senti que aquele brinquedo entrou ainda mais no meu rabo. Entrei em pânico e a primeira cena que eu imaginei foi aquilo entrando totalmente e desaparecendo dentro de mim. A segunda cena que imaginei, naquela fração de segundo, foi eu num hospital, dizendo ao médico: “Doutor, minha esposa lavou o vibrador dela e esqueceu no chão do box e eu, tomando banho, escorreguei no sabonete e caí sentado nele”. Puta que pariu, o médico não iria acreditar (risos)!

Reagindo por instinto de sobrevivência, empurrei a Rosinha pro lado e também me virei e, ao procurar o torpedo entre minhas nádegas... Que felicidade, ele estava com uns dois ou três centímetros pra fora do meu cu e nada de grave tinha acontecido. Ufaaa!

Após me refazer do susto, contei o que senti e imaginei pra minha mulher e rimos muito. Achei que a brincadeira com o vibrador havia acabado, mas ela, criativa e doidinha pra continuarmos, me fez deitar de costas novamente, me colocou de frango assado e empurrou minha mão pra que eu segurasse e mantivesse o brinquedo dentro da minha bunda. Em seguida ela se posicionou de quatro com o rabo virado pra mim, exibindo o cu e a buceta, e veio se afastando.

Rosinha (buscando com sua xota o meu pau) – Mete em mim, Fer, enfie seu pau na minha buceta, mas não deixe o vibrador escapar do seu cu!

Tive que me esforçar até que conseguimos a penetração que ela desejava. Não sei se vocês, leitores, compreenderam a posição em que estávamos e, então, vou tentar melhorar a descrição. Eu estava deitado de costas, cabeça apoiada no travesseiro, pernas abertas e com o consolo enfiado no cu; a Rosinha, na posição de quatro, com a bunda virada pra mim, levantou o quadril até encaixar na sua buceta o meu pau que, de tão duro, tive que forçá-lo pra frente pra conseguirmos a penetração na xota. Depois de engatados, ela levantou seu corpo se apoiando apensas nos joelhos, fez com que eu levantasse minhas pernas me colocando de frango assado e, com uma das mãos entre suas pernas, segurou o consolo que estava no meu cuzinho e iniciou dois movimentos, sendo o primeiro de subir e descer sua bunda fazendo um vai e vem com meu pau na sua buceta e, o segundo movimento, aquele que me deixou doido de tesão, que foi a vai e vem do consolo no meu rabo. Puta que pariu, que tesão eu passei a sentir! O prazer era tamanho que eu nem gemia mais, apenas me concentrava nas delícias que sentia no pau e no cu.

Rosinha (virando-se pra mim) – Tá gostoso, Fer? Diga alguma coisa, quero saber se você tá gostando!

Eu (próximo do gozo e tímido de admitir o prazer que sentia) – Tô quase gozando!

Rosinha (pressionando seu quadril pra baixo em busca de uma penetração profunda do meu pau da sua buceta e movimentando mais intensamente o vibrador no meu cu) – Ai, que bom que você tá gostando, Fer! Eu também vou gozar, tô muito tesuda de saber que você gosta de dar o cu; de hoje em diante vou comer sua bunda de vez em quando pra gozarmos mais gostoso ainda! Ai, Fer, vou gozar, aiiiii, tô gozaaando, que delíciaaa!

Eu (sentindo arrepios, calafrios, correntes elétricas, coração acelerado e falta de ar) – Puta que pariu, você é a putinha mais gostosa do mundo, vou gozar, tá vindo, ai, que coisa gostooosaaa!

Devo confessar, caros leitores, que aquela gozada foi uma das melhores que eu havia sentido em toda minha vida e, mesmo assim, segundos após o gozo e passada a euforia do prazer maior, senti necessidade de tirar aquele torpedo do meu rabo, mas a Rosinha parecia querer me sacanear e não saia de cima de mim.

Eu (tentando me virar de lado) – Tire esse negócio do meu rabo, amor; foi gostoso até eu gozar, mas agora não tá legal mais, quero tirar isso da minha bunda!

Rosinha (rindo) – Relaxe, amor, espere ele amolecer que sairá sozinho!

Eu (delicadamente empurrando ela pra que saísse de cima de mim) – Esse negócio não vai amolecer, não! Saia daí que tô incomodado com essa coisa no meu cu!

Ao sair de cima de mim desfazendo nosso encaixe, ela mesma tirou lentamente o vibrador do meu cu me deixando uma sensação de vazio interior. Apertei os músculos da região e senti meu rabo piscar e se fechar. Ufa, que alívio sentir meu furinho fechado outra vez (risos)! Vendo minha esposa deitada ao lado, ofegante e exibindo seu lindo sorriso de mulher satisfeita, rolei na cama, colei meu corpo ao dela e perguntei:

Eu (acariciando o corpo dela) – E aí, gostosinha, gozou legal?

Rosinha (de olhos fechados) – Oh, Fer, gozei como um puta, nunca pensei que comer um homem fosse tão bom e me fizesse gozar tão gostoso! (sorrindo e me provocando) – Prepare-se porque de hoje em diante vou te comer sempre, tá!

Fingi uma cara feia pra ela em sinal de reprovação, mas nada disse. Me levantei e fui tomar banho. Logo que terminei a Rosinha também se lavou e em seguida deitamos pra dormir.

Rosinha (me beijando carinhosamente antes de adormecer ao mesmo tempo em que deslizava o dedo no rego entre minhas nádegas) - Fer, amei comer você e foder esse seu cuzinho delicioso! Vá se acostumando e imaginando novas posições, pois gostei tanto que vou comer seu cuzinho sempre, inclusive com consolos maiores!

Na manhã seguinte, quinta-feira, acordei de pau duro com vontade de mijar e a primeira lembrança que me veio na mente foi que eu havia dado a bunda pra Rosinha na noite anterior. Contraí os músculos do cu pra saber se estava dolorido naquela região e não senti nenhum desconforto, nenhuma dor. Que bom! Fui ao banheiro, fiz minha higiene matinal e, antes de ir pra cozinha, vendo minha amada dormindo peladinha, enfiei a cara entre suas pernas abertas e dei-lhe beijinhos e um cheirinho na xaninha peludinha para que ela acordasse e fosse tomar café comigo. Após o café, antes de eu sair de casa, a Rosinha se despediu de mim fazendo algo que há algum tempo não fazia:

Rosinha (apoiando o pé da maçaneta da porta, levantando e vestido e exibindo a xaninha desprotegida de calcinha) - Fer, não vai dar um beijinho nela antes de ir trabalhar?

Me ajoelhei em frente a ela reverenciando tamanha beleza, olhei para a rachinha linda e peludinha imaginando que não demoraria para a dona daquela frutinha querer raspar os pelinhos e poder exibir aquela delícia em toda a sua formosura. Beijei-lhe carinhosamente os lábios, estiquei a língua e deslizei na fenda úmida dando uma paradinha no grelinho e lhe fazendo uma carícia especial e mais demorada. Em seguida fiquei em pé e saí pro trabalho. Aquela quinta-feira foi um dia normal e sem novidades; trabalhei, retornei pra casa, frequentei a aula virtual do curso e, ao deitarmos pelados na cama, a Rosinha quis transar:

Rosinha (se insinuando, acariciando meu pau mole) – Fer, ontem transamos tão gostoso que hoje você merece um prêmio. Quer meter no meu cuzinho?

Eu (sorrindo e acariciando o corpo quente da minha mulher) – Uau! Você quer me dar seu cuzinho, é? Que delícia!

Rosinha (deitando-se sobre mim) - Hoje à tarde eu fiz lavagem interna e agora você poderá meter na minha bunda na posição que quiser, poderá enfiar fundo e aproveitar bastante do meu rabinho; hoje serei todinha sua!

Caros leitores, não vou detalhar a enrabada que dei na minha adorada esposa, mas vou narrar o mais importante. Iniciamos com carinhos, beijos e abraços até que minha mulher ficasse molhadinha e então fizemos um 69, pois adoro beber o mel que brota da gruta quente que ela tem entre as coxas. Por baixo dela, sentindo as delícias da sua boca no meu cacete, aproveitei a posição e, além da xota, também lambi com capricho o cuzinho que em breve engoliria meu pau duro. Enquanto eu lambia os buraquinhos da minha esposa, ela esticou a mão pra baixo do travesseiro, pegou o gel e o entregou a mim sugerindo silenciosamente que eu lubrificasse o seu botãozinho traseiro. Lenta e carinhosamente fui passando o dedo nas pregas justas e enfiando gel no tunelzinho anal da minha amada.

Rosinha (desfazendo nosso 69 e me beijando após eu terminar de pôr gel no seu cuzinho) - Quero dar meu cuzinho pra você agora, Fer! Qual a posição que você vai me enrabar?

Eu (sorrindo após lambuzar meu cacete com gel) - Quero que você monte em mim e coma meu pau duro com esse seu rabinho gostoso!

Atendendo ao meu desejo, ela montou em meu corpo e, mexendo a bunda, procurou meu pau com o cuzinho até encontrá-lo e começar a pressionar suas preguinhas anais na cabeça da minha pica. Mesmo gemendo de dor ela abaixou a bunda e, sem muita demora, sentou-se engolindo pelo cu todo o meu pau. Me surpreendi com os poucos segundos que ela demorou pra comer meu cacete com o cuzinho.

Rosinha (sorrindo pra mim, mas ainda com uma expressão de dor estampada no rosto) - Comi tudo, seu cacete tá todinho dentro do meu rabo!

Ela estava muito tesuda e parecia sentir um enorme prazer em ter meu pau dentro do seu cuzinho. Com as mãos apoiadas em meus joelhos, o corpo curvado pra trás e exibindo a xota entre as pernas abertas, ela pressionava a bunda pra baixo rebolando pros lados e também pra frente e pra trás numa clara busca pelo gozo. Tanto rebolou, tanto pressionou o cuzinho no meu púbis que ela gozou antes de mim:

Rosinha (com os olhos fechados e rosto virado pro teto expressando o prazer que sentia) - Ai, Fer, é muito bom dar meu cuzinho pra você, tá muito bom e vou acabar gozando, ai, que delícia, tá vindo, ai, tô gozando, putz, que bom gozar dando a bunda!

Apesar de ter gozado, ela permaneceu montada em meu corpo sem desfazer nossa conexão. Eu, vendo que ela estava toda mole, fiz com que saísse de cima de mim desfazendo nosso encaixe e a acomodei ao meu lado. Ouvindo ela respirar com dificuldade imaginei o quanto o prazer do gozo havia exaurido suas energias e, considerando que ela gozou e eu não, pensei que eu teria de lavar o pau e meter na buceta ou na boca pra que também pudesse conseguir o meu prazer maior. Mas ela me surpreendeu e, mesmo cansada, me ofereceu o cuzinho outra vez:

Rosinha – Amor, já gozei e meu cuzinho tá um pouco dolorido, mas eu ainda quero gozar mais. Quero sentir outra vez seu pau no meu rabinho; você poderá escolher as posições que quiser, mas quando estiver próximo de gozar, quero que me avise. Pode ser?

Eu apenas sorri imaginando as delícias que ainda estavam por vir.

Eu (aproveitando que a minha esposa me oferecia a bunda em qualquer posição que eu desejasse) - Quero te pegar de quatro, empine bem a bunda que vou te enrabar bem fundo!

Rosinha (bem humorada, sorrindo obediente e se posicionando de quatro, pernas abertas e apoiada nos cotovelos com o rabo bem empinado) - Ai, meu rabinho!

Lembrando de algumas posições que eu havia visto em vídeos, me coloquei atrás dela, encaixei o bico da bisnaga de gel no cuzinho já laceado e apertei o tubo injetando um bom bocado dentro do túnel. Apreciei o belíssimo rabo e me posicionei em pé e com os joelhos semiflexionados, forcei com mão o meu pau duro pra baixo, encaixei a cabeça e, sem pensar na delicadeza daquele orifício, soquei pra dentro daquele furinho todo meu cacete numa só metida.

Rosinha (gemendo) - Aiiiii, tarado! Meu cuzinho tá aberto, mas ainda dói!

Eu (provocando) - Você queria pau no cu, não queria, vagabunda? (metendo fundo e forte batendo meu púbis no rego entre as nádegas dela) - Então tome cacete nesse seu rabo guloso, tome pica, putinha!

Rosinha (olhando pra trás) - Aiii, tarado, você tá rasgando meu cu!

Eu (provocando) - Quer que eu pare, quer que eu tire meu pau do seu cu?

Rosinha (gemendo e mantendo o bom humor) - Queeero! Quero que você continue metendo no meu rabo, que soque esse seu caralho gostoso na sua esposa putinha, vai, mete, fode meu cu, tarado!

Eu ia e vinha com meu pau que engrossava e endurecia ainda mais conforme meu gozo se aproximava, socava fundo abrindo e arregaçando aquele cu que minha mulher me dava gemendo de tesão.

Eu (sentindo o prazer maior se aproximar) - Tô quase gozando!

Rosinha (fazendo um movimento brusco e desfazendo nossa conexão) - Não goze ainda, Fer, segure sua porra dentro do saco que eu quero sentir seu gozo numa outra posição.

Ela deitou-se de costas, abriu, segurou e levantou as pernas até encostar os joelhos nos peitos se oferecendo numa belíssima posição de frango assado. Cheia de tesão ela me provocava piscando o cu convidando meu pau a entrar novamente naquele túnel anal.

Eu (encarando minha mulher e socando meu pau pra dentro daquele buraco sem qualquer cuidado ou preocupação com a dor que a dona do buraquinho sentiria, aliás, meti com uma leve dose de crueldade e intenção de causar alguma dor) - Tome pau no cu, vadia! Você queria tanto me dar essa sua bunda gostosa, então tome, aguente minha pica nesse seu rabo tesudo, putinha!

Rosinha (demonstrando no rosto um leve sofrimento devido a invasão violenta no seu cu) - Ai, tarado! Seu pau tá muito duro e grosso, meu cuzinho tá aberto, mas ainda dói!

Continuei a enrabada assistindo o vai e vem do pau e metendo cadenciadamente na minha Rosinha, às vezes saindo todo e depois entrando fundo até meu corpo se chocar com o dela. Percebendo que eu estava próximo de gozar, ela trançou as pernas ao redor do meu corpo e, com os pés nas minhas costas, impediu que eu continuasse com a meteção.

Rosinha (me abraçando e me imobilizando totalmente) – Pare de meter e apenas sinta seu pau dentro do meu cuzinho. Isso, fique quietinho e sinta meu rabinho mordendo seu pau! Tá sentindo?

Eu (de olhos fechados e curtindo os apertos da musculatura forte do ânus da minha mulher) - Delícia de cuzinho que você tem, isso, tá gostoso, continue mordendo meu pau!

Quando ela conseguiu que eu parasse de me movimentar e meter, lentamente foi afrouxando os braços e pernas que me imobilizavam, foi relaxando seu corpo até apoiar os pés no colchão e se colocando na posição papai e mamãe.

Rosinha (falando calmamente como se quisesse me tranquilizar) - Relaxe, fique quietinho só sentindo seu pau dentro do meu cuzinho; isso, sem meter, não se mexa.

Eu (estranhando o pedido que minha esposa fazia, mas achando que ela só queria diminuir o ritmo da trepada, adiar o gozo e prolongar nosso prazer) - O que você tá armando, heim?

Rosinha - Amor, amanhã será sexta-feira e, à noite, você terá de ir na escola e frequentar o curso.

Eu (surpreso, questionando minha mulher do motivo daquela prosa estranha ao que estávamos fazendo, mas desconfiando que ela falaria do tio Carvalho) - Porque você tá lembrando disso agora?

Rosinha (escolhendo as palavras, parecendo apreensiva quanto à minha reação) - É que o tio Carvalho vai chegar bem antes de você voltar pra casa e eu e ele estaremos sozinhos por umas três horas

Eu (interrompendo minha esposa, mas já conformado em deixá-la dar pra ele na minha ausência) - E você tá querendo trepar com o tio enquanto eu não estiver em casa, é isso, né?

Rosinha (esperta, percebendo que eu iria concordar, apertou forte os músculos do cuzinho) - Transar com ele sem você por perto não é exatamente o que eu quero, mas eu gostaria muito de fazer uma surpresa pra você, ou melhor, não seria surpresa já que estou contando agora. (meio atrapalhada sem encontrar as palavras) - O que eu quero, amor, é esperar você peladinha na nossa cama depois de dar pro tio Carvalho; sei que você sente tesão quando imagina isso e quero que aconteça de verdade pra realizar a sua fantasia.

Caros leitores eu já estava conformado que iria experimentar mais uma fase na minha evolução de marido corno, ou seja, deixar a esposa trepar com outro sem estar por perto pra vigiar, e apreciar. Admito, sem qualquer vergonha, que eu estava querendo, sim, voltar pra casa e pegar minha esposa usada e gozada por outro macho e ampliar a sensação de ser corno.

Eu (provocando minha mulher enfatizando a palavra minha) - Rosinha, você tá dizendo que quer realizar mais uma fantasia minha de ser corno; isso quer dizer que transar sozinha com o tio não é um desejo seu e que quer dar pra ele apenas pra me agradar?

Rosinha (menos tensa por saber que eu já havia concordado) - Claro que, não, Fer! Eu gosto de transar com o tio Carvalho e gozo de montão com ele metendo aquele pintão em mim, mas o que eu quero, de verdade, é dar a você o prazer de voltar pra casa e me pegar usadinha pelo tio; se você deixar, claro!

Toda essa prosa, caros leitores, acontecia com meu pau duro abrigado e agasalhado no túnel anal da minha amada que, vez ou outra, contraia a musculatura dando mordidas deliciosas me fazendo sentir a força daqueles músculos.

Rosinha (me dando muitos beijos no rosto ao me ver sorrir) - Oh, amor, tô tão feliz por estar liberada pra transar com o tio amanhã à noite enquanto você estiver na escola; prometo que você não vai se arrepender quando voltar!

Eu (sorrindo e dando uma metida forte e curta no cuzinho gostoso sinalizando uma repreensão à minha mulher) - Eu não disse nada, ainda!

Rosinha (sorrindo e me segurando pra não meter mais) - Mas eu sei que você concordou, amor! Pense, Fer, como será gostoso quando você voltar pra casa, entrar no quarto e eu estiver peladinha na cama te esperando...

Eu (interrompendo, imaginando a cena e sentindo meu pau pulsar de tesão) – Peladinha e gozadinha?

Rosinha (sorrindo e me provocando) - Estarei suada, metida, arrombada e gozada; tudo que você gosta e te dá tesão, meu corninho!

Eu (querendo ouvir as obscenidades que a Rosinha tanto gosta de falar em momentos assim) - Putinha! Me conte o que você e o tio farão enquanto eu estiver fora.

Rosinha (me lembrando com gestos que eu deveria ficar quieto sobre ela e parar de meter) - Se você ficar quietinho e não mais meter no meu cuzinho, prometo que conto tudo!

Eu - (doido pra ouvir as putarias que ela tinha em mente e me excitar ainda mais) - Então conte, minha putinha gostosa, me fale em detalhes como você vai dar pro tio Carvalho e comer aquele pintão que você tanto gosta!

Rosinha (sorrindo e admitindo ser verdade quanto ela gostar do pintão do tio Carvalho) – Quando o tio vai chegar, estarei esperando ele lá no quintal, igual faço com você quando volta no final da tarde.

Eu (imaginando a cena) - Que roupa você vai vestir pra esperar o tio?

Rosinha (sorrindo) - Vou usar um vestidinho bem curto, de tecido levinho, sem sutiã e sem calcinha, e quando eu ouvir o tio estacionando o carro, vou passar uma pedrinha de gelo nos meus mamilos pra eles ficarem bem durinhos e chamar a atenção dele!

Eu - O tio é esperto, vai te olhar todinha e certamente notará seus bicos duros! (beliscando com carinho os mamilos dela) - E se ele perguntar o motivo por estarem duros?

Rosinha (sorrindo) - Aí vou dar um abraço bem apertado nele, grudar nossos corpos e encostar minha xaninha na coxa dele e vou responder que você está na escola e vai demorar umas três horas antes de voltar.

Eu - Pensei que você ia esperar o tio tentar te seduzir, mas pelo que tô percebendo, você vai provocar ele!

Rosinha - Fer, o tio é muito safado, mas te respeita muito e sei que ele não tentará nada comigo quando souber que você não está em casa; então terei que tomar a iniciativa, provocar ele se eu quiser ganhar aquele pauzão!

Eu (tentando meter meu pau que continuava super duro dentro do cuzinho da minha mulher) - Safada!

Rosinha (sorrindo e mordendo meu pau com o cu) - Ai, amor, nem sei o que vai acontecer entre eu e o tio amanhã à noite, talvez aconteça quase tudo, mas prometo que não vou dar a bunda pra ele, tá! Só deixarei ele me enrabar outra vez no fim de semana, quando você estiver presente, bem pertinho de mim pra me ver e ouvir gemendo!

Eu (cheio de tesão e doido pra gozar) -Continue contando!

Rosinha (me provocando) - Ainda no quintal, vou abrir o zíper da calça do tio, enfiar a mão dentro da cueca, pôr o pinto mole pra fora e puxar ele pelo pau até nosso quarto. Quando ele estiver deitado na nossa cama, vou tirar minha roupa e ficar peladinha pra ele, depois vou tirar a roupa dele também!

Eu (imaginando os dois safados no meu quarto) - Você acha que o pau dele estará mole ou duro?

Rosinha (sorrindo) - Não sei, mas se tiver mole eu vou chupar e massagear bem gostoso e fazer ele ficar bem duro, comprido e grossão, do jeito que eu gosto; e se tiver duro, vou pegar com as duas mãos, puxar a pele e por o cabeção pra fora, vou cheirar pra sentir aquele cheiro gostoso de pau de macho e depois vou chupar bastante e deixar ele bem tarado! Quero fazer 69, sentar na cara e esfregar minha bucetinha pra ele sentir meu cheiro, meu sabor e beber o melzinho da minha xota.

Eu (sentindo meu pau pulsar) - Putinha, cê tá me deixando louco falando assim!

Rosinha (sorrindo e continuando a me provocar) - Quero meter muito com o tio Carvalho, quero dar em todas as posições possíveis e imagináveis, quero sentir aquela pirocona gorda dentro de mim na posição de papai e mamãe, de frango assado, de lado, de quatro e até em pé; ai, Fer, quero dar muito pra ele, meter muito e sentir aquele cacetão fodendo minha bucetinha até ficar bem larga pra quando você voltar...

Eu (sentindo arrepios pelo meu corpo anunciando a proximidade do clímax) - Cê tá me deixando maluco contando as putarias que fará com o tio Carvalho, se continuar falando assim vou acabar gozando dentro do seu cu!

Rosinha (sem dar importância ao que falei e continuando) - Imagine, amor, aquele caralhão me fodendo na bucetinha, entrando e saindo, me arregaçando...

Eu (prendendo a respiração e tentando segurar meu gozo que se aproximava) - Puta, você é a esposinha mais puta do mundo e vai me fazer gozar se continuar contando como vai trepar com o tio!

Rosinha (apertando o cu e mordendo meu pinto) - Quero que tio Carvalho trepe muito em mim, vou pedir pra ele ser meu cavalão e me tratar como seu eu fosse a égua dele; oh, Fer, quero ser muito fodida pra ficar com a buceta toda aberta, larga e arrombada pra você meter nela quando voltar pra casa...

Eu (sentindo a chegada do prazer maior - Vou gozar!

Rosinha (provocando meu gozo mesmo eu estando completamente parado e sem movimentar o pau no cu dela) - Imagine, amor, você entrando no nosso quarto, me ver peladinha na cama, vindo até mim, abrindo minhas pernas e ver minha xaninha inchada e vermelha de tanto levar pau, toda gozada, meus pelos melecados de porra de outro macho; aiiiii, Fer, vai ser bom demais! Você vai gostar tanto que vai me comer mesmo eu estando suada e com cheiro de outro macho, esporrada e com a xota arrombada por um cacetão maior que o seu!

Eu (não conseguindo me segurar mais) - Tô gozando, puta que pariu, você é muito puta, Rosinha, tá me fazendo gozar com o pau parado, eu nem tô metendo, mas você tá me fazendo gozar, ohhh, delíciaaa!

Rosinha (me agarrando com braços e pernas me mantendo imóvel e piscando o cu com força e mordendo meu pau) - Ai, amor, eu também tô gozando, que delícia gozar pelo cu, aiii, eu adoro dar meu cu pra você, aiii, que coisa boa!

Igual ela havia feito comigo na noite anterior, quando me enrabou e tentou continuar com o vibrador dentro de mim, mesmo após eu ter gozado, tentei fazer o mesmo com ela e não tirei o pau do cuzinho dela.

Rosinha (sorrindo pra mim e parecendo não perceber que eu tentava sacanear ela mantendo meu pau no seu cu mesmo após ela ter gozado) - Ai, Fer, você me fez gozar como uma puta, que delícia! Amo você!

Eu (surpreso por ela não pedir pra eu tirar o pau do seu cuzinho) - Gostou!

Rosinha (sorrindo) - Continue quietinho dentro de mim, não tire o pau e nem se mexa que meu cuzinho tá sensível.

Eu (rindo e dando uma mexidinha no pau dentro do rabinho dela) - Vai esperar ele amolecer dentro do seu cuzinho!

Ela (rindo devido a sensibilidade nas suas preguinhas anais) - Eu sempre quis esperar ele amolecer dentro de mim e nunca consegui, hoje quero tentar outra vez; fique quietinho e não pense em sacanagem, deixe seu pinto amolecer!

Enquanto assistia a minha Rosinha exibindo no rosto o sorriso de mulher satisfeita e feliz, senti meu pinto amolecendo lentamente dentro da bunda dela até que sua musculatura anal o expulsou do canal quente, embora não tão apertado como estava antes de iniciarmos nossa enrabada (risos)! Me deitei ao lado da minha amada e cochilamos por alguns minutos antes de tomarmos banho e dormimos felizes.

Acordei na sexta-feira pela manhã e senti meu pinto duro e uma vontade enorme de mijar. Mesmo vendo minha esposinha dormindo nua e exibindo seu corpo escultural ao meu lado, meu primeiro pensamento foi que eu teria curso presencial naquela noite e que durante minha ausência o meu tio dotado estaria em casa com a minha mulher. Ela havia me dito que o tio Carvalho seria incapaz de tentar seduzi-la caso eu não estivesse por perto e eu também pensava igual, mas o fato que eu não conseguia tirar da cabeça era que ela havia conseguido de mim autorização pra seduzi-lo. Desta forma, tudo indicava que naquela noite eu iria experimentar a sensação de voltar pra casa e pegar minha esposa na cama depois de dar para um pau maior que o meu. Confesso que senti uma leve insegurança e também ciúme, pois seria a primeira vez que minha amada teria uma transa completa com o tio, do começo ao fim, longe de mim. Tentando tirar da mente esses pensamentos, fui pro banheiro, fiz minha higiene matinal, acordei a Rosinha, preparei o café e fui trabalhar, mas antes de sair fui "obrigado" a beijar a xaninha dela:

Rosinha (levantando o vestidinho que usava, apoiando um pé na cadeira, abrindo as pernas e mostrando a xota peludinha) - Fer, vai trabalhar sem dar um beijinho na minha pepeca? (olhando pra sua frutinha) - Oh, amor, veja como ela está peludinha! Que tal fazermos uma raspagem geral no sábado? Você me raspa, eu raspo você e ficaremos nós dois peladinhos nas partes baixas!

Concordei com minha esposa e saí às pressas pra não chegar atrasado, pois no final da tarde sairia mais cedo pra ir ao curso. O dia transcorreu com tantos afazeres no trabalho que eu não teria tempo pra pensar no que estava por acontecer naquela noite, entre a Rosinha e o tio Carvalho, caso ela não tivesse enviado um zap assim: "Amor, lembra de que combinamos algo especial para esta noite? Sua autorização ainda está válida? Posso transar com o tio, mesmo você não estando comigo?" Fiquei espantado ao ver que minha esposa fazia aquela pergunta como uma naturalidade tão grande como se tivesse me pedindo pra eu deixá-la ir ao supermercado com o tio. Senti meu coração acelerar ao lembrar do combinado entre nós, mas ao ser chamado para uma reunião urgente na empresa, enviei a seguinte resposta: "Tudo bem, aproveite e depois quero que me conte tudo em detalhes. Beijos!" Ainda consegui ler a seguinte resposta quando eu passava pela porta da sala de reuniões: "Amo você, Fer; você é o melhor marido do mundo! Se prepare que quando você voltar, vou te contar tudinho e te deixar louquinho de tesão. Beijos!"

Ao final do expediente surgiu uma carona e decidi aproveitar, pois eu ganharia tempo e poderia ir pra casa e tomar banho antes de ir pro curso, ao invés de ir pra aula sem banho, situação que me desagrada. Cheguei em casa e a Rosinha ainda trabalhava no computador; nos beijamos rapidamente, corri pro chuveiro, me lavei e vesti roupas limpas. Eu já estava de saída quando minha esposa me abraçou, beijou e perguntou:

Rosinha (alisando carinhosamente meu pinto por sobre a roupa) - Amor, tá de pé o nosso acordo, posso seduzir o tio Carvalho?

Eu (sentindo um frio na barrida) - Tá, tá tudo bem, aproveite e depois vou querer que você me conte tudo em detalhes, tá!

Rosinha (me beijando nos lábios) - Você é o melhor marido do mundo, amo você!

Sai apressado e consegui chegar a tempo na escola. Caros leitores, eu estava vivendo fortes emoções nos últimos dias. Primeiro foi a matrícula e a frequência às aulas do curso que provavelmente permitiria que eu trocasse meu emprego por outro melhor e mais rentável, depois foi a enrabada que ganhei da minha esposa e perdi minha virgindade anal (risos) e, por fim, a minha esposa me convenceu a deixá-la transar sozinha com o tio Carvalho na nossa cama pra realizar uma fantasia minha de pegá-la logo em seguida, usada e gozada. Ufa, quantas emoções! E considerando que a aula daquela noite era importantíssima, confesso que me concentrei nos ensinamentos e deixei de pensar no que provavelmente estaria acontecendo no meu quarto, na minha cama, entre a minha mulher safada e o meu tio dotado! Foi somente no término da aula que me dei conta de que havia deixado em casa a minha "chapeuzinho vermelho" justamente no dia de retorno do "lobo mau!" Mas, pensando bem, a minha esposinha, safada como era, nada tinha de inocente e talvez o tio não era tão mau a ponto de serem comparados com os personagens das estórias infantis. Eu estava aflito pra voltar pra casa e, percebendo que o meu retorno seria demorado se eu fosse de ônibus, chamei um uber. Logo que o carro parou, entrei apressadamente e avistei, atrás do volante, uma mulher jovem e sorridente. Discretamente reparei em seu rosto e corpo e constatei tratar-se de uma bela mulher de uns 35 anos que me sorriu simpática. Durante o trajeto foi inevitável pensar no que teria acontecido ou, talvez, ainda estivesse acontecendo na minha cama entre minha esposa e meu tio dotado. Meu pau ameaçou endurecer e me esforcei pra pensar em outras coisas que pudessem impedir que ele subisse. Não adiantou e piorou quando olhei novamente para a bela motorista que me presenteou com um sorriso amigável. Leitores, eu sentia tesão por imaginar o que se passava na minha casa entre minha mulher e meu tio pauzudo, e ver aquela bela fêmea ao meu lado, ampliou a minha excitação. Tive a impressão de sentir, naquele pequeno ambiente, o cheiro da intimidade daquela mulher mesmo debaixo da calça jeans. Tentei disfarçar, peguei a pasta com as apostilas do curso e coloquei sobre o pau que doía de duro dentro da roupa. Minutos depois eu cheguei em casa, paguei e o troco veio com um cartão com o número do telefone da bela motorista. Agradeci, entrei pela porta do condomínio e segui a pé até a casa do tio Carvalho com o coração aos pulos, parecendo querer saltar pra fora do meu corpo. Entrei, passei pela casa do tio e vi que a luz do quarto dele estava acesa e ouvi uma música suave. Caminhei lentamente até a casinha onde eu morava e voltei a olhar para a janela do quarto do tio vendo seu vulto. Concluí que ele estava na casa dele e que, muito provavelmente, já havia comido minha mulher. Entrei silenciosamente pela sala da minha casinha, onde vi restos de pizza na mesa e, seguindo em direção ao quarto, vi o abajur acesso e os pés da minha amada que parecia dormir deitada de lado na nossa cama. Concluí que o que tinha que acontecer, havia acontecido! Meu coração disparou! Entrei e a minha esposa se virou pra mim e disse:

Rosinha (sorrindo dengosa ao perceber que eu estava na porta do quarto) – Olá, meu amorzinho! Pode acender a luz!

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